História Conhece essa ruiva? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Tags Allison Argent, Allydia, Cute, Fofinho, Lydia Martin, Sterek, Sterek Pq N Pode Faltar
Exibições 151
Palavras 2.173
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Ficção, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, está tudo esclarecido na sinopse, então...
Eu estava com pouquíssima coragem para publicar isso, mas eu li, reli, editei, revisei, e pensei "Pô, até que tá fofinho".
*Eu não sou a manjadora do uso dos porquês, então perdoem-me caso haja muitos erros

Capítulo 1 - Capítulo Único


Point of Vision – Allison

  Lydia tinha me chamado para passar a tarde na casa dela, prometia que iria ser legal, íamos ver um filme de comédia romântica e eu ia dormir na casa dela, eu ia dormir no sofá né, casa de rico tudo é confortável.

--X—x—X—

   Lydia estava deitada apoiada em mim, estávamos no sofá assistindo mais um filme de comédia romântica, muito clichê para ser sincera. Eu estava acariciando os cabelos dela, são tão fofinhos, macios (Nossa que gay isso).

- Não gostei desse cara. – Lydia quebra o silêncio de horas – minutos – sem tirar a atenção da televisão.

- Ele é legal!

- Não é não.

- Por quais motivos?

- Oras! – Ela saiu de cima de mim e se sentou. – Ele traiu a guria lá com essa piranha! – Ela me olhava e fazia biquinho. Meu Deus Lydia Martin, como consegue ser fofa com “raiva”? – Ele é um trouxa isso sim. – Ela continuou, desfazendo lentamente o bico. – Não curto caras deste tipo. – Disse ela convencida, ok né, não vou nem citar os milhões de galinhas que ela já ficou, infelizmente.

- Jackson Whittemore você curte. – Juro que saiu da boca para fora, eu não queria falar aquilo, por mais que eu não gostasse deles juntos, eu sei que ele fazia Lydia feliz, eu sei que ela sente a falta dele, por mais que eu sinta ciúmes dela eu preciso entender.

- Já esqueci dele. – Ela falou num tom convencida, típico de Lydia. – Gosto de outra pessoa... – Ela olha nos meus olhos, não dá pra decifrar se esses olhos verdes com esse sorriso fraco querem significar alguma coisa, mas se ela queria me deixar com curiosidade, parabéns.

- Como uma ótima amiga posso confirmar que é o Stiles? – Falei brincando, mas ao mesmo tempo não. Como somos amigas há tempo e ela não me diz? Okay Lydia Martin, vai ter volta.

- Você é louca? Derek me mataria. – Ela ironizou, referindo-se que os dois estão num quase namoro – Eles pensam que eu não vi os dois se pegando no jipe, eu sou eu babys, aliás Alli, quando vai treinar novamente seu arco e flecha? – Que? Nossa que aleatório isso.

- Hm, acho que amanhã, mas por que?

- Nada não, é que se o Derek fizer algo com o Sti, eu tenho minha Argent pra matar o lobinho. – Ahan, você tem sua Argent. PERA, QUE?

– Stiles é um grande amigo. – Ela ficou olhando pro nada – Você também é um ótima amiga. – Sua voz falhou um pouco em “amiga”.

Será que eu gosto dela SÓ como amiga?

No fundo eu sei que resposta...

É não.

- Bom, vem cá, vamos continuar assistindo. – Abri os braços pedindo pra ela ficar aqui, eu só quero acariciar os cabelos dela de novo, quero ela aqui, comigo. Até que enfim ela sai do transe e se deita por cima de mim, ficamos abraçadas voltando ao clichê do filme, eu estava acariciando os cabelos ruivos dela.

- Alli? – Lydia se virou e olhou nos meus olhos.

- Oi? – Respondi a encarando de volta.

- ‘Tô ficando com sono, acho que já vou ir dormir. – Ela quase levanta, mas eu seguro ela e a abraço.

- Não, você vai ficar, e shiu! – Ela riu e se aconchegou. – Me chama pra sua casa pra minha pessoa ficar forever alone na sala? Nem pensar. – Sorri e nos cobri com um cobertor que estava abaixo da minha cabeça.

 --X—x—X—

Acordei por um incrível fator cientifico e psicológico chamado “Nada”, só acordei do nada mesmo. Lydia estava dormindo sobre mim, eu estava com as mãos sobre a cintura dela, e ela me abraçando. Se eu queria sair dali? Sim e Não. ”Sim e não?” Sim por que eu necessito comer/beber algo, de preferência preparar o café. E não por que eu tenho Lydia Martin dormindo nos meus braços, e só um monstro seria capaz de acordá-la nesse estado. Ok, talvez não. Talvez se eu me mexer um pouqui...

- Alli? – Lydia sussurrou se mexendo um pouco. Parabéns Allison, você conseguiu acordá-la, parabéns. - Sim? – Ela se sentou no sofá e corou um pouco, provavelmente por que ela estava me apertando? Talvez sim.

- He... então... vamos tomar café? – Ela perguntou arrumando seu cabelo e me encarando. E eu? Bom, fiquei a encarando, estava tão linda, os raios do sol que atravessavam a janela deixavam o ambiente claro, o que melhorava minha visão do brilho do sol rebatendo os olhos esmeralda que eu tinha me encarando com certa curiosidade, Lydia Martin, com o cabelo pouco bagunçado mas ainda sim perfeito, com a roupa amassada e ainda sim impecável, meu Deus, que mulher é essa? - Então? Alli? – Ela perguntou. Ótimo, passei tempo demais a encarando.

- Ah sim, vamos – Disse me levantando e dobrando o cobertor, organizando o sofá e o travesseiro, Lydia já estava na cozinha fazendo não sei o quê. Mas logo vou descobrir.

     Me dirijo até a cozinha e a vejo de costas pra mim e de frente para o fogão, passando café. Eu juro que me controlei para não a abraçar de costas e beijar aquele pescoço tão... parei. Me sentei na mesa e a esperei.

- Precisa de ajuda? – Pergunto a ela enquanto estava brincando com meus próprios dedos acima da mesa.

- Ah não, valeu. – Ela disse, daqui eu não conseguia ver direito o que ela fazia, mas creio que está terminando de passar o café – Pronto. – Não falei? – Aqui. – Ela vem até a mesa e coloca a garrafa por cima da mesma, vai até o armário e pega duas xícaras, as coloca em cima da mesa e se senta na minha frente.

- Obrigada, Lyds. – Dou um sorriso e encho a xícara de café, ela me olha com cara de reprovação. Lá vem sermão.

- Enchendo de café de novo, Allison Argent? – Me chamou pelo nome e sobrenome, fodeu. – Eu já lhe falei, você não pode beber muita cafeína. – Ela disse tomando a xícara das minhas mãos e colocando metade do café na xícara dela. Porra Lydia, eu só queria café.

- Mas Lydia... – Disse fazendo beiço e cruzando os braços. Ela olha durante alguns segundos pra mim e morde os lábios, depois empina o nariz e diz que ‘não’ com a cabeça – Chata. – Disse assoprando o POUQUÍSSIMO de café que havia no recipiente e logo após tomando.

- Eu sinceramente não entendo esse seu vício por café – Ela disse depois de beber um gole de café.

- Café é bom. – Disse como se fosse óbvio. E espero que seja.

- E perigoso. – Ela disse me encarando. DEUS, QUE OLHOS SÃO ESSES, SENHOR?

- Se beber com moderação, não. – Disse piscando pra ela e mostrando a língua.

- E você por acaso bebe com moderação, Allison Argent? – Ela disse com cara de “Ganhei, trouxa”.

- Para... – Disse com a voz mais manhosa que eu consegui fazer, o que resultou num olhar de curiosidade vindo dela.

- Com o que? – Por fim, ela perguntou.

- Para de me chamar de Allison Argent, dá medo, sério. – Disse a encarando, ela revirou os olhos e riu. Provavelmente ela achava que era algo mais sério.

- HamHam. – Ela limpou a garganta, chamando novamente minha atenção – Já terminou? – Disse se referindo ao café, eu assenti com a cabeça e ela, ela pegou minha xícara (E a dela, claro) e foi até a cozinha, com a intenção de lavá-las, e de novo ela fica de costas pra mim, e de novo aquele pescoço está ali, tão vulnerável. Então eu não estava agindo por mim mesma, cheguei por trás e a abracei, encaixei meu queixo no pescoço dela e perguntei:

- Precisa de ajuda? – Minha voz acabou saindo mais rouca que o normal, percebi que ela se arrepiou toda, e travou a língua na hora de responder. Me aproveitei disso - Hein? Lydia Martin. – Levantei minha cabeça e sussurrei no ouvido dela. Aí que eu “voltei”. Então eu soltei ela, e fui me distanciando. – É... desculpa, eu... não sei o que e acabei de fazer – Disse andando pra trás e me sentando no balcão.

- T-tudo bem... – Ela disse gaguejando e terminando de lavar as xícaras, secou as mesmas e as guardou no devido lugar. Quando terminou ela se virou pra mim e sorriu. Também não entendi o porquê.

- Que foi? – Disse olhando meu reflexo no alumínio do fogão e vendo se tinha algo de errado. Vi que estava tudo certo e dei de ombros a encarando novamente.

- Não, nada. ‘tava me lembrando do Stiles.- Que?

- Com esse sorriso? – Disse a encarando com uma expressão maliciosa. Ela me olhou com raiva.

- Já te disse, Allison. Stiles e Derek estão quase para namorar. Não entendo por que ainda acha que eu gosto dele. Estava sorrindo ao lembrar o quão atrapalhado ele é, e o quão paciente Derek está incrivelmente sendo. – Ela disse e depois suspirou, com uma expressão de alívio. Depois se sentou ao meu lado.

- Ok, tudo bem. Mas é verdade. – Disse levantando os braços em sinal de rendição e sorrindo. – E quanto a você, Lydia Martin? – Perguntei e ela me encarou curiosa, provavelmente não entendeu a pergunta. – Você, ué. Alguém em mente?

- Na verdade sim... – Lydia disse olhando para o chão.

- Qual garoto dessa vez? – Disse rindo, por fora. Por dentro temia a resposta. Sei que é loucura. Mas... né.

- E se não for um garoto? – Ela sussurrou, agora me encarando, séria. Havia um misto de receio e ansiedade nos seus olhos profundamente verdes.

- Lobisomem? – Brinquei, rindo. Ela sorriu de canto.

- Caçador. – Ela sussurrou tão baixo que eu duvidei de ter ouvido. Mas ouvi, devido ao silêncio do ambiente.

- Caçadores não são garotos? E aliás, onde você conheceu outro caçador? – Perguntei com muita curiosidade.

- Uma caçadora. A conheci em Beacon Hills mesmo, na escola. Ela havia acabado de se mudar para a cidade. Há um bom tempo nos conhecemos, nesse tempo ela namorou um amigo meu, e ele acabou a magoando, eu também namorei alguns caras, mais para tentar esquecê-la, o que eu sabia que era inútil. E então ela namorou outro garoto. Que um amigo lobisomem meu havia o transformado. Aí eu já tinha perdido as esperanças. Não sabia que uma garota ia me fazer me apaixonar por ela, sério. Mas acabou que aqui estou eu, perdidamente apaixonada por ela. E ela não faz nem ideia. - . . .

- E quem é ela? – Sussurrei, me arriscando.

- V o c ê. . . – Ela disse encarando o chão. – Pode me odiar, desculpa. – Ela sussurrou ainda cabisbaixa.

- Quer saber de uma coisa? – Disse tocando o queixo dela e a obrigando a levantar o rosto. Ela assentiu me encarando. – Tem uma certa ruiva que meu Deus. Me deixa louca, sério. Sabe por que? – Disse e ela fez que ‘não’ com a cabeça. – Porque ela é perfeita. Com todos os defeitos dela, a tornou perfeita pra mim. Ela é linda, sabe? Os olhos dela são de hipnotizar qualquer um. Sabe qual é a cor dos olhos dela? Verde, esmeralda, e combina muito bem com a pele dela, que é clara, que faz um super combo com o cabelo dela, que é ruivo. Ela é muito linda... sabia? Mas não é só por fora. Ela é incrível por dentro. Ela é forte, ela pode chorar por você, mas aparece impecável no outro dia como se nada tivesse acontecido, ela já passou por muita coisa nessa vida. Sabia que ela descobriu recentemente que é uma Banshee? E isso doeu pra ela, porque ela achava que atraia mortes. E ela não queria isso, sabe? Ela, com o jeito único que ela tem conseguiu me fazer ficar apaixonada por ela. Ela é Lydia Martin, conhece? – Disse, terminando, a essa altura nossos olhos estavam marejados, eu me aproximei dela, fazendo nossas testas colarem. Ela segurou meu pescoço com uma mão e com a outra estava acariciando minha bochecha, eu estava segurando o rosto dela. – Eu te amo, Lydia Martin. – Disse me aproximando mais fazendo nossos narizes encostarem-se um no outro.

- Eu também te amo, Allison Argent. – Ela disse encostando o lábio no meu, e lentamente abrindo, levei minha língua a sua boca já que ela abriu passagem, e a beijei, senti o misto de café doce e café amargo, nunca achei que beijá-la fosse tão bom como está sendo, continuamos com nossas línguas dançando num ritmo desconhecido até então. Então o ar infelizmente nos fez falta, e nos separamos lentamente. Nos encaramos e rimos uma para outra.

- Tudo aquilo que você falou... – Ela começou, e eu a interrompi.

- Sim, é verdade.

- Então... como ficamos agora? – Ela perguntou me encarando.

- Então... – disse me ajoelhando no chão – Eu ‘tô sem aliança e nem nada de especial, depois eu juro que compro uma pra você, mas eu ‘tô com meu coração, enfim... aceita ser minha namorada? – Disse sorrindo pra ela, que me abraçou.

- Você é tão fofa, Jesus. Claro que eu aceito. –Ela disse me dando um selinho.

   


Notas Finais


Hmm...
uma curiosidade minha?
Eu já queimei miojo.
Até alguma outra fic meus chapas o/


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