História Conselheira Amorosa - Capítulo 7


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Categorias Originais
Tags Comedia, Drama, Romance
Exibições 3
Palavras 722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Abro os olhos e vejo que já é dia, me obrigo a sair da cama e vou até o banheiro, meu rosto tem um expressão horrível, os olhos inchados de tanto chorar feito trouxa, encaro minha figura no espelho.

- Chega! Eu não mereço isso! - digo pra mim mesma. - Andrew... - sorrio sem graça. - Nunca mais quero te ver! - determino.

Resolvo tomar um banho e sair pra caminhar, ao sair porta afora percebo o silêncio no apartamento vizinho, Andrew não está, desço o elevador e já na rua sigo andando sem rumo, vou parar num parque ali perto, sento-me em um banco, olho para as pessoas andando, crianças correndo e pássaros cantando, todo mundo parece feliz, menos eu, porque isso? Porque só eu tenho que ser infeliz? Perguntas sem respostas. As horas passam, só sinto vontade de sair dali quando minha barriga ronca, resolvo procurar algo pra comer, encontro uma barraquinha de cachorro quente. De barriga cheia volto pra casa e resolvo esquecer do mundo, vou dormir. Quando já é noite pego o celular pra ver as horas.

- Droga! - digo ao ver um monte de chamadas perdidas.

Quando saí esqueci ele em casa, ligo pra mamãe, conversamos um pouco, ela ficou preocupada por eu não ter atendido, disse que sai comer alguma coisa e esqueci ele em casa, tento disfarçar que estou mal, acho que ela acreditou.

- Manda um beijo pro papai! - digo.

- Ele te mandou outro e disse pra você aparecer aqui logo pra fazer outro bolo de cenoura!

- Pode deixar! - sorrio. - Beijos mãe!

- Tchau minha querida e me mande notícias!

- Ok! - mamãe desliga o telefone.

Resolvo ligar pra Mary antes que ela resolva aparecer aqui.

- Onde você está? Porque não atende o celular? Estou feito doida atrás de você...

- Mary para! - interrompo.

- Hanna, o que houve? Estou ido ai! - ela fica preocupada.

- Não precisa, estou bem. - minto.

- Não minta pra mim, te conheço até pelo celular dona Hanna! Chego ai em 20 minutos!

- Por favor Mary, não! Preciso ficar sozinha! - enxugo uma lágrima.

- Ai meu deus! Hanna... - ela respira fundo. - Isso tem alguma coisa a ver com o jantar de ontem?

- É.

- Você não quer que eu vá aí, mas você vai ter que contar tudo pelo celular mesmo, e se eu souber que o Andrew te vez alguma coisa eu mato ele! - Começo a chorar. - Hanna por favor tenta se acalmar! - Mary está aflita.

- Ele é o maior idiota do mundo... E eu também! - abraço o travesseiro.

- Vamos Hanna, conta! - insiste Mary.

Tomo o fôlego e lhe conto tudo, desde a omelete até a tentativa dele me beijar, não pulo nenhum detalhe. Assim que termino fico em silêncio.

- Oh Hanna, e pior é que você também gosta dele! - diz Mary.

- Não gosto não! - tento parecer confiante.

- Se não gostasse não estava nessa situação né criatura!

- Pior que você tem razão! - volto a chorar novamente.

- Tem certeza que não quer que eu vá ai?

- Tenho! De verdade Mary, preciso ficar sozinha!

- Contra minha vontade e você sabe disso! Mas... Tudo bem! - Mary fica em silêncio. - Hanna!

- Oi.

- Se precisar sabe que estou aqui né?

- Sei sim, obrigada!

- Te amo!

- Também! - e desligo.

Fico olhando o aparelho em minha mão, resolvo ver um pouco de TV, começo a mudar os canais e nada, paro em um filme, romance, a cena é de um cara que agarra a mocinha e lhe da um beijo, ela retribui no começo, mas se afasta dele logo em seguida.

- Você não pode fazer isso! - diz ela começando a chorar.

- Mas eu te amo! - responde ele. - Eu te amo Liz, preciso de você na minha vida!

- Não, não ama! Você está com a Kate! - ela enxuga as lágrimas. - Pare Rick, pare de brincar comigo, pare de brincar com meus sentimentos!

Rick se aproxima dela e a abraça, ela sede.

- Mas eu te amo!

Desligo a TV em lágrimas, volto me arrastando pro quarto, me jogo na cama e apago, ou, pelo menos, tento


Notas Finais


Quanta depressão --'


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