História Constellations - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Lay, Personagens Originais, Suho, Xiumin
Tags Chansoo, Drama, Personagens Originais, Romance, Sulay
Visualizações 59
Palavras 1.826
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura pessoal :')

Capítulo 5 - O pecado passou dos seus lábios aos meus


Fanfic / Fanfiction Constellations - Capítulo 5 - O pecado passou dos seus lábios aos meus

 A fosforescência do Sol iluminava parcialmente o ambito adentrando pelas pequenas aberturas das cortinas que cobria as enormes janelas do quarto. Observei ao meu redor quando acordei, não estava com Chanyeol muito menos em meu quarto. Me sentei tentando processar o que havia acontecido na noite passada, a partir do momento que desmaiei não lembro de mais nada, e nem da conversa final que eu tive com Chanyeol. Não sei o por quê do desmaio repentino, me pergunto se Chanyeol fez algo comigo... Ou devo estar me precipitando, devo ter desmaiado por conta da fraqueza pois ontem eu não comi nada além de uns bolinhos de Ana Maria.

Uma travessa de frutas, suco e pão fora colocada sobre o criado mudo ao lado da cama, com um bilhete escrito meu nome nele, peguei o mesmo desdobrando-o e lendo o que havia escrito.

"Bom dia KyungSoo, espero que tenha acordado bem, tome seu café da manhã, te aguardo na sala."

Chanyeol 

Um sorriso se formou em meus lábios ao ler o bilhete. Pensei em ligar para minha mãe pois ela deve estar preocupada, mas isso pode esperar e meu estômago não. Peguei a travessa colocando sobre minhas coxas dando início a minha refeição. Depois de terminar de comer me levantei da cama indo até o banheiro, lavei meu rosto e minha boca em seguida passando meus dedos entre meus fios tentando arrumar alguns que estavam arrepiados.

A medida que eu me aproximava da sala uma melodia meliflua soava mais alto, pude distinguir a música (Lie versão piano). Ao chegar na entrada observei o moreno tocar o piano, seus dedos tocavam as teclas delicadamente e soava a melodia meliflua no tom melancólico, sua feição serena e concentrada, cabelos lisos e alinhados; aquela imagem me pareceu perfeita, ainda mais por suas vestes, uma roupa social que caia bem em seu corpo; uma camisa social num tom vermelho escuro com os primeiros botões desabotoados formando um "v" em seu tórax estava justa em seus braços e em seu tórax, a calça também social preta, justa em suas coxas deixando um leve volume naquela região.

Chanyeol parou de tocar ao notar que eu já estava ali, mas eu continuei oscilando com a mente em outro planeta, por observar o "deus Vênus" que preenchia todos os meus fetiches mas sua voz aguda e rouca me tirou da via láctea voltando para atmosfera.

— Bom dia KyungSoo — Um sorriso ladino se formou nos labios rubros e meio ressecados de Chanyeol, ao notar minha expressão, eu estava maravilhado com a perfeição daquele homem isso me fez corar, pois o desgraçado fez questão de morder o lábio inferior para segurar a risada ao notar minha expressão, mas foda-se seu ato também fora sexy.

— Bom dia Chanyeol — Fui até o banco do piano me sentando ao lado do maior — Obrigado por ter cuidado de mim, e me desculpe pelo desmaio repentino.

— Não precisa se desculpar, mas confesso que fiquei preocupado, você estava pálido mas agora parece estar melhor — Chanyeol lançou-me seu olhar, suas íris tão escuras davam um destaque aos seus olhos grandes e pele pálida. Por que falava de mim? Ele sempre foi pálido apesar de seus lábios darem um contraste de saúde.

— Não precisa se preocupar, eu acho que desmaiei porque não me alimentei direito ontem — Desviei meu olhar para um lugar que não fosse ele, mordendo fortemente meu lábio tomando coragem para perguntar — Sobre palidez por que você é tão pálido assim? —Ao ouvir minha pergunta estúpida o moreno riu.

— Você se refere se eu padeço alguma doença? Palidez não significa necessariamente que a pessoa padeça uma doença, no meu caso isso é algo de família — Explicou-se.

Mesmo se Chanyeol tivesse uma doença ou algo letal ou contagioso eu não o deixaria, apesar disso ser estranho ele é bonito, e também ele me lembra um pouco o Yixing.

— Entendo, apesar de ser estranho. Eu tenho que ir para casa, minha mãe deve estar preocupada — Me levantei do banco, ele também se levantou do banco indo até a estante pegando um envelope e voltando para perto de mim.

— Isso é algo que vai te interessar — Recebi a carta e olhei para ele.

— O que é isso?

— Abra.

Abri o envelope retirando um papel amarelado e envelhecido, com uma data escrito no mesmo "5 de Novembro de 1975", isso me fez franzir a testa, o que uma data insignificante me importaria.

— Chanyeol por que uma data iria me interessar? Nessa época eu nem "pensava" em nascer.

— Tem razão KyungSoo, mas há algo por trás que lhe interessará, você é inteligente então vai pesquisar e descobrir.

— Se isso for algo referente a suas pesquisas vou tentar te ajudar para descobrir algo — Falei guardando o papel no envelope em seguida o olhando — Tchau Chanyeol — Me despedi do moreno e andei até a porta, ele me acompanhou para abri-la, ou foi o que eu pensava que faria, em um movimento brusco ele colocou meu corpo de frente para si e de costas para a porta, eu fiquei estático sem reação, quem o meu coração achava para "dançar" carnaval em um momento desses?

Chanyeol colocou o peso de seu corpo sobre mim e atacou os meus lábios com os seus, eu correspondi ao beijo luxuoso, deixei que sua língua vasculhasse cada milímetro da minha boca, que mordesse meus lábios, que os chupasse, apesar da boca de Chanyeol não ter gosto nenhum eu sentia como se o pecado passasse dos lábios dele para os meus. O Beijo se estendia e eu sentia falta de ar, por incrível que pareça ele não. Reuni todas as minhas forças e o empurrei tirando-o de cima de mim, eu não tinha palavras, apenas percebi o que fiz quando minha destra foi de encontro a face do moreno desferindo um tapa que soou um estalo agudo.

— Você está confuso KyungSoo, mas o tempo irá te ajudar a esclarecer o que você sente, e irá aliviar a ardência do meu rosto — Chanyeol me encarava com uma expressão oblíqua, não dava para saber se estava bravo ou não. Eu queria beijar seu rosto e pedir desculpas, mas não fiz.

— Abra a porta por favor — Me afastei um pouco da porta e o maior se aproximou da mesma a abrindo. Ao sair sussurrei baixinho um "desculpe" e voltei correndo para o meu apartamento ainda com a carta em mãos.

Kim JunMyeon 

Os sonhos que eu tinha toda a noite estavam me tirando o sono, as vezes eram bons, e em outras eram ruins. Desta vez eu sonhei que estava voando, como uma criança boba eu me divertia, mas uma força me puxou para baixo, eu estava caindo, com isso comecei a gritar. Ao acordar eu me senti aliviado pois eu não estava caindo, era apenas um sonho. O meu pai entrou no meu quarto abrindo a porta com tudo, o que me assustou pelo baque que emitiu a mesma.

— Eu não me acostumei com esses seus gritos de noite, JunMyeon o que está acontecendo com você? — Perguntou o mais velho se sentando na ponta da minha cama olhando para mim.

— Você me assustou mais do que eu já estava com a sua entrada triunfal, papai — Ironizei revirando os olhos — Foi apenas um sonho ruim.

— Seus sonhos estão se tornando frequentes, eu vou te levar no psicólogo.

— Não há necessidade.

— Se não houvesse necessidade eu não estaria preocupado. Desça para tomar o seu café, YoungHee está te esperando na cozinha, eu vou ir trabalhar — Meu pai aproximou sua mão a meus cabelos e bagunçou minha franja mais do que já estava, despediu-se de mim e sé retirou do meu quarto.

Me arrumei com o uniforme da escola, fiz minhas higienes e desci para cozinha sentindo o delicioso cheiro de café e bolo, e uma pia cheia de louças. Franzi minha testa e olhei para Boseok que estava sentado à mesa mexendo no celular.

— Yong Bo Seok, você fez tudo aquilo? Pois me lembro que na noite o passada eu arrumei tudo — Falei o nome inteiro de YoungHee, na verdade YoungHee é apenas um apelido, ele preferia que o chamasse assim. Reclamei me sentando a mesa.

— Pare de fazer isso, vai ficar com a testa enrugada cedo. Nada sai bom se não fazer um pouco de bagunça — Ele falou e olhei para o bolo que o mesmo havia feito, ele cozinhava bem, mas em compensação deixava uma bagunça. Apesar de insuportável YoungHee sempre fora fofo ao demonstrar o quanto gosta de mim fazendo algo que gosto muito; doces e bolo.

Me servi um pouco de café com leite e um pedaço de bolo, me aproximei dele deixando um beijo em sua bochecha rapidamente, e voltei a me sentar.

— Isso está bom — Falei com a boca cheia em seguida engoli com ajuda do café com leite.

— Tem certeza? — YoungHee perguntou e eu apenas balancei a cabeça positivamente. Terminei meu café da manhã e olhei YoungHee — Hee, me diga o por que Lay e você agiram daquela forma? — Falei em um tom manhoso ao mesmo tempo fofo (a única forma de convense-lo a dizer).

— Eu só não fui com a cara dele.

— Só por isso Boseok? Vocês dois se olharam como se um quisesse matar o outro, quer que eu acredite na sua desculpa esfarrapada?... Acho que com vocês eu não vou descobrir nada então eu tenho que descobrir por mim mesmo — Me levantei da cadeira indo até a sala pegando minha mochila de cima do sofá, o garoto me acompanhou.

— Agora vai ficar bravo comigo apenas porque eu não respondi o que você queria? É a verdade.

— Tudo bem Hee Boseok, vou ir para escola. Vai me acompanhar? — Ele revirou seus olhos e respondeu positivamente.

Seguimos o percurso da escola em silêncio, as vezes eu insistia no assunto mas ele se limitava a me responder o que me deixava nervoso. Ao chegar na sala de aula eu estava atrasado por isso não tive tempo de falar de imediato com KyungSoo, Rosé estava lá com um encharpe preto envolta do pescoço, deveria estar resfriada, e pelo que eu pude notar estava bem próxima a Yixing, o que me deixou com um pouco de ciúmes.

As primeiras aulas correram bem, ao chegar o intervalo Rosé e Yixing foram os primeiros a sair, não tive como ir atrás deles pois estava terminando de copiar a matéria. Ao terminar sai com KyungSoo que estava me esperando, fomos até o lugar que ficamos no dia passado, nós conversamos e ele me contou tudo o que aconteceu consigo quando estava com o tal de Chanyeol, eu estava incrédulo. Ele me entregou a carta e observei o papel envelhecido e amarelado em minhas mãos.

— Eu conheço essa letra.


Notas Finais


De quem vocês acham que é a letra? 😂 até o próximo capítulo


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