História Consequences - Interativa - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Bangtan Boys, Bts, Exo, Fanfic Interativa, Interativa, Interativas, Kpop
Exibições 83
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!!! Olha quem voltou com mais um capítulo? E mais cedo que o esperado! Exatamente! Eu mesma dhaksuz
Eu estava com tempo e criatividade, então pensei; por que não aproveitar?
Mas não se preocupem, ainda terá capítulo essa semana e quem sabe, se tudo der certo, pode ter até dois.
Agora, parabéns e obrigada a @Creative_Mode pela personagem <3
Leiam as notas finais porque tem avisinho.
Boa leitura e até mais!

Capítulo 5 - Kwon Ji Myung


Fanfic / Fanfiction Consequences - Interativa - Capítulo 5 - Kwon Ji Myung

Você é uma empresa caseira

Eu sou uma corporação

Eu sou uma coletiva de imprensa

E você é apenas uma conversa. — Obsessed; Mariah Carey.

 

Kwon Ji Myung voltava para casa em passos largos já que passou boa parte do dia apenas tirando fotos e fazendo alguns desenhos aleatórios. Sempre que saía para se inspirar, acabava perdendo a noção do tempo. Mesmo que não mostrasse para ninguém, fotografar e desenhar eram coisas que ela realmente amava fazer. 

Ao chegar na rua de sua casa viu uma limousine de coloração preta parada, curiosa acelerou ainda mais os passos. 

— Myu unnie! Você chegou! — Assim que entrou em casa, escutou a voz de sua irmã mais nova, Ji Sora, e sorriu ao ver a garota em sua frente. — Você demorou muito. — Falou, formando um bico nos lábios.

— Desculpa, acabei me empolgando. Vou compensar a demora com o que você quiser. — Respondeu ainda sorrindo. Apesar de Sora ter treze anos, ainda era uma verdadeira criança. 

— Tudo bem! — Sorriu contente. — Ah, unnie, mamãe disse que quer conversar com você. 

— Ela já chegou? Estranho…  Ela sempre chega a noite…  Você sabe sobre o que é? — Pergunta e a mais nova nega. — Onde ela está?

— Na cozinha. — Aponta para o local. — Vou para o quarto e se prepare para minha vingança. — Fala, rindo, o que faz com que a mais velha solte uma risada também, vendo Sora entrando no quarto que as duas dividiam juntas em seguida. 

Myung respira fundo e antes de seguir para a cozinha, deixa sua bolsa de um marrom carvalho em cima do pequeno sofá. Assim que entra no cômodo, vê sua mãe sentada com uma maleta preta em mãos e ao lado dela dois homens de expressões sérias e ternos pretos impecáveis. 

 — Omma? O que você quer falar comigo? E quem são esses homens? E o que tem dentro dessa maleta que está segurando? — Pergunta tudo de uma vez. Sua curiosidade não era algo que conseguia evitar.

A mulher suspira, pensando em como dizer isso para a filha sem parecer um monstro. Sabia que desde a morte do marido a cinco anos atrás não foi uma mãe presente e muito menos uma boa mãe, porém, elas precisavam disso. 

— Myu…  Nós precisávamos de dinheiro e eu não sabia mais o que fazer…  Só o meu trabalho como enfermeira não estava dando então…  — Pausou, respirando fundo antes de continuar. — Você irá com esses homens. 

— Ir com eles? Por quê? — Myung pergunta, confusa. Não tinha entendido o que a mulher queria dizer com aquilo.

— Eu sinto muito, filha, mas…  Eu…  Te vendi…  E é por isso que você precisa ir com eles. — Respondeu, olhando a garota em sua frente.

— O quê…? N-não é possível. Mãe, a senhora…  Como pôde?! Agir inconscientemente desse jeito! — Estava indignada, isso explicava o fato de sua exaltação. — Pensou em como a Sora vai reagir? Com você fora todos os dias eu me tornei uma mãe para ela, uma mãe que ela nunca teve! Sem mim aqui quem vai cuidar dela? O que eu fiz? Eu sempre te respeitei, te ajudei em tudo e nunca neguei nada! Me diga, a culpa é minha estarmos em uma situação precoce? — Ao terminar, fechou os olhos, tentando agir pelo seu lado responsável. Não adiantaria em nada gritar ou se exaltar.

— Eu sei…  Mas, olhe…  Todo o dinheiro será para os estudos e para as tão sonhadas aulas de danças de sua irmã. — A mulher falou, tentando acalmar a filha e fazer com que ela aceite. 

— Acabou o tempo. Vamos! — Um dos homens, o mais alto e também mais sério, falou, caminhando em direção a Myung e a pegando pelo braço, saindo com ela e sendo acompanhado pelo outro em seguida, deixando a mulher lá, com a maleta, seus pensamentos e algumas lágrimas.

Myung os acompanhou, afinal, estava sendo praticamente arrastada, não queria gritar para a irmã não escutar, no entanto, antes que saíssem, lembrou de sua bolsa e tentou soltar-se do homem para pegá-la, mas teve como resposta apenas um apertão no braço o que a fez soltar um gemido de dor.

— Esperem! Eu não vou sem a minha bolsa. — Falou, parando de andar.

— Não pode levar absolutamente nada. Tudo o que precisar você terá lá. — O homem que estava os seguindo, respondeu, empurrando a garota para que continuasse a andar. 

Suspirou. De fato, não queria ficar sem sua bolsa, ela era uma das coisas mais preciosas para Myung. Antes que pudesse pensar em qualquer coisa, sentiu seu corpo ser jogado e uma dor em suas costas e em seguida, a porta se fechando, quando se deu conta, percebeu que já estava dentro de um carro. O mesmo que ela vira antes de entrar em casa. Tentou olhar pelos vidros, mas eram escuros e não conseguia ver nada por eles. Alguns segundos depois, a limousine já estava em movimento e Myung apenas conseguia sentir raiva e tristeza, mas logo depois pensou que se Hee, sua mãe, a amasse mesmo nunca teria a vendido. Sentiu algumas lágrimas quentes caindo, porém não chorava pela sua mãe e sim por sua irmã mais nova, que ficaria sozinha e talvez fosse vendida assim como ela, no entanto, lembrou do que a mãe dissera, sobre o dinheiro ser investido em Sora. A felicidade e satisfação de Myung haviam aumentado em dez por cento, por enquanto.

[…]

— Sem gracinhas e nem pense em fugir, a menos que você queira se machucar. — O mesmo homem que havia a pego pelo braço mais cedo falou e sem esperar uma resposta, jogou Myung dentro do cômodo totalmente desconhecido pela garota. A porta se fechou, fazendo um baraulho estridente devido ao fato de estar enferrujada. Olhou em volta para ver em que lugar estava e constatou que com certeza, não era um bom local, mas era pela sua irmã.

— Hwan! Yunny! Unnies! Chegou mais uma garota! — Yang Mi falou, atraindo a atenção das mais velhas - e da própria Myung - que estavam no outro lado da sala. O lado mais escuro daquele lugar, tentando achar alguma saída ou qualquer coisa que pudessem usar para escapar. 

— Quem é você? Que lugar é esse? — Myung perguntou, desconfiada da garota de cabelos castanhos a sua frente.

— Me chamo Yang Mi. — Sorriu. E antes que pudesse perguntar o nome de Myung, Hwan e Yunny pararam entre as duas, olhando a mais nova garota.

— Como se chama? Eu sou Park Hwan Mi e essa é Hwang Yunny. — Hwan fala, tentando parecer o mais calma possível, mas no fundo se perguntava quantas mais iriam chegar.

— Meu nome é Kwon Ji Myung. Onde estamos? — Pergunta, olhando em volta novamente. Ainda não acreditava que sua mãe a tinha vendido para ficar em um lugar como aquele. Apesar de ser uma sala grande, não tinha uma iluminação adequada, o piso era apenas cimento e com algumas poças de água, fora o fato de não ter janelas. 

— É o que queremos saber. — Yunny responde, sorrindo fraco. 

— Bem…  Eu adoraria conversar, mas preciso sair daqui. — Hwan fala, deixando as três e voltando até onde estava, tentando ver se encontrava alguma rachadura ou algo para quebrar a parede.

— Ei! Sentem-se. — Yang fala, apontando para alguns colchões que continham ali. Pelo menos temos algo macio para sentarmos, pensou.

— A quanto tempo estão aqui? — Myung pergunta, sentando timidamente ao lado de Yunny.

— A algumas horas. Mas parece uma eternidade. — Yunny responde, suspirando e Myung assente.

— Eu não acredito! É impossível! Precisa ter algum meio de sairmos daqui. — Hwan fala, sentando-se ao lado de Yang.

— Calma, unnie, o que nos resta é esperar. — Yang fala baixinho, deitando a cabeça no ombro da mais velha, que suspira ainda pensando em uma forma de sair daquela sala.

 


Notas Finais


Bom, é isso! O que acharam do capítulo e da nova personagem?
Um pedido para a dona da personagem; se eu a interpretei errado ou escrevi algo que ela não faria/falaria, só me avisar que eu arrumo, okay?
Se tiver algum erro ortográfico, por favor, me avisem.

Agora, vamos ao avisinho. Esse será o último capítulo com apenas uma personagem, como temos 19 personagens no total, apresentar uma de cada vez ficaria cansativo até mesmo para mim, então os próximos terão duas ou mais personagens. Até porque, assim a história vai mais rápido.
Era só isso mesmo, nada de sério.
Beijinhos e até o próximo capítulo <3


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