História Connecting - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom), Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Shougo Haizaki
Tags Akakuro, Akashi Seijuro, Cantoria, Karma Akabane, Karmagisa, Kuroko Tetsuya, Musical, Nagisa Shiota
Exibições 64
Palavras 1.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLÁ



Demorei pra caralho para escrever esse capítulo

E tive muita vergonha pra escrever a parte do Karma
SCRR


Espero que gostem! <3

Capítulo 6 - Coroa e Sentimentos Novos


Fanfic / Fanfiction Connecting - Capítulo 6 - Coroa e Sentimentos Novos

- Sekai de ichi-ban ohime-sama, sou-yu atsukai kokoro-ete....Yo ne?! – Encarou o Akashi, enquanto descia lentamente ao ritmo da música. Subiu, levando a mão ao alto. Encarou o céu azul, Tetsuya ensaiava uma das músicas da peça, e Seijuro observava, decidiu pedir ajuda do ruivo que já era familiarizado com peças. Desceu a mão e levou até o peito, fechou os olhos. E balançou os ombros timidamente.

 

 

- Sono-ichi: Itsumo to chigau kami-gata ni kiga-tsuku koto! – Encarou o ruivo, apontando o indicador em sua direção, o mesmo riu. -Sono-ni: Chanto kutsu made mirukoto, ii ne? Sono-san: Watashi no hito-koto niwa, mittsu no kotoba de henji suru koto. Wakatta ra migite ga orusu nanowo nantoka-shite! – Abriu a mão, encarando o fundo dos olhos heterocromático do outro.

 

E no improviso, o maior segurou a mão do azulado, se levantando.

 

- Betsuni wagamama nante itte nain-dakara. Kimi ni kokoro kara omotte hoshii no kawaii tte! – Completou, segurando a mão do Kuroko, agarrou a outra, balançou a cabeça para o lado conforme o ritmo.

 

- Sekai de ichi-ban ohime-sama,kiga-tsuite ne e ne e. Mataseru nante rongai yo. Watashi wo dare-dato omotte runo? Mou! Nan-daka amai-mono ga tabetai! Ima suguni yo! – Cantaram juntos, encarando os olhos um do outro.

 

E quando perceberam, suas bocas já não cantavam mais. A voz ficara prendida e não saía de jeito nenhum. Só podiam ficar encarando um ao outro, gravando cada detalhe de seu rosto.

 

 

- A-Akashi-kun... – Quando conseguiu falar, se afastou rapidamente.

 

O maior tossiu, tentando afastar o momento vergonhoso.

 

...

 

Karma estava feliz. Conseguiu pegar as xuxinhas de Nagisa, e sabia o que faria com elas. Guardou-as na gaveta e observou, tinha atualmente três delas. E sem que ninguém pudesse ver, segurou a mais recente e cheirou.

 

Seu cheiro era igual as flores de pêra.

“Eu não posso esperar esses sentimentos se acumularem

É complicado, mas é uma devoção pura chamada amor

Mesmo em meio de uma febre suave, eu não posso evitar

Aceitando a coragem para me entregar, eu logo irei começar!”

 

E sem se importar com o horário, fungou novamente o acessório, sentindo o cheiro viciante do cabelo do Kuroko.

Estava definitivamente apaixonado. Sabia disso. Estava apaixonado pelas reações de Nagisa, seu cheiro, ou suas manias. E adorava a cara de bravo dele ao pegar sua xuxinha, principalmente quando ele tentava pegar de volta bagunçando os cabelos ruivos de Karma.

“Sem um som, sem um aviso

O destino muda silenciosamente

A batida do meu coração aumenta para o futuro começando agora “

 

 

Desligou a luz do quarto, deitou-se na cama, sentindo algumas palpitações, levando a mão até o lugar, saindo entre a abertura de seus lábios um grunhido obsceno.

 

Imaginou-se ao beijar o Kuroko, que retribuía de modo envergonhado, os lábios pequenos e rosados

 

Desceu a mão até a abertura da calça, massageando o local. Imaginou o menor com as nádegas empinadas, vermelhas com marcas de tapas, enquanto gemia o nome do maior. Pensar em Nagisa em diversas poses obscenas fez seu membro pulsar.

Rapidamente pegou seu celular, desbloqueando, logo entrou na pasta denominada “Nagisa-kun” 

Colocou no vídeo mais recente que tinha.

 

Desabotoou a calça, tirando o membro pra fora, sentindo um arrepio ao sentir o pênis ser livre das roupas apertadas. Segurou firme, mordendo os lábios segurando sons mais altos, deixando sua mão se movimentar, começando devagar.

 

Era de certo, Nagisa causava um efeito desconhecido em Karma.

 

Um doce amor “puro”.

 

...

 

 

Tetsuya encarou as flores que lhe cercavam, achava isso maravilhoso. Já Seijuro, nem se importava, era apenas flores, qual era a importância delas?

 

A brisa refrescava seus rostos após ensaiar as cenas, retirando todo a cansaço. Kuroko encarou o ruivo, viu que o mesmo não aproveitava o momento.

 

- Aconteceu algo, Akashi-kun? – Perguntou com o mesmo rosto inexpressivo de sempre.

 

- Nada demais, Tetsuya.

 

- Não está gostando? – Se aproximou dele, com um leve tom preocupado, perguntou.

 

- Estou apenas pensando.

 

O azulado sabia da família do maior, quem não conhecia a famosa família Akashi? Uma vez, viu numa revista de fofoca, uma entrevista com o pai do ruivo, que dizia sobre o mesmo. O jovem de olhos heterocromáticos sempre trabalhava até tarde com seu pai, e ainda treinava sua voz. E se ele ficasse rouco? E em seguida, veio o boato que seus pais estavam prestes a se separar depois de uma suposta traição.Talvez seja esse motivo que ele estava pensando.

 

- Akashi-kun, está preocupado com seus pais?

 

O ruivo ficou surpreso, mas não demonstrou, apenas deu um pequeno suspiro.

Sentando em sua frente, Tetsuya encarou ele.

 

- Tetsuya...? – Estranhou a aproximação do maior.

 

- Feche os olhos.

 

- Está me dando ordens?

 

- Estou pedindo. Akashi-kun, feche os olhos, por favor.

 

E fechou, um pouco temeroso.

 

Sentiu um calor em sua testa, em seguida, a voz que sussurrava apenas para o maior ouvir.

 

 

- Hocus Pocus, hocus pocus, hocus pocus, pra sempre, hocus pocus, hocus pocus, hocus pocus, você poderá sorrir. Hocus Pocus, todas as histórias e mentiras bobas, hocus pocus, se acreditar nelas, vão se tornar realidade, então escute.

 

Ao abrir os olhos heterocromáticos, levou a mão até o local.

 

- O que foi isso?

 

- Uma magia.

 

- Que infantil, Tetsuya. – Riu baixo, e isso fez o sorriso do menor aumentar levemente.

 

- Mas funcionou, não é? – Perguntou, orgulhoso de si mesmo.

 

- ... Sim, parece que sim.

 

 

“Hocus Pocus, todas as histórias e mentiras bobas

Hocus Pocus, se acreditar nelas, vão se tornar realidade, então escute

Hocus Pocus, recite como sempre faz

Hocus Pocus, uma mágica mentira “

 

 

...

 

 

Quando Seijuro chegou em sua mansão, já tinha escurecido. Ficara conversando com Tetsuya até tarde, e nem viu o tempo passar.

 

Em suas mãos, estavam uma coroa de flores. Foram feitas pelo menor, era uma lembrança da magia feita. Um amuleto.

Ignorou as empregadas que davam boas vindas e foi direto para seu enorme quarto. Estava prestes a jogar o presente no lixo, quando as palavras enfeitiçadas vieram subitamente.

Hesitante, colocou o acessório perto do quadro de sua família.

 

Que diferença faria deixar o presente guardado?

 

“Hocus Pocus, vamos deixar assim, para que nós

Hocus Pocus, possamos ficar juntos, e possamos rir

Hocus Pocus, hocus pocus, hocus pocus, do jeito que está

Hocus Pocus, hocus oocus, uma mentira que durará pra sempre “

 

...

 

Ao acordar, a primeira coisa que fez foi olhar a coroa. Um alivio tomou seu coração ao ver o objeto lá, onde havia deixado. Levantou-se e foi tomar banho, teria um dia cheio pela frente.

 

 

...

 

Ao por do sol, um reunião estava prestes a começar, Akashi só foi para sua mansão para tomar uma breve ducha e ir até o local.

 

E quando chegou em seu quarto, percebeu que seu amuleto não estava no lugar de origem.

 

Abruptamente saiu do quarto, segurando o ombro da primeira empregada que viu.

 

- Onde está?! – Seu olho dourado brilhava em fúria.

 

A empregada, desesperada, sem entender nada encarou confusa o seu mestre.

 

- A coroa de flores!!

 

- E-Eu joguei... fora... – Confessou, o ruivo resmungou um palavrão e correu em direção ao jardim.

 

 

Ao chegar na pequena cesta onde guardavam os sacos de lixo, o garoto tirou seu paletó bege e desamarrou a gravata negra.

 

E sem se importar, rasgou o saco. Procurando desesperadamente o acessório.

 

O que uma pessoa de alta classe estava fazendo ali? Parecia um mendigo de tão sujo que estava.

 

Suas mãos fediam a peixe com ovos podres, sua camisa social que tinha a cor do branco mais puro, agora tinha uma mistura de arroz estragado com terra.

 

Após vasculhar todos os sacos, viu que não estava lá.

 

Sentiu um peso em seus ombros, e um arrependimento.

 

O que iria dizer para Tetsuya?

 

- Que cena incrível! ~ - Ouviu a voz de seu irmão.

 

Olhou para trás e viu o mesmo com um sorriso malicioso.

E quando percebeu, viu que ele usava a coroa.

 

- O que você está fazendo com isso, Karma?

 

- Achei jogado pela casa, decidi pegar, sabe? – Sorriu presunçoso.

 

- Você sabe que isso é meu, não é? – Se levantou, limpando a roupa, em tentativa de deixá-la de volta ao seu normal, falhando.

 

Sua postura de imperador voltou, seus olhos brilhavam, a luz do luar banhava a pele de Seijuro, que encarava firmemente seu irmão.

 

- Agradeça-me. – Jogou o item para o dono, que segurou forte.

 

- Não preciso agradecer-te, fez isso porque quis.

 

Deu de ombros e virou as costas, enquanto o imperador continuou parado.

 

Por que foi atrás desse item inútil? Por que esse mero objeto tão de repete era tão importante para um imperador?

 

Esperança? Gratidão? Qual era o nome desse sentimento?

 

- Guarde bem, afinal, é um presente de seu amor.

 

Naquela noite, o imperador não ouviu o conselho de seu irmão, seus olhos brilhavam em duvida, e aquele dourado igual ouro, estava com uma levíssima pigmentação avermelhada.

 

Vermelho, a cor do amor.

 

 

...

 

 

- Vamos começar! – Gritou o diretor.

 

Tetsuya estava amarrado, ajoelhado, o loiro sorriu vitorioso e o maior deslizou de joelhos até o azulado.

 

- Do what you want 'cause a pirate is free, you are a pirate! – Sorriu, quebrando o barril, e por conseguinte derramou água no azulado.

 

- Yar - har - fiddle-dee-dee, being a pirate is all right to be! Do what you want 'cause a pirate is free, you are a pirate! You are a pirate! yay!

 

Kise balançou a espada de papelão, cantando junto de Daiki.

 

Midorima tocava a música no piano, e Momoi observava os atores usando seus figurinos, seus olhos brilhavam de tamanha alegria.


Notas Finais




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