História Consultas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Derek Hale, Peter Hale, Sheriff John Stilinski, Stiles Stilinski
Tags Jeter, Sterek
Exibições 199
Palavras 6.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ENTÃO
ANTES QUE ME BATAM POR TER EXCLUÍDOS AS OUTRAS FICS



EU NN DESISTI DELAS, CAMBADA
SÓ ESTOU EDITANDO
HEUHEUEHUEHHEHEUEUH






E ESSA VAI SER UMA FIC MEIO CURTA
PQ ERA PRA SER UMA ONE SHOT
MAS COMO SEMPRE
EU ACABO PROLONGANDO AS COISAS
HEUHEUEHUE

Capítulo 1 - Experiência


- Oh, merda. Eu fiquei duro. Caralho, eu fiquei duro. Eu não acredito que eu fiquei duro -  Derek repetia isso a si mesmo durante toda a viajem. Quer dizer, não era uma grande viajem. Mas da casa do Xerife Stilinski para a sua casa era um pouquinho longe, sim.

- PORRA, EU REALMENTE FIQUEI DURO – gritou Derek batendo a sua testa repetidas vezes no volante do carro.

Ah, ele não sabia com que cara iria olhar para Stiles amanhã. Quer dizer, isso se eles ainda tivessem um encontro amanhã. Puta que pariu, eles iriam ter um encontro amanhã, sim. Quer dizer, era esse o compromisso de Derek as tardes. Deus, Derek não conseguia esquecer da sensação dos lábios finos do castanho em seu pescoço, depois que eles abandonaram os seus. O moreno finalmente chegou em casa. Olhou para suas calças, antes de realmente abrir a porta do carro. Se seu tio Peter lhe pegasse excitado depois de sair de seu encontro com Stiles, o homem jamais o deixaria em paz. Peter o infernizaria todos os dias de sua vida com aquilo.

A primeira coisa que Peter falaria para o diabo quando o encontrasse, seria que Derek havia ficado duro durante o seu encontro com o filho do Xerife. Pode ter certeza absoluta quanto a isso. Derek entrou em casa e encontrou sua família jantando. Instantaneamente as bochechas de Derek ficaram rosadas. Laura e Cora olharam o irmão com desconfiança Sua prima Malia parecia nem ter lhe visto. Peter, Talia e Alexander lhe sorriram docemente antes de sua mãe se levantar.

- querido, você chegou cedo. Já jantou? – perguntou a mulher abraçando o filho, que correspondeu o abraço, meio tímido.

Mas porque Derek estava assim? Não é como se sua família lesse sua mente, que por sinal ainda rondava na cena feita na sala do Stilinski mais novo. Talia se afastou e só então, ao encarar a face do filho do meio, ela notou o rubor que ali surgiu. A mulher estranhou, mas decidiu não demonstrar. Derek estava meio distante desde o incêndio. Todos ali sabiam o porquê. Eles disseram a Derek que ele não tinha culpa, nem que guardavam qualquer ressentimento, mas parecia não surtir efeito.

- é, acabamos cedo, lá. Não, ainda não – respondeu Derek tentando sorrir naturalmente para a mãe. Ok, isso assustou até mesmo Peter. Quer dizer, Derek não sorria há meses. Rir, então? Totalmente fora de questão.

- ok, querido. Eu estou adorando ver que está voltando a sorrir. Venha, vou preparar o seu prato – falou Talia puxando filho para se sentar no lugar de sempre, ao lado da irmã gêmea, Cora.

A morena olhou de soslaio para o gêmeo antes de sorrir. Aquele sorriso psicótico de quem diz “Querido, somos gêmeos. Você não esconde nada de mim”. Peter segurou o riso ao ver Derek engolir em seco com o sorriso da irmã, por vinte e cinco míseros segundos, mais nova. Ele notou o rubor na face do sobrinho quando o mesmo entrou na casa, mas tentou disfarçar e segurou a vontade de perturbar o pobre moreno de olhos verdes. É isso mesmo, mundo. Peter pé no saco Hale havia segurado a sua vontade de encher o saco de alguém. Alienígenas, já podem dar um oi pra gente, porque acabamos de ver de tudo que tínhamos para ver nesse planeta miserável. Derek comeu em silêncio, assim como o pai e a prima, que poucas vezes falavam alguma coisa. Mas Cora, como a típica sobrinha de Peter que era, não deixaria o irmão em paz tão cedo.

- mãe, o que o Derek estava fazendo mesmo? – perguntou Cora e Laura gargalhou alto e de boca cheia ao ver Derek cuspir todo o suco de laranja para fora, Sujando o prato de Malia, que finalizava a refeição. A loira de apenas dez anos de idade ergueu as mãos como quem diz “Irei me abster quanto a esse assunto” e afastou o prato de si, indicando que nem morta tocaria naquela comida.

- Me desculpe – disse Derek para a prima, que apenas apontou para o pote de chocolates me cima da mesa. O Hale entendeu aquilo como um “Me deve aquilo, queridinho”.

- Oh, é mesmo, Derek. Como foi a sua primeira vez no psicólogo depois do jantar de domingo? – perguntou a mulher encarando o filho com um sorriso alegre. Alexander olhava o filho sério, esperando sua resposta. Cora e Laura se voltaram abismadas para o irmão.

- Você foi a um psicólogo? – perguntaram as duas ao mesmo tempo.

- até eu sabia disso – respondeu Malia batendo suavemente no braço do pai, chamando a atenção do mesmo, e lhe estendendo o copo de suco, agora vazio, para que o loiro mais velho lhe servisse.

- ele já vai ao psicólogo tem uma semana, meninas – falou Talia encarando as filhas encararem o irmão surpresas.

Derek não sabia o que responder. Quer dizer, ele sabia que era só dizer coisas básicas. Mas a sensação de Stiles lhe sugando o pescoço enquanto os dois estavam sentados no divã do escritório dele dominou a mente de Derek, o fazendo corar novamente. A sensação que fora ter a língua do homem invadindo sua boca, em uma dança suave, ardente e envolvente que não demorou para levar a língua de Derek a acompanhar os seus passos. Deus, mas o que Derek tinha na cabeça quando começou a ir com aquele assunto.

- f-foi legal – foi tudo o que o moreno respondeu, enquanto tratava de enfiar uma garfada de purê de batata a boca.

- e o que fizeram lá? - perguntou Alexander encarando o filho um pouco desconfiado.

- eu acho que o que se faz normalmente em um psicólogo, sabe? Conversamos – respondeu Derek tentando parecer indiferente

- entendo, o primeiro contato – comentou Peter enquanto manuseava com o garfo na comida e Derek tentava ignorar a sua mente que gritava “Ah, com certeza. Foi um contato de línguas e tanto, hein? Oh, legal!”. Derek imaginou uma versão espiritual e minúscula sua fazendo um “OK” com a mão enquanto berrava a frase que surgira em sua mente.

- bem, eu estou feliz do mesmo jeito, filho. Foi apenas a primeira sessão e você me parece bem melhor – falou Alexander encarando o filho com um sorriso sincero nos lábios.

- eu também, querido. Quer dizer, no primeiro dia você já se força a sorrir com mais facilidade. – ditou Talia enlaçando sua mão na do marido enquanto os dois encaravam o filho.

- eu falei que seria uma boa experiência para você pra você, não falei? – perguntou Peter encarando o sobrinho com um sorriso vitorioso nos lábios. O sorriso que Derek odiava.

“Uma experiência e tanto, eu diria”. Pensou Derek encarando o próprio prato.

 

 

 

Vocês devem estar um pouco perdidos, não é? Então vamos voltar um pouquinho na história para vocês compreenderem melhor.

 

 

 

- Eu já disse que não preciso de psicólogo algum, tio Peter. Eu só preciso de um tempo sozinho – ditou Derek no banco do carona de seu próprio carro. Porque Peter se negava a ir no passageiro com um adolescente no volante.

- Derek, o que você mais teve desde o incêndio que aquela louca provocou, foi tempo sozinho. A gente respeitou isso por você. Quer dizer, ela lhe usou? Óbvio. Ok, tudo bem, o mundo pode aceitar isso, não teve culpa para colocarmos em você. – falou Peter enquanto estacionava na frente da residência muito conhecida por si.

- Peter, podemos não falar sobre Kate? – perguntou o moreno enquanto encarava os próprios pés.

Pois é. Derek acabou se envolvendo com uma mulher mais velha, Kate Argent. Ele realmente gostava da mulher, mas ela não sentia nada por si, aparentemente. Ela se aproximou de Derek apenas para poder alcançar a família dele. Ela devia uma boa quantia em dinheiro para os Hale. Mas como não estava nem um pouco a fim de pagar, a mulher usou o garoto para se aproximar silenciosamente. Até que em um fatídico dia, ela colocou fogo na casa, com todos lá dentro. Eles tentaram sair pela porta, mas a mesma estava com pregos lhe impedindo de ser aberta. Tentaram as janelas, mas algo as cobria por fora, algo muito pesado por sinal. Até que Peter e Alexander arrombaram a porta. Laura acabou torcendo o pé, descendo a escada e ficou presa na casa, mas Peter entrou no fogo e salvou a sobrinha, mas acabou se ferindo gravemente num dos braços e na perna esquerda.

- Derek, nós estamos realmente preocupados com você. Porra, essa é a nossa última jogada. Tentamos de tudo para você voltar a ser como era, mas nada funcionou. Olha, eu sei que eu irrito, porque eu faço isso de propósito, especialmente com você, mas eu me preocupo com você. Porra, você é meu sobrinho. Filho da minha irmã gêmea. É quase como um filho pra mim – falou Peter surpreendendo Derek pelo desabafo do tio. Sim, Peter era a pessoa que menos falava em sentimentos que Derek conhecia, muito menos era de desabafar. Mas ali estava Peter Tate, colocando tudo o que sentia para fora em relação ao sobrinho.

- tio Peter – sussurrou Derek vendo o homem apertar o volante com força.

- Derek, dói na gente, sabe? Ver você assim. Quieto, sem se comunicar com ninguém. Caralho, você era o mais falante daquela casa. Agora a casa parece vazia e fica muito tempo em silêncio. Eu se quer escuto você batendo uma bola de basquete dentro de casa. E por incrível que pareça, porque eu realmente odeio aquela maldita bola, tudo o que eu quero ouvir naquela casa é o som daquela desgraçada batendo contra o chão de novo – desabafou o homem tirando o cinto do carro.

- tudo o que a gente pede, Derek, é que você tente falar com o cara. Se não confiar na gente, pelo menos confie nele – disse Peter abrindo a porta do carro. E saindo do mesmo sendo seguido por Derek, que desceu suspirando pesado.

- Peter, se eu não me sito confortável em falar com vocês sobre isso, imagina com um desconhecido – falou Derek e os dois pararam ao lado do camaro preto.

- Derek, vai por mim. O cara é legal. Ele voltou pra cidade para passar as férias que ele ganhou forçado do chefe dele. Ele trabalha com o pai do seu melhor amigo no FBI. Lembra? O pai do Scott? – perguntou o Tate colocando uma das mãos no ombro do sobrinho que encarou a casa receoso.

- e o que ele faz na casa do Xerife? Se ele está de férias, por que vou me consultar com ele? - perguntou encarando a viatura estacionada logo a frente de seu carro.

- ele é o filho do xerife. O cara odeia ficar sem fazer nada. E como eu sou um ótimo tio, falei com ele que eu tinha um sobrinho que estava passando por uma fase difícil. O cara nem quis escutar o resto, disse que você poderia vir todos os dias depois da escola – falou Peter começando a arrastar o sobrinho para a entrada da casa.

- eu não sabia que o FBI tinha psicólogos – falou Derek vendo o tio tocar a campainha e não demorou para que um Xerife, com a parte de cima da farda aberta e com um enorme Donuts enfiado em sua boca surgisse.

- eu já disse que não é pra você comer essas porcarias nas refeições do dia, não já disse? – falou Peter arrancando o doce da boca do homem a sua frente.

- a... Peter, o que faz aqui? – perguntou o Xerife encarando Derek logo depois – Olá, Derek –cumprimentou e o moreno apenas ergueu uma mão em cumprimento para depois a enfiar no bolso de sua jaqueta novamente.

- não tente mudar de assunto, Jhonny. Eu já disse que rosquinhas só nos lanches entre o café, o almoço e o jantar – falou Peter encarando o homem com os braços cruzados, antes de dar uma mordida no doce em sua mão.

- Johnny? - perguntou Derek surpreso pelo nível de intimidade dos dois adultos ali.

- longa história – respondeu Peter ignorando a confusão clara do sobrinho. Aquele dia não poderia ficar mais estranho para Derek. Primeiro Peter surgi dos confins do inferno em sua escola, dizendo que precisava do sobrinho. Pelo menos ele o tirou da aula do Senhor Harris. Agora, os dois adultos ali estavam conversando como se fossem amigos de infância.

- Pett, essa foi a única que sobrou de ontem e estava ficando velha – falou John Stilinski encarando o Tate com uma expressão manhosa.

- Johnny, você podia comer ela em um outro horário. Se você ficar diabético eu te quebro ao meio – falou o homem mais baixo apontando com a rosquinha para o xerife da cidade.

- eu adoraria ver isso – falou o outro mordendo o doce da mão do Tate com um sorriso safado no rosto. OK, MUNDO. Era isso mesmo? Derek estava presenciando o Xerife flertar com o seu tio viúvo?

- você sabe que se me provocar você não vai para a delegacia tão cedo, não é? – perguntou Peter colando o seu corpo ao do Xerife e o castanho enlaçou sua cintura com um braço, enquanto se apoiava no batente da porta com o outro. Peter enlaçou a cintura do Xerife com o braço livre ofereceu o último pedaço do doce para o castanho, antes de sugar os resquícios do doce de leite que ficou em seus dedos.

- você sabe que eu tenho uma sala lá, não sabe? – perguntou o homem antes colocar um dos dedo sujos de doce de Peter na boca. DEUS, DEREK ESTAVA CHOCADO COM AQUELA CENA. TIPO, MUUUUITO CHOCADO. CARALHO, O SEU TIO, O CARA A MAIOR PINTA DE HÉTERO QUE DEREK CONHECIA, ESTAVA AGARRANDO O XERIFE DA CIDADE.

- pelo amor de Afrodite, vocês vão traumatizar o garoto – falou uma voz rouca atrás do Xerife e Derek, ainda boquiaberto se esforçou para enxergar de quem ela era.

O Xerife deu espaço para dupla, aproveitando para encarar o filho, que descia as escadas. Ok, aquela casa já estava, realmente, traumatizando Derek. Quer dizer, primeiro o seu tio agarra o Xerife na porta da casa, onde TOOOOOOOODOS os vizinhos poderiam ver, mas eles não estavam nem aí. Agora, um cara, envolto apenas num lençol, mas que mesmo assim era visível o movimento de seus membro a cada passo dado. A barriga pouco definida do homem, coberta de pintinhas era bastante atraente. A clavícula parecia ter uma certa profundidade, o que deixava a sua região mais bela ainda. Os lábios finos do homem de cabelos castanho bagunçados pareciam bastante convidativos, embora pouco exibidos. E aqueles olhos da cor âmbar... simplesmente perfeitos.

O quê? Qual o problema? Derek não era gay. Na verdade, ele sempre foi bastante decidido de sua sexualidade. Não que ele já tenha tidos muitas experiências. Pff. Kate fora sua primeira garota. Mas Derek sabia que era hetero. Ele não repudiava atos como os de seu tio ali na porta. Não. “A boca é deles. O corpo é deles. Que se comam”. Era o argumento de Derek sempre que alguém perguntava a ele sobre o que ele achava da homossexualidade. Mas dizer que Derek não reconhecia um homem bonito quando via um, o Hale jamais de negava. Reconhecer a beleza das pessoas não é se sentir atraído por elas. E não, quando Derek engoliu em seco quando viu o homem parar no pé da escada, ao lado da entrada da cozinha, ele não estava se sentindo atraído por ele. Não mesmo.

- por favor, para que diabos você compra roupas se não as usa? – perguntou Peter adentrando a casa e o Xerife encarou Derek ficar parado na entrada.

- não se preocupe, ele é meio ousado e idiota, mas é legal – falou o Xerife puxando o Hale pelos ombros para o interior da casa e fechava as portas.

- Peter, minha casa, meu corpo, minhas roupas, logo, minhas regras – falou o castanho mais novo, mas Derek não sabia de onde, até encontrar na cozinha e encontrar o rapaz sentado na pia, enquanto Peter se servia de uma xícara de café.

- você não tem respeito nenhum, garoto – falou Peter encarando o outro. Os dois se fitavam com um olhar de desafio e um sorriso vitorioso nos lábios. Derek estava estranhando tudo naquela casa.

- Stiles, desce da pia – ordenou o xerife e o mais novo desceu da pia, apenas para se sentar sobre a mesa e cruzar as pernas, deixando uma de fora do lençol.

- Peter, hoje em dia respeito é um jogo múltiplayer – falou o rapaz desnudo bebericando de seu café.

- e você não me parece nem um pouco afim de jogar – falou o homem se aproximando do menor com um sorriso divertido nos lábios.

- não com você – falou o castanho impedindo que o loiro se aproximasse mais usando um dos pés no peito do homem.

- senhores, se comportem. Temos um menor de idade no recinto – falou John fechando a parte de cima de seu fardamento.

- oh, por favor. Derek já é bem grandinho -  falou Peter tentando se aproximar mais de Stiles, mas o castanho o empurrou com força, fazendo o Tate cambalear para trás até bater com a bunda n pia de mármore.

- Peter, “seje menas”. – falou Stiles se levantando e começando a caminhar na direção de Derek.

“Pelo amor de Deus, que esse lençol não caia”. Implorou o moreno mentalmente encarando o outro se aproximar de si. O rosto do Hale corou violentamente, o fervor que ele sentia em suas bochechas eram um ótimo indicador desse fato. Stiles gargalhou e rodeou o corpo do moreno antes de colocar as mãos em seus ombros, os apertando suavemente, fazendo o corpo de Derek tremer.

- queira desculpar o seu tio. Desde que ele e meu pai entraram nesse relacionamento o Peter perde a noção nessa casa – falou Stiles encarando o tio do moreno gargalhar juntamente consigo quando Derek engasgou com a própria saliva.

- ah, estragou a surpresa do jantar de domingo – falou o Tate com um falso tom de chateação. John engasgou com o café que bebia e o cuspiu na pia.

- COMO É? – o Stilinski mais velho parecia chocado com a fala do loiro.

- John, Stiles não iria fazer o almoço? – perguntou o Tate encarando o homem encarar o filho que sorria para si.

- pensei que fossemos almoçar fora – anunciou o Xerife encarando o filho.

- não, pai. Amanhã é que vamos almoçar fora. Mas já que o meu querido padrasto está aqui, porque não almoçam fora vocês? Sabe? Eu tenho que conversar com o Derek, aqui – falou o castanho chacoalhando os ombros do Hale, que o encarou perdido.

- ah, eu esqueci de dizer. Pedi para o Stiles ajudar o Derek – falou Peter e John o olhou curioso.

- ajudar com o quê? – perguntou o homem encarando agora o filho. Peter sussurrou algo no ouvido do Xerife e o mesmo passou a tomar uma expressão indignada e enraivada.

- relaxa, pai. Apenas... – Stiles fora cortado pelo Xerife.

- Você é um irresponsável, sabia disso? – o homem ralhou na direção do filho.

- ah, relaxa, homem. Vem – falou Peter puxando John pelo braço enquanto o mesmo tentava gritar com o filho.

 

 

 

Não precisa nem dizer que o primeiro contato deles fora um pouco estranho. Stiles avisou que iria subir para se vestir e depois iria preparar o almoço, por isso o moreno poderia explora a casa. Derek não ficou muito a vontade com a presença de Stiles, a verdade tem de ser dita. Ele via o homem como louco, tagarela, bipolar; algumas poucas vezes; mas um bipolar interativo, daqueles que conversa com sua outra personalidade. Aquilo assustou Derek, quer dizer, o castanho usava argumentos bem trabalhados apenas para decidir se cozinharia lasanha ou se fazia pizza.

Bom, Derek não demorou muito na cozinha para terminar de analisar o homem. Ele tratou de explorar a casa. A sala não era muito diferente da de sua casa. Exceto pelos vários troféus de torneios de xadrez numa cristaleira e até mesmo alguns de beisebol. Mas o que mais lhe chamou a atenção foram os de artes marciais. A maioria antigos com o nome do Xerife. Ele se dirigiu para a estante, não encontrando nada de muito fascinante. Livros de vários tipos de histórias, mas a impecável coleção de Agatha Christie realmente deveria chamar a sua atenção. O moreno deslizou os dedos pelas capas, sentindo a textura dos mesmos.

 Derek não sabia se deveria subir as escadas, mas decidiu riscar. Afinal, Stiles lhe dera permissão para explorar a casa. Stiles... Que raios de nome era esse, afinal? Com certeza deve ser estrangeiro. Russo, talvez, ou alemão, já que, pelas fotografias espalhadas pelo corredor, era notável que a família em peso tinha aquele tom de pele pálido e os cabelos claros, com exceção do Xerife e da mulher. Derek adentrou a primeira porta que encontrou e descobriu se tratar de uma sala de leitura. Oh, não, era um escritório. Sim, um escritório.

“Deve ser o escritório do Xerife”. Pensou vendo algumas fotos de cenas de crimes e pessoas penduradas em um quadro e ligadas por lã presa em tachinhas. Mas o divã de cor vermelha ali, muito bem localizado lhe indicava que talvez não fosse. A confirmação veio quando se aproximou da mesa e avistou um distintivo do FBI ali em cima com um nome estranho e a foto de Stiles.

- Agente Genim Void Waclaw Cage Stilinski – o Moreno de olhos verdes murmurou lendo o distintivo do castanho.

“Mas que raios de nome é esse?”. Pensou enquanto encarava o distintivo, relendo o nome para ter certeza de não ter errado. Não, não. Estava bem ali, mesmo. Era esse mesmo o nome. Derek passou a encarar a estante ali, repleta de livros de vários tipos. O moreno se surpreendeu ao se virar e perceber que o castanho lhe observava em silêncio. Derek desviou o olhar, o homem pigarreou e se desencostou da portada. Ele anunciou que o almoço estava pronto. Os dois desceram, almoçaram e logo após subiram para o escritório de Stiles. Stiles pediu para que Derek sentasse no divã, enquanto o castanho pegava um grande bloco de notas e alguns lápis e uma borracha.

- então, como que isso funciona? – perguntou o moreno encarando o castanho que se sentou na mesa que havia ali, mas logo empurrou sua cadeira com rodinhas para perto do divã, onde colocou os pés sobre o estofado.

- funciona como você quiser que funcione – disse o homem começando a escrever algo no bloquinho de notas. – como você quer que isso funcione, Derek? Entediante? Objetivo? Alusivo? Divertido? Construtivo? – o castanho perguntava e a cada questionamento Derek o encarava desconfiado.

- bom, eu acho que divertido seria legal. Construtivo? Não sei se pode ser ao mesmo tempo que divertido. Na verdade, não faço a mínima ideia – respondeu o moreno um pouco incerto se deveria ou não seguir a ideia de seu tio. Ele não queria tocar no assunto Kate. Nunca, se possível.

- bom, como você nunca tocou no assunto... Bom, aquele que não deve ser nomeado. Creio que não devamos tentar tocar nele assim de imediato – falou Stiles sorrindo e Derek sorriu minimamente pela citação de Harry Potter. Ele não era exatamente um fã, mas havia visto os filmes e lido os livros, já que precisava passar o tempo no quarto sem ficar chorando todos os dias pelo ocorrido.

-  leu Harry Potter? – perguntou o rapaz encarando o castanho sorrir minimamente.

- bom, vejo que deu apenas uma olhada rápida aqui no escritório – falou o castanho apontando para estante atrás de Stiles. O moreno de olhos verdes se virou e demorou um pouco para notar a coleção com o nome do menino que sobreviveu.

 

 

 

 

Assim se passaram os dias, sempre com Derek fazendo explorações no escritório do castanho sempre antes de o mesmo fazer o almoço. Mas hoje Derek decidiu não olhar a prateleira da direita, como sempre fazia, e decidiu ir para o lado educativo do escritório. E foi assim que ele se deparou com uma coleção de livros um tanto quanto... sem definições, ele só não esperava encontrar aquilo ali. Ele se afastou da coleção assim que percebeu que Stiles se aproximava do escritório. Eles almoçaram, com Derek olhando o castanho de soslaio, este que parecia alheio ao olhar do outro. Quando eles decidiram subir para conversar, depois de jogarem um pouco no Xbox do castanho, Derek parecia um pouco incomodado.

- algo errado? – perguntou o castanho enquanto manuseava o lápis em seu bloco de notas, trocando de lápis de vez em quando.

- n-não – respondeu Derek desviando o olhar.

- então por que gaguejou e desviou o olhar? – perguntou o castanho surpreendendo Derek, que achava que o outro estava mais focado em fazer seja lá o que fazia em seu bloco de notas.

- p-por que acha que tem algo errado? – perguntou Derek meio receoso. O castanho suspirou, largando o que fazia para encarar o Hale, que pareceu se encolher.

- Bom, você ficou me encarando, durante o almoço. E gaguejou a maior parte do tempo enquanto conversamos hoje. Sem falar que você não para de desviar o olhar para a minha coleção de livros eróticos – falou o castanho apontando exatamente para o local que Derek encarava, surpreendendo o Hale, que corou um pouco.

- você enxerga bem mesmo – falou o moreno coçando a nuca em desconforto.

- vamos, se algo estiver acontecendo você pode me contar. Sabe que pode me contar o que quiser – falou o castanho encarando Derek com um sorriso simples nos lábios.

- bom, não está acontecendo nada. É só que... – o moreno engoliu em seco.

- é só que... Qual é, Derek? Sabe que o que for dito aqui não vai sair daqui. Pelo menos não de minha boca – falou o castanho se levantando e se sentando ao lado de Derek, enquanto apertava o ombro do moreno para dar confiança ao mesmo.

- é que é meio embaraçoso – falou o moreno escondendo o rosto nas mãos antes de passar elas pelos cabelos negros.

- se for embaraçoso, nós vamos rir, eu vou falar que é algo normal e tudo passa – falou o castanho sorrindo para Derek, que corou ao encarar os lábios do outro.

- bom, é que, um garoto, hoje, se declarou para mim no banheiro e eu fiquei meio surpreso, sabe? E-eu não gosto de garotos, então eu dispensei ele educadamente. Mas ele argumentou dizendo que eu nunca fiquei com garotos então não poderia saber se gostava ou não. Aí eu lembrei que o tio Peter está noivo do seu pai. Aí fiquei meio confuso, sabe? Aí ele tentou me beijar, mas eu saí correndo do banheiro – falou Derek de uma vez, enquanto encarava os próprios pés timidamente. Ele estava envergonhado demais.

- e você achou que talvez pudesse gostar por que seu tio estava noivo de um homem? – perguntou Stiles se lembrando do jantar que fora dado na residência Hale, onde John anunciou que havia pedido Peter em noivado. Stiles não pode ir e até hoje Derek não soube o porquê? Iria adorar a companhia do novo amigo durante o jantar. Sem falar que Malia parecia ansiosa em conhecer o seu novo irmão.

- bem, sim – respondeu Derek coçando a nuca. Stiles gargalhou alto, colocando a mão no joelho de Derek, que o encarou confuso pela reação do homem.

- Derek. Ninguém gosta de algo, só porque alguém próximo a si gosta desse algo – falou Stiles vendo Derek sorrir minimamente, percebendo o erro de lógica que cometera. – nós gostamos das coisas de que gostamos, por que realmente gostamos, não por que vimos alguém gostar. Por exemplo, eu gosto de xadrez, mas o meu pai odeia. Suas irmãs gostam de Harry Potter, você também, mas Peter não. Peter gosta de chá, o meu pai não – falava Stiles e Derek apenas meneava.

- então eu não gosto – falou o moreno encarando Stiles.

- pode não ser bem assim. Todos os exemplos em que citei que pessoas não gostavam de algo, eles experimentaram. Por exemplo, meu pai não odeia xadrez só porque ele me viu jogando e disse “Ah, não gosto desse jogo”. Ele jogou para saber, embora eu ache que ele não goste por nunca ter ganho de mim, mas isso é outro caso. Eu não gosto de cebola, mas não é só porque elas me fazem chorar quando as corto, eu realmente odeio o gosto daquelas coisas. – falou o castanho mostrando a língua ao se lembrar do gosto de cebolas.

- então quer dizer que eu tenho que experimentar antes de dizer se gosto ou não? –perguntou mas saiu mais como uma afirmativa.

- exatamente. Você é um adolescente. Agora é a hora de descobrir essas coisas, sabe? Se esse garoto que se declarou para você for confiável, chame ele, converse sobre isso e tente experimentar beijá-lo. Quem sabe as coisas não dão certo? – perguntou Stiles encarando o moreno pensativo.

- Mas eu nunca conversei com ele direito, não sei se ele é confiável – falou Derek encarando o castanho.

- então procure alguém em quem você confie, mas alguém com que sua relação de amizade não possa mudar caso isso aconteça - falou Stiles dando um leve tapinha no joelho de Derek antes de se levantar e se dirigir para a sua cadeira novamente.

- eu não tenho ninguém assim – falou o moreno e Stiles pareceu pensativo – quer dizer... – falou o moreno e o castanho lhe encarou esperando que ele continuasse – bom, t-tem v-você – falou o moreno movendo o tênis de um lado para o outro, incerto do que iria ocorrer a partir de agora. Quer dizer, Stiles poderia lhe chutar dali e não querer nem ver sua sombra nunca mais, imagina a si. Quer dizer, ele solta algo assim sem saber se o outro se quer gostava de garotos.

- ow, err... Derek, eu te ajudaria nisso, mas é que... sei lá, eu me sentiria abusando de você, sabe? Você é meu paciente, mesmo eu estando de férias, e não tendo um consultório ou trabalhando em um, sem falar que você é menor de idade – falava o castanho olhando compreensivo o olhar triste do adolescente. Derek estava achando que Stiles estaria lhe dispensando educadamente por não gostar da coisa, como o seu amigo Jackson diria. Mas ao ouvir a real situação do outro ele se apressou em falar antes que Stiles continuasse a sua argumentação

- se eu lhe desse o meu consentimento? – perguntou o moreno encarando o castanho o olhar surpreso.

- eu não sei, não, Derek. Quer dizer, Peter te entregou em minhas mãos. Sua família confiou você a mim. Você está passando por uma fase difícil. Um adolescente em depressão, eu ainda acharia que estaria abusando de você – falou o castanho encarando o moreno abraçar os joelhos.

-b-bom, v-você é a pessoa que eu mais confio depois desse incêndio – falou Derek abraçando as próprias pernas e escondendo a face ali. Derek sentiu o estofado do divã se mexer.

- bom, mas você sabe que isso pode gerar problemas para mim, não é? – perguntou Stiles e viu Derek o encarar surpreso. O castanho possuía um sorriso simples, que passava confiança para Derek.

- n-não se preocupe. Eu não falo para ninguém – falou Derek encarando o castanho.

- sendo assim, vamos fazer uma espécie de pacto. Eu prometo lhe ajudar quanto a isso e você promete sigilo absoluto, ok? – perguntou o maior pegando a folhinha de bloco de notas a qual ele estava usando e a arrancando do bloco, depois pegando um estilete em sua mesa e fazendo um pequeno corte em seu dedo.

Quando o sangue se acumulou sobre o dedo, o homem o pressionou contra a folha, no canto inferior da mesma. E depois entregou o estilete para Derek. O Hale cortou o próprio polegar e depois, ao se virar para a folha a sua frente ele se deparou com um desenho seu. Aquela fora a pose na qual ele pegou no sono na primeira vez que estivera ali, mas no lugar do divã estava um lobo. O desenho todo era feito a lápis, sem nenhuma cor, mas os vários tons de preto indicavam cores e sombras. Derek se lembrou que Stiles lhe perguntara qual o seu animal favorito e ter dito que o seu era uma raposa. E bom, a folha do bloco era grande o suficiente para Stiles desenhar a si mesmo sentado ao lado do garoto, e ao seu lado uma raposa negra apoiava a cabeça em seu ombro.

- eu não sabia que desenhava – falou Derek pressionando o dedo abaixo de seu desenho, já que a marca do dedo de Stiles estava abaixo da imagem dele.

- e eu nunca esperava que iria fazer isso – falou o castanho se sentado ao lado de Derek novamente.

- bom, podemos parar se não quisermos, não é? – perguntou Derek um pouco receoso de sua decisão.

- é claro, quando quiser parar é só me falar – falou o castanho vendo Derek voltar a olhar o desenho antes de o mesmo ser estendido em sua direção – Ah, não. É seu, pode ficar – falou e Derek meneou a cabeça, colocando o desenho ao seu lado no divã.

- e-então, c-como faremos isso? – perguntou o moreno encarando o castanho.

- do jeito normal – respondeu o Stilinski começando a aproximar o seu rosto do de Derek, que por sua vez, também aproximava o seu rosto, lentamente do rosto do castanho.

Derek pôde sentir a respiração do outro bater em seu queixo, antes de os lábios se tocarem. Deus, aquilo fora tão... Derek não sabia descrever. Sabe? Sabe quando o seu peito parece estar sendo o salão de festa onde está sendo feito uma festa de ano novo, não uma qualquer, a mais animada de todas? Sabe quando suas mãos parecem tocar um bongô em um ritmo animado de tão trêmulas que estão? Ho ho ho! Nem vamos comentar da boate que instalaram no estômago de Derek. Por que aquilo não poderiam ser borboletas dançando. A sensação inteira só aumentou quando Stiles pediu passagem com a língua, lambendo suavemente o lábio superior de Derek.

O moreno abriu a boca, lentamente, e Stiles introduziu sua língua ali, na busca emocionante da língua do jovem Hale, que aceitou o convite alheio para uma dança suave que causaria reações bastante intrigante em seu dono. Ah, foi dito e feito. As mãos trêmulas de Derek ficaram tensas quando as mãos calmas e habilidosas do homem castanho as tocaram e as levaram para os ombros alheios, onde lá ficaram, enquanto as mãos de Stiles passavam a circundar a cintura de Derek, aproximando os dois corpos. Quando o ar se fez necessário, Derek ainda teve folego para gemer baixo quando Stiles lhe mordeu suavemente o seu lábio inferior, o puxando levemente.

O homem se afastou um pouco para encarar a face corada de Derek e passou a beijar as bochechas vermelhas do Hale. Derek suspirou quando Stiles passou a brincar com o lóbulo de sua orelha com a língua dele, que o ergueu para que pudesse ser acolhido pelos lábios finos e habilidosos do homem, que sugou aquela parte da orelha do Hale, antes de a mordiscar e abandonar, em prol de descer os seus beijos e mordidas para o pescoço alheio. Derek nem soube quando inclinou a cabeça para trás, para dar mais espaço para o homem poder beijar o seu pescoço, só percebeu quando abriu um pouco um dos olhos para encarar a porta, para ver se a mesma estava fechada, mas tudo o que viu fora o ventilador de teto.

Deus, o que era aquilo nas calças de Derek? Era... Não era, era? Por todos os Deuses do Olimpo e criaturas mágicas existentes, aquilo realmente era o pênis de Derek entusiasmado com aquele jogo que Stiles brincava cm a língua e os dentes no pescoço do Hale, enquanto gritava para que eles continuassem. Stiles ergueu o pescoço para beijar suavemente os lábios de Derek em um selinho simples, antes de sussurrar no ouvido do Hale.

- eu acho que passamos um pouquinho do nosso horário – sussurrou o homem e Derek apenas meneou enquanto respirava pesadamente.

- é, deve ser... – o moreno sussurrou, sentindo Stiles dar um leve riso, antes de se dar conta do que estava acontecendo.

Derek se levantou em um salto. Mas o que diabos eles estavam fazendo? Porque o seu corpo reagira assim? Quer dizer, ele nunca se sentiu atraído por um garoto antes. Por que só agora o seu corpo reagia tão estranhamente a toques masculinos? O moreno pegou o desenho feito pelo homem antes de caminhar até a porta.

- eu tenho que ir, meus pais estão me esperando – falou mas parou antes de fechar a porta. Ele não achava que deveria sair assim correndo.

- você está atrasado, Derek. Nos vemos amanhã, no mesmo horário, agora vá – falou Stiles de costas para Derek enquanto guardava o próprio material. Derek apenas meneou, mesmo sabendo que Stiles não veria nada. Quando estava na saída da casa, Derek se deparou com o xerife e corou até o último fio de cabelo antes de correr para seu carro ali estacionado. Já Stiles, passava as mãos pelos próprios cabelos, enquanto se jogava no divã de seu escritório.

 

 

 

 

Agora, Derek estava deitado em seu quarto, encarando o desenho que Stiles fizera para si. O moreno estava perdido em pensamentos. Pensamentos estes que tinham apenas um só assunto. O beijo dado no escritório de seu psicólogo. Derek não entendia o que sentia, mas cada vez que pensava no beijo dado por Stiles, o seu coração acelerava, ao se lembrar das mãos grandes lhe circundando a cintura e lhe puxando para mais perto, da língua do homem deslizando pelo seu pescoço, tudo isso fazia o seu corpo reagir de forma inesperada por Derek. O moreno se levantou de sua cama num salto e correu até a escrivaninha, vestindo apenas a cueca box que lhe cobria o corpo. Ele sempre dormia assim. O rapaz tirou algumas tachinhas da gaveta e pegou o desenho que estava jogado sobre o teclado do notebook que estava em Stand by. O moreno correu de volta para a cama e prendendo o desenho na parede onde a cabeceira estava encostada.

 O moreno se voltou para o desenho, sorrindo simples antes de voltar correndo para o notebook. Ele se sentia animado, não sabendo ao certo o porquê. Ele abriu a janela anônima do navegador, sabia que suas irmãs fuçavam suas coisas enquanto passava a tarde na casa dos Stilinski. Abriu uma das abas no google e a outra ele abriu no site de uma das maiores livrarias, uma das quais tinha uma loja na cidade. 


Notas Finais


ESSE CAP NEM TAVA PRONTO
E NEM IA POSTAR ESSA FIC TÃO CEDO
POR ISSO Q ELA NN TEM CAPA
EU IA POSTAR DEPOIS Q EU MESMO TIVESSE FEITO A CAPA
NN Q FOSSE SER UMA GRANDE CAPA
ATÉ PQ EU NN SEI FAZER
MAS EU IA DEIXAR O MÍNIMO POSSÍVEL NA LINHA DA HISTÓRIA


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