História Construindo uma família - 2 Temporada - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Drama, Família, Filhos, Palmadas, Personagens Originais, Sam Winchester, Spanking, Supernatural
Visualizações 228
Palavras 1.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores! Sim, estou fazendo att dupla... O motivo? Estou animada, e eu adoro os sábados :)
Espero que gostem do capítulo!
Tenham uma boa leitura...

Capítulo 3 - O melhor pai do mundo


POV Mel

Me olho no espelho pela vigésima vez consecutiva. Acho que está bom... Optei por usar um vestido azul escuro curto e saltos prata. Prendi o cabelo em um coque bagunçando e deixei uma mexa solta.

Passei uma maquiagem um pouco mais pesada.

— Está pronta princesa? – Pergunta uma voz entrando em meu quarto. Me viro ao constatar que é papai. Sorrio.

— Sim papai! – Digo animada. Ele faz uma careta olhando meu vestido.

— Você não vai sair de casa assim Mel.

— O que? Assim como?

— Esse vestido está muito curto. – Reclama ele cruzando os braços.

— Tá nada papai.

— Tá sim... Troca o vestido e podemos sair.

— Não vou tirar. O vestido é meu!

— Melissa, eu não estou pra brincadeira. Troca esse vestido. A não ser que queira ficar em casa!

— Não me convenceu. –Respondo cruzando os braços. Meu pai é muito ciumento quando se trata de mim. E eu odeio isso!

— Ótimo. Então fique em casa. –Responde simples e direto.

— Papai... Isso não é justo! A roupa é minha.

— E está mostrando demais. Eu sei o que os garotos pensam.

Rodo os olhos:

— O corpo é meu e eu mostro o que eu quiser. – Provoco irritada.

— Melissa, você está pedindo para apanhar. Cuidado com esse tonzinho insolente.

— Eu falo como eu quiser e para de ser chato Joey! – Aumento consideravelmente meu tom de voz – Eu vou vestida assim e pronto! O vestido é meu e o corpo também. Se eu quiser ir pelada eu vou! Você não manda nas minhas roupas!

Me arrependo instantaneamente de ter falado com ele assim ao ver sua expressão. Acabo de perceber que ultrapassei os limites. Se fosse meu irmão que tivesse falando com ele assim, papai já teria perdido a paciência a muito tempo. Comigo as coisas mudam... Ele tem muita paciência quando se trata de mim, sempre teve. Mas dessa vez sei que extrapolei.

Joey me segura pelo braço e me arrasta em direção a cama.

— Não papai! Para! –Choramingo tentando me soltar. Mas ele me ignora. Se senta em minha cama e me puxa para o seu colo, me tombando de bruços.

— Eu te avisei Melissa! Quem você acha que é para falar comigo assim mocinha? –Questiona ele, levantando um pouco o meu vestido. Começo a me debater tentando me levantar. Mas uma forte palmada me faz ficar quieta.

PLASS

— Aii! – Me queixo. Ele utilizou certa força e isso me faz querer escapar. Coloco a mão na frente.

— Tira a mão antes eu me irrite mais.

Obedeço instantaneamente ao ouvir seu tom. Dificilmente ele fala comigo nesse tom tão firme.

Fico em silêncio, tentando segurar o choro ao me ver nessa situação. Logo sinto papai acertar uma sequência de palmadas em meu bumbum. Sua mão é pesada, e isso me faz soltar um gritinho. Tá doendo!

PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS Para papai!! PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS Desculpa!!! PLASS PLASS PLASS Aiiii!! PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS

PLASS PLASS PLASS PLASS Eu não fiz por mal!

— Sabe Melissa, eu permiti muita coisa vinda de você filha. Eu fui tolerante demais. E olha aonde chegamos!

PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS PLASS

Começo a chorar baixo, sentindo meu bumbum arder. Está doendo, e papai está bravo comigo...

— Tá doendo papai... – Me queixo aproveitando que ele parou com as palmadas por um momento.

— Isso é para você aprender a me respeitar. – Indaga Joey, ainda sério. Sinto seus dedos no elástico da minha calcinha. Me apresso em segurar a peça.

— Não papai! Assim não! –Choro mais.

— Crianças mau educadas apanham com a bunda de fora Melissa! – Fala ele tirando minhas mão e as colocando para frente, enquanto abaixa minha roupa com a mão livre, deixando meu bumbum completamente a mostra. Solto um soluço. Odeio essa frase, Joey sempre fala isso quando reclamamos.

— Eu não sou mais criança. – Choro.

— Você tem quinze anos! Continua sendo uma criança para mim. Você é a única que acha que está grandinha para se mandar filha.

Dizendo isso ele levanta a mão e a deixa cair com força sobre minhas nádegas.

SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT Para papai!! SWAT SWAT

SWAT SWAT Eu não vou fazer mais isso!!! SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT

SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT Auu!!

SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT

SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT

SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT

SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT SWAT

Começo a me mover, está doendo muito! E eu posso jurar que meu bumbum está pegando fogo!

A esse ponto não consigo mais controlar os soluços. Paro de me debater, sabendo que não vai adiantar nada.

Papai me proporciona mais uma sequência de dez palmadas antes de parar.

— Espero que você pense duas vezes antes de falar comigo nesse tom novamente Melissa.

Sua voz não está mais tão dura como antes. Sinto ele subir minha roupa e colocar meu vestido no lugar. Choro ao sentir o tecido encostar em minha pele já castigada.

Joey me levanta cuidadosamente, fazendo com que eu fique de pé diante de si.

Abaixo a cabeça chorando alto.

— Você vai voltar a falar comigo assim?

— N-não senhor. – Respondo com dificuldade, passando a mão no rosto. Minha maquiagem deve ter borrado tudo. Choro mais ao pensar nisso.

Sinto papai me puxar suavemente para os seus braços, me abraçando de forma carinhosa.

— Shhh, pronto princesa... Já passou... – Me consola com a voz suave. Enquanto acaricia meu cabelo.

— Não... Ainda tá doendo... – Reclamo escondendo o rosto em seu peito.

— Eu sei que dói meu amor, mas você não pode falar com papai daquela forma. É difícil para mim te castigar assim filha, mas você não me deu opção. – Murmura e juro que posso sentir uma pontada de culpa em sua voz.

— Eu sinto muito papai... Me desculpa! – O abraço com força.

Me sinto péssima. Joey me trata tão bem, e eu ajo como uma garota mimada! Isso é ridículo... Mas eu não faço por mal.

— Claro que papai te desculpa princesa. – Ele beija minha bochecha – Eu te amo ok?

— Eu também te amo... – Falo depois de já ter me acalmado um pouco.

Joey passa o polegar por minha face, limpando minhas lágrimas.

Fico abraçada a ele até me acalmar completamente. Me levanto com cuidado, sentindo meu bumbum doer.

— Vou vestir meu pijama...

Ele me olha confuso.

— Pijama? Não vai a festa?

— Você ainda vai me deixar ir? – Pergunto surpresa. Depois da forma como me comportei, eu tinha certeza que iria ficar de castigo.

— Claro que sim. Hoje você já chorou demais minha pequena. Precisa se divertir um pouco... – Papai me puxa suavemente até minha penteadeira.

— Senta aqui.

— Mas tá doendo... – Me queixo, eu não quero sentar de jeito nenhum.

Papai pensa durante alguns segundos e pega um dos meus travesseiros. Coloca na cadeira e me olha:

— Pronto, agora pode sentar tranquila.

O olho, ele não tem jeito mesmo. Sorrio e obedeço, me olhando no espelho. Minha maquiagem está horrível.

Papai pega o removedor e passa suavemente em meu rosto, tirando toda a maquiagem em menos de quinze minutos. Ele pega minha maleta de maquiagem e abre, olhando dentro e pegando algumas coisas. O observo com curiosidade. Joey conhece tudo sobre maquiagem, por minha causa. Eu fazia ele me maquiar porque não tinha paciência. Aí ele teve que aprender, porque nunca conseguia me dizer não.

Sorrio ao lembrar.

— Muito bem. Feche os olhinhos princesa. Papai vai dar um jeito.

Sorrio e obedeço sem pensar duas vezes.

Nos próximos vinte minutos, sinto ele passar vários produtos em meu rosto.

— Abre os olhos. – Abro e ele passa o lápis de olho. Em seguida passa o rímel com cuidado. Pisco algumas vezes quando ele termina. –Agora o batom.

Ele pega um, e sorrio. Passa em mim com certa prática. E logo sorri satisfeito.

— Muito bem. Acho que ficou bom.

Sorrio e me apresso em olhar no espelho. Ele usou um make suave. Um blush fraco, base suave. Minhas bochechas levemente coradas. E a sombra prateada. Bem fraca. O batom coral. Papai me entrega o delineador.

— Esse eu não consigo. – Ri baixo. Meu pai é incrível! Eu adorei... Ficou perfeito! Me levanto e o abraço com intensidade.

— Obrigada papai! Você é melhor pai de todos! –Falo sorridente. Nenhum pai que conheço faz isso. Os pais das minhas amigas não chegam nem perto de maquiagens. Meu pai não... Ele é diferente. Aprendeu para me fazer feliz. E isso significa muito para mim.

— Não me agradeça... Agora passe o delineador e troque de roupa.

Concordo com a cabeça e passo rapidamente.

Procuro entre minhas roupas e pego um vestido cor de pérola. É pouca coisa maior que o outro. Chega na metade da minha coxa. Mas ele é mais folgado. É justo na cintura e soltinho embaixo.

Papai me espera do lado de fora. Me visto e dou uma arrumado no cabelo. Encontro com ele no corredor.

— Como eu estou?

— Está linda como sempre. – Ele sorri docemente. Seguro em seu braço e desço com ele.

Encontro meu irmão, meu tio e meu primo na sala. Abaixo a vista meio envergonhada. Eles devem ter ouvido tudo...

— Finalmente! – Bufa Alex, se levantando.

— Ty, deixe o Johnny vir com as crianças? Eu levo eles e papai os busca no horário.

— Não Joey. Não vou deixar meu filho ficar acordado até três horas da manhã fora de casa.

— Deixa tio Joey... Meu pai está assim Porque o Dean deu umas palmadas nele quase agora. De novo... – Zoa meu primo, ganhando um forte tapa na coxa.

— Au!

— Se você não calar a boca o próximo a receber umas palmadas será você.

John cruza os braços emburrado. É difícil ver meu tio assim. Ele é tão paciente... É calmo e está sempre de bom humor. A não ser quando discute com meu avô. Aí as coisas mudam.

— Vamos então... Me espera aqui Ty, em meia hora estarei de volta. Aí a nós vamos juntos. – Fala papai se referindo a festa deles. Alex é o primeiro a sair, papai e eu o seguimos de perto. Achei estranho o fato de Johnny não reclamar ou insistir para vir conosco. Dou de ombros e entro no carro. Sento e faço uma careta.

— Parece que alguém se deu mal... – Provoca Alex.

— E o próximo será você se não parar de provocar sua irmã. –Indaga papai ligando o carro. Alex roda os olhos mas obedece.

   Respiro fundo. Hoje a noite promete.


Notas Finais


E então amores, o que acharam? Como viram mudei um pouquinho a forma de descrever as cenas de spanking, acho que em negrito fica melhor. Não sei kkkk
Comentem, de tiver um número considerável de comentários, irei postar antes de sábado :)
Um grande abraço a todos!


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