História Conhecendo o mundo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor Doce
Exibições 42
Palavras 680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem um avisinho. Eu modifiquei tudo dessa Fic. Porque eu copiei duas vezes com nomes diferentes. Se vocês quiserem ver a Fic com aquela sinopse é só entrar no meu perfil que vai tá lá.

Bjs 😘

Boa leitura.

Capítulo 1 - Novo vizinho.


|Natalie.on|

Oie! Meu nome é Natalie, tenho 17 anos - como vocês devem saber. Tenho cabelos castanhos ondulados, olhos cor de mel, nariz arrebitado. Moro com o meu pai John em uma Mini-mansão -vamos se dizer assim -, minha mãe morreu em um acidente quando estava voltando para casa. Não tenho muitos detalhes pois meu pai não se importa em me dizer. 

É uma verdadeira chatice ficar só em casa e não poder conhecer ninguém. Não tenho nem mesmo celular. Uma grande injustiça da parte dele. Só posso estudar e estudar... Aish! Que droga! Às vezes me dá uma grande vontade de fugir porém não teria nenhum lugar para onde ir. Infelizmente meus parentes moram longe. 

- Natalie? - Alguém me chama me tirando dos meus devaneios. 

- Sim? - Olho para a porta de meu quarto e vejo Helena - a empregada - carregando uma bandeja com o meu café da manhã. 

Sento-me na cama encostando as costas na cabeceira. Helena vem até mim e deixa a bandeja em cima da cama. 

- Acordou a muito tempo? - Perguntou acariciando meu rosto. elalgucomo uma segunda mãe 'pra mim. 

- Não, já faz um tempo que estou acordada. - Pego um prato que estava com um pedaço de bolo. 

- Hum... Ok então. - Ela pareceu não acreditar muito já que sou um "pouco" preguiçosa. - Qualquer coisa é só me chamar. - Foi em direção à porta e sorriu 'pra mim antes de sair. 

Terminei de comer e fui até o banheiro tomar um banho quentinho já que hoje fazia muito frio. 

Vesti um casaco branco com capuz que bate um pouco a baixo das minhas coxas, short azul bebê, meia branca maciais. Prendi meu cabelo em um coque com alguns fios soltos. 

Fui até a Mini-biblioteca que meu pai havia feito para mim e peguei um livro de poesia. A biblioteca tinha uma janela enorme de vidro que dava de frente para casa do novo vizinho que estava para se mudar para mesma. 

Vi algumas caixas sendo retiradas de um caminhão de mudanças. Um homem saiu do mesmo, tinha cabelos vermelhos, usava uma calça preta, blusa vermelha, casaco de couro preto e um tênis All Star. É bem alto. Não deu para ver seu rosto já que estava de costas. 

Agora fiquei curiosa para saber quem é. 

Ouço a campainha e vou correndo atender. Abro e vejo o homem de cabelos vermelhos. 

- Oi. - Disse com voz grossa com um sorriso sem graça. - O dono desta casa está? 

Iria dizer porém fui interrompida. 

- Natalie! - Viro-me e vejo meu pai me olhar furioso. - Vá para o seu quarto! - Apontou para escadas onde ficava o meu quarto. Tive que subir, infelizmente. Poxa! Queria saber o nome dele. 

(...) 

Estava mais ou menos duas horas no quarto fazendo vários nadas. Tenho que estudar porém não estou com vontade e se me forçassem a estudar e ia só fingir estudar. 

Tenho professores particulares mas hoje é sábado e não tem aula. Mas meu pai insiste para que eu estude. 

- Natalie! - Gritou John do outro lado da porta. 

- Não estou. - Respondi com voz tediosa. 

- Natalie, abra logo a porta! - Tentou abrir porém eu tranquei sabendo que ele iria brigar comigo. 

- Me obrigue. - Ri. 

- Ok. - Ouvi o mesmo se afastar da porta e depois de alguns minutos a mesma abre. 

Esqueci que ele tem uma chave reserva. 

- Você está bem abusada não? - Disse se sentando na cama onde eu estava. 

- Principalmente com o senhor. - Sorri sacana. 

- Não quero que você vá atender a porta, pra isso que o Sérgio (um outro empregado) está aqui. 

- Tá, tá, eu sei. Agora você pode sair? - Apontou para porta revirando os olhos. 

- Voltarei para conversar com você na hora do jantar! E nem pense em trancar a porta. - Avisou-me e saiu. 

- "E nem pense em trancar a porta" - Imitei sua voz em tom de deboche. - Ah, que chato! - Bufei. 

Continua... 



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