História Connect - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Ladrien, Ladynoir, Marichat
Exibições 115
Palavras 3.776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Josei, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E VOLTEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII 〜( ̄▽ ̄〜) *tut tut tut*

- Mas autora-chan, já deu uma semana?

- NÃOOOOOOOOOO (〜 ̄▽ ̄)〜.........

Na vdd meus amores, estou sem net (;ω;) pois é! Usava a net do visinho e ele descobriu rsrsrs (;ω; )ヾ(´∀`* ) *tristi realidade*.

Por isso que fiz meu bolo rapidamente, e especialmente para vcs (*ノ∀`*) Um capítulo doce com bastante cobertura de mistérios e suspenses ∑d(゚∀゚d) ahhhhhhh... Em falar em mistério, algumas leitoras estavam com uma teoria bem foda sobre a Marie ser a filha de Adrien e Marinette ( ̄ハ ̄*) Mas a pergunta é "será?". Ninguém sabe além de mim ┐( ̄∀ ̄)┌ HAHAHAHAHAHA *risada maligna* mas como um boa leitora, irei dá um spoiler ( ͡° ͜ʖ ͡°) fiquem de olho no meu perfil ☆ ~('▽^人)

Até lá em baixo~

Capítulo 4 - Orelhinhas brancas.


Fanfic / Fanfiction Connect - Capítulo 4 - Orelhinhas brancas.

Chat Noir desviou de outra bola bomba, mas a explosão foi tão forte que o jogou para longe com rajada de vento e poeira, batendo suas costas no chão.

- Droga!

Elias parou em frente dele, sorrindo de forma ameaçadora. Criou outra bola com as mãos, pronto para jogar em direção ao herói que já estava sem forças e quase sem tempo.

- Suas últimas palavras, gato fedorento!?

- Sinto cheiro de biscoitos. – Inspirou longamente, mexendo seu nariz de um jeito felino. – Leite e ... – Sugou mais o ar, deixando aquele aroma familiar invadir seus pulmões. – E pão doce. - Soltou um sorriso de lado, antes de encarar o vilão novamente. – Eu acho que minha futura noiva mora perto de alguma padaria.

- O que? - Não entendeu o sentindo da frase do gato. Porém, de repente, o loiro foi puxado por uma fina corda que rolou sobre sua perna com um metal redondo e vermelho, sumindo entre aquela fumaça toda. Bomber rapidamente identificou aquele objeto. Seu sangue ferveu, fazendo-o resmungar alto para todos ouvirem seu ódio por essa pessoa. - LADYBUG!

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O herói foi puxado com rapidez no meio dos prédios destruídos, impedindo do Bomber saber o esconderijo improvisado de ambos.

- Coitado do meu gatinho, cansado de tanto brincar. - Uma voz graciosa e sedutora, - para o loiro, - invadiu seus ouvidos apurados.

Ele levantou a cabeça para encarar aquele rosto angelical e perfeito que tanto lhe tirava o sono. O mesmo estava sentado enquanto Ladybug puxava seu ioiô de volta, com apenas um movimento com a mão, a "arma" desenrolou da bota do rapaz e voltou a sua dona rapidamente.

- My Lady, chegando na melhor parte da brincadeira. - Ele se levanta e limpa seu traje, antes de pegar uma das mãos pequenas da morena e depositar um beijo suave e lento.

- Onde você apanha? - Puxou sua mão, dando um sorriso brincalhão.

- Não. Onde eu sou salvo por uma princesa e lhe dou um beijo como agradecimento. - Ele se aproximava, fazendo bico para lhe roubar um beijo, porém Ladybug impedi, colocando dois dedos nos lábios do Agreste.

- Você sabe que isso não tem lógica né? 

Um barulho de explosão assustou o casal, fazendo-os se prepararem para a batalha à seguir.

- Ladybug! Apareça e lute comigo seu inseto nojento. - Grita Bomber, furioso e impaciente. Ele jogou outra bola em outro prédio, procurando pelos os heróis.

- Okay, isso não foi legal! - A morena fingiu uma cara de tristeza. - Chat Noir, pronto para colocar mais uma batalha na sua lista!? - Sorriu de maneira divertida, sacando seu ioiô novamente, pronta para a luta à seguir. Já tinha mandando a polícia esvaziar a área, estava seguro para os parisienses por enquanto.

- Estava esperando por você, my Lady. - Disse antes de pegar seu bastão e pular do prédio quase destruído. - Não chegue tão tarde.

Ladybug continuou fitando as costas largas dele se afastar, analisando seu comportamento e suas palavras calmas. A curva em sua boca aumentou mais ainda, dando um suspiro de alívio logo depois.

- Ele realmente não sabe quem eu sou. - Suas palavras saem junto com o vento que as levas. Sussurra de forma leve e doce. - Gato bobo.

Sua mente aliviou por isso, deixando de si perturbar, porém seu coração parecia tão pequeno, era uma sensação estranha para a morena. Parecia tristeza, mas não estava triste, ou era raiva, mas não tinha motivos pra isso. Parecia mais é decepcionada com algo.

Ladybug balançou a cabeça com forçar, expulsando esses pensamentos e ignorando esse sentimento novo e estranho.

Ela pegou seu ioiô e jogou ao vento, enrolando-o em uma parede quebrada de um prédio alto, e pulou do lugar onde estava, indo em direção ao inimigo.

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- Que barulheira. – O pequeno tampou seus ouvidos grandes. Resmungando sobre as explosões que surgiam lá fora. - Odeio barulhos altos. Eles não vão fazer nada não!?

- Você fala demais. Eles já estão lá, nesse momento Chat Noir está tentando acertar Bomber com seu bastão e Ladybug procurando o akuma. - Dizia sabiamente, enquanto empurrava uma janelinha no fundo daquele cômodo minúsculo. Quando conseguiu abrir, sorrir exageradamente feliz.

- Você quer dizer, sua .... - Por causa da janela aberta, o barulho das explosões ecoou mais alto pelo o local, abafando aquela simples e adorável palavra.

- Sim, ela mesma. - Fecha os olhos, dando um sorriso assustador, inspirando profundamente antes de atravessar aquela pequena janelinha e cair de uma altura mortal. – Finamente nos encontramos. – Faltava pouco para alcançar o chão de concreto. – My Lady. – De repente, uma luz branca lhe envolveu e por segundos, não existia mais queda.

Estava na hora de iniciar sua missão.

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Bomber estava pronto para acertar o herói, que estava de joelhos no chão, exausto, contanto, uma bolinha atingiu seu rosto, empurrando-o pra longe. Elias cai de barriga pra cima no piso de madeira de uma cafeteira que também foi destruída. Com a mão na bochecha, ele encara sua outra inimiga.

- Elias, já chega. Você não pode descontar nas pessoas desse jeito. Pense em suas irmãs, pensem em Elizabeth. – Falou mais alto possível, seus ouvidos já doíam coma tantas explosões acontecendo perto de si. E sua perna, que antes estava melhor, agora estava latejando.

- Minhas irmãs? Elas nunca ligaram pra mim. Nunca me apoiaram como jogador de basquete. Nunca! Por causa delas que eu perdi minha bolsa, pelo o simples fato de me distrair só pra encontrar algumas delas no meio da plateia. A culpa é delas e sempre será. - Rosnou alto, estava perdendo a cabeça. - E é por isso...

"Que irei te ajudar a destruir tudo que suas irmãs construíram."

 

Halk Moth falou em sua mente, sorrindo com o sucesso que está tendo até agora.

- Sim! Isso mesmo. - Encarou no outro lado da rua, enquanto ouvia a risada assustadora de seu mestre em sua cabeça. Lá estava. A loja de sua irmã mais velha. - Irei destruir tudo que elas construíram. - Estendeu seu braço pra cima, formando uma luz laranja, que aos poucos vai aumentando até passar do tamanho de um carro. - Morram todos!

Ele joga em direção aos heróis. Rapidamente, Ladybug corre e fica na frente de Chat, protegendo-o. O rapaz arregala os olhos assustado, tentou impedir, mas Bomber já tinha jogado em direção da morena.

- Ladybug! - Gritou seu "nome" antes de ser arremessado pra longe por causa da força da ventania.

Demorou dois minutos para raciocinar direito. Sua visão estava embaraçada e sua audição fraca. Tentava enxergar o corpo de sua joaninha pela a poeira, não só ele, como Paris toda que assistia a luta pela a TV, medrosos e preocupados.

De repente, uma sombra surge no meio daquela fumaça.

- M-My... My Lady? - Disse com dificuldades, tentou se levantar para ir até ela, porém suas pernas fracassaram e não conseguiram sustentar o peso do mesmo, fazendo-o cair no chão seco e empoeirado novamente.

Ela se aproximava lentamente do loiro.

- Não me compare com ela, bichano. - Era uma voz feminina, mas não era Ladybug.

A estranha coloca um corpo desacordado na frente do Chat Noir, que se desespera ao ver de quem se tratava. Era Ladybug desmaiada. Felizmente, o gato não encontrou nenhum ferimento grave, mas infelizmente a morena estava adormecida, e isso não era o bom momento para ela estar dormindo.

A estranha se afasta, indo em direção ao akumatizado, abrindo um grande sorriso.

- Não chego aos pés da Ladybug. – Ela admitiu, ainda sorrindo. - Então é você que não me deixa dormir? Na boa, sabe qual é a pior coisa do mundo? - Não esperou ele responder e continuou. - É acordar uma garota de seu sono de beleza.

- Ah? E quem é você? Mais uma aberração criada pelo o homem? - Rir sarcástico, vendo as enormes orelhas sem cor e peludas da menina. – Na boa, vocês, heróis, saíram de onde? De um zoológico? – Elias segurou sua barriga de tanto rir, sinceramente, esses heróis não tinham nada de super.

A novata suspira em aborrecimento. Por que os vilões só falam coisas sem sentido?

Ela se abaixou e tocou com seus finos dedos no chão, então se levantou, porém, quanto mais esticava sua mão direito pro ar, mais aparecia um bastão misteriosamente; branco e fino. Até esse bastão virar uma lança de dois metros, na ponta tinha uma lâmina brilhante e grossa.

Elias arqueou uma de suas sobrancelhas, se assustou com essa magia, mas soube disfarçar bem. Apenas se preparou e se concentrou em acabar com essa garota primeiramente. Magia vs Magia.

- O que vai fazer com isso? Me matar? - Ele mostra um sorriso de deboche. Em suas costas, sua mão já criava outra bola oculta dos olhos da novata.

Ela gira a fina lança entre seus dedos, parecia até frágil. Sorrindo de forma assustadora, a mesma dobrou um pouco a cabeça, fazendo seus fios prateados caírem por seu ombro direito.

- Bom, é a primeira vez que vejo um akuma na minha frente, então... - Fingiu pensar antes de encara-lo com seus olhos raramente vermelhos. - Sim.

Um calafrios atingiu Bomber, que recuou um passo ao ver um brilho estranho no olhar da garota, até mesmo Hawk Moth sentiu algo estranho ao ouvir a voz dela.

- O que você pensa que está fazendo? Mate-a e pegue os miraculous agora!

O moreno disse um "sim", antes de jogar sua bola bomba em direção da albina, no mesmo momento que ela joga sua lança em direção a ele. Ambas as armas se chocam e explodiram no meio do caminho, mas a lança continua seu destino e fura a camisa pela parte do ombro do rapaz, prendendo-o em uma parede de tijolo destruído.

- Que droga! - Resmungou quando sentiu suas costas se baterem com aquele concreto gélido, soltando todo o ar de seus pulmões. Tentou se soltar, mas a lança estava muito fundo da parede.

Chat Noir que assistia tudo, tentava a todo custo acordar Ladybug, mas a mesma ainda estava longe de acordar. Sua vida azarada lhe mostrou sinal de alerta quando ouviu o bip do seu anel e uma bolinha dos brincos da heroína sumir.

"Por favor, agora não."

Ela bocejou preguiçosamente, mostrando uma carinha de sono. A albina se deliciou com o desespero de Bomber ao querer rasgar sua camisa.

- Vamos acabar logo com isso Sr. Bomber. - Ela lambe os próprios dedos, sentindo o gosto de terra, mas ignorou. Começa a brincar de desenhar no vento, porém seus esboços apareciam magicamente em linhas douradas e brilhosas. Fez um grande arco e logo depois uma flecha. Se preparou e mirou no meio da testa de Elias. - Fu fu... Te peguei Sr. Terrorista.

O moreno arregala os olhos, tentou mais uma vez se soltar, finalmente demonstrou medo em sua face e isso foi algo prazeroso para a albina que sorriu admirada antes de soltar a corda e deixar a flecha fazer seu espetáculo.

Foi em segundos, quando a flecha foi impedida por algo veloz e vermelho.

Todos encararam a (outra) pessoa inesperada, surpresos.

- Com licença, mas seu trabalho de eliminação termina aqui garota. - Essa voz, todos conheciam, até mesmo a novata.

Ladybug

 

- Por que nessa cidade, nós não matamos nossos inimigos, nós salvamos eles.

A morena parecia visivelmente irritada. Com um gesto, ela jogou novamente seu ioiô em direção ao Bomber, que estava distraído com sua camisa. Amarrou suas mãos e deu a seguinte ordem para seu parceiro.

- Chat Noir, pegue o anel dele e quebre.

- Sim.

O loiro correu até Elias, enquanto a albina assistia, confusa. Ele "arrancou" o anel do rapaz e quebrou, saindo de lá, uma linda borboleta negra com um brilho arroxeado.

 

"Todo esse tempo, era o anel dele?" Pensou o loiro, aborrecido.

 

- Seu reino acaba aqui akuma. - Ela girou seu ioiô rapidamente. - Hora de purificar o mal. - Lançou contra o inseto e a pegou com a arma. - Peguei! - Diz sorrindo levemente, antes de solta-la. - Tchau, tchau pequena borboleta. - Elias voltou ao normal, mas parecia ter amnésia dos 30 minutos atrás, pois estava confuso até onde estava, o que era normal.

A joaninha não teve tempo de usar seu luck charm hoje, então apenas fez tudo voltar ao normal com seu poder milagroso. Dos prédios destruídos até os buracos enormes nas ruas.

Todos comemoraram com a vitória, menos os três heróis, ou dois heróis e uma inimiga, como a morena considerava.

Ouviu mais um bip do seu brinco, estava quase sem tempo. Quando se virou para a garota estranha, ela já não estava mais lá, tinha sumido como mágica. Chat Noir correu até a joaninha e lhe segurou pela a cintura, puxando-a pra si. Não tinha malícia, apenas preocupação.

- Eu fiquei tão preocupado com você. - Admitiu, escondendo seu rosto rubro sobre a curva do pescoço da Cheng.

Mesmo surpresa, ela sorriu amável e correspondeu o abraço.

- Obrigado por tudo Chat. - Sussurrou entre o aperto confortável.

Esse toque lhe era familiar.

 

De longe, uma felina via tudo, escondida pela as estátuas sagradas de uma igreja. Ela estava completamente confusa com o acontecimento.

Vários pensamentos lhe perturbavam e inúmeras perguntas passavam por sua cabeça. Suspirou em derrota daquela batalha psicológica.

- Devia ter perguntado sobre isso do papai. - Depois de alguns segundos encarando o casal de longe, finalmente sorriu. - Eles são um belo casal... fu fu.

 

Depois que tudo voltou ao normal, Marinette entrou em um banheiro público rapidamente, antes de acabar seu poder heroico. Tikki voou até cair na palma de sua mão, um pouco cansada, mas mostrou um doce sorriso para sua mestra, mostrando que estava tudo bem com ela. A Dupain correspondeu o sorriso e colocou a pequena na sua bolsinha, já com dois biscoitos dentro. Ela ajeitou suas roupas e saiu do banheiro, correndo até o lugar onde Elizabeth e Marie estavam. Estava muito aliviada que tudo terminou bem para todos.

Marinette entrou na mini padaria, ofegando e suada. Procurando com os olhos as duas.

- Marinette, graças à Deus. – Elizabeth estava saindo de trás do balcão. Correu e abraçou a morena com força. Estava tão preocupada com a garota.

- Eu disse que iria voltar. - Corresponde o abraço de agrado, mas tomando todo o cuidado com seu corpo dolorido. - Onde está Marie? Ela está bem?

- Sim, está. Ela está no quarto da minha irmã lá em cima. - Apontou para o teto, como se quisesse dizer que o segundo andar é lá. - E você? Está bem mesmo? Aí garota, você me deu um susto.

- D-Desculpa, tinha deixado cair minha bolsinha de dinheiro na sua loja, não saio sem ela. - Disse, mostrando uma pequena bolsinha vermelha. Fingindo um sorriso orgulhoso. Odiava mentir, mas era necessário.

- É sério isso? - Perguntou incrédula. - Por causa de uma bolsa, você arriscou sua vida!? Inacreditável Marinette. - Bateu a própria testa, em irritação.

- Ela é chinesa. - Aumenta o sorriso.

- Meu Deus, como você é estranha Marinette. – Suspirou. Ambas ficaram em silencio por alguns minutos, antes da mais velha perguntar. – E... E Elias? Você viu ele?

Marinette segurou a respiração, antes de soltar e finalmente sorrir para a amiga. Tocou no ombro dela e disse com a voz mais gentil que tem.

- Ele está bem. Depois que tudo acabou, ele foi levado para o hospital pelos os heróis. Eu vi eles o levando. Você devia vê-lo. – Sugeriu carinhosamente.

Elizabeth desviou o olhar, mostrando sua tristeza e culpa por tudo isso ter acontecido.

- Mas, e se ele ainda estiver com ódio de mim? Eu não sei se isso é uma boa ideia. – Seus olhos claros encheram de água, deixando apenas uma lagrima tímida rolar por seu rosto maduro. – Sabe, sempre fui uma mulher ocupada demais com o trabalho. Infelizmente, tive que começar com essa rotinha de ocupação desde cedo, já que meus pais morreram quando ainda era nova e eu tive que fazer o papel de pais para meus irmãos. – Marinette apenas ouvia em silencio. Nunca soube dessa parte da vida de sua amiga. – Talvez eu estava tão focada no melhor para os meus irmãos, trabalhar e trabalhar, que acabei esquecendo do mais importante. – As lagrimas finalmente apareceram sem vergonha de quem está lhe vendo. – É tudo culpa minha.

- Todos tem uma segunda chance na vida, Elizabeth. – Disse a Cheng. Pegou as duas mãos da morena e fitou seus olhos úmidos com carinho. – Talvez essa é sua segunda chance.

A mulher sorriu levemente, antes de abraçar a menor. Pedindo obrigada por tudo.

Nas escadas para o próximo andar, Marie estava sentada no degrau, ouvindo toda a conversa, observando sempre sua prima. Baixou o olhar, fitando seu gato negro. Sentindo-se estranha.

- Todos tem uma segunda chance? – Sussurra levemente, enquanto apertava seu gatinho de pelúcia. Se levantou e voltou para cima, com as cenas que lhe perturbavam antes de vim pra Paris. 

******************************************

Chat Noir correu para um beco isolado, verificando se não tinha ninguém olhando. Não demorou um minuto e sua transformação desfaz em um único brilho verdejante. Um gatinho exausto caiu por sua cabeça, parecia que iria morrer a qualquer momento.

- Queijo... - Choramingando, ele implorava pelo seu precioso queijo fedido e gosmento. Escorregou sobre os fios macios de seu mestre até cair, porém, Adrien aparou à tempo o pequeno.

- Ainda não acredito que um gato come queijo. - Resmungou enquanto tirava um pedaço extra de seu bolso na jaqueta.

- E não acredito que você continua correndo atrás da Ladybug depois de tudo que falei. Aí garoto, pare de correr atrás de quem vive fugindo de você. - Plagg atacou novamente. Adrien abriu e fechou a boca, mas não conseguia rebater, então preferiu ficar calado. A última coisa que queria é brigar novamente com seu kwami.

- Vamos voltar pro restaurante. Nino deve estar me procurando. - Abriu o casaco marrom que usava para Plagg entrar em seu bolso oculto. Então caminhou de volta pro seu amigo.

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Marinette tremia, seu corpo todo tremia. Não conseguia mais disfarçar e controlar seu corpo.

Hoje tinha sido realmente puxado. Nesse momento, Elizabeth está com Elias no hospital, depois da conversa que teve com ela, a mais velha correu para o hospital e resolver seus problemas logo de vez com seu irmão, com esperança de serem uma família novamente. 

Não esperou Elizabeth sumir de sua visão, correu em direção do banheiro feminino, indo rapidamente até a privada e expulsar tudo que estava no seu estomago.

Estava nervosa, ansiosa, enjoada, anêmica. Foi muita adrenalina em um dia só. Sua cabeça estava girando, por pouco não perdeu os sentidos. Uma triste realidade para uma heroína.

Tikki tentava, de qualquer jeito, ajudar a amiga, acariciando seus fios escuros com suas mini patinhas.

- Está melhor agora? - A pequena pergunta, ainda preocupada com a morena.

- S-Sim.

Ela se levantou com dificuldades e andou até a pia, lavando sua boca e suas mãos. Encarou seu reflexo no espelho pequeno, vendo uma jovem pálida e descarregada do trabalho.

Escola. Família. Amigos. Amar. Viver.

Tudo era demais pra ela, mas não reclama por isso. E nunca reclamaria.

- Posso te ajudar com algo, Marinette?

Marinette sorriu minimamente, antes de levantar seu vestido branco, sem ficar constrangida pelo o simples fato de sua calcinha amarela aparecer, e revelou o ferimento avermelhado em suas costelas. O sangue já tinha secado, porém precisava limpar aquilo antes que infeccione.

Tikki arregalou os olhos ao ver o ferimento, era realmente grave.

- Um ótimo prêmio depois de uma épica luta. - Rir baixinho, antes de começar sua nova missão. Limpar aquela brecha em seu corpo.

Durante todo esse tempo sendo heroína, Marinette descobriu muitas coisas sobre seu poder. Ele realmente recria tudo aquilo que foi desfeito. Também sempre lhe envia um objeto sem sentindo para derrotar o inimigo. Mas tinha algo que descobriu também, esse poder milagroso é apenas uma ilusão.

Ele cria tudo que desfez, porém tem um limite nisso. Objetos, prédios, ruas e etc. Tudo pode ser construído ou normalizado por ser algo material, mas não é a mesma coisa com humanos.

Depois de várias perguntas aleatórias com a Tikki, a morena descobriu o lado oculto daquele poder todo.

O milagre acontece apenas 50% com um humano.

Se uma pessoa tiver um ferimento não muito grave, o milagre pode ser feito e fechar a ferida ou até mesmo cura-lo, porém continuará a doer depois de 5 minutos.

Mas se uma pessoa estiver um ferimento muito grave e profundo, o poder do miraculous pode fecha-lo, mas continuará aberto por dentro.

Por exemplo: a pessoa leva uma facada e é curada pelo o poder milagroso, mas não totalmente, pois apenas fechou o corte por fora, mas o corte continuará por dentro. É como uma ilusão.

Mas raramente a cura falha, como no caso da Cheng.

Marinette limpou o ferimento que tinha abrido pacientemente, mesmo sentindo muita dor, conseguia se concentrar. Depois de longos minutos dolorosos, finalizou com um curativo, que sempre leva em sua bolsa em caso de emergência.

- Fiquei surpresa pelo o sangue não ter manchado o vestido. - observou seu reflexo, alisando bem seu ferimento. – Isso vai virar cicatriz, mais uma quer dizer. – Suspirou longamente antes de ajeitar suas roupas. – Vamos Tikki! Precisamos pegar a Marie.

Tikki confirmou com a cabeça antes de entrar em seu esconderijo, mesmo estando triste por não ter ajudado muito sua mestra.

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Marie estava perto da janela distraída. Ouviu alguém lhe chamar, era Emanuella, irmã mais nova da Elizabeth.

- Querida, sua prima está lá em baixo. - Disse simpática, mesmo com suas olheiras visivelmente profundas de tanto chorar pelo o irmão caçula, seu rosto ainda soava doçura.

A pequena que encarava lá fora, distraída, apenas sorriu e agradeceu, dizendo que já iria descer.

Quando a mulher deu as costas, Marie pegou seu gato e ajeitou seus longos cabelos graciosamente.

- Vamos Mikka! Temos uma missão pra cumprir. - Diz enquanto arrastava o brinquedo para fora do quarto.

******************************************

Estava tudo em silêncio, escuro e solitário. Aquele lugar era sempre assim. Apenas os sons que as borboletas faziam com suas asas.

Estava tudo calmo, calmo até demais.

Um homem encarava distraidamente sua aliança preso em seu dedo. Algo passava por sua mente e uma lembrança, uma vaga lembrança que ocorreu hoje como um deja vú.

- Mestre. Algo de errado? - Uma voz educada e calma quebrou aquele silêncio todo.

- Nooro... - Acariciou aquela joia preciosa delicadamente. - Me explique novamente, como surgiu os kwamis!?

 


Notas Finais


ENTÃÃÃÃÃÃÃÃO!???? O QUE ACHARAM? (っ˘ω˘ς ) Bom, infelizmente, na minha opinião, esse capítulo saiu muito fraco (╯_╰) Queria colocar mais ação e algo à mais, já que é especialmente para vcs ;^; mas com a net lenta que estou pegando "emprestado", tenho que fazer tudo na pressa ( -_-') </3 Mas aí está como prometido ヽ(・∀・)ノ Agora a pergunta é "QUEM É ESSA ESTRANHA?"
"POR QUE O PLAGG ESTÁ TÃO AMARGO ULTIMAMENTE?"
"QUEM É MARIE DE VERDADE?"
"POR QUE O NOSSO QUERIDO E MARAVILHOSO HALK MOTH ESTÁ CURIOSO SOBRE OS KWAMIS?"

Quero muitas teorias meus doces leitores (((o(*゚▽゚*)o))) MJDHDUFNSIXHSJZID *Nossa risada das trevas*

Atah! E qualquer erro, onegai, me falem (シ_ _)シ arigatou.


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