História Connection - Mimo Twice - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Mina, Momo
Tags Chaeyoung, Curto, Hirai, Hot, Mimo, Mina, Momo, Myoui, Oneshot, Twice, Vampiro
Visualizações 59
Palavras 3.251
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Roubei a fotinha do tumblr lindo "beautiful-liu" q

Enfim pessoal, garanto a vocês uma história pequena porém muito imaginativa. Quis trazer algo intenso mas com muitas partes em branco para que sua própria mente diga o que acontece. Hehe.
Espero que gostem!


~~~

Capítulo 1 - Capítulo Único


Já era tarde da noite, as ruas estavam desertas e a caligem densa diminuía ainda mais a iluminação das fracas lâmpadas. Dificultaria a visão de qualquer mundano que tentasse passar por ali, seria o mesmo que caminhar de olhos fechados para a morte.

Forcei meus olhos para enxergar através da nevoa e meu olhar parou em uma silhueta fina e bela passando por um dos baixos postes acoplados no muro de uma residência, seus fios escuros e curtos refletiam levemente a luz e pude ver um sorriso perverso em seus lábios. Por longos segundos meu corpo ficou estático e meu rosto carregava uma expressão perplexa, lá estava ela novamente com outra vitima sendo arrastada pelo chão de pedras portuguesas sem deixar rastro algum. Ela carregava uma pessoa viva. Minhas mãos apertaram a superfície fria do parapeito que me apoiava, a curiosidade e a vontade de fazer algo a respeito me consumiam. A pessoa ainda estava viva e não gritava por socorro, não conseguia entender o motivo. Poderia ser um bêbado? Não. Eu teria sentido o cheiro do álcool a metros daqui. Ela poderia estar inconsciente? Sim, é o mais cabível.

Ela sempre achou graça em ver a vitima sofrer. Ou pelo menos acho, nunca tive contato com ela, só ficava observando sorrateiramente seus atos. Deixar pessoas inocentes morrerem enquanto apenas observo não chega nem perto de ser algo agradável mas era preciso. Desse modo acabei descobrindo algumas coisas que poderiam ser usadas contra ela, como por exemplo ela não conseguir olhar para a luz forte e perder sua força se seus braços são imobilizados. Observei todas todos os detalhes por brigas com vitimas acordadas e ela se divertia com tudo, ela deixava que a pessoa partisse para cima em defesa para acabar com ela de um jeito mais nobre do que apenas atacar um indefeso. Sujo. Ela é um ser sujo. Adora um showzinho de força para elevar seu próprio ego. Por esse motivo não devo confiar nas coisas que aprendi, pode ser apenas algo fingido.

Para observar mais de perto a cena, subo no parapeito do terraço, flexiono meus joelhos e dou impulso para cima saltando com facilidade para o prédio a frente. Entre os dois prédios vizinhos havia um beco no qual a mulher havia entrado, não havia iluminação, era uma entrada escura que parecia não ter fim. Beirando a loucura e sem enxergar o chão, pulo de uma altura de 12 metros e pouso em uma montanha de sacos de lixo, a decisão aconteceu de repente, a adrenalina percorreu todo meu corpo, meu medo e hesitação foram embora e seus lugares foram tomados por uma completa coragem. Hoje é o dia em que ela será parada. Fico em meus pés e forço meus olhos para enxergar. Ela está lá, sentada em uma caçamba me observando com aquela sorriso em seus lábios.

– O que você fez com ela? – Pergunto com minha voz firme.

– Pensei que nunca viria. – Ela descruza suas pernas e se põe de pé, sua voz era suave e familiar.

– O que você fez com ela? – Repito minha pergunta, dessa vez minha voz vacilava entre o tom firme e um agudo baixo, tentava ignorar sua leve risada que desestruturou parte de minha coragem.

– Veio me ajudar docinho? – Em uma fração de segundos ela estava ao meu lado, sussurrando em meu ouvido com sua voz derretendo quaisquer resquícios de coragem já existentes dentro de mim. – Posso te ensinar como fazer.

– Como? – A vejo assentir em resposta.

– Você tem me observado por bastante tempo meu amor, eu pude sentir sua presença e seu cheiro doce a denuncia completamente. – Seus dedos percorrem um caminho de meu pescoço até meus fios longos, deixa um beijo estalado em meu pescoço provocando arrepios por meu corpo. – Imaginei que fosse uma novata que precisasse de ajuda. Estou aqui para te dizer tudo o que quiser saber.

– Esperei tanto que esse momento chegasse. – Falo com certo entusiasmo, consiguindo ver seu sorriso que brilhava, mais do que qualquer estrela naquela céu.

Seguro em seu pulso delicadamente para que não desconfiasse, ficando atrás de seu corpo seguro o outro pulso e puxo seus braços para trás com força, a empurrando com meu tronco fazendo com que seu corpo chocasse contra a parede fria. Coloco minhas mãos do lado de sua cintura para que ela não saísse, aproximo meu rosto do seu roçando meu nariz em sua bochecha, volto alguns centímetros para trás com meu rosto e a encaro com fúria, fazendo seu sorriso se transformar em uma expressão de confusão. – Você precisa parar de machucar pessoas inocentes. – Escuto uma risada fraca.

– O que você está dizendo? – Ela roça a ponta de seu nariz em meu pescoço e deixa outro beijo no local, fazendo minha pela formigar de desejo.

– Estou dizendo para você parar de agir de forma tão inconsequente e matar qualquer um que passar por você. – Ela ri e beija a ponta de meu queixo. Eu seguro em seus braços firmemente.

– E se eu não parar? – Ela se livra de minhas mãos se virando rapidamente e com as suas ela acaricia minha cintura me puxando para perto de seu corpo, o único espaço entre nossos seres era de nossos rostos, mas ainda estavam perto o suficiente para sentir sua respiração em minha pele.

— Vou ser forçado a tomar medidas necessárias e nada legais, se você continuar agindo como uma idiota. — Seguro em seu pescoço a elevando, minhas unhas já se tonando garras compridas.

— Gosto desse seu jeito. — Ela fala com dificuldade levando sua mão até a minha, a acariciando com as costas da sua e logo abrindo cada um de meus dedos ficando de pé no chão. Ela segura em meu rosto e passa seu polegar em meus lábios.

— Você não consegue levar as pessoas a sério? — Falo irritada afastando sua mão de mim e segurando em seus ombros.

— Consigo sim, a culpa não é minha se você parece um filhote rosnando. — Ela segura em minha nuca puxando meu rosto para perto do seu. Inclinando sua cabeça para o lado encaixa nossos rostos, sua respiração pesada batia em meu rosto. Ela não me beijou e eu não fazia ideia do motivo de querer que ela o fizesse. Ela mordeu meu lábio inferior com pouca força mas o suficiente para acabar sangrando, fez de uma forma tão sexy que meu corpo não hesitou em tentar ter mais disso, mas ela recuou e me encarou sorrindo.

— O que você faz é errado. — Falo firme mas baixo ainda extasiada pelo ato da outra.

— O que eu faço não é errado. — Eu pisco e novamente ela se movimentou mais rápido que eu. Me viro rapidamente e ela estava atrás de mim segurando uma garota desacordada pela cintura com um dos braços. Vejo seus olhos mudarem de castanho para um verde cintilante, suas garras compridas cravavam na cintura da menor e suas presas apareciam. Ela morde o pescoço da garota mas nenhuma gota de sangue pinga de sua boca, ela é extremamente cuidadosa. E isso desperta o pior em mim. — Eu nunca mato, eu bebo o suficiente para mim e para deixar a pessoa desacordada. Genial, não?

— Já vi você brigar incontáveis vezes, não fale bobagens. — Puxo a garota de seus braços e a seguro nos meus, acariciando com o polegar a marca em seu pescoço.

— Você já me observou por incontáveis vezes? — Ela ri. — Então você admite.

— Se você se machucar pode infectar outras pessoas com o seu sangue, sua idiota! — Já praticamente gritava e a outra continuava tranquila.

— Eu nunca me machuco. Você sabe disso. — Ela acaricia o rosto da garota desacordada.

— De qualquer forma, beber sangue é estritamente proibido. Você além de ficar viciado e dependente você machuca pessoas. — Recuo andando para trás, nos afastando dela.

— Nós já dependemos de sangue. Você tira sua força de onde? Sangue é a mesma coisa que o alimento normal de mundanos. Assim como elas tiram todas as coisas importantes do alimento e aproveitam em seu corpo para ter uma vida saudável, nós também o fazemos. Nós precisamos de ferro e de todos os benefícios do sangue em nosso organismo. Você não pode fugir disso Myoui. — Ela se aproxima de mim, passando seu dedo indicador na ferida da menina logo passando o mesmo em meu lábio. — Você ao menos já sentiu o gosto?

 

Sou uma vampira. Para ser mais precisa estou infectada com o vírus VBT-01.

O VBT-01 vem sendo passado de geração para geração... a causa é desconhecida.

Meu pai, um nascido de dois pais infectados, os perdeu cedo e passou sua vida inteira tentando descobrir uma cura. E essa pesquisa foi passada para mim como herança.

Ainda não há cura conhecida. Esse vírus ativa a Telomerase para afetar o processo de envelhecimento humano e isso permite o infectado viver 300 vezes mais com poderes sobrenaturais.

Se um adulto é infectado, seu envelhecimento para imediatamente, enquanto um adolescente é infectado, seu envelhecimento para após 5 ou 6 anos e aquela se torna o estado físico dela permanentemente. Sou infectado desde que nasci, assim como meu pai, e minha aparência física parou de mudar quando completei 23 anos.

Um individuo possui capacidades físicas que vão muito além das capacidades humanas e elas possuem a habilidade de curarem a si mesmos. Mas a luz do sol durante o amanhecer e luz natural pode ser fatal.

Elas sofrem de uma sede por sangue que é torturante. E a força de suas habilidades depende do sangue, alguém como eu que nunca bebeu uma gota de sangue, ainda consegue ter suas capacidades além das mundanas, mas não tão forte quanto um ser que se alimenta constantemente.

Sou inteiramente contra beber sangue, geralmente os infectados que bebem não conseguem se controlar e bebem até a ultima gota de sangue de um corpo humano e isso fez nossa espécie ser rotulada como monstros, nos fez viver nas sombras. Eu não tiro a razão dos humanos. Uma pessoa que não sabe controlar suas vontades e depende de matar as pessoas indefesas, são monstros sim.

Não sou um ser humano.

Sou inteiramente outra coisa... existindo entre o vivo e o morto.

 

 

Um fato engraçado sobre como o corpo mundano reage quando as presas de um infectado perfura sua pele. Tem um efeito parecido com o do álcool, causa alterações no sistema nervoso central, em vários órgãos do corpo e provoca perda de memória. A memória pode ser afetada de forma leve com lapsos ou esquecimentos, amnésia parcial e também de forma grave. Há também a possibilidade do líquido tóxico liberado no sangue pelas presas (similar com as cobras) causar lesão orgânica cerebral e com isso comprometer de forma severa a memória, causando a demência permanente, mas em raros casos a pessoa consegue se recuperar.

Todas as pessoas que já lembraram vagamente sobre o acontecido, eram julgados com o estado mental prejudicado.

Por que você acha que as pessoas não acreditam em vampiros?

 

Um mês após o acontecido, a vítima da morena ainda estava comigo.

A intenção dela de beber o sangue até deixá-la desacordada era fazer com que ela não lembrasse do acontecido.

Sabe o que aconteceu? Vinte minutos desacordada no sofá da minha sala, ela acordou e quebrou minha televisão. Provavelmente seu cérebro lembrou da situação ameaçadora que se encontrou e tentou fazer algo, muito tempo depois. Além de não conseguir dormir ela dizia que iria chamar a polícia pra prender o monstro, no caso eu. Ótimo, ela sabe sobre mim. Depois de se acalmar eu perguntei sobre ela e ela não sabia me dizer.

A memória recente continua viva como um filme em sua mente. Mas sua vida foi inteiramente apagada.

Ela não sabia seu nome e nem onde morava. Hóspede, uhul. Saco.

Não dormi um dia sem me perguntar como ela sabia meu nome, não fazia sentido, ela não poderia me conhecer muito menos saber meu nome.

— Você não faz ideia mesmo? — A garota estava com a cabeça apoiada em seus braços sobre a mesa.

— Hm? — A olho confuso e bebo um gole de meu café.

— Você tá com essa cara de novo. — Ela morde seu sanduíche e me encara enquanto mastigava

— Eu só... Não entendo. Eu estava lá, decidida a fazer ela parar mas não consegui. Me preparei para o pior, para brigar até matar ou morrer. E ela simplesmente falava de forma vulgar e doce comigo, mesmo comigo a ameaçando. — Apoio meu rosto em minhas mãos. — Ela falou mais de uma vez sobre esperar por mim e ficava me beijando. — Balanço a cabeça tentando esquecer a cena e os arrepios que me causava só de lembrar.

— Você gostou dela, não tem sentido você gritar com ela e deixar ela te beijar. — Ela faz uma cara sugestiva e bebe seu café.

— Você tem retardo mental? Infectados tem a sedução como uma de suas habilidades e pelo visto essa é a especial dela. — Respiro fundo e o encaro com a cara mais séria possível.

— Vampiros não podem interferir com suas habilidades nos outros vampiros, não é lógico, se tivessem capacidade de colocar pensamentos na cabeça alheia os vampiros brigando iam sair dois retardados. Ela te seduziu sem usar habilidade nenhuma, confessa Mina. — Ela sorri e bebe mais de seu café.

— Quando eu limpei o sangue de minha boca ela sussurrou em meu ouvido "Você pode me encontrar quando quiser, você sabe como." — Fico alguns segundos em silêncio encarando minha xícara.

— Ela quer que você a encontre. — Ela morde o lábio pensativa.

 

 

 

Após várias discussões sobre a humana ficar em casa, estávamos andando pelo caminho escuro e conhecido do prédio conversando em voz baixa.

— Você acha que ela vai estar lá? — Indago olhando para o chão mal iluminado.

— Ela deve estar te esperando desde aquela dia. — Ela brinca e belisca levemente meu braço. — Chae...

— Como? — Paro de caminhar e olho para a garota estática em minha frente.

— Meu nome. — Ela levanta o olhar e encontra o meu, com um sorriso estampado em seu rosto. — Eu lembrei do meu nome! — Ela me abraça forte e começa a pular de animação. Tudo se apaga. Os risos cessam gradativamente dando lugar ao medo e silêncio profundo.

— Chae? — Chamo por seu nome de forma carinhosa, repito e balanço meus braços tentando achar seu corpo e por mais que tentasse enxergar, uma das habilidades dos infectados é a visão noturna, eu não o encontrava.

Meu corpo se choca contra algo e logo o chamo. — Chae? É você? — Escuto uma risada zombeteira.

— Errou, tenta de novo. — Sua voz suave agora carregava uma sensualidade inexplicável e irresistível.

— Você sabe meu nome, eu nem sei o seu. — Falo com a irritação visível em minha voz.

— Vamos conversar em outro lugar. — A voz já vinha da direção contrária, mas se aproximou rapidamente, segurou em minha cintura contra minha vontade e correu para perto de um prédio, pulando para a escada de incêndio e entrando em um dos apartamentos.

— Invasão não é crime? — Falo olhando em seus olhos.

— Momo. — Ela tira seu casaco e joga no sofá próximo a ela. Ela ajeita seus fios morenos e me encara. Era a primeira vez vendo seu rosto totalmente iluminado, ela era incrivelmente linda.

— Você sempre ignora a maioria das coisas que as pessoas perguntam? — A encaro estática. — Onde está a Chae?

— Você pergunta coisas chatas demais para serem respondidas. — Reviro meus olhos em resposta arrancando um sorriso seu.

— Onde ela está? — Falo com a voz cansada e sem me responder Momo retira sua camiseta, deixando a mostra seu corpo ainda mais perfeito do que imaginava ao ver sua silhueta. Não que eu ficasse imaginando como ela era sem roupa. Não teria motivo pra isso.......

Em um piscar de olhos ela está em minha frente tirando meu casaco e mesmo minha mente gritando para impedir, meu corpo ficava paralisado esperando por mais. Ela segura na barra de minha blusa, se abaixando e a levantando conforme ela se levantava, ao tirar minha blusa seus lábios colam em meu pescoço chupando e beijando toda a extensão dali, suas mãos passeavam por meu abdômen. Seus lábios vinham em direção aos meus mas antes coloquei minhas mãos em seu peito, a impedindo.

— Por que você está fazendo isso? — Tento pegar minha blusa do chão mas sua mão segurando meu braço me impede.

— Por que você deixa eu fazer? — Ela passa os dedos por meus pelos eriçados. — Porque você gosta disso.

— Eu não gosto. Eu não entendo. — Me afasto me encostando na janela. — Eu só quero saber onde ela está

— Eu te faço entender. — Ela segura em meus fios puxando minha cabeça para trás e traça um caminho com sua língua de meu pescoço, maxilar até minha boca. Ela inclina a cabeça selando nossos lábios, entreabro minha boca encaixando a minha na sua, começando um beijo calmo, nossas línguas brincavam e seus lábios rosados e macios eram tão confortáveis que me faziam odiar a ideia de precisar respirar. Ela escorrega suas mãos tirando facilmente meu sutiã, de joelhos ela abria o zíper de minha calça a tirando rapidamente, enquanto eu mordia meu lábio tentando reunir forças para parar. Seus polegares entram em contato com meus mamilos, já endurecidos com o ar frio que entrava pela janela. Ela fazia movimentos circulares com seus dedos logo os prendendo entre dois dedos, os apertava como uma tesoura. Sinto um arrepio percorrer todo meu corpo me fazendo perder a consciência por alguns segundos. Recuo e tropeçando caio de joelhos no tapete da sala. Sinto suas mãos percorrerem as laterais de meu corpo e com certa força ela me faz virar. Sua língua toma o lugar de seus dedos e os movimentos circulares se tornam mais intensos. A levanto de cima de mim a levando para o lado, tiro rapidamente seu sutiã e sem aviso retiro sua calça mantendo o único tecido que mantinha sua intimidade coberta. A via com seus joelhos dobrados e minha língua brinca em sua intimidade, a provocando.

- Pensei que seria direta. Você vai me matar. – Ela fala pendendo sua cabeça para trás. Ela ansiava por isso tanto quanto eu.

Retiro sua última peça de roupa deixando sua intimidade rosada sem mais nada a escondendo. Logo roçando meus lábios pelo local deixo minha língua passear suavemente, adentrando sua intimidade e logo a chupava sedenta pelo seu gosto. Ela puxava meus fios e gemia alto meu nome movimentando seu quadril quanto mais seu êxtase se aproximava. Logo sinto suas pernas fraquejarem e ela rapidamente toma meu lugar ficando por cima. Ela retira minha peça íntima a jogando pelo quarto e começa a massagear o local com seus dedos. Seguro em seu pescoço a puxando para perto e a beijo ferozmente tentando acabar com o espaço entre nós. Ela adentra minha intimidade dois de seus dedos em movimentos ágeis, me fazendo também movimentar meu quadril, ela leva sua mão até minha bunda e a aperta incentivando a continuar com os movimentos.

Meu corpo implorava por trégua.

Logo me encontrava ao chão sem força alguma.

Percorro o local com meu olhar cansado, ela estava ali.

Na janela olhando para o céu.

Ela voltou seu olhar para mim, logo se aproximando.

Deitou ao meu lado encarando a parede.

- Prometo não machucar mais ninguém. Mas... – Ela morde o lábio pensativa. – Preciso que você também prometa algo. – Tudo o que eu poderia fazer era assentir, assim feito. – Você não pode sumir.

Meu rosto expressa inteiramente uma interrogação.

- Quero você perto de mim, idiota. – Ela olha em meus olhos e respira fundo. – Nós podemos achar essa cura juntas. Desde que a gente possa ficar juntas. Até o fim de nossa imortalidade.

 


Notas Finais


Eu disse que tinha muita imaginação.
A ligação delas. O porquê de elas se sentirem tão atraídas. Como Momo se infectou? O que aconteceu com a Chae? O que aconteceu depois? Será que a Mina aceita? Será que elas acham a cura e morrem velhinhas se amando? Hmmmm
Me respondam o que vocês acham!
Perdoem quaisquer erros que encontrarem, estou tarde da noite nisso. Tentando HAAAAARD.


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