História Connection - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Johnny Depp, Rachel McAdams
Tags Hentai, Johnny Depp, Rachel Mcadams, Resort, Romance
Visualizações 52
Palavras 2.688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!
Não se esquecem de dar uma passadinha nas notas finais por favor.

Capítulo 21 - Jujuba?


Fanfic / Fanfiction Connection - Capítulo 21 - Jujuba?

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POV Johnny ON:

 

Tomei mais um gole de café e pousei a xícara na mesa tirando dela algum som enquanto tamborilava os dedos na madeira. A boneca estava distraída, observando um dos cadernos do jornal, pernas cruzadas e postura relaxada na cadeira a minha frente, os fios vez ou outra a incomodavam caindo sobre os olhos.

Permaneci contemplando-a, analisando o detalhe acima de sua boca — um discreto bigode adquirido após ter tomado o leite. Ri, contudo, mantive o silêncio, de forma alguma queria desvia-la da leitura matinal.

Gostava de levantar nas manhãs e encontra-la a mesa aguardando-me com a xícara de café e o jornal na mão. Nesses momentos sua atenção era algo preciosamente raro, concentrava-se exclusivamente naquelas simples folhas.

Tirei o guardanapo do colo e levantei lentamente da cadeira me dirigindo a ela, sorrateiro encostei o tecido em sua boca sem que percebesse e limpei o lugar em seguida. Seus lábios se distenderam em um breve sorriso.

— Você deveria prestar mais atenção ao café da manhã. — Comentei ainda próximo dela.

— Não pense que eu não sei que adora quando me sujo. — Concluiu risonha e largou o periódico sobre a mesa.

— É mais uma oportunidade de ganhar um olhar, ando disputando atenção com os jornais agora. — Finjo ciúme e torço os lábios para o lado.

Ela sorriu meneando a cabeça, no entanto, fechou o semblante parecendo ter se lembrado de algo.

— Olhe só — Levantou me obrigando a fazer o mesmo — Veja como minha pele amanheceu hoje — Desabotoou parte da camisa para me mostrar o colo, não notei nenhuma mudança.

— O que tem? — Analisei esfregando delicadamente o polegar sobre a região.

— Estou arrepiada desde a madrugada. Esta noite acordei suada, tive pesadelos horríveis com você! — Revelou e franzi o cenho estranhando. — Não me ouviu chamar?

— Não. Mas sobre o que eram os pesadelos?

— Você estava nervoso com algo e eu te perguntava o que era, mas não me dizia nada apenas gritava de raiva... — Dei de ombros sem me importar muito e peguei as xícaras levando-as para a pia. — Fiquei com medo, nunca te vi se comportar dessa maneira. — Concluiu me seguindo.

— E não verá. — Afirmei e puxei sua mão depositando um beijo logo após.

— Eu não sei o que era, mas alguma coisa te deixou daquele jeito... — Parecia não acreditar muito no que me acabara de ouvir dizer.

— Olhe para mim. — Pedi e segurei seus ombros — Isso não vai acontecer, foi só um pesadelo!

— Eu sei, mas...

— Eu jamais brigaria com você. — Lhe confortei e segurei seu rosto tomando seus lábios para mim em seguida.

Liz pareceu mais calma, porém um pouco receosa.

— Eu nunca te perguntei sobre isso, mas me conte... porque chegou bêbado no meu quarto aquele dia?

Baixei o olhar e de súbito a raiva me tomou, respirei fundo, aquilo não era para ter acontecido. A verdade é que quando a conheci não me sentia confortável o suficiente para lhe contar sobre os problemas que vinha enfrentando. E aquele dia no resort então, não me orgulhava nem um pouco.

— Encontrei alguns amigos e acabei extrapolando, me desculpe novamente.

— Foi por isso mesmo? — Procurou meus olhos e o encarou.

— Foi e não foi... — Fui vago.

— É sobre ela? — Sua voz mudou de tom, parecia preocupada.

— Liz, não quero tocar nesse assunto pois para mim já está morto há muito tempo. O importante é o nosso presente. — Deixei claro, mas ela ainda não estava convencida o suficiente.

— Você sabe que pode contar comigo para o que precisar, não é? — Agora era ela que segurava meu rosto, me senti frágil como uma criança diante de sua atitude, minha vontade no momento era de lhe abraçar e desabafar o quanto pudesse, mas não o fiz.

— Eu sei disso e agradeço. — Abracei-a fechando os olhos, era difícil me abrir com alguém, mesmo que fosse com ela.

— Eu não sei o que houve entre vocês, mas de uma coisa estou certa. Você jamais machucaria alguém. — Afagou minhas costas enquanto me dizia palavras de apoio.

Sorri com a sensação de alívio que me tomou, suas palavras eram sinceras, seu abraço era acolhedor.

— Logo meus dias com você vão acabar... uma hora terei de voltar a Los Angeles. — Recordei com pesar visando-a.

— Não me fale disso, ainda não sei como vamos fazer para continuar nos vendo.

— Nós vamos encontrar uma solução. — Assegurei.

De repente seus olhos miraram o relógio de parede e o desespero tomou conta de seu semblante. Estava atrasada.

— Meus sapatos. Você viu meus sapatos Johnny? — Questionou enquanto corria pela sala.

Sorri com a lembrança da noite anterior, mal conseguimos ir para o quarto quanto mais tirar as roupas como pessoas civilizadas. Sapatos? Atiramos em qualquer lugar, mas me lembrava de ter deixado um par na lavanderia, andei até lá para apanhá-lo.

— Deixei comida no forno, quando sentir fome é só esquentar. — Nos encontramos novamente no centro da sala e lhe entreguei o sapato de salto, ela já estava usando um e encaixou no pé com agilidade o que eu entreguei. — Não se preocupe com a Melanie, ela vai ligar, mas é só dizer que não estou. — Avisou me dando um selinho. — Não dê conversa aquela atrevida, Mel pode ser muito indiscreta quando quer! — Terminou de me alertar e fez menção em sair, entretanto a puxei para um beijo mais intenso.

— Volte logo para casa... — Passei a beijar seu pescoço e colo enquanto ouvia o som de sua risada.

— Você não tem jeito. — Enlaçou os braços em volta do meu pescoço e beijou-me com vontade, nossas línguas se encontraram no mesmo segundo nos possibilitando uma sensação incrível. — Talvez eu venha almoçar em casa... — Piscou por fim e saiu em passos firmes, o salto podia ser ouvido facilmente pelos corredores.

Sorri com a ideia de uma vida de casado novamente, há algum tempo eu pedia por isso e Liz veio no momento certo.

 

(...)

 

Abri a garrafa de vinho e a coloquei de volta na mesa, já estava tudo pronto, só faltava ela chegar para que pudéssemos começar a jantar. Liz não havia vindo para o almoço como cogitou, mas seu horário de chegada já era próximo. Corri até a varanda e fiz sinal de silêncio para o pequeno, ela não poderia desconfiar de nada.

Logo o barulho da fechadura me chamou atenção, a porta uma vez aberta deu passagem para ela, que estava cansada e aparentemente de mau humor. Deixou no sofá a bolsa e tirou os sapatos em um canto, soltou os cabelos e respirou parecendo aliviada.

— Como foram as coisas hoje? — Interpelei indo de encontro a ela.

— Ótimas, na medida do possível... — Jogou-se no sofá em uma longa lufada de ar.

— O que houve? — Peguei o seu pé e iniciei uma massagem após ter sentado no sofá ao lado.

— Coisas do trabalho... — Fez sinal com as mãos para que eu esquecesse — Que cheiro bom! — Mudou de assunto.

— É o nosso jantar. — Respondi pausando a massagem.

— Então você também cozinha? — Esfregou o pé próximo a minha virilha me provocando.

— Vamos com calma, dessa vez eu pedi a comida em um restaurante aqui perto. Não se empolgue.

Liz continuou a me observar, mas com o semblante diferente, estava jogada no sofá de maneira despojada, enrolava uma mecha do cabelo no dedo e me olhava maliciosa. Aquilo não daria certo.

— Você está com fome? — Perguntou e juro que entendi a pergunta com uma certa ambiguidade em seu tom de voz.

— Só estava te esperando.

— Qual o menu? — Mordeu o lábio.

— Massa fresca ao molho pesto e vinho tinto. — Informei atento aos seus sinais.

Seu olhar era penetrante e enigmático, em um momento sabia exatamente o que queria e no outro estava completamente perdido. Ela era uma incógnita as vezes.

— Meu dia foi tão estressante... — Passou a língua nos lábios sugestiva — Veja bem, preciso relaxar.

Levantei com um sorriso largo e me sentei ao seu lado, tomei seus lábios e iniciamos um beijo intenso. Logo seu corpo pendeu para trás recostando-se no acolchoado do sofá, deitei sobre ela deixando o peso do corpo gradativamente cair também. Segurei em sua coxa e a prendi próximo ao meu quadril, levantando mais o tecido da saia social que vestia. Vi seu pescoço livre e passei a beija-lo dando leves mordidas, ela arfava algumas vezes.

Seus dedos se embrenharam nos meus cabelos puxando-os a fim de me desestabilizar, nossos corpos formavam um certo atrito e devido isso sentia o membro saltar cada vez mais da calça.

Interrompi o beijo para abrir sua camisa, tinha muitos botões por isso fui mais agressivo abrindo-os de uma vez, vi quando alguns se soltaram do pano e pularam para o chão. Liz sorriu proferindo algum som de surpresa, voltei as carícias e distribuí com zelo beijos e mordidas na região.

Quando levantei sua saia, apesar do espaço ser pequeno para nós dois no sofá, não vi muita dificuldade, até que em certo momento o zíper acabou emperrando e fui obrigado a rasga-la também. A pequena fenda me auxiliou e joguei o que sobrou do pano para o chão.

— Me deve uma saia... — Reclamou em meio aos suspiros enquanto beijava-lhe — E uma camisa também... — Protestou e sorri descendo o olhar meus lábios entraram em contato com sua intimidade, de imediato seu corpo ergueu-se na tentativa de retardar a sensação prazerosa. Gemeu alto e a respiração ficou desgovernada, meus estímulos só serviam para lhe deixar com mais desejo.

Provei de sua intimidade e explorei cada centímetro que pude, massageando o clitóris e inserindo os dedos em sua entrada. Fiz um longo vai e vem obtendo a cada vez mais sua total entrega, mesmo sabendo que ainda não era o suficiente para ela parei lentamente, deixando retomar o ar aos pulmões. Liz pensou em protestar assim que percebeu que parei os movimentos com os dedos, no entanto retirei o membro da calça e lhe penetrei de imediato. Tentei manter a calma e fazer tudo com tranquilidade, minha ideia inicial era de me movimentar o mais lento possível, aproveitando o máximo que pudesse e por consequência deixa-la enlouquecida.

A grande questão era me conter diante dela, diante de um corpo que tanto desejava e amava estar em contato, por mais que quisesse tirar o máximo de proveito do momento era inevitável minha sede por prazer.

Afastei ainda mais suas pernas e me movimentei depressa, as mãos dela apertavam o estofado descarregando a tensão ali. Meu rosto começava a queimar em detrimento das estocadas precisas que executava, já dava os meus primeiros sinais de cansaço. Em meio a pausa que precisei dar a puxei para o meu colo e a deixei sentar-se, acomodando-se da melhor maneira possível.

Senti seus lábios tocarem os meus e posteriormente seu sorriso tomou conta, respirei fundo e esperei que começasse o ato novamente. A respiração voltou a falhar quando sua cavalgada atingiu o ponto máximo de rapidez, seu corpo sobre o meu exercia um peso consideravelmente pequeno, mas que em determinados momentos causava-me incômodo.

Coloquei as mãos em sua cintura tentando coordena-la como podia, sua expressão facial era semelhante ao de uma criança arteira, o meio sorriso nos lábios me despertava certos desejos ocultos. Meu membro latejava com os movimentos de sobe e desce, aquilo realmente me desestabilizava por completo. A melhor das sensações que já tinha vivido.

Suas unhas recém aparadas ainda sim podiam ser percebidas em meu peito e tórax, eram afiadas e me arranhavam com vontade. O lugar ardia um pouco, mas suportaria para que pudesse desfrutar o momento demasiadamente.

Não resisti a tentação e lhe dei uma palmada no bumbum, ela sorriu aparentemente aprovando, repeti a ação outras vezes e fiz mais pressão em seu corpo em relação ao meu, senti meu membro chegar ao limite permitido e sua expressão mudou. Os olhos reviraram, a boca se abriu em um perfeito círculo proferindo um agudo e a cabeça pendeu para trás. Estava chegando ao ápice do desejo e vê-la naquele estado só me fazia ficar mais próximo do meu também.

Nossos corpos pegavam fogo quando a senti se contrair em um orgasmo, suas bochechas coraram e os pelos do braço eriçaram, os mamilos estavam rígidos quando os toquei de leve. A pele aveludada tornou-se escamosa por conta do arrepio que lhe tomou conta, acariciei e senti seus poros mais proeminentes. Em seguida gozei também.

Liz se jogou exausta sobre o meu corpo, respirava com mais calma e os fios dourados me atrapalhavam um pouco, ajeitei-os para o lado e acariciei sua cabeça com cuidado.

— Estou faminta! — Resmungou.

— Também estou. — Nos levantamos e sentamos no sofá — Vamos jantar boneca. — Peguei em sua mão.

— Porque boneca? — Uniu as sobrancelhas em dúvida e aguardou minha resposta.

Sorri e mexi no cabelo com certa timidez.

— É assim que a vejo. — Comecei a explicar — Angelical e divertida.

Suas bochechas coraram enquanto seus olhos miraram o tapete da sala com certa graça.

— Me deixou sem palavras.

— Venha. — Pedi e a tomei pela mão enquanto a conduzi nua para a mesa, não me importava em passar todo o jantar lhe admirando em sua forma natural.

— Não posso ficar assim. — Comentou se referindo a nudez — Estou ficando com frio.

Andei até o cabide com casacos na sala e apanhei um vestindo-a em seguida, voltei a mesa e sentei na cadeira lhe acompanhando, nos servimos e começamos a comer.

— A Melanie ligou.

— Daqui a pouco eu ligo para ela. — Tomou um gole do vinho e deu a primeira garfada na massa.

— Não precisa, ela me pediu para te avisar que no sábado conta com a sua ajuda.

— Droga... esqueci que prometi a ela que ajudaria com os preparativos do aniversário. — Negou para si mesma lamentando-se.

— Se prometeu tem que cumprir ainda mais porque envolve crianças, não queira decepcionar uma. — Adverti por experiência própria.

— Vou ajudar sim, é só que vou precisar encarar meus pais e não tenho tido muito contato com eles... não sei como me receberão. — Confessou e o olhar entristeceu-se.

— Eles são seus pais, seja lá o que aconteceu vão sempre querer seu bem e te ter por perto. — Tentei acalma-la pegando sua mão estendida na mesa.

— Pode ser...

Mudei de assunto percebendo que este não a fazia bem e continuamos a jantar, a comida apesar de já estar morna estava deliciosa. Liz logo se alegrou quando lembrou que ainda compraria o presente da sobrinha.

O tempo lá fora não era dos melhores desde de manhã, todavia tomamos um grande susto ao ouvirmos o som estrondoso de trovão. Ambos olhamos em direção a janela e reparamos como o céu havia fechado mudando de cor consequentemente.

Um choro baixo foi ouvido, ela estranhou e antes mesmo que pudesse procurar de onde vinha o som agudo, eis que o pequenino de quatro patas entra no cômodo abanando o rabinho. Por instinto se aconchegou nas pernas de Liz.

— Quem é você? — Questionou ao pega-lo no colo, o cãozinho chorou um pouco mais talvez por medo do trovão que acabara de ouvir.

— Era para ser uma surpresa, mas o medrosinho aí estragou. — Ressaltei brincando.

—  Ele é meu? — Indagou como uma criança com um sorriso no rosto.

— Sim. E na verdade é ela, é uma fêmea. — Esclareci.

— Que coisa mais linda! — Abraçou a pequena que de pronto retribuiu abanando o rabo eufórica. — Ela é uma graça! — Se derreteu ao olha-la, segurava-a como um bebê.

— Eu a peguei hoje à tarde em um abrigo para cães, ela foi maltratada e depois de resgatada não conseguia que ninguém a adotasse... até agora. — Expliquei e tomei o gole que restava do vinho na taça.

— Isso foi muito bonito da sua parte. Adoção é um ato de amor extremo. — Comentou e me encarou com admiração, me senti bem por ter despertado esse pensamento nela. — Ela já comeu?

— Sim, dei um pouco de ração e água agora a tarde. Também comprei uma casinha. — Enquanto falava a cadelinha abocanhou o que restou da massa do prato de Liz, tentei impedir a princípio, entretanto acabei deixando que comesse.

— Nem parece que comeu. — Sorriu segurando com cuidado o corpo roliço e peludo.

— Desse jeito você me faz passar por mentiroso. — Brinquei.

— Qual o nome dela?

— Não dei nenhum, deixei que você mesma escolhesse.

— Huuum... deixa eu ver... — Pensou um pouco analisando o bichinho — Que tal Jujuba?

 


Notas Finais


Vamos lá, primeiro deixarei um link com a imagem da Jujuba ok? Quem estiver curioso é só clicar aqui: http://3.bp.blogspot.com/-QYZcxH_qEcs/UpUGkPBfE3I/AAAAAAAAAEc/9QxbxbD3qW4/s1600/cachorro-boo-17.jpg

Bom, agora queria agradecer imensamente a todas as mensagens de apoio que recebi. Vocês são demais!
O carinho de vocês me deixou extremamente emocionada, obrigado pela preocupação e todas as lindas palavras que me deixaram nos comentários ou na d.m.
Sobre a fanfic, espero postar mais um capítulo até domingo, quero muito adiantar os capítulos e tentar postar uns dois por semana. Já tenho um outro projeto de fic e mesmo que Connection tenha se tornado um amorzinho para mim, já começo a pensar em seu final, mas se acalmem pois isso ainda vai demorar um pouco.
Sem mais, espero que tenham curtido esse capítulo do ponto de vista do Johnny, sei que não são muitos os POV's dele, mas de vez em quando vão aparecer por aqui.

Até mais, kisses.


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