História Constellations - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Lay, Personagens Originais, Suho, Xiumin
Tags Chansoo, Drama, Personagens Originais, Romance, Sulay
Visualizações 50
Palavras 2.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pessoal eu iria prolongar mais a fic (sabem; ao chegar em seu objetivo) mas isso poderia desanimar alguns leitores, por eu observar que faz algum tempo que postei o capítulo cinco e as visualizações não chega a ser proporcional a quantidade de favoritos.
Boa leitura e até as notas finais

Capítulo 6 - 5 de Novembro de 1975


Fanfic / Fanfiction Constellations - Capítulo 6 - 5 de Novembro de 1975

— Conhece? — Questionou KyungSoo arqueando uma de suas sobrancelhas.

— Eu já vi essa letra, mas não me recordo de quem é, e aqui está escrita apenas uma data — reprimi meus lábios olhando à caligrafia perfeita — Hoje depois da escola vou passar na biblioteca e pegar um livro de notícias locais aqui da cidade, se descobrir algo referente à essa data eu te envio uma mensagem.

KyungSoo esboçou um sorriso um tanto fofo em agradecimento, ao ouvir que eu iria lhe ajudar.

No interim do intervalo Rosé veio falar com a gente, não pôde vir a escola pois estava resfriada, e realmente ela parecia adoentada. Ao deixar seu celular cair no chão enquanto conversávamos ela abaixou-se para pegar o aparelho, e o encharpe preto que cobria o seu pescoço caiu ao chão. Pude notar duas pequenas marcas em seu pescoço.

Ao término da escola, Rosé fora embora com Zhang e eles foram mais rápidos do que eu, novamente não tive a oportunidade de falar com ele e isso me levou a seguinte conclusão; de que estaria me evitando.

Sai da escola e dessa vez não fiz o caminho de casa, caminhei até a biblioteca aonde Boseok trabalhava, ao adentrar o ambito calmo e silencioso com algumas pessoas sentadas às mesas apreciando a leitura de seus livros. Fui recebido por Boseok, e pela minha presença em seu local de trabalho, mas eu não fui lá para "jogar papo fora" e sim procurar ao livro para ajudar KyungSoo. Peguei o enorme livro envelhecido de manchetes da cidade de Seul, me sentei à uma das mesas procurando atentamente a data, até achar uma notícia referente a data, então comecei a ler.

"A melhor turma de uma escola pública de Seul se tornou um grande exemplo, hoje estão se formando todos os alunos".

Observei a imagem abaixo da manchete, não dava para ver nitidamente por ser antiga. Mas havia alguns alunos sentados em bancos e outros maiores de pé. Eu iria resgatar a página mas daria para ampliar a imagem no computador. Peguei meu celular e tirei uma foto.

Ficamos apenas Boseok e eu na biblioteca estava quase fechando, eram 19:58 estava quase dando 20:00 horas, ele tentou me dissuadir para que eu o esperasse para que me acompanhasse até em casa por estar já tarde e escuro, mas neguei, pois eu deveria regressar o mais rápido para casa por conta do meu pai, esqueci de avisa-lo que não regressaria diretamente para casa, não queria o deixa-lo preocupado. Me despedi de Boseok saindo da biblioteca. Para chegar em casa eu deveria atravessar um parque, o mesmo cheio de árvores e um vasto gramado, sempre tão alegre, mas agora estava vazio e sombroso pela falta de claridade. Ao adentrar o mesmo me senti perseguido e isso me deixou receoso, passos que não eram os meus e ruidos denunciavam a proximidade de alguém, quando menos notei eu estava cercado por quatro homens que exalavam a cigarro e bebida alcoólica, eu não tinha para onde correr.

— Para onde você vai com tanta pressa gracinha? — O homem pronunciou, pelo tom de sua voz eu notei que estava bêbado, sua pergunta fez os demais rirem.

— Isso não te interessa — rebati — Deixe-me passar! — Empurrei o homem que cambaleou para trás mas não caiu, nesse momento os outros três me seguraram e eu me senti perdido, o receio começou a tomar conta de mim, mas eu não demonstrei.

— Que garoto malcriado você é, vamos ver como reage ao levar uma surra — O pérfido disse regressando para perto de mim, apanhou uma certa quantidade de meus cabelos ao levar sua mão asquerosa a minha cabeça puxando meus fios com força o que me fez soltar um grito, não pela dor, mas para ver se alguém escutava. No momento que ele levantou sua mão para me bater, alguém o deteve, a irrupção do Lay me deixou surpreso, ele fora mais rápido que o homem e desferiu um soco rude em sua face, quando o pérfido iria revidar, o moreno pegou o pulso dele segurando firme enterrando seus dedos com força na articulação de seu pulso, pude ouvir algo se quebrando, com certeza o pulso dele.

— Maldito! Façam alguma coisa! — Ordenou o homem aos seus comparsas, eu estava estático, e os homens estavam amedrontados ao olhar as os olhos sangrentos de Lay (a cor de suas íris) e sua feição solene.

— Vamos JunMyeon! — Exclamou pegando meu braço me puxando para fora do local e os homens nos seguiram. Chegamos correndo na rua que dava acesso a praça. Seu automóvel estava estacionado próximo à calçada, entramos rapidamente nele. Os homens não desistiram e nos perseguiram.

O moreno ligou seu automóvel e um dos homens se pôs a frente do carro o desafiando a passar por cima de si, outros dois jogaram pedra e um tentou abrir a porta do carro (do meu lado) que estava travada.

— Zhang não cometa um desatino, vamos ser presos por omissidio! — Falei conturbado com tudo o que estava acontecendo, quando notei que ele ligou o carro e iria avançar no homem.

— Não seja idiota JunMyeon, se ele não sair da nossa frente vamos passar por ele — Zhang suscitou acelerando o carro, quase atropelou o homem se ele não tivesse pulado para o lado.

Meu coração estava a mil. Coloquei o cinto de segurança vendo as paisagens se tornarem apenas vultos pela velocidade em que ele dirigia.

— Você não matou ninguém Yixing, não estamos fugindo da polícia! Pare o carro eu prefiro ir a pé.

— Prefere ir a pé? Para encontrar aqueles ascos novamente para te agredirem? O que estava fazendo sozinho naquele lugar deserto?

— Não é da sua conta — Revirei meus olhos.

— Claro que é da minha conta, eu te salvei — O moreno disse em um tom de deboche, por um lado eu estava aliviado, e por outro minha cabeça estava uma confusão.

— Você me seguiu... Como sabia que eu estava lá? — Encostei minha cabeça no vidro do carro olhando o moreno de recanto, ele demorou para me responder.

— Sim, eu te segui — Yixing confirmou, minha cabeça estava aglomerada de pensamentos confusos, quem ele pensava que era? Para me ignorar e depois me seguir achando que tem direito sobre mim, era por conta do Boseok? Mas mesmo assim eu estava agradecido.

Ao chegarmos em frente da minha residência ficamos em silêncio. Eu retirei o meu cinto de segurança pronto para agradece-lo. Levei minhas mãos até o colarinho da camisa de Yixing puxando-o para perto de mim, selei nossos lábios, minha atitude o deixou surpreso mas mesmo assim ele não recuou. Ao longo que o ósculo se estendia se tornava mais intenso, sua língua já passeava por todos os cantos da minha boca a explorando, eu fazia o mesmo acariciando a nuca do Lay com a ponta de meus dedos e as mãos dele se encontravam em minha cintura. Quando senti falta de ar separei o Beijo dando uma leve mordida no lábio inferior do moreno antes de me afastar, se me perguntassem a sensação de beija-lo eu não conseguiria responder, era inexplicável.

— Seus lábios são como eu pensei, são deliciosos — Lay comentou acariciando minha bochecha levemente corada, eu me encontrava tênue a aquele toque, e sentia várias borboletas em meu estômago.

— Eles tem gosto do que? — Um pequeno sorriso agridoce pintou os meus lábios ao ouvir as palavras do moreno.

— Um doce viciante, à qual você prova e necessita daquilo novamente — Lay se aproximou de meu ouvido sussurrando palavras num tom provocante.

Mordi meu labio inferior fortemente mas quando senti meu celular tocar peguei o mesmo de meu bolso, havia dez chamadas perdidas de meu pai.

— Eu tenho que ir, meu pai deve estar preocupado — Falei após ver as chamadas perdidas, por um momento o celular parou de vibrar.

— Entendo — Lay depositou um beijo em minha testa, um ato consideravelmente fofo. Me despedi dele me preparando para lidar com um senhor Kim furioso e preocupado.

Ao entrar minha residência eu já fora questionado de imediato.

— Aonde você estava muleke? Por que não me avisou que chegaria mais tarde? Quer me matar de preocupação? — Ele pronunciou com os braços cruzados, feição solene deixando o jornal que lia sobre a mesa de centro.

— Desculpe por não avisar pai, eu passei na biblioteca para fazer uma pesquisa em um livro — Disse simplista e me desculpei mais uma vez.

— Da próxima me avise, você não é de sair assim como quer que eu fique? Vai tirar essas roupas de colégio para jantar.

Concordei e subi as escadas correndo, indo diretamente para o meu quarto. Tirei rapidamente o celular de meu bolso, sentei ao computador e liguei o mesmo passando a imagem de um aparelho para o outro. Ampliei rapidamente a imagem podendo ver mais nitidamente os rostos dos estudantes, observei uma mulher a qual sua face graciosa me fez sorrir, ao perceber bem pude notar que era minha mãe o que me deixou surpreso, e ao lado dela havia o professor, que era a copia idêntica de Lay, como era possível? Deveria ser algum parente dele, mas como poderiam ser tão iguais? Eu estava começando a fazer um adstrito dos pontos, os olhos de Zhang mudam de cor Subitamente e isso ocorre quando está com raiva, sua pele é fria e seu corpo aparenta ser perene, ele tem uma força surreal para um ser humano comum.

Procurei na web assuntos sobre seres sobrenaturais e achei um perfil que preenchia o de Lay; um vampiro. Será que eu estava louco realmente? O que relata na página e complementa com alguns fatos acontece realmente e eu vejo.

Peguei meu celular novamente mandando uma mensagem pelo Kakaotalk, no chat do KyungSoo.

KimJunMyeon:

"Eu descobri algo sobre a data, não sei a razão desse cara ter dito que isso iria lhe interessar, KyungSoo."

Escrevi a mensagem e enviei, depois de alguns minutos ele me respondeu.

DoKyungSoo:

"O que você descobriu? É algo bobo para fazer-nos perder tempo? Eu vou matar ele!"

KimJunMyeon:

"Mata-lo? Com o que? Talvez o enchendo de beijos... é algo sobre uma escola daqui de Seul, amanhã conversamos sobre. E hoje me aconteceu algo realmente estranho, diria que se pareceu uma cena de um filme."

DoKyungSoo:

"Até que não seria má idéia."

"O que é? JUNMYEON! Eu não vou esperar até amanhã para você me contar, não seja maldoso. Me conte o que aconteceu..."

Ri ao ler a mensagem de KyungSoo, eu contaria amanhã, ele iria ficar bravo comigo mas o conhecendo isso irá passar, principalmente quando ele consegue algo que quer.

KimJunMyeon:

"Eu estou morrendo de dor de cabeça, sinto muito Soo, vou deixar para contar amanhã. Não fique bravo comigo pois imagino que você deve estar; e não é o meu tipo ficar conversando por celular."

DoKyungSoo:

"Sai da era antiga meu amigo, hoje em dia as pessoas terminam relacionamentos pelo celular. Mas tudo bem, eu vou ter paciência. Boa noite e até amanhã."

Finalizamos a conversa, naquela noite eu sonhei mais uma vez, esses sonhos talvez fossem consequência dos devaneios que rondavam a minha cabeça, alguns eram bons e a maioria ruins pode-se considerar como pesadelos.

Na manhã seguinte eu acordei em um sobressalto, me arrumei com o uniforme do colégio após fazer minhas higienes. Desci para o andar de baixo e meu pai não estava, ele deixou um bilhete grudado na porta da geladeira no qual eu peguei e li.

"Hoje tive que sair mais cedo para ir ao trabalho, deixei seu café da manhã pronto, vou voltar no mesmo horário de sempre, depois da escola volte direto para casa".

Papai sempre preocupado comigo, eu notava a diferença entre estar com minha mãe e meu pai, apesar dos maus tratos eu não tinha raiva, mas também não tentava compreende-la. Suspirei e deixei o bilhete sobre a mesa. Tomei meu café da manhã em seguida peguei a minha mochila e sai de casa.

O dia estava nublado, eu sentia a brisa e o vento levemente vindo contra minha face mexendo meus fios de cabelo.

Pensamentos...pensamentos.

Senti alguém colocar a mão sobre meu ombro, depois de ontem os meus sentidos estavam mais alerta, eu virei para empurra-lo.

— Hey! Calma sou eu — Lay sorriu, eu me senti aliviado, ainda mais porque levei um susto.

— Eu nunca vi você fazendo esse caminho — Comentei caminhando ao lado dele na calçada.

— Eu iria passar na sua casa para irmos juntos à escola, mas como eu já vi você saindo te acompanhei — Ele falou colocando as mãos nos bolsos de sua jaqueta. Eu ainda me sentia envergonhado por ontem, fora maravilhoso. E ainda pensava sobre o fato de Lay ser um vampiro.

Minha mente estava supérflua, como se a mesma não pertencesse ao meu corpo, em um descuido pisei na ponta da calçada, me desequilibrei e cai para o lado, no momento que cai na via que passavam os carros senti uma dor horrenda em meu calcanhar, Lay veio me ajudar mas foi tarde demais. Eu fora atingido por um carro que veio em alta velocidade.


Notas Finais


Até o próximo capítulo :') ✌


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