História Connect - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Ladrien, Ladynoir, Marichat
Exibições 47
Palavras 2.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Josei, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E VOLTEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 〜( ̄▽ ̄〜) *tut tut tut*

- Mas autora-chan, já deu uma semana?

- NÃOOOOOOOOOO (〜 ̄▽ ̄)〜.........

Na vdd meus amores, estou sem net (;ω;) pois é! Usava a net do visinho e ele descobriu rsrsrs (;ω; )ヾ(´∀`* ) *tristi realidade*.

Por isso que fiz meu bolo rapidamente, e especialmente para vcs (*ノ∀`*) Um capítulo doce com bastante cobertura de mistérios e suspenses ∑d(゚∀゚d) ahhhhhhh... Em falar em mistério, algumas leitoras estavam com uma teoria bem foda sobre a Marie ser a filha de Adrien e Marinette ( ̄ハ ̄*) Mas a pergunta é "será?". Ninguém sabe além de mim ┐( ̄∀ ̄)┌ HAHAHAHAHAHA *risada maligna* mas como um boa leitora, irei dá um spoiler ( ͡° ͜ʖ ͡°) fiquem de olho no meu perfil ☆ ~('▽^人)

Até lá em baixo~

Capítulo 4 - Orelhinhas brancas.


Fanfic / Fanfiction Connect - Capítulo 4 - Orelhinhas brancas.

Chat Noir desviou de outra bola bomba, mas a explosão foi tão forte que o jogou para longe com rajada de vento e poeira.

- Droga...

Elias parou em frente dele, sorrindo de forma assustadora. Criou outra bola com as mãos, pronto para jogar em direção ao herói que estava deitado no chão, exausto.

- Suas últimas palavras gato fedorento.

- Sinto cheiro de biscoitos. - Soltou um sorriso de lado, enquanto aspirava profundamente o aroma doce que era familiar para suas narinas.

- O que? - Não entendeu o sentindo da frase do gato. Porém, o loiro foi puxado por uma fina corda que rolou sobre sua perna com um metal redondo e vermelho, sumindo entre aquela fumaça toda. O vilão identificou aquele objeto. Seu sangue ferveu, fazendo-o resmungar alto para todos ouvirem seu ódio por essa pessoa. - LADYBUG!

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O herói foi puxado com rapidez no meio dos prédios destruídos, impedindo do Bomber saber o esconderijo improvisado de ambos.

- Coitado do meu gatinho, cansado de tanto brincar. - Uma voz graciosa e sedutora, - para o loiro, - invadiu seus ouvidos felinos.

Ele levantou a cabeça para encarar aquele rosto angelical e perfeito que tanto lhe tirava o sono. O mesmo estava sentado enquanto Ladybug puxava seu ioiô de volta, com apenas um movimento com a mão, a "arma" desenrolou da bota do rapaz e voltou a sua dona rapidamente.

- My Lady, chegando na melhor parte da brincadeira. - Ele se levanta e limpa seu traje, antes de pegar uma das mãos pequenas da morena e depositar um beijo suave e lento.

- Onde você apanha? - Puxou sua mão, dando um sorriso brincalhão.

- Não. Onde eu sou salvo por uma princesa e lhe dou um beijo como agradecimento. - Ele se aproximava, fazendo bico para lhe roubar um beijo, porém Ladybug impedi, colocando dois dedos nos lábios do Agreste.

- Você sabe que isso não tem lógica né? 

Um barulho de explosão assustou o casal, fazendo-os se prepararem para a batalha a seguir.

- Ladybug! Apareça e lute comigo seu inseto nojento. - Grita Bomber, raivoso e impaciente. Ele jogou outra bola em outro prédio, procurando pelos os heróis.

- Okay, isso não foi legal! - A morena fingiu uma cara de tristeza. - Chat Noir pronto para colocar mais uma batalha na sua lista!? - Sorriu de maneira divertida, sacando seu ioiô, pronta para a luta à seguir, já tinha mandando a polícia esvaziar a área, estava seguro para os parisienses por enquanto.

- Estava esperando por você, my Lady. - Disse antes de pegar seu bastão e pular do prédio quase destruído. - Não chegue tão tarde.

Ladybug continuou fitando as costas largas dele se afastar, analisando seu comportamento e suas palavras calmas. A curva em sua boca aumentou mais ainda, dando um suspiro de alívio logo depois.

- Ele realmente não sabe quem eu sou. - Suas palavras saem junto com o vento que as levas. Sussurra de forma leve e doce. - Gato bobo.

Sua mente aliviou por isso, deixando de si perturbar, porém seu coração parecia tão pequeno, era uma sensação estranha para a morena. Parecia tristeza, mas não estava triste, ou era raiva, mas não tinha motivos pra isso. Parecia mais é decepcionada com algo.

Ladybug balançou a cabeça com forçar, expulsando esses pensamentos e ignorando esse sentimento novo e estranho.

Ela pegou seu ioiô e jogou ao vento, enrolando-o em uma parede quebrada de um prédio alto, e pulou do lugar onde estava, indo em direção ao inimigo.

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- Que barulheira. - Um ser tampou seus pequenos ouvidos. Resmungando sobre as explosões que surgiam lá fora. - Odeio barulhos altos. Eles não vão fazer nada não!?

- Você fala demais. Eles já estão lá, nesse momento Chat Noir está tentando acertar Bomber com seu bastão e Ladybug procurando o akuma. - Dizia sabiamente, enquanto empurrava uma janelinha no fundo daquele cômodo pequeno. Quando conseguiu abrir, sorrir de lado.

- Você que dizer, sua .... - Por causa da janela aberta, o barulho das explosões ecoou mais alto pelo o local, abafando aquela simples e adorável palavra.

- Sim, ela mesma. - Fecha os olhos, dando um sorriso assustador, inspirando profundamente antes de atravessar aquela pequena janelinha e cair de uma altura mortal. - Eu vou te salvar My Lady.

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Bomber estava pronto para acertar o herói, que estava de joelhos no chão, exausto, contanto, uma bolinha atingiu seu rosto, empurrando-o pra longe. Elias cai de barriga pra cima no piso de madeira de uma cafeteira que também foi destruída. Com a mão na bochecha, ele encara sua outra inimiga.

- Elias, já chega. Você não pode descontar nas pessoas desse jeito. Pense em suas irmãs, pensem em Elizabeth. - Sua voz era rouca e firme. Estava muito ferida e sua perna, que antes estava melhor, agora estava latejando.

- Minhas irmãs? Elas nunca ligaram pra mim. Nunca me apoiaram como jogador de basquete. Nunca! - Rosnou alto, estava perdendo a cabeça. - E é por isso...

"Que irei te ajudar a destruir tudo que suas irmãs construíram."

- Sim! Isso mesmo. - Encarou no outro lado da rua, onde estava a loja de sua irmã mais velha. - Irei destruir tudo que elas fizeram. - Estendeu seu braço pra cima, formando uma luz laranja, que aos poucos vai aumentando até passar do tamanho de um carro. - Morram todos.

Ele joga em direção aos heróis. Rapidamente, Ladybug corre e fica na frente de Chat, protegendo-o. O rapaz arregala os olhos assustado, tentou impedir, mas Bomber já tinha jogado em direção da morena.

- Ladybug! - Gritou seu "nome" antes de ser arremessado pra longe por causa da força do vento.

Demorou dois minutos para raciocinar direito, sua visão estava embaraçada e sua audição fraca. Tentava enxergar o corpo de sua joaninha pela a poeira, não só ele, como Paris toda que assistia a luta pela a TV, medrosos e preocupados.

De repente, uma sombra surge no meio daquela fumaça.

- M-My... My Lady? - Disse com dificuldades, tentou se levantar para ir até ela, porém suas pernas fracassaram e não conseguiram sustentar o peso do mesmo, fazendo-o cair no chão novamente.

Ela se aproximava lentamente do loiro.

- Não me compare com ela, bichano. - Era uma voz feminina, mas não era sua Lady.

A estranha coloca um corpo desacordado na frente do Chat Noir, que se desespera ao ver de quem se tratava. Era Ladybug desmaiada. Felizmente, não tinha nenhum ferimendo grave, mas infelizmente, estava muito fraca.

Ela se afastou, indo em direção do akumatizado, abrindo um grande sorriso.

- Não chego aos pés da Ladybug. - Admitiu, ainda sorrindo. - Então é você que não deixa eu dormir? Na boa, sabe qual é a pior coisa do mundo? - Não esperou ele terminar, então continuou. - É acordar uma garota de seu sono de beleza.

- Ah? E quem é você? Mais uma aberração criada pelo o homem? - Rir sarcástico.

A novata suspira em tédio, odiava frases sem sentidos de seus inimigos.

Se abaixou e tocou com seus finos dedos no chão, então se levantou, porém, quanto mais esticava sua mão direito pro ar, mais aparecia um bastão; branco e fino. Até esse bastão virar uma lança de dois metros, na ponta tinha uma lâmina brilhante e grossa.

Elias se assustou com essa magia, sentia suas pernas bambas, mas não poderia demonstrar medo, pelo o gosto da vingança e o seu ódio pela a irmã, iria lutar com aquela garota de aparência bizarra.

- O que vai fazer com isso? Me matar? - Ele solta uma risada alta e sarcástica. Em sua costas, sua mão já criava outra bola oculta dos olhos da novata.

Ela gira a fina lança entre seus dedos, parecia até frágil. Sorrir de forma assustadoramente alegre. Dobrou um pouco a cabeça, fazendo seus fios prateados caírem por seu ombro direito.

- Bom, é a primeira vez que vejo um akuma na minha frente, então... - Fingiu pensar antes de encara-lo com seus olhos raramente vermelhos. - Sim.

Um calafrios atingiu Bomber, que recuou um passo ao ver um brilho estranho no olhar da garota, até mesmo Hawk Moth sentiu algo estranho ao ouvir a voz dela.

- O que você pensa que está fazendo? Mate-a e pegue os miraculous agora!

O moreno disse um "sim", antes de jogar sua bola bomba em direção da albina, no mesmo momento que ela joga sua lança em direção a ele. Ambas as armas se chocam e explodiram no meio do caminho, mas a lança continua seu destino e fura a camisa pela parte do ombro do rapaz, predendo-o em uma parede de tijolo destruída.

- Que merda! - Resmungou alto quando sentiu suas costas se bater com aquele concreto gélido, soltando todo o ar de seus pulmões. Tentou se soltar, mas a arma estava muito fundo da parede.

Chat Noir que assistia tudo, tentava a todo custo acordar Ladybug, mas a mesma ainda estava longe de acordar. Sua vida azarada lhe mostrou sinal de alerta quando ouviu o bip do seu anel e uma bolinha dos brincos da heroína sumir.

"Droga! Agora não."

Bocejou preguiçosamente, mostrando uma carinha de sono. A menina estranha se deliciou com o desespero de Bomber ao querer rasgar sua camisa.

- Vamos acabar logo com isso Sr. Bomber. - Ela lambe os próprios dedos, sentindo o rosto de terra, mas ignorou. Começa a brincar de desenhar no vento, porém seus esboços apareciam magicamente. Fez um grande arco e logo depois uma flecha. Se preparou e mirou no meio da testa de Elias. - Fu fu... Te peguei senhor terrorista.

O moreno arregala os olhos, tentou mais uma vez se soltar, finalmente demonstrou medo em sua face e isso foi algo prazeroso para a albina que sorriu admirada antes de soltar a corta e deixar a flecha fazer seu espetáculo.

Foi em segundos, quando a flecha foi impedida por algo veloz e vermelho.

Todos encararam a (outra) pessoa inesperada, surpresos.

- Com licença, mas seu trabalho de eliminação termina aqui garota. - Essa voz, todos conheciam, até mesmo a novata.

Ladybug

- Por que nessa cidade, nós não matamos nossos inimigos, nós salvamos eles.

A morena parecia visivelmente irritada. Com um jesto, ela jogou novamente seu ioiô em direção ao Bomber, que estava distraído com sua camisa. Amarrou suas mãos e deu a seguinte ordem para seu parceiro.

- Chat Noir, pegue o anel dele e quebre.

- Sim.

O loiro correu até Elias, enquanto a albina assistia, confusa. Ele "arrancou" o anel do rapaz e quebrou, saindo de lá, uma linda borboleta negra com um brilho arroxeado.

"Todo esse tempo, era o anel dele?"

- Seu reino acaba aqui akuma. - Ela girou seu ioiô rapidamente. - Hora de purificar o mal. - Lançou contra o inseto e a pegou com a arma. - Peguei! - Diz sorrindo levemente, antes de solta-la. - Tchau, tchau pequena borboleta. - Elias voltou ao normal, mas parecia ter amnésia dos 30 minutos atrás, pois estava confuso até onde estava, o que era normal.

A joaninha não teve tempo de usar seu luck charm hoje, então apenas fez tudo voltar ao normal com seu poder milagroso. Dos prédios destruídos até os buracos enormes nas ruas.

Todos comemoraram com a vitória, menos os três heróis, ou dois heróis e uma inimiga, como a morena considera.

Ouviu mais um bip do seu brinco, estava quase sem tempo. Quando se virou para a garota estranha, ela já não estava mais lá, tinha sumido como mágica. Chat Noir correu até a heroína e lhe segurou pela a cintura, não tinha malícia, apenas preocupação.

- Eu fiquei tão preocupado com você. - Admitiu, escondendo seu rosto rubro sobre a curva do pescoço da Cheng.

Mesmo surpresa por algo inesperado, ela sorriu amável e correspondeu o abraço.

- Obrigado por tudo Chat. - Sussurrou entre o aperto confortável.

Esse toque lhe era familiar.

De longe, uma felina via tudo, escondida pela as estátuas sagradas de uma igreja. Ela estava completamente confusa com o acontecimento.

Vários pensamentos lhe perturbavam e inúmeras perguntas passavam por sua cabeça. Suspirou em derrota daquela batalha psicológica.

- Devia ter perguntado sobre isso do papai. - Depois de alguns segundos encarando o casal de longe, finalmente sorriu. - Eles são um belo casal... fu fu.

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Marinette entrou na padaria da irmã da Elizabeth, encontrando a mesma sentada na cadeira dos fregueses.

- Marinette, graças à Deus. - A mais velha correu e abraçou a morena com força. Estava tão preocupada com a garota.

- Eu disse que iria voltar. - Corresponde o abraço de agrado, mas tomando todo o cuidado com seu corpo. - Onde está Marie? Ela está bem?

- Sim, está. Ela está no quarto da minha irmã lá em cima. - Apontou para o teto, como se quisesse dizer que o segundo andar é lá. - E você? Esta bem mesmo? Aí garota, você me deu um susto.

- D-Desculpa, tinha deixado cair minha bolsinha de dinheiro na sua loja, não saio sem ela. - Disse, mostrando uma pequena bolsinha vermelha. Fingindo um sorriso orgulhoso. Odiava mentir, mas era necessário.

- É sério isso? - Perguntou incrédula. - Por causa de uma bolsa, você arriscou sua vida!? Inacreditável Marinette. - Bateu a própria testa, em irritação.

- Ela é chinesa. - Aumenta o sorriso.

- Meu Deus, como você é estranha Marinette.

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Chat Noir correu para um beco isolado, verificando se não tinha ninguém olhando. Não demorou um minuto e sua transformação desfaz em um único brilho verdejante. Um gatinho exausto caiu na palma se sua mão, parecia que iria morrer a qualquer momento.

- Queijo... - Choramingando, ele implorava pelo seu precioso queijo fedido e gosmento.

- Ainda não acredito que um gato come queijo. - Resmungou enquanto tirava um pedaço extra de seu bolso na jaqueta.

- E não acredito que você continua correndo atrás da Ladybug depois de tudo que falei. Aí garoto, pare de correr atrás de quem vive fugindo de você. - Plagg atacou novamente. Adrien abriu e fechou a boca, mas não conseguia rebater, então preferiu ficar calado. A última coisa que queria é brigar novamente com seu kwami.

- Vamos voltar pro restaurante. Nino deve estar me procurando. - Abriu o casaco marrom que usava para Plagg entrar em seu bolso oculto. Então caminhou de volta pro seu amigo.

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Marinette tremia, seu corpo todo tremia.

Hoje tinha sido realmente puxado. Nesse momento, Elizabeth está com Elias no hospital. A mais velha chorou de emoção depois de ter dito que ele voltou ao normal e não pensou duas vezes, antes de correr para fora da padaria e ir de encontro com seu irmão. 

A Cheng aproveitou a ausência da morena e foi em direção ao banheiro feminino. Correu rapidamente até a privada e vomitou tudo que tinha comido no café da manhã.

Estava nervosa, ansiosa, enjoada, fraca. Seu corpo todo latejava e sua cabeça girava. Uma triste realidade para uma heroína.

Tikki tentava, de qualquer jeito, ajudar a amiga, acariciando seus fios escuros com suas mini patinhas.

- Esta melhor agora? - A pequena pergunta, ainda preocupada com a morena.

- S-Sim.

Ela se levantou com dificuldades e andou até a pia, lavando sua boca e suas mãos. Encarou seu reflexo no espelho pequeno, vendo uma jovem anêmica e descarregada do trabalho.

Escola. Família. Amigos. Amar. Viver.

Tudo era demais pra ela, mas não reclama por isso. E nunca reclamaria.

Marinette sorriu minimamente, antes de levantar sua franja e visualizar a ferida em sua testa. O sangue já tinha secado, porém precisava limpar aquilo antes que infeccione.

Tikki arregalou os olhos ao ver o ferimentos, era realmente grave.

- Um ótimo prêmio depois de uma épica luta. - Rir baixinho, antes de começar sua nova missão. Limpar aquela brecha em sua testa.

Durante todo esse tempo sendo heroína, Marinette descobriu muitas coisas sobre seu poder. Ele realmente recria tudo aquilo que foi desfeito. Também sempre lhe envia um objeto sem sentindo para derrotar o inimigo. Mas tinha algo que descobriu também, esse poder milagroso é apenas uma ilusão.

Ele cria tudo que desfez, porém tem um limite nisso. Objetos, prédios, ruas e etc, tudo pode ser construído ou normalizado por ser algo material, mas não é a mesma coisa com humanos.

Depois de várias perguntas aleatórias com a Tikki, a morena descobriu o lado oculto daquele poder todo.

O milagre acontece apenas 50% com um humano.

Se uma pessoa tiver um ferimento não muito grave, o milagre pode ser feito e fechar a ferida ou até mesmo cura-lo, porém continuará a doer depois de 5 minutos.

Mas se uma pessoa estiver um ferimento muito grave e profundo, o poder do miraculous pode fecha-lo, mas continuará aberto por dentro.

Por exemplo: a pessoa leva uma facada e é curada pelo o poder milagroso, mas não totalmente, pois apenas fechou o corte por fora, mas o corte continuará por dentro. É como uma ilusão.

Mas raramente a cura falha, como no caso da Cheng.

Marinette limpou o ferimento que tinha abrido pacientemente, mesmo sentindo muita dor, conseguia se concentrar. Depois de longos minutos dolorosos, finalizou com um curativo, que sempre leva em sua bolsa em caso de emergência, em sua testa.

- Isso realmente assusta! - Analisou seu reflexo, ajeitando o cabelo, torcendo para ninguém perceber o machucado ali. - Preciso pegar a Marie.

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Marie estava perto da janela distraída. Ouviu alguém lhe chamar, era Emanuella, irmã mais nova da Elizabeth.

- Querida, sua prima está lá em baixo. - Disse simpática, mesmo com suas olheiras visivelmente profundas de tanto chorar pelo o irmão caçula, seu rosto ainda soava doçura.

A pequena que encarava lá fora, distraída, apenas sorriu e agradeceu, dizendo que já iria descer.

Quando a mulher deu as costas, Marie pegou seu gato e ajeitou seus longos cabelos graciosamente.

- Vamos Mikka! Temos uma missão pra cumprir. - Diz enquanto arrastava o brinquedo para fora do quarto.

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Estava tudo em silêncio, escuro e solitário. Aquele lugar era sempre assim. Apenas os sons que as borboletas faziam com suas asas.

Estava tudo calmo, calmo até demais.

Um homem encarava distraidamente sua aliança preso em seu dedo. Algo passava por sua mente e uma lembrança, uma vaga lembrança que ocorreu hoje como um deja vú.

- Mestre. Algo de errado? - Uma voz educada e calma quebrou aquele silêncio todo.

- Nooro... - Acariciou aquela jóia preciosa delicadamente. - Me explique novamente, como surgiu os kwamis!?



Notas Finais


ENTÃÃÃÃÃÃÃÃO!???? O QUE ACHARAM? (っ˘ω˘ς ) Bom, infelizmente, na minha opinião, esse capítulo saiu muito fraco (╯_╰) Queria colocar mais ação e algo à mais, já que é especialmente para vcs ;^; mas com a net lenta que estou pegando "emprestado", tenho que fazer tudo na pressa ( -_-') </3 Mas aí está como prometido ヽ(・∀・)ノ Agora a pergunta é "QUEM É ESSA ESTRANHA?"
"POR QUE O PLAGG ESTÁ TÃO AMARGO ULTIMAMENTE?"
"QUEM É MARIE DE VERDADE?"
"POR QUE O NOSSO QUERIDO E MARAVILHOSO HALK MOTH ESTÁ CURIOSO SOBRE OS KWAMIS?"

Quero muitas teorias meus doces leitores (((o(*゚▽゚*)o))) MJDHDUFNSIXHSJZID *Nossa risada das trevas*

Atah! E qualquer erro, onegai, me falem (シ_ _)シ arigatou.


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