História Confused Love - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber
Personagens Ashley Benson, Dylan O'Brien, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Selena Gomez, Shay Mitchell
Tags Ashley Benson, Buttahbenzo, Colegial, Justin Bieber, Nerd, Shay Mitchell
Exibições 477
Palavras 1.394
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi meus amores, cheguei com mais um cap.
Espero que gostem, boa leitura!
Leiam as notas finais, pleaseee!!!
Ignorem os errinhos, dps eu reviso.

Capítulo 15 - Back to home


Fanfic / Fanfiction Confused Love - Capítulo 15 - Back to home

Hoje seria meu último dia aqui em Atlanta, nos últimos dois dias eu aproveitei para passar com minha família, desde que cheguei só passei meu tempo com Jade e Selena. Não que eu não gostasse de passar meu tempo com elas, pelo contrário, eu amo.

Termino de me arrumar e vou para a sala de estar esperar meus pais ficarem prontos, programamos de ir ao parque de diversões hoje, como nos velhos tempos.

-Vamos? –Papai diz me acordando do meu transe.

-Claro! –sorrio.

Entro no banco de trás do carro e Austin me acompanha, papai e mamãe vão na frente. O caminho todo foi tranqüilo, colocamos algumas músicas e fomos cantarolando até chegarmos. Papai deixa o carro no estacionamento do parque e nós corremos em direção à entrada. Paro em frente ao trem fantasma me deparando com a enorme cara de palhaço estampada na entrada, sempre tive medo de palhaços,  me senti como se fosse uma criança de novo.

-Qual iremos primeiro? –Mamãe pergunta animada.

-Montanha russa? –sugiro.

-Parece uma boa ideia. –papai diz e todos concordam.

Vou até a bilheteria comprar os ingressos enquanto eles guardavam nosso lugar na fila, não demorou muito e uma garota me atende.

-Quatro ingressos, por favor. –digo sorrindo. Ela me entrega e eu entrego uma nota de cinqüenta dólares para a garota, ela me dá o troco e eu sigo para a fila.

-Tem certeza que isso é seguro? –Mamãe diz enquanto fechamos a trava de segurança.

-Está com medo, dona Ashley? –Austin diz brincalhão.

-Não é que... –ela gagueja. –Tudo bem, eu estou com medo! –ela diz e nós rimos.

O brinquedo começa a andar e me sobe um frio gostoso na barriga, sempre gostei de adrenalina.

[...] [...] [...]

Saímos do brinquedo e minha mãe disse que precisava beber água porque estava sentindo seu estomago revirar, dona Ashley dramática como sempre. Fui até uma barraquinha de algodão doce e comprei um pra mim. Chego perto de Austin e quase sou atacada, ele roubou metade do meu algodão doce, argh!

-PARAAA! MÃEEE MANDA ELE PARAR! –digo puxando da mão dele.

-Vocês tem quantos anos mesmo? Nove? –ela diz rindo.

-Vamos no trem fantasma, por favor? –Austin implora, penso um pouco e acabo aceitando a oferta, mesmo tendo que passar por aquele palhaço ridículo. Austin compra os ingressos e nós entramos, papai e mamãe sentam juntos e eu sento em outro carrinho com ele.

O carrinho começa a se locomover e é possível escutar gritos, logo uma mulher toda ensangüentada sai de uma porta lá na frente, o carrinho pega velocidade e parece que vamos atropelar a mulher, mas alguns metros antes de batermos com tudo na mulher o carrinho desvia, continuamos o caminho escutando mais alguns gritos e de repente entramos em um quarto e tem uma garota na cama, ela parecia estar possuída, me aproximo mais de Austin, ele ri notando meu medo. A garota começa a falar algumas coisas indecifráveis e a tentar subir pelas paredes, o carrinho da um arranco e sai dali, entramos direto em um local que parecia um circo, lá era possível ver vários palhaços assassinos torturando bonecos, que pareciam vítimas reais, logo eles notam nossa presença e começam correr atrás da gente. O carrinho vai diminuindo a velocidade e eles se aproximam, começo a me desesperar e Austin me abraça para tentar me acalmar. Merda! Pra que eu fui aceitar essa ideia?

Quando eles estavam prestes a nos tocar outro arranco é dado e o carrinho aumenta a velocidade, entramos em outra sala e nela tinha tipo que um cemitério, estava tudo calmo que eu até estranhei, do nada começam a sair zumbis dos túmulos. Já chega! Se eu quisesse presenciar essa parte eu teria feito audições para The walking dead.

 O carrinho continua até certa parte e para bem na hora que quase batemos em uma parede, como assim os trilhos acabam aqui? Os zumbis se aproximam e nada de trilhos pela frente. Pra que eu fui escolher ser atriz? Agora definitivamente minha vida está virando um filme de terror!

Quando os zumbis chegam bem perto a parede cai dando continuidade aos trilhos pela frente, muito obrigada, Deus! Entramos em mais uma sala e nela estavam fotos de um cara deformado e um porco estripado pendurado, que nojo! Do nada aparece um cara de preto com a mascara do Brandon James, por favor, que seja o gostoso do Kieran. Os carrinho acelera e finalmente eu vejo uma luz, a famosa luz no fim do túnel. Finalmente! Não agüentava mais aquela tortura.

 Saio rapidamente do brinquedo e vou pegar um ar, ainda podia ouvir a voz irritante dos palhaços assassinos na minha mente. Mamãe e papai saem logo em seguida.

-Eu juro que nunca mais piso em um brinquedo desses. –papai diz ainda tentando se recuperar.

Olho para a entrada e vejo o palhaço dar um sorriso maligno para mim, droga! Ele realmente deu um sorriso ou minha fobia está me deixando paranóica?

-Por que palhaços existem? Eles são tão desnecessários! –digo saindo de perto dali.

-Vocês são muito medrosos! –Austin diz ainda rindo da situação.

-Diz isso agora, mas eu sei que você se cagou lá dentro. –digo rindo.

-Que tal irmos naquele agora? –ele aponta para o labirinto.

-Parece legal, vamos!

-Vão vocês, pra mim e pro seu pai já deu por hoje. –minha mãe diz se sentando no banquinho que tinha ali do lado.

Fomos até o brinquedo e aguardamos na fila, compramos o ingresso e entramos, o primeiro passo era ter que passar por dentro da roda giratória, o que foi moleza. Depois tínhamos que passar por um corredor todo escuro e no chão tinha alguns discos que giravam rapidamente, o que foi causador de vários tombos nossos, pois não enxergávamos nada. Passamos pelo corredor e tinha uma salinha pequena com luzes coloridas que causavam a ilusão de que estávamos virando de cabeça pra baixo, depois de passar por ali tínhamos que subir escalando uma parede, não demoramos muito e conseguimos, lá em cima tinha um painel com uma seqüência de números e tínhamos que descobrir a ordem certa para desativarmos a porta da escada para o ultimo obstáculo. Ficamos enrolados ali uns quinze minutos e finalmente conseguimos descobrir, a porta se abriu e descemos a escada, lá embaixo tinha uma piscina lotada de bolinhas e tínhamos que achar alguns objetos que estavam escondidos ali, eu encontrei rápido, já Austin demorou um pouco. Entregamos e por fim tínhamos terminado, na saída havia dois rolos que não paravam de girar e tinhamos que passar dentro dele, até que não foi tão difícil.

-Finalmente! Acho que já podemos ir embora, né? –papai diz enquanto se levanta do banco.

Nós concordamos e saímos dali, já passava de sete da noite e decidimos ir a nossa pizzaria favorita, comemos e fomos embora. Não iria sair nem nada, afinal eu tenho que arrumar minhas coisas, pois meu vôo de volta é amanhã às nove horas.

[...] [...] [...]

-Mãe, a senhora já me falou isso umas quinhentas vezes hoje, não é como se eu estivesse indo viajar, eu estou voltando pra minha casa. –digo rindo de toda preocupação dela.

Vou pra abraçar ela e meu pai, eu simplesmente odeio despedidas, pelo fato de sempre haver lágrimas.

-Se cuida, meu amor. –papai deposita um beijo em minha testa.

Austin termina de se despedir deles e nós pegamos um táxi para o aeroporto, não demorou muito e eu avisto Selena e Jade me esperando para se despedirem, oh céus, como irei sentir falta dessas duas!  Abraço elas e caímos no choro, toda vez é assim, eu deveria estar acostumada.

-Tem uma pessoa que quer te ver. –Selena diz limpando as lágrimas. Mando Austin ir fazer o check in enquanto vou ver quem é a pessoa misteriosa.

-Justin? –digo surpresa quando vejo ele se levantar. –O que você tá fazendo aqui?

-Er... Acho que isso é uma despedida. Eu só queria dizer boa viagem e... –ele começa a dizer, mas eu o interrompo com um abraço. Ele fica surpreso, mas retribui. Escuto Austin me chamar e me apresso.

-Até qualquer dia Justin, se cuida! –digo me afastando dali, dou um adeus para eles e vou correndo fazer o meu check in.

Termino de fazer e entro no avião, pego fone de ouvido e meu celular e coloco uma música para passar o tempo. 


Notas Finais


Me desculpem o cap chatinho, mas é que eu quis focar mais no tempo da Blair com a família, e com o Austin, ele é um personagem que eu amo, e ele também é interpretado pelo Luke Hemmings -gostosoooo.
Como vcs perceberam, Blair tem coulrofobia -medo de palhaço.
Foquem no finalzinho do Justin e da Blair se despedindo, vcs devem estar querendo me matar, mas calma que ainda vem muita coisa pela frente ksksks
Bjs e até o próximo cap <3
Não se esqueçam de ler Let me love you, babe.
Link: https://spiritfanfics.com/historia/let-me-love-you-babe-6661190


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