História Consequência Perfeita - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo, Personagens Originais
Tags Lutteo, Sou Luna
Visualizações 718
Palavras 3.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi <3
O que você está fazendo aqui hoje, mulher? Resolvi postar hoje. Só isso mesmo.
CÊS TÃO PREPARADOS PRO JANTAR?

BOA LEITURA!!!

Capítulo 27 - Um novo começo


Luna Valente

Tirar todas as roupas do armário e não fazer a menor ideia do que vestir para jantar com um cara é uma coisa normal, não? Quer dizer, que eu tenha ficado algumas horas pensando no que seria melhor usar não quer dizer que eu esteja extremamente nervosa para sair com Matteo.

Provei vestidos, blusas, calças, saias e sapatos de todos os tipos. Nada me agradou. Moletom é desleixado, blusa branca com jeans é muito normal, saia lápis e salto vai parecer que me arrumei demais. Vasculho mais algumas vezes e puxo um vestido preto depois que Sophie bate pela milésima vez na porta do meu quarto, perguntando se já estou pronta.

Minha visão no espelho me agrada. Não é desleixado, nem exagerado. Preto, básico, solto, acima dos joelhos e com mangas compridas. É exatamente do que preciso. Penso em usar um tênis que combine, mas definitivamente mudo de ideia. Prefiro não ouvir piadas sobre minha altura vindas dele hoje e uma bota de salto resolve meu problema. Demoro mais alguns minutos e dou uma última olhada no espelho. Passei uma maquiagem leve, mas que realça meus olhos, e que no caso é uma das únicas que sei fazer. Estou pronta.

- Que mulher é essa? – Sophie deixa o queixo cair quando eu apareço na sala – Você está um arraso. – bate palmas animada.

- Meu pai vai pirar. – Sol repete a ação da baba e eu já até imagino o que as duas ficaram confabulando enquanto eu trocava de roupa.

- Não está muito simples e nem muito exagerado, não é? – minha amiga faz um gesto com as mãos, indicando que estava tudo perfeito.

- Só esse batom que poderia ter mais vida.  – discorda de si mesma.

- Estou indo jantar, acho que está ótimo esse nude. – olho no espelho gigante da minha parede – E eu amo essa cor.

- Você pode amar a cor que quiser, amorzinho, mas para sair com o gato do seu ex um vermelho daqueles bem vivos cairia muito bem. – pisca um olho.

Nego com a cabeça. Negativo. Não vou gastar meu batom vermelho num primeiro encontro com Matteo. Se é que vou considerar isso um encontro.

- O papai vai ficar olhando pra você com aquela cara de bobo. – Sol dá uma gargalhada gostosa e Sophie a acompanha – Ele nem vai jantar porque vai ficar babando.

- Ô menininha. – a encaro – Quem anda te ensinando essas coisas, em?

- Ninguém. Eu vi no filme que o príncipe olhou tanto pra princesa que até babou. O meu pai vai fazer igual. – o jeito debochado que ela se explica me da nos nervos. Tudo bem ela ser filha dele, mas precisava fazer até os mesmos gestos na hora de falar? Desde que ela o conheceu ficou ainda mais parecida com ele, e eu achei que isso nem seria possível.

- Ela tem total razão. Ainda mais se você colocar uma cor nessa boca.

- Ai quando vocês se beijarem o papai vai virar um palhaço.

- Primeiro. – encaro Sophie – Não vou mudar a cor do meu batom. E segundo. – mudo meu olhar para Sol – Não vou beijar o seu pai. Nós vamos sair para jantar como amigos.

- Amigos igual quando você beijou ele lá na pista? – ergueu uma das sobrancelhas.

- Sol Balsano, se você lembrar esse momento mais uma vez vou te deixar de castigo. – ela cruza os braços e faz bico – Mamãe está fazendo isso pelo seu bem. Posso ter beijado seu pai, mas nós ainda somos apenas amigos. Não quero que se confunda.

Priorizar os sentimentos da Sol é algo que faço constantemente. Não quero iludir ela e fazer parecer que eu e Matteo estamos em um relacionamento quando a verdade não é essa. Que tudo esteja evoluindo não quer dizer que vamos ser uma família em dois tempos. Talvez não sejamos isso nunca. E dar muito espaço para as ilusões dela é permitir que ela sofra caso isso não aconteça. Por isso prefiro que ela pense que eu sigo inflexível a tudo relacionado a Matteo.

Sophie também não ajuda muito colocando na cabeça da criança que tenho que usar batom vermelho para sair com ele. Ela poderia ser só um pouquinho menos obvia.  Pelo menos quando eu estava prestes a sair e ela quis me dizer para aproveitar a noite sem me preocupar com nada, teve a noção de sussurrar isso.

Combinamos de nos encontrar no restaurante por uma questão meramente estratégica: não quero que pareça um encontro, e se ele fosse me buscar em casa, claramente pareceria um. Preferi não passar por possíveis momentos constrangedores ao estar sozinha com ele dentro de um carro durante todo o caminho até o restaurante.

A primeira constatação que faço ao chegar é que o ambiente é bem agradável. Luz baixa, musica ambiente, vista para o mar. Matteo acertou em cheio escolhendo esse restaurante. Procuro-o com olhos, mas logo aparece um garçom que me guia até a mesa indicada. E é obvio que ela estava num lugar afastado. Ele não estava mesmo perdendo tempo.

Fico desestabilizada quando vejo o sorriso dele se abrindo ao me ver. Sabe aquela coisa toda de mariposas no estômago? Acho que estou sentindo elas. Em pouca quantidade, mas fizeram cócegas quando aquele odioso sorriso lindo se abriu para mim. O garçom se aproximou para puxar a cadeira para mim, mas Matteo negou com a cabeça e ele se retirou. Internamente dei uma gargalhada ao reparar que eu não sou a única que veio inteiramente de preto.

- Boa noite. – se aproxima.

- Boa noite. – nos cumprimentamos com um beijo no rosto.

- Ainda bem que escolhi uma mesa aqui dentro. A lua teria que fazer um esforço para brilhar mais que você se estivéssemos lá fora. Sei incredibilmente bella.

Apesar de não fazer a mínima ideia do que ele disse em italiano tenho a típica reação de sorrir de leve e abaixar o olhar. Acontece todas as vezes que recebo um elogiou ou que alguém me olha de maneira intensa, como ele está fazendo. Enquanto me ajeito na cadeira ele volta para o outro lado. Tento pensar num elogio para devolver e percebo que ainda não estou preparada para admitir a Matteo que o acho um homem atraente fisicamente.

- Você fica bem de preto. – ele franze o cenho e eu mexo no cabelo para disfarçar meu nervosismo – Essa roupa, caiu bem em você. Seu estilo sempre foi sua marca, isso te deixa com um ar mais atraente.

Agradeço a mim mesma por ter conseguido dizer a ultima parte de uma forma mais descontraída e que não parecesse que continuo sendo totalmente apaixonada por esse jeito mauricinho que ele insiste em ter. Posso sentir minha cabeça trabalhando para não entrar em pane elétrica com a dubiedade dos meus pensamentos. Metade grita “ei, você está com medo porque ele pode te fazer mal” e outra parte diz “olhe para ele, é tão lindo e apaixonante, você está caidinha por ele”.

- Gosto de saber que acha meu estilo atraente. – sorri convencido – Ter morado em vários lugares do mundo me ajudou a ser assim. Em cada lugar se usavam roupas diferentes e eu tinha dificuldade de me adaptar até a isso. Resolvi que adotaria um estilo próprio, mesmo que ele fosse diferente dos demais e desde então me visto assim

- No começo eu achava que você queria se aparecer, mostrar que era rico, que podia ter roupas caras e que era o melhor. – confessei uma das primeiras opiniões que tive sobre ele logo que nos conhecemos.

- Sério? – ele muda completamente de expressão, como se não imaginasse que eu tinha essa opinião – Por que pensava isso?

- Porque você dava essa impressão. Lembre-se que eu não era da mesma classe social que você, Matteo. Eu era a filha dos empregados e você um mauricinho rico que tinha tudo das mãos e se achava o melhor em tudo. No inicio imaginei que você se vestir de um jeito mais social tinha a ver com isso.

- E posso saber quando sua opinião mudou?

- Quando eu vi que você realmente gostava de ser assim. Do mesmo jeito que eu gostava de me vestir com todas as cores uma por cima da outra. – uma das poucas coisas que eu fico feliz em ter mudado foi o meu estilo. Olhando para trás eu vejo o quanto aquelas roupas não me favoreciam em nada.

- Eu te achava linda mesmo se vestindo daquele jeito.

Outra vez repeti a ação de abaixar o olhar. Um garçom veio tirar o pedido e deixei que Matteo escolhesse por mim, já que ele conhecia o lugar. Pedi uma taça de água para beber porque não acho que seja o melhor momento para beber. Digamos que não sou a pessoa mais forte para bebidas e tenho certo receio do que pode acontecer se eu ficar bêbada num momento como esse.

Fui relaxando aos poucos, sóbria, mas relaxada. Matteo em nenhum momento me deixou constrangida ou deu a entender que tinha me convidado para jantar com segundas intenções, ainda que eu saiba que isso está implícito. Conversamos como dois amigos normais, contado um pouco das nossas vidas um ao outro.

- E foi assim que eu quase fui parar na delegacia. – bebeu um gole de vinho.

- Eu não posso acreditar. – limpei a boca com um papel porque quase joguei a comida para fora com ele contando o que tinha acontecido – Não pensei que fosse possível alguém esquecer como se fala algum idioma.

- Nem eu. Mas naquele dia eu juro que não conseguia falar inglês. O policial me parou e só saiu italiano misturado com espanhol. Se não fosse a Kate eu teria uma passagem pela polícia.

- Kate literalmente te salvou de muitas coisas. Agora entendo todo esse carinho que você tem com ela.

- Isso que você não sabe das dançarinas. – riu para si mesmo.

- Que dançarinas? – segui a risada dele, mas quando fiz isso ele mudou de expressão.

- Nada. – sorriu fraco – É só coisa do passado.

- Eu também sou coisa do seu passado e estamos jantando juntos. Qual é a história com as dançarinas? Você pode me contar. Não é um problema para mim.

Já posso imaginar a que tipo de história e a que tipo de dançarinas ele está se referindo, mas se vamos contar coisas da vida um para o outro, é melhor que ele conte tudo isso de uma vez.

- Estamos numa conversa fluida e não acho que esse seja um assunto que vai nos deixar confortáveis. Por que acabar com esse momento falando de coisas que já passaram?

- Só queria saber. Você comentou super animado e achei que fosse algo importante. Mas já imagino o que seja. Não faço questão de saber, era só se quisesse falar.

- Tem uma parte da minha vida em Oxford que ainda é cedo demais para você saber. Já te disse que fiquei com várias mulheres, mas contar exatamente como tudo aconteceu não é o que pretendo fazer. Fui um cafajeste por algum tempo. Se você souber o que eu fiz vai sair correndo daqui agora e nunca mais vamos nos ver.

- E por que está me dizendo que fez alguma coisa se não vai contar?

- Porque quero que saiba o que você fazia comigo. O que a sua falta me fez fazer. Eu enlouqueceria se ficasse pensando em você e a minha saída foi essa. Mas não quero prolongar esse assunto. – estica uma das mãos e alcança a minha – Prefiro ouvir o seu lado dessa história. Como foi o crescimento da Sol e isso tudo que já conversamos, mas que não me entedia nunca.

- Nem tudo foram flores e se entrarmos nesse assunto a probabilidade de tocarmos a ferida um do outro é bem grande. – deixo claro porque é um fato, se ele se divertiu nos primeiros anos, pode ter certeza que minha versão da história é bem diferente. Apesar de ter tido uma felicidade muito maior que a dele, sofri em dobro também.

Ele pensa por alguns segundos e concorda. É claro que concorda. Eu tinha toda razão nisso.

- Então é... Queria te fazer uma pergunta que venho pensando em fazer a tempos, mas tenho um pouco de medo da resposta então estou adiando. – pela primeira vez durante toda a noite o vejo expressar nervosismo e sinto uma corrente elétrica passar por mim – Eu sou um bom pai? Você se arrepende de ter me apresentado a nossa filha?

O que? Essa era a pergunta dele? Ele ficou todo nervoso para perguntar isso? Depois do choque inicial, me da ternura ver o ansiosidade dele esperando minha resposta. Penso bem no que responder. No geral ele é um ótimo pai e pensei que com toda essa arrogância e convicção de si mesmo ele soubesse disso. É lógico que ele tem falhas, porque alguém que descobre que tem um filho da maneira que ele descobriu não vira pai de uma hora para a outra, mas ele se esforça.

- Você é ótimo. Pensei que soubesse disso. – ele nega – Mesmo?

- Meu pai não foi o que eu posso chamar de pai presente. Sempre tinha que viajar de ultima hora, passar datas importantes longe de casa, se mudar antes que eu e a minha mãe para ajeitar a nossa mudança. Ele não foi um pai ruim, mas também não é aquele exemplo que vemos nos filmes. – suspirou e senti uma pontada no peito, não gostei de ver ele assim – Fiquei completamente desesperado quando você apareceu com ela. O que eu faria com uma filha? Como eu teria que agir com uma menina de cinco anos? Minha relação com o meu pai sempre foi difícil e quando caiu a minha ficha de que agora eu estava na posição dele, a primeira coisa que pensei foi que talvez eu não fosse bom o suficiente para ela e que acabaríamos tendo uma relação como a minha com o meu pai.

Senti um soco no estômago. Desses bem fortes que te deixam desestabilizada. Eu não sei quase nada dele. As poucas coisas que ele me contava anos atrás eram vagas e não diziam muito a respeito dos verdadeiros sentimentos dele com relação a tudo. E agora eu entendo que desprezei isso. Fui tão egoísta me importando com tantas coisas e não com ele. Pensei conhecer Matteo só pelo que ele expressava por mim, mas existia muito mais dele que eu não tive capacidade de conhecer. Assim como ele não teve de conhecer a mim. Em certos pontos éramos meros desconhecidos naquela época.

- Eu não tinha ideia disso. E agora digo com toda propriedade que você é um pai excelente. - agora fui eu quem esticou a mão até o outro lado da mesa para fazer carinho – Você superou todas as minhas expectativas.

- Fiquei com medo de te decepcionar. E de decepcionar ela. Já errei tanto com você que as vezes penso que você merecia estar bem longe de mim. A maior verdade é que nós dois juntos temos um poder autodestrutivo muito forte. Eu te magoei, você me magoou. Nós dois precisamos aprender a ser menos egoístas e a confiar mais nos outro.

- É horrível admitir isso, mas sei que sou egoísta em relação a isso.

- O nosso grande problema foi não confiar. Nenhum de nós confiava no outro. E não confiávamos no que estávamos sentindo um pelo outro. Eu e você temos medo do amor, Luna. Estou disposto a tentar superar isso. Vem comigo, é mais fácil se estamos juntos.

Sabia disso, ainda que fosse complicado admitir que eu não era valente o suficiente para lutar contra essa coisa avassaladora que me enche de medo.

- O que exatamente você espera de mim?

- Que me deixe ganhar sua confiança.

- Já estou fazendo isso desde Las Vegas.

- Nunca vai conseguir se não me deixar me aproximar de verdade.

- Está me pedindo que tente começar um namoro antes de confiar completamente em você?

Isso parecia surreal e falando em voz alta, mais ainda. Não existe como começar uma relação se falta confiança de uma das partes. É como uma casa, se um material não é de boa qualidade, não adianta os outros serem, ela não vai ficar estabilizada.

- Não. Estou pedindo que me deixe conquistar a única coisa que falta entre nós. Amor nós temos, paixão também, atração é inegável que existe. Eu te disse que te daria seu tempo, e farei isso, mas se você se deixar levar fica mais fácil.

- Seja mais claro, Matteo.

- Você quer tentar alguma coisa comigo agora? Qualquer coisa. Porque eu não sei lidar com isso de ser só seu amigo. É complicado fingir que não sinto nada quando você está perto, que não tenho vontade de te beijar, que não penso na gente. Se você achar que ainda não dá, eu entendo e espero. Mas se existir a mínima possibilidade da gente começar de novo...

- Eu quero. – o interrompi.

Um turbilhão de emoções passou por mim. Senti meu peito pulsando e minha garganta ficando seca de nervosismo. Precisava colocar alguma coisa para fora. Admitir que todos esses anos esperei esse momento e que tudo o que eu mais quero é voltar a confiar nele. Por mais que eu tente muito negar, Matteo é uma parte fundamental de mim.

- Isso é sério? Sério mesmo?

- Sim. Mas vamos devagar. Não estamos namorando, ok? – isso tinha que ficar bem claro.

- É claro que não, linda, ainda faltam vários passos para isso. – suspirou frustrado, mas riu em seguida.

- Eu posso retroceder se você fizer esse tipo de coisa.

- Desculpa. Não está mais aqui quem está frustrado por não poder beijar e agarrar essa mulher gata pra caralho a hora que quiser. – revirei os olhos – Agora podemos chamar isso de encontro? – cruzou os braços.

- Ainda não. – fiz o mesmo – Só no próximo encontro.

Ele deu seu melhor sorriso de mauricinho e chamou o garçom para pedir a conta.

Eu respirei fundo algumas vezes. Ele estava prestando atenção em mim, mas me deu o tempo que eu precisava para entender o que havia acabado de acontecer.

Nós vamos ter alguma coisa.

Nós vamos ter um novo começo.

Saí de casa certa de que nada aconteceria aqui, e bem, eu estava bem errada.

Ok, eu oficialmente dei uma chance a Matteo Balsano. 


Notas Finais


E ai?
O que me dizem?
AAAAAAAAAAAAAAAAA
MEU LUTTEO TÁ MUITO VIVO!!!
Ela vai dar uma chance a ele.
Ele vai aproveitar essa chance ao máximo.
Recapitulando o que vem acontecendo. Ele beijou e ela correspondeu, ele se declarou e ela disse que sentia alguma coisa, ele se abriu sobre ainda ter medo de amar e ela também tem e por fim, ELA VAI DAR UMA CHANCE A ELE!
Eu só posso dizer uma coisa: no próximo capítulo tem uma ceninha deles na praia.

Comentem e façam a Luaninha feliz :)
Nos vemos <3


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