História Conhecendo o mundo - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor Doce
Exibições 12
Palavras 1.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie <3

Queria postar esse Cáp ontem porém não deu, desculpa!

Boa leitura! 💘

Capítulo 5 - Assalto?


Lá estava eu, em um mercado com a minha prima querida, que só sabia se desesperar. Aí você me pergunta, por que ela está assim? Bem, quando já estávamos pagando o que queríamos comprar, adivinha? Veio um homem com uma arma e dizendo que era um assalto. O dia não poderia ficar melhor. Fui obrigada a pedir desculpas à Íris e ir junto com a mesma comprar ingredientes para fazer bolo. 

- Todo mundo passa o dinheiro. Agora! - Disse o homem, apontando a arma para as pessoas que estavam dentro da mercado junto com a gente. 

Vi algumas pessoas tiram os dinheiros dos seus bolsos e o entregarem. Eu fui a única que não fiz o que pediu. Tinha quase certeza que a arma que ele estava nos apontando era de brinquedo. 

- Anda, princesa! Cadê o dinheiro?- Perguntou se referindo a mim. Ele aparentava ter uns 16 anos. 

- Eu não vou te dar dinheiro nenhum. - Sei que é bem arriscado dizer isso mas eu queria ver até que ponto ele chegava. Queria ver se aquela arma atirava realmente. Eu sei, eu sou louca! 

- Não brinca com sorte, princesa! - Avisou-me com um olhar intimidador. 

- Atira! 

- O quê? Você quer que eu atire em você? - Perguntou-me surpreso e confuso. 

- Sim! Vai, atira! - Falo se aproximando do homem. 

Ele parecia não acreditar no que eu estava fazendo. Vi que ele não teria coragem de fazer tal ato. Vi alguém entrar. Era o meu vizinho - os de cabelos avermelhados, gostoso e idiota. Ele fez sinal para que fizemos silêncio. Cutucou o assaltante e o mesmo virou, não deu tempo do homem dizer nada e o avermelhado lhe deu um soco em cheio no olho. 

Íris que até agora estava quieta chorando veio até mim e me... Abraçou? 

- Por que você fez aquilo? Ele poderia ter te matado! - Falou segundo meus ombros um de cada lado e os balançando 'pra frente e 'pra trás. Percebi que ainda estava apavorada. Dei de costas para mesma e fui até o homem que estava caído no chão desmaiado. Peguei sua arma e apontei para sua cabeça. 

- Natalie! O que você vai fazer?! - Fala Íris receosa. Dei de ombros e análise a arma. Agora tenho certeza que é de brinquedo. Revirei os olhos e me levantei. 

- O mané aqui estava com uma arma de brinquedo o tempo todo. 

As pessoas que ali ainda estavam ficaram furiosas e quase partiram para cima dele. Por sorte a polícia havia chegado. 

- Obrigada, Castiel! - Ouvi Íris dizer para o vizinho de cabelos vermelhos. Então esse era seu nome! 

- Vamos logo 'pra casa, Íris! - Digo ignorando a presença do indivíduo que ali ainda estava presente. 

- Ok, Tchau Cast! Te vejo na escola! - Acenou 'pra ele quando já estávamos longe. Não entendi essa parte de "Te vejo na escola", será que ele estuda na escola onde eu provavelmente iria estudar ou ele ficava perto de lá de bobeira? 

Dei de ombros e fomos para casa. 

(...) 

- Onde vocês estavam?! - Disse meu pai aflito, logo quando entramos em casa. 

- No mercado, oras! - Falei indo até a cozinha e pondo as bolsas de plásticos em cima da bancada. 

- Por que demoraram tanto? - Perguntou minha tia - mãe de Íris - preocupada.

- Porqu- Fui interrompida. 

- Porque o mercado tinha sido assaltado. - Ela falou super rápido mas eles conseguiram entender. 

- Oh meu Deus! E vocês estam bem? - Analisou cada canto do nosso corpo. 

- Sim. - Falamos em uníssono. 

- Ah, e Tio John a Natalie... - A olhei com um olhar intimidador. Não acredito que ela vai contar que eu enfrentei o assaltante. 

Meu pai me olhou e logo mudo a expressão. 

- Ela vez o quê? - Perguntou exigindo alguma resposta. 

- Er~... 

- Pode falar, Íris, Natalie não irá te fazer nada de mal. - Falou calmo. Fiquei indignada pois ele não tinha essa tranquilidade toda comigo. 

- ElaEnfrentouOAssaltante! - Falou rapidíssimo. 

- Fale um pouco de devagar, filha na entendemos nada. - Disse sua mãe. 

- Ela disse que eu enfrentei o assaltante - Decidi que eu mesmo falasse. 

- Como é que é?! - Perguntou John incrédulo e chegando mais perto de mim. Vi Helena ficar em minha frente em forma de escudo. Nós duas saberíamos que atitude ele iria fazer. 

- Foi por impulso. - Digo. 

- Por impulso? Então eu vou te ensinar a não ser mais impulsiva! - Tirou o cinto e partiu 'pra cima de mim. Helena o segurou tentando pará-lo. 

Minha Tia e Íris já haviam ido embora quando se iniciou a discussão. 

Estou sentindo uma raiva enorme de Íris. 

- Vá para o seu quarto! - Mandou e fui correndo para o quarto aos prantos. Não tentaria trancar a porta pois o deixaria mais bravo ainda. 

Após alguns minutos ele chega ainda com o cinto na mão. Sinto uma cintada na coxa bem forte. Dou um grito de dor. E logo depois ganho mais três cintadas. 

Tinha chorado litros de água. Estava encolhida na cama com o corpo todo vermelho e sentindo uma ardência. 

Le veio correndo até mim e me abraçou. 

- Eu sabia. - Eu disse ainda com os seus braços em volta de mim. 

- Sabia o que? 

- Que a arma era de brinquedo. - Limpei minhas lágrimas. 

- Como? 

- Aprendi a notar nos filmes - Digo tentando descontrair. 

- Então sempre quando acontecer assaltos assim e você estiver comigo, pedirei para você analisar a arma e me falar se é falsa. Se for e pego a minha bolsa e começo a batê-lo. - Rimos - Já passou! - Acariciou meu rosto - Dói muito? 

- Só um pouco. - Sorri fraco com algumas lágrimas nos olhos. 

- Passarei uma pomada e logo passa. - Me deu um beijo na testa e saiu. Fui até o banheiro, me despi, tomei banho e vesti meu pijama já que estava escurecendo. 

- Trouxe a pomada para passar nos machucados e o jantar. - Disse Le com uma bandeja na mão. A mesma passou a pomada e depois me deu o prato com a comida. Logo após fui escovar os dentes e dormi. 

Continua... 


Notas Finais


Desculpa pelos erros.

Até o próximo Cáp e POR FAVOR comentem o que vocês estão achando da Fic! PLMDS!

Bjs 😘😘😘😘


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