História Confusion - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Veil Brides (BVB), The Pretty Reckless
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Ashley Purdy, Christian "CC" Coma, Jacob "Jake" Pitts, Jeremy "Jinxx" Ferguson, Taylor Momsen
Exibições 47
Palavras 1.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello hello
Volteiiiii
Espero q gostem
Boa leitura

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Andrew-


Fanfic / Fanfiction Confusion - Capítulo 2 - Capítulo 2 - Andrew-

"Quente como o inferno"

Assim que parei minha moto em frente à casa dos meus tios, tive vontade de dar meia volta. Melhor dizendo, tive vontade de dar meia volta assim que vi a placa "Seja Bem-Vindo a Cincinnati" na entrada da cidade.
Porra, você sair das vísceras de Las Vegas e vir parar aqui?!
Normalmente as pessoas evoluem e andam para a frente, mas eu acabo de dar um maldito passo para trás agora. Voltar para esse fim de mundo, onde a maioria das pessoas se contentam com um pequeno salário e em se importarem com a vida dos outros, seria uma merda.
Mas isso pode durar muito pouco. Eu só tenho que enfiar na cabeça dos meus pais que minha curta estadia na cadeia não é um problema. Qual é, eu só briguei com uns caras barra pesada, mas no fim das contas eles saíram com a cara bem quebrada. E com a sorte de merda que eu tenho alguém chamou a polícia, que prendeu todo mundo que estava no casino clandestino. Nada tão grave assim.
Depois que saí da cadeia meus pais encasquetaram de que Las Vegas não era o lugar certo pra mim e praticamente me arrastaram de volta a Cincinnati. Talvez pensem que eu teria a escolha de ter ficado lá de qualquer forma, mas vocês não conhecem a dona Bennet e seu drama. Ela foi parar no hospital duas vezes só para me convencer a vir, e antes que ela tivesse um infarto de verdade resolvi fazer o que ela queria. Mas ela que não me pedisse mais que isso. Se Cincinnati era meu novo lar temporário, eu iria pôr fogo nessa cidadezinha pacata.
Mamãe e papai desceram do carro, gritando entusiasmados, até dois senhores saírem da casa. Com certeza era a tia Ruth e o tio Samuel, vestidos daquela forma só poderiam ser eles. Claro que eu não lembrava da cara deles, mas lembrava das roupas ridículas.
E onde será que estava a priminha Brooke? Pobre coitada!
Os pais a faziam ainda mais ridícula do que ela era quando criança. Sempre com roupas longas e os cabelos presos.
- Saia da frente, idiota - Marcos disse irritado, ao passar por mim.
- Viadinho - Sibilei, irritando-o ainda mais.
O bundão está assim comigo desde que soube que voltaríamos para Cincinnati. Chorou por uma semana, por não querer deixar a namorada gostosa dele para trás. Sério, não sei como aquela deusa pode querer um retardado desse.
- Não sou eu que nunca arrumo uma namorada, e que fico andando com um monte de marmanjo tatuado por aí.
- Se liga moleque, eu não procuro uma namorada, as mulheres se rastejam para trepar comigo - Sorrio sarcasticamente.
- Você é asqueroso. - Ele me deu as costas e saiu.
- Sem elogios, maninho.
O idiota se afasta e entra na casa, antes de sumir casa a dentro mamãe aparece na porta.
- Venha, Andy - Diz entre dentes. Eu reviro os olhos e caminho em sua direção. Às vezes me sinto um moleque de 10 anos e não um homem de 20.
Quando entro na casa todos estão se cumprimentando, então aproveito para olhar ao redor... Tudo parece na mesma por aqui.
- Esse é o pequeno Andy? - Tia Ruth balbucia, aproximando-se - Cresceu... está diferente - Ela me analisou por um tempo antes de me abraçar, parecendo de má vontade.
Qual é, eu também não vou com a cara dessa bruxa.
- Você também parece diferente, tia. Não me lembro de ter visto as rugas ou os cabelos brancos quando fui embora - Sorri maliciosamente. Os olhos dela saltaram das órbitas.
- Andrew! - Mamãe me repreendeu - Deixe-o, Ruth, está mal humorado por conta da viagem.
- Assim que almoçarmos, iremos até a casa onde ficarão. Fica na rua de trás.
- Mas e a pequena Brooke, onde está aquela preciosidade? - Papai perguntou.
Preciosa, aquela magricela? - Comprimi os lábios para não rir.
- Vou lá fora fumar - Sussurrei para Marcos.
- Dane-se - Cuspiu de volta. Eu apenas ri e saí da casa.
Aquilo já estava me enchendo o saco e olhe que meus tios ainda nem começaram a proferir os versículos da bíblia.
Me encostei no alpendre da varanda e tirei um cigarro do maço, acendendo-o e puxando um trago em seguida. Eu não fumava constantemente, mas sempre que alguma coisa torrava minha paciência, o cigarro ajudava a acalmar.
Estava absorto em meus pensamentos, desfrutando do leve entorpecimento do cigarro quando ouço vozes atrás de mim, me viro e a vejo.
- Puta que pariu! - Sussurro, jogando o cigarro no chão e pisando nele com a bota.
Meus olhos se fixaram na menina angelical, de pele branca e cabelos escuros, que me encarava como se eu fosse o diabo encarnado. Ela era linda, absolutamente. E podia apostar que não me era estranha.
A ruiva que estava ao seu lado foi a primeira a entrar pelo portão, rebolando e fazendo charme com o seu cabelo. Ela era bem gostosa, baixa, com um corpo magro, mas cheio de curvas, os seios grandes e as pernas torneadas. Sem falar no rosto fino e os cabelos escuros. Mas não foi ela quem me chamou realmente atenção, como a ruivinha eu já comi muitas.
Mas a outra era diferente, o corpo magro, a pele extremamente branca, os cabelos escuros, o rosto angelical e os lábios mais fodidamente sexys que já vi na vida.
- Olá - A ruiva falou, parando a alguns centímetros de mim - A Brooke já me contou que você é o primo Andrew. Prazer, América - Ela me estendeu a mão, e eu apertei-a, levando-a aos lábios para beijá-la.
Então aquela era a Brooke, minha priminha sem graça. Que de sem graça agora não tinha nada.
- O prazer é meu América - Sorri, observando Brooke parar a alguns centímetros de nós.
- Seja bem-vindo de volta, Andrew- Observei seus lábios se moverem e tive vontade de fazer coisas muito quentes com eles.
- Você cresceu, Broo - Sorri, mordendo o lábio inferior. Ela corou.
- Humrum - América pigarreou, interrompendo minha tentativa de cantar a garota. - Vamos entrar, sua mãe está chamando.
Está? Não ouvi tia Ruth chamar.
Brooke abaixou a cabeça ao passar por mim e entrou na casa. Dei uma boa conferida no seu traseiro redondinho, escondido por um vestido longo e horrível.
- Deve ficar bem melhor nua - Divaguei, caminhando preguiçosamente rumo a casa.
O almoço foi servido e todos passaram a comer e conversar. Eu estava mais interessado na menina à minha frente do que na comida. A pobre se atrapalhava com os talheres todas as vezes que me pegava olhando. Parecia um coelhinho assustado... Bem, normalmente eu adoro um assado de coelhos.
- E você, Andrew, o que fazia em Las Vegas? - Tio Samuel perguntou.
Inocente tio Samuel, se eu lhe contar detalhadamente o que fazia em Las Vegas, você com certeza me chutaria da sua casa.
- Faculdade de Ciências contábeis. - Respondi casualmente.
Pasmem. Um rebelde também pode ser estudioso.
- E vai dar continuidade ao curso aqui? - Revirei os olhos. Odiava responder questionários.
- Claro, transferimos ele para cá - Mamãe respondeu.
- E você prima, faz faculdade? - Marcos perguntou.
- Curso Arquitetura - Ela tirou os olhos do seu prato e encarou meu irmão.
- E é a melhor aluna do curso - A tal de América comentou.
Brooke passou seus olhos por todos da mesa e quando me olhou sorri para ela discretamente. Ela desviou o olhar e seguiu comendo.
Depois de alguns minutos de conversas maçantes saímos rumo a casa onde nós moraríamos.
Meus pais e meus tios se entreteram numa conversa assim que entraram na casa. Marcos e América seguiram para a cozinha conversando e Brooke se deteve olhando algumas flores no parapeito da janela.
Era a minha chance!

- Você não fala muito, não é? - Sussurrei em seu ouvido, aproximando-me de suas costas.
Ela soltou um gritinho de susto e virou-se para mim.
- Que susto! - Riu nervosamente.
- Não respondeu minha pergunta. Por que tanta economia nas palavras? - Ela me encarou com seus expressivos olhos claros.
- Não me sinto à vontade, só isso. - Respondeu, corando. Eu ri.
- Você sempre cora assim, ou é só comigo?
- Com você é bem pior.
- Nenhuma garota que conheço consegue corar desse jeito... e isso é sexy pra cacete - Ela arregalou os olhos e deu um pulo para trás.
- Não deveria usar esse linguajar, primo. Não agrada os ouvidos de Deus - Eu ri, gargalhei tão alto que ganhei olhares reprovadores de mamãe. - E nem acho engraçado que caçoe de mim, com licença - Ela empertigou-se e saiu para onde Marcos e América estavam.
Ora, ora, temos aqui uma réplica de beata para lidar... E sinceramente eu vou amar convertê-la ao pecado.


Notas Finais


Então? Foi bom? Comentem!
Admito q estou bem xonada no Andy dessa história
Desculpem se tiver algum erro
BVBeijos até a próxima *-*


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