História Consequências de uma vingança - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Chrollo Lucilfer, Kurapika
Tags Chrollo, Kurapika, Kuroro
Visualizações 70
Palavras 1.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie! Boa leitura

Capítulo 16 - Acidente


Fanfic / Fanfiction Consequências de uma vingança - Capítulo 16 - Acidente

Kurapika olhava para Kuroro que dormia profundamente ao seu lado.

Sinto que isso não vai demorar muito.

O loiro foca na aliança que Kuroro tem em eu dedo.

E para espantar qualquer mulher que chegue perto e mim.

Ayano começa a chorar.

O Kuruta levanta para impedir que o choro acorde seu pai,

-Está chorando de novo meu amor. Vem cá com o papai, vem.

Kurapika carrega sua filha no colo. Ele cantarola uma pequena canção enquanto nina sua filha. Kurapika vê a caixinha onde estava a outra aliança.

Ele pega o objeto e caminha até a varanda.

Sentando no banco enquanto o vento balança seus cabelos. Ele balançava Ayano que agora não chorava mais tão forte.

Kurapika coloca a aliança no dedo.

-Até que não ficou tão ruim.

-Kurapika!

Kuroro aparece em pé na porta da varanda. Era incrível como a luz da lua contribuía ainda mais para aumentar sua beleza.

-Você devia aprender a dormir de pijama.

-Qual o problema de dormir de cueca? Você já me viu nu.

O moreno chega bem perto.

-Qual o problema dela? Kuroro pega sua filha no colo.

-Eu não sei. Eu já chequei sua fralda e estar limpa acho que pode estar com cólica.

-Já experimentou da comida?

-Ainda não.

-Eu vou lá para cozinha dar comida para ela.

-Faça isso.

Kuroro vai para a cozinha.

-Ate que ele pode ser um bom pai.

XXX

Kurapika acorda às oito da manhã e desce para ver se o café ainda estava na mesa.

Quando chega à cozinha encontra todos na mesa.

Kurapika senta ao lado de Senritsu

-O que foi?

O loiro olha para Kuroro que estava emburrado.

-O que foi?

-Eu tenho que perguntar de novo?

-Kurapika!

O Kuruta é abraçado por trás.

Leorio o que faz aqui?

Kuroro levanta-se e vai para cozinha.

-Ainda não me respondeu

-Eu vim visitar essa coisa linda

Leorio pega Ayano no colo.

Kuroro volta é vê Leorio com Ayano no colo. Mas ele não fala nada, apenas senta-se em seu lugar.

-Eu trouxe um presente.

-Mais um? Diz Kuroro

-Quanto mais presente melhor. Viu com o titio e bom?

-Ela já ganhou presente de mais. Ontem Kuroro e eu fizemos compra no shopping

-Foi é?

-Foi à gente se divertiu muito. Minha filha adora se diverti com os papais. –Kuroro sorrir.

Leorio olha feio para Kuroro. –Bom saber.

O Leorio estava esperando você acordar. Desculpe Leorio, ele ultimamente tem acordado bem tarde. –Fala Basho

-Me desculpe eu passo a noite em claro cuidando de criança.

-Não está mais aqui quem falou.

-E tão ruim cuidar de uma criança?

-É horrível

-Eu amaria cuidar de uma criança. – Leorio fala enquanto olha para Kurapika.

-Se quiser um filho e só fazer um. –Fala Kuroro

Isso não vai prestar. Kurapika fala em pensamento

-Eu estou esperando a pessoa certa. Pode demorar, mas eu sinto que a pessoa certa vai vim para mim.

Isso não vai prestar.

-Concordo. Não tem nada melhor do que ter um filho com quem ama.

-Mais ainda se esse amor for reciproco. Uma pena que não são todos que consegue isso.

Kuroro aperta a toalha da mesa.

-Kurapika que aliança é essa? –pergunta Killua

O loiro olha para seu dedo. Eu me esqueci de tirar a aliança.

-Isso bem...

-E a aliança que eu comprei. Fala Kuroro

-Aliança! Todos falam em uníssono

-Vocês vão casar! –Pergunta Senritsu

-Tão rápido. –Indaga Basho

-Quando é o casamento? –Questiona Gon

-Vai ter doce? –Pergunta Killua

Leorio levanta.

-Kuroro posso falar com você?

O clima fica pesado.

Kuroro encara Leorio.

-Mas é claro.

-Eu acho...

-Você não acha nada, Kurapika. Mas é claro que eu posso Leorio.

XXX

Leorio fecha a porta do quarto.

-Que historia e essa de casamento? Leorio tentava manter a aparência de calmo.

-Não é o que você está pensado. -Kuroro fala tranquilamente.

-O que está havendo então. O estudante de medicina pergunta bravo.

-Olha como fala. Eu sei que você gosta dele, e que você tem um problema comigo por que...

-Por que você matou o clã da pessoa que agora você diz que ama.

-Justamente por que eu matei o clã e que você devia confiar em mim.

Leorio olha confuso.

-Isso soou estranho. Deixa-me explicar. Eu nunca esqueci o que fiz, e nunca vou esquecer. Eu sei que vocês amaM Kurapika se importam com ele, principalmente você que o ama de outra forma e por isso está morrendo de preocupação por que eu posso machucar Kurapika novamente.

Mas você tem que entender que a única pessoa que realmente tem algo contra mim é o Kurapika. Você só me odeia porque seu amigo me odeia. Mas Kurapika está tentado ajeitar as coisas comigo, e eu nem consigo descrever como eu estou me sentindo. Eu me apaixonei pela pessoa que eu matei os familiares e tempos depois ele me dar uma chance. Eu não vou deixar essa chance escapar e nem vou permitir que você ou ninguém me atrapalhe. -Kuroro fala num tom sério.

-Eu estou de olho em você.

-Eu não preciso de uma baba e eu amo Kurapika.

Kuroro vai embora

XXX

De noite Kuroro entra no quarto.

-Queria me ver.

-O que você e Leorio conversaram?

-Nada de mais.

-Ele saiu chateado.

-Se importa muito com ele.

-Claro, ele e meu amigo e é isso que amigos fazem. Você não apoia seus amigos da Ryodan?

-A gente não se mete um na vida pessoal do outro. Eu sou o chefe deles, mas só me meto em suas vidas pessoais se isso atrapalhar uma missão da Ryodan.

-Nosso relacionamento não conta como atrapalhar a Ryodan?

-Não. Nossa missão é roubar, você matou um de nós, mas isso virou missão pessoal de vingança. Não é da minha alçada.

Kurapika senta do lado de Kuroro e encosta sua cabeça no ombro do moreno. Sabe que esse relacionamento é difícil para mim e para meus amigos, né?

-Sim. Mas eu te amo e não vou abrir mão da minha filha.

-Eu sei disso. E nem quero que faça, eu quero que Ayano tenha um pai.

-Mesmo sendo um ladrão?

-Desde que você não a leve para o mundo do crime.

-Isso eu não posso prometer.

Kurapika olha feio para Kuroro.

-Brincadeira.

XXX

3 meses depois.

Kurapika visitava Saeko como Ayano nasceu prematura ele vivia fazendo chek up de rotina.

Kuroro apesar de não morar com Kurapika visitava sua filha com uma frequência enorme. Já Leorio havia sumido por um tempo.

O Kuruta até queria ligar para o amigo, mas achou melhor que ele tivesse um tempo para pensar. Sem falar que Kurapika estava muito ocupado ele iria levar Ayano para o hospital.

XXX

Pelo o que eu vi nos exames está tudo bem com sua filha. O que é maravilhoso para um bebé que nasceu de uma fusão de nen.

-Viu meu amor, você é saudável. Mas e o meu nen doutora? Eu estou com problema para controlar ele.

-Isso é normal, lembra que eu te avisei sobre isso.

-E quanto tempo isso vai durar?

-O caso mais duradouro foi de seis meses.

-Ainda tenho três meses pela frente.

-Talvez. Por isso é melhor se cuidar.

-Eu tomarei

Kurapika sai do hospital com sua filha no colo.

Ele para no sinal vermelho.

-Você quer dar um passeio no parque ou talvez naquele lugar que pais levam crianças para brincar. Como chama esses lugares?

O sinal abre. Quando Kurapika coloca o pé na faixa de pedestre ele ouve um barulho de buzina.

XXX

Kurapika acorda no hospital rodeado por seus amigos.

-Ele acordou. –Vou chamar a doutora. –Fala Killua

-O que houve? Eu voltei para o hospital?

-Sim, você foi atropelado!

-Atropelado!

-Por uma Pick up o motorista estava bêbado.

-Mas já demos um jeito a policia já foi chamada.

-E cadê minha filha?

-Ela está ferida. –Diz Saeko entrando no quarto.

-O sangue esvai-se do corpo de Kurapika ele fica branco.

-Ela vai ter quer passar por uma cirurgia.

-E o que você está esperando para fazer essa cirurgia.

O sangue de sua filha e muito raro e estamos sem estoque

-Qual o tipo de sangue?

-O negativo

-Pode tirar de mim.

-Não é seu tipo sanguíneo, Kurapika. Não é o tipo de ninguém aqui.

Kurapika começa a chorar.

-Minha filha foi atropelada por minha culpa se eu pudesse usar meu nen.

-A culpa não é sua.

-E claro que é!

Saeko olha para Kurapika e suspira.


 


Notas Finais


Acharam que a treta havia acabado?
Não, a treta nunca acaba. Será que vai ficar tudo bem com o Kurapika e com a bebê?


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