História Conhecendo o mundo - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor Doce
Exibições 28
Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie <3

Capítulo 3 - O que tá havendo comigo?


Estava lá pela décima vez encarando o novo vizinho que estava em seu quintal só de bermuda. Via tudo da janela da biblioteca. 

Ele não é de se jogar fora. Tão gato e tão gostoso. Mas tenho uma certa desconfiança que ele tem namorada. 

Se tiver ela é uma garota de sorte. 

- Natalie? - Helena me chamou batendo na porta. 

- Sim? - Abri a mesma. 

- Quer comer algo? 

- Não, obrigada. - Sorri. 

- Está fazendo o quê de interessante? - Arqueou as sombrancelhas sorrindo, com a mão na cintura. 

- N-Nada! - Sorri sem graça. 

- Sei. - Revirou os olhos e voltou a me fitar sorrindo. 

- 'Tá bom, eu vou te contar! - A puxei para dentro do cômodo e a parei na frente da janela de vidro. 

- Ah, então era isso que estava fazendo? - Sorriu malicioso. Assenti corando. - É um gato! - Riu divertido. 

- Verdade! - Mordi o lábio inferior. 

- Quer conhecê-lo? - Perguntou. Sorri lardo, mas logo lembrei do meu pai. Ele nunca iria deixar. 

- Meu pai não deixa. - Pus as mãos 'pra trás e olhei para o chão. 

- Vamos aproveitar que ele não está em casa. - Deu uma piscadinha e me puxou em direção a porta. 

Quando saí senti uma claridade enorme nos olhos. Demorei um pouco para me acostumar. Senti meus pés tocarem a grama. Senti-me livre. 

Me lembrei que só estava com um blusa comprida. 

- Espera, Helena! - A puxei novamente entrando em casa. 

- O que foi? 

- É que... Eu não posso conhecê-lo só de blusa. - Falei timidamente. 

- Entendi. Vem cá! - Me puxou - de novo, será que ela não cansa de me puxar para os lugares não? - para o meu quarto e foi em direção ao meu armário. 

Depois de uns 5 minutos me entregou uma calça jeans apertada, blusa curta preta colada - fazendo com que deixasse as formas dos meus seios amostra -, tênis preto. 

Vesti a roupa e depois Helena fez uma rápida chapinha no meu cabelo - que na minha opinião ficou show. Pus os óculos escuros. E me olhoei no espelho. 

- Nossa eu 'tô muito gata! - Falo fascinada com o meu reflexo. 

- Está mesmo! - Sorriu. - Agora vamos! 

(...) 

Já estava na porta da casa dele e respirava ansiosa. Helena não achou uma boa ideia ir comigo então tive que eu mesma tocar a campainha. Após alguns minutos ele abriu a porta. 

- Oi! - Eu Disse sorrindo sem mostra os dentes. 

- Oi. - Disse secamente. 'Tô vendo que será difícil dialogar com esse moleque. 

- Sou sua v- Fui interrompida. 

- Não te perguntei. 

Mano vou dar na cara desse Fdp! 

Respirei fundo. 

- Diga logo o que quer? - Revirou os olhos. 

"Você morto" pensei. 

- Esquece. - Dou meia volta e volto 'pra casa. 

- O que hou- Interrompi Helena pondo meu dedo indicador em sinal de silêncio em sua boca. 

- Shh! Não diga mais nada! - Subo as escadas e vou para o meu quarto. Deito na cama e fico olhando para o teto. 

- Como pude se tão burra? É lógico que ele não daria bola para uma garota de 17! - Resmungo. - Eu poderia ter evitado ter passado por esse vexame todo. 

- Que vexame? - Uma voz - que provavelmente é de Helena - me pegou de surpresa. 

- Nada, não é nada! - Pego o travesseiro e ponho por cima da cabeça. 

- Ok então. Quando decidir me contar estou aqui. - Disse fechando a porta e indo embora. 

Bufei. 

Só no dia de São nunca que eu irei contar sobre isso. 

Me olho no espelho. 

Como pude ser tão ingênua achando que estava bonita? 

Eu sou um tola mesmo! 

Me despi bruscamente e me vejo meu reflexo de novo porém agora só estou de roupa íntima. 

Senti meu rosto arder. Lágrimas escorriam de meus olhos sem permissão. 

Por que estou chorando?! 

Eu não deveria me importa do que ele iria achar de mim. 

Ele é um desconhecido. 

Apenas um vizinho insignificante. 

Não devo me abalar por isso. 

(...) 

Já era a hora do almoço e meu pai já voltou do seu compromisso. 

- Fizeram o quê enquando estava ausente? - Perguntou quando nos sentamos para comer. 

- Nos divertimos muito - Disse sem animação alguma. Minhas manhãs sempre são divertidas porém hoje foi diferente. 

- Não parece. - Me fitou preocupado. Sempre sou animada nas refeições, entretanto, dessa fez estava quieta. Sinceramente, esse vizinho abaixou o meu astral. 

- Não aconteceu nada. - Sorri forçado tentando convencê-lo. E o mesmo acreditou. 

Terminamos e fui para biblioteca ler.

Peguei um livro de comédia para tentar me animar, mas não adiantou. 

Vejo o vizinho de cabelos avermelhados com uma garota, com cabelos castanhos longos, olhos verdes, se vestia igual a uma vadia tenho que ser sincera. Eles começaram a se beijar. 

Nesse momento meu coração doeu. 

Mas por quê?! 


Continua... 


Notas Finais


Desculpa pelos erros.

Até o próximo Cáp :3


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