História Conquistar Você - Capítulo 58


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Evil Queen, Fanfic G!p, Homossexualidade, Jennifer Morrison, Khristtynna, Lana Parrilla, Lesbicas, Morrilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Visualizações 709
Palavras 3.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


*Boa leitura!!😍📚📖📔😘❤️️💋💗💘💞

* Pessoal estou fazendo esforço para está escrevendo para vocês. Talvez eu demore um pouquinho para atualizar, não por falta de criatividade em escrever os capítulos, pelo contrário, tenho até duas fanfics novas para postar para vocês, é só que meus estudos e minha prioridade, estou em reta final de curso, tenho Tcc1 esse período e outras matérias bem difíceis, onde estudo o negocio é bem puxado. Escrevi esse cap, entre uma aula e outra ontem, fingi que estava estudando, meus amigos em volta conversando e eu concentrada rsrs..enfim espero que gostem...

Capítulo 58 - Momentos Bons


 

Emma acordou primeiro que a morena, estava exausta depois da noite intensa de amor, se sentia leve. Sorriu lembrando o quanto a morena estava insaciável, parecia uma leoa faminta, não estava diferente, afinal a saudade de fazer amor com ela era tanta. Regina a abraçou, parecia ler seus pensamentos, ainda de olhos fechados falou.

 

-Amor, em que está pensando?

-Como sabe que estou acordada?

 

-Você acabou de me confirmar, responda.

 

-Estava penando em nós e na noite quente que tivemos.

 

-Me sinto privilegiada de ter uma mulher tão foguenta e que não me decepciona na cama. Você foi feita para mim, Srta. Ewan!

 

-Saiba que isso me enche de felicidade, amor. -Num movimento rápido ficou por cima da morena, olhando em seus olhos. - Você e incrivelmente desejável, seria uma idiota se não dessa conta. -A beijou de forma calma, aos poucos o clima foi esquentando, seus copos nus em contato. Mills apertou o bumbum durinho da loira, acariciando e pedindo por mais contato, logo sentiu a ereção dela contra sua intimidade, que já estava bem lubrificada, pronta para ser devorada. Emma parou os beijos nos lábios e desceu, distribuindo beijos pelo pescoço e chegando aos seios fartos, começou a mamar, fazendo a gemer, quase em descontrole, ficou brincando com os bicos entre os dentes, a provocando.

 

-Isso Ems, você é uma sem vergonha, me fode todinha amor!

 

-Calma vida, quero brincar com esses gostosos, já que daqui mais uns dias terei que dividir com o nosso pequeno.

 

-Ems, isso é tortura demais para mim. -Swan, parou de chupar os seios fartos e foi descendo beija pelo abdome dela, chegou no monte de vênus e passou a distribuir leves mordidas. Mills colocou as mãos entre os cabelos loiros, se contorcia gemendo. Emma, passou o nariz sentindo o cheiro embriagador da sua mulher.

 

-Que maravilha, você é meu vício. -Afastou os grandes lábios da Mills passando sua língua, provando, sentindo o gosto do mel. Continuou a explorar cada pedacinho da intimidade da sua deusa morena.

 

-Humm...gostoso amor, continua não para. -Disse sentindo a língua da sua amada serpentear sua entrada e apertar seu clitóris entre os lábios, lhe causando sensações de prazer intenso. Swan não parou suas manobras de proporcionar prazer a amada, sutilmente começou a pegar o liquido da vagina dela e levar para o ânus com a ponta dos dedos, trabalhando no clitóris, quando percebeu que ela estava pronta, a penetrou um dedo. Regina gemeu alto com a invasão repentina, porém muito prazerosa.

 

-Simm, isso é tão bom! -Emma sorriu com o pau a latejar. Estocou a morena com mais rapidez com a língua e  faz seu dedo entrar mais dentro do ânus dela.

 

-Ahhh, sua cachorra safada....

 

-Que delícia morena!! -Regina a calou puxando a cabeça dela de volta para continuar a chupar sua vagina, Emma estava deixando-a louca. Mills sentiu seu corpo fraquejar anunciando o orgasmo. Emma percebeu e com calma retirou seu dedo do ânus dela e parou suas investidas.

 

-Como ousas parar amor, rápido entra em mim com seu pau!! -Foi logo pegando uma camisinha na gaveta da mesinha do abajur e entregando para a loira que rasgou a embalagem e deslizou o preservativo no seu membro. Se posicionou em cima da namorada a beijando e ajeitando seu pau na vagina dela, começou a penetração, apesar de bem lubrificada, não queria ser grosseira e rápida. Mas Regina queria logo a loira dentro, imediatamente colocou a mão no bumbum dela e a fez entrar fundo em sua buceta, engolindo quase todo o cacete.

 

-Uau, minha nossa amor, que safada, temos que ir com calma!

 

-Cala essa linda e deliciosa boquinha amor e, só me faça gozar bem delicioso no seu pau!

 

Emma gemeu, movimentou seu quadril, dando estocadas precisas. Seus corpos em atrito e um barulhinho nada discreto que a cama começou a fazer, pouco se importavam. Regina não mais aguentou e gozou no pau da amada. Emma sentindo a vagina dela apertando seu pau, parou o momento de estoca-la e a beijou suavemente, a esperando recuperar o fôlego.

 

-Quer que eu pare? -Perguntou.

 

-Nem pensar! –Respondeu num fio de voz. A loira estava louca de tesão. Sussurrou no ouvido da morena.

 

-Fica de quatro para mim amor?

 

-Sim! -Swan se afastou tirando o pênis de dentro da morena, que logo se ajeitou na cama ficando na posição que a loira tanto apreciava. Swan quase deixa escorrer babá de sua boca olhando para o bumbum mais lindo que já viu. Se posicionou atrás e deu uma batida com o pênis na bunda da Mills.

 

-Hummm...

-Gosta?

 

-Muito! -Emma pincelou seu pau na entrada dela a provocando. Regina sentiu o fogo do desejo arder dentro de si. Se gostou do dedo da loira no seu ânus, com certeza a resposta era sim, por um momento pensou no membro duro ali naquela região, só que esperaria a atitude partir dela. Já havia percebido o quanto ela era fascinada pela sua bunda. Emma não aguentou mais provocar e penetrou a vagina da Mills bem fundo, voltou a estocá-la quase perdendo o controle de suas faculdades mentais. Deu uma palmadinha naquele bumbum empinado e durinho. Regina gemeu adorando, fez-a parar de lhe estocar, era hora de dá seu show, começou rebolar no pau da amada, que só apreciava sentindo seu corpo entrar em combustão. Regina não estava diferente, sentiu seu corpo tremer mais uma vez atingindo o ápice, e dessa vez a loira veio junta, urrando, derramando seu líquido dentro do preservativo.

 

-Puta merda, ainda vou ficar doida qualquer dia, Regina!! Falou ofegante, tremendo, esperou passar um pouco os espasmos do corpo e saiu de dentro da morena, tirando o preservativo do seu membro e amarrando, colocou na mesinha, para jogar depois, desabou ao lado da Mills, que estava ofegante, se sentindo saciados por hora.

 

-Digo o mesmo amor, nossa, devo confessar que estou fraca. -Trocaram um beijo apaixonadas, quando pararam, Mills deitou a cabeça no peito da sua loira, ouvindo os batimentos dela ainda acelerados. Ficaram em silêncio sorrindo. Emma passou a fazer carinho no cabelo da morena. Não demorou e a porta se abriu e um certo garotinho entrou no quarto coçando os olhinhos.

 

-Mamães! -Falou bem próximo delas, Emma em segundo puxou o lençol sobre seus corpos.  Sentou na cama junto a morena, com cara de que tinha sido pegas no flaga, o que era verdade, por pouco o menino não pega elas em pleno ato.

 

-Filho!! -Falaram juntas, Regina ia repreende-lo por não ter batido na porta, mas vendo seus olhinhos lacrimejando desistiu...

 

-O que foi meu amor? -Perguntou a loira antes da morena.

 

 -Minha barriguinha dói mamães. -Regina mudou o semblante de feliz para preocupada, assim como Swan.

 

-Ai meu Deus! Filho só virá de Costa um instantinho. – O garotinho fez. Emma pulou da cama, pegou a camisinha com seu líquido para jogar e foi para o banheiro, jogou a camisinha no lixo, lavou as mãos e vestiu um roupão que esatava no bnheiro. Regina imediatamente pegou um roupão que estava no chão e o vestiu, ajeitando em seu corpo, se aproximou e se abaixou ficando da altura dele e tocando em sua barriguinha, olhou a hora e passeava das 8:40. Gertrude não estava no local, havia dado férias a ela. Sorriu mais aliviada, lembrando que aquele dia Henry não teria aula, por ser feriado. A barriga dele estava doendo devido ainda não ter feito o desjejum. Henry era acostumado a se alimentar cedo...

 

-Oh meu amor desculpa mamãe, já era para ter feito o seu café da manhã. -Emma se aproximou.

 

-Vida vamos leva-lo no médico? -Perguntou preocupada.

 

-Nada disso amor, Henry está com fome, somos péssimas mães...

 

-Somos mesmo, mas iremos já resolver esse problema.

 

-Fica aqui com ele que irei tomar banho rapidinho. -Beijou a cabeça do garoto que estava mais alegre com a possiblidade de poder comer. Emma ficou o distraindo, ligou a TV e sentaram na cama assistindo desenhos.

 

Regina tomou um rápido banho e fez a higiene matinal. Saiu do banheiro, foi no closet e vestiu uma roupa confortável, voltou para o quarto.

 

-Já amor, agora você pode ir tomar o seu, vou descer e começar a preparar o café.

 

-Sim, já me junto a vocês. -Deu um selinho na morena e no rosto do filho, foi tomar banho. Regina desceu com o menino, assim que adentraram a cozinha Henry falou.

 

-Mãe a senhora deixa eu ajudar a fazer panquecas?

 

-Claro meu Príncipe!

-Ebaaa!!

 

Regina sorriu do jeitinho fofo dele e o beijou no rostinho corado. Pegou os ingredientes na geladeira e armário e iniciou os preparativos do café da manhã. Henry a ajudando do jeito dele. Emma acabou seu banho, saiu do banheiro e foi para o closet, tirou o roupão e ficou se olhando no grande espelho, sorriu vendo as marcas de unhas da morena pelo seu corpo. “Minha delícia, gata selvagem, amo você tanto” sorriu e tratou logo de se vestir, optou por um visual mas leve, calça de moletom e camiseta, não iria trabalhar, estava de folga, passaria o dia curtindo sua família. No final da tarde iriam ver seu pequenino no hospital e ter ele em seus braços. Desceu as escadas, ficou ouvindo a conversa dos dois na cozinha, se aproximou e se escorou no balcão sorrindo.

 

-Amo tanto vocês, são meus maiores tesouros. –Falou.

 

-Você também é nosso tesouro, né filho?

 

-Simm!! -Estava com as mãozinhas sujas de farinha de trigo.

 

-Obrigada! O que estão fazendo?

 

-Panquecas voadoras do Henry! -Falou o garotinho entusiasmado.

 

-Nossa príncipe, você é show, deixa eu ajudar? -A família reunida no preparo do café da manhã, somente sorrisos felizes, a cozinha ficou uma bagunça, mas enfim aprontaram, arrumaram tudo na mesa e sentaram em volta da mesma. Regina serviu o garoto e a loira com as panquecas, colocando calda de chocolate por cima, iniciaram o desjejum. Emma estava com tanta fome que em poucos minutos, já havia devorado duas, Regina não quis a repreender por está comendo tão rápido, ela precisava de energia. Henry lembrou de algo, que iria perguntar, mas como estava com muita fome nem lembrou, agora era hora.

 

-Mamãe, por que a senhora diz para mamãe Emma que está gostoso e fica gemendo, estavam comendo alguma coisa e nem me ofereceram? -As duas paralisaram diante da pergunta, Emma derramou café na camiseta, sorte que não estava mais quente. Regina queria sumir para não dá aquela resposta. Pensou em uma solução e por sorte ou azar a campainha tocou. Levantou imediatamente da mesa e foi atender, Emma também levantou e a seguiu, estavam envergonhadas, com certeza Henry ouviu tudo, tinham que serem discretas, o problema era conseguirem, já que quando ficavam excitadas queriam transar em qualquer lugar, sem se importar.

 

Regina abriu a porta com a loira atrás da sua costa, se deparou com a visita que estava esperando a mais de um mês. Cora resolveu dá o ar da graça, enfim saberia o segredo cabeludo de sua mãe, Anna também estava junto.

 

-Filha! –Disse a mulher.

-Entrem Cora, Anna!

 

 -Olá Srta Swan! -Falou olhando para a blusa da loira suja de café. Emma nem ligou, apenas apertou a mão da sogra. Anna cumprimentou a irmã e nem se atreveu chegar muito perto da cunhada, apenas um sorriso tímido, que foi retribuído pela loira, que já sabia o quanto a namorada era ciumenta.

 

-Estávamos tomando café, servidas?

 

-Não obrigada, já fizemos nossos desjejuns. -Henry ouviu a voz de Anna, levantou da mesa e correu para a sala.

 

-Tia!!!

 

-Oi meu amor! -Pegou o garoto nos braços o enchendo de beijos, a amizade dos dois havia crescido rápido. Cora feliz e triste ao mesmo tempo, seu neto nem lhe olhava direito, talvez visse o quanto era uma pessoa ruim.

 

Emma percebeu, assim como a morena, mas não falaram nada.

 

-Filho, já terminou? –Perguntou Mills.

 

-Sim mamãe, agora minha barriguinha não dói mais.

 

-Sendo filho de quem é, já devia saber. -Sorriu olhando para a loira.

 

-Ei amor, você acabou comigo por isso devorei a panqueca em segundos. -Foi a vez da morena ficar sem jeito e mudar logo de assunto.

 

-Fique à vontade, Cora e Anna. Vou acabar de lanchar e já venho conversar com a senhora. -Olhou seria para a mãe. Pegou na mão da loira e foram para a cozinha. Sentaram à mesa e votaram a comer.

 

-Nossa, sua mãe nos salvou, nosso filho nos ouviu.

 

-Sim, ele é muito esperto, temos que ser bem discretas.

 

-Impossível, você me deixa louca. –Disse Swan.

 

-Você também me deixa.

-O que sugere?

 

-Não sei, talvez mudar a acústica do quarto? - Sorriu.

 

-Safada, melhor eu gemer baixinho no seu ouvido!

 

-Assim só piora, porque serei eu que gemerei como louca.

 

-Você já geme amor! -Sorriam e mudaram de assunto.

 

-Você acha que Cora vai contar o segredo cabeludo?

 

-Ela vai ter que falar, faz mais de mês que espero, assim não tem como recomeçar com ela.

 

-Entendo, só espero que não seja nada que posso te magoar, mais do que já magoou.

 

-Duvido amor, essa mulher não tem mais como me surpreende de forma negativa.

 

-Espero que não mesmo, vida!

 

Acabaram seus desjejuns e voltaram para a sala. Henry estava entretido brincando com Anna e seus transformes. Cora apenas olhando atentamente, querendo pelo menos migalhas da atenção do neto, que só era direcionado a Anna, naquele momento.

 

Regina se aproximou. -Cora, vamos para o escritório?

 

-Sim, minha querida.

 

-Anna, você vem? – Perguntou a morena, a garota hesitou.

 

-Vai com elas Anna, ficarei brincando com meu Príncipe. -Disse Emma.

 

-Amor, quero você junto a mim!

 

-Vida, o que sua mãe tem a falar, diz a respeito de vocês, depois você me conta tudo, estarei ao seu lado para sempre.

 

-Obrigada!! -Beijou os lábios da loira rapidamente.

 

-Cora, ver se não mágoa minha morena, mas do que já fez! -A mulher olhou para nora com uma cara de que seria impossível não magoar. As três seguiram para o escritório e Emma foi jogar vídeo game com o filho, preocupada, medo de sua amada sofrer mais uma decepção com as descobertas.

***

Daniel estava triste, seguindo em frente. O que tudo indicava, havia perdido de vez o seu boy delícia.

 

Robin havia sumido desde que conversou com a loira, praticamente se isolou, somente ajudava sua mãe na padaria e depois ia para a casa, brincava com a filha e ia para o quarto. Pensava muito em Daniel, queria muito vê-lo. Parecia que o sentimento que era para ser sufocado, havia se tornado mais intenso. Decidiu que era hora de conversar com o rapaz. Fechou a padaria mais cedo e foi para a casa. Tomou um belo banho, fez a barba, vestiu uma calça jeans, uma camisa social azul bebê, penteou os cabelos, pegou algo de sua gaveta, colocou no bolso da calça e logo desceu. Sua mãe estava fazendo o almoço.

 

-Filho, onde vai esse horário, tão arrumado e cheiroso? -Sorriu.

 

-Irei resolver uma coisa muito importante, não voltarei para o almoço. Cadê a Wendy?

 

-Fazendo a lição de casa.

 

-Ok, diga a ela que quando voltar trago sorvete.

 

-Sim meu filho! -Robin deu um beijo no rosto da mãe e saiu porta a fora. Subiu na sua moto e foi para um restaurante japonês, comprar umas comidinhas para levar, queria almoçar com Daniel e o filho dele.

 

Daniel havia voltado recentemente de New York, onde tinha ido resolver uns assuntos, visitar a mãe e assinar o divórcio. Agora sem pendências. Estava ajudando o filho na lição de casa. Não tinha aula para as crianças àquele dia, então o momento era ótimo para curtir o filhão, mas primeiro a obrigação, fazer todas as tarefas e a tarde só de brincadeiras. Nem ouviu quando a campainha tocou. Roland, deixou o lápis e levantou de repente.

 

-O que foi filho?

 

-Papi campinha tocando. -O garoto ainda não sabia falar corretamente, afinal tinha completado 4 aninhos recentemente, Daniel não o forçava a falar direito, afinal a criança tem que viver a fazer de aprendizagem no tempo dela, sem forçar a barra.

 

-Não ouvi nada. -Parou de falar e escutou melhor.

 

-Verdade minha criança, acho que a porta do seu quarto trancada não me deixou ouvir, quem será esse horário? –Já era quase meio dia. Levantou e foi atender. Chegou no andar de baixo, nem olhou no olho mágico, apenas abriu a porta e o coração foi a mil, ao ver Robin parado com o sorriso que tanto gostava, duas sacolas de restaurante japonês nas mãos.

 

-Robin? -Sorriu.

 

-Quem mais poderia ser? - Sorriu. - Não me convida para entrar?

 

-Claro que sim, entre! -Deu passagem para o rapaz entrar.

 

-O que acha de comida japonesa? -Daniel de repente se irritou, depois de ter ligado diversas vezes, mandado várias mensagens, nenhuma teve resposta, agora Robin ia até sua casa como se nada tivesse acontecido.

 

-O que veio fazer? – Robin percebeu a irritação repentina do outro.

 

-Me perdoar Dan? Por ter me afastado de você, precisava de tempo. Emma conversou comigo, passei o mês pensando em você é decidi. -Se abaixou deixando as duas sacolas no chão, se ajoelhou diante do outro, que o olhava atento e cheio de expectativas. -Estou apaixonado, se por acaso me quiser ainda, quero saber se aceita ser meu namorado? -Pegou uma caixinha do bolso de sua calça e abriu mostrando um anel banhado a ouro para Daniel, que colocou a mão na frente da boca abismado. Robin ficou observando a expressão dele na expectativa da resposta.

 

-Seu filho da mãe, como transa comigo depois some? - Começou a estapear Robin que tentava se defender, com os braços.

 

-Me desculpa, diga apenas sim que farei o possível para lhe fazer feliz!

 

-Simm, seu imbecil! -Robin levantou sorrindo e colocou o anel no dedo de Daniel, que estava querendo chorar. Logo o puxou para si colando seus lábios, num beijo apaixonado. Pararam ao ouvirem passos na escada. Sorriam e se afastaram.

 

-Gobi? - Falou Roland.

 

- Ei garotão, senti saudades. –Se abaixou e abraçou o garoto. – Trouxe comida japonesa, você gosta?

 

-É bom! – Daniel pegou as sacolas e levou para cozinha, arrumou tudo na mesa, enquanto Robin brincava com Roland. Ainda iria fazer o almoço, mais que bom que Robin apareceu com a comida, e a surpresa do pedido inesperado. Sorriu olhando para o anel. Os três se sentaram à mesa, começaram o almoço em família. Robin e Daniel, ainda tinham muito o que conversarem, mas por enquanto, iriam apenas aproveitar o momento...

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Tipo assim, leitoras fantasmas se manifestem, adoro os comentários, se tiver pelo menos uns 50 nesse cap, rsrs faço um esforço e volto amanhã com um novo, revelando os segredos de Cora, rsrs...👇💋❤️️😘


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