História Contando os pecados dos seres humanos. . . - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~LenaLe_Min

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Midnight, Millianna, Personagens Originais
Tags Amor, Anime, Deuses, Drama, Gore, Horror, Luz, Morte, Originais, Romance, Sangue, Semideuses, Terror, Tragedia, Trevas, Yang, Yin
Exibições 12
Palavras 3.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EON-TAVA-SEM-LUZ-ATÉ-AGORA

calma, meu teclado n kebro dnv n ksksksksks

Capítulo 12 - Capitulo IX


 

Capitulo IX – Comi o Título.

 

 

 


Os fios de karma que conectam as pessoas se interligam como uma frágil e pesarosa flor de Lycoris. 


Quando um homem se perde entre raiva, dor e lágrimas, além da cortina da meia-noite, uma vingança impensada é realizada. 

 

(Jigoku Shoujo – Hell Girl)

 

 

               

                Algum ser caminhava um tanto apressadamente pelos corredores do castelo, sua figura podia ser vista diante dos vidros da janela, em suas mãos alguns papéis escrito a tinta, era possível ver longos cabelos de coloração purpúrea este ser vestia um longo quimono com um laço em sua cintura.

                A noite combinava muito bem com aquela imagem, as constelações e luas que teimavam em se esconder detrás das nuvens também achavam isto, pois agora estavam a brilhar mais do que nunca.

 

                Enquanto este ser caminhava/corria uma lamparina apareceu em sua mão que se estendeu para iluminar o caminho, ela parou no final do corredor. Não haviam portas ou qualquer outro tipo de entrada ou saída. Ela simplesmente atravessou a parede como se fosse uma enorme porta aberta a convidando para entrar.

 

 

...

 

...

 

...

 

 

                “Não importa quanto tempo passe, eu sempre irei te amar e te odiar ao mesmo tempo. Me deixe lhes mostrar o que realmente é certo, sim?”

 

 

 

                “Por que eu estou fazendo isto? Eu não queria me vingar? Então, qual o motivo? Eu de repente apenas baixei a guarda de meus pensamento por alguns minutos e então... tsc! Ratos imundos! Assim que eu retornar de verdade, vocês não irão perder por esperar!” – pensou algum ser finalmente se dando conta de que havia baixado a guarda de seus pensamentos e fazendo uma cara de desgosto. O local em que este ser está é escuro, apenas é possível ver alguns filetes de sangue escorrendo pelo chão, eles estão vindo de um trono onde há algum ser sentado. Provavelmente este mesmo ser que teve o pensamento de segundos atrás.

 

                Nem mesmo eu, o narrador, sei quem é esta pessoa.

 

...

 

...

 

...

 

 

                – O que foi milady? – perguntou uma das escravas de Charlotty enquanto regava uma pequena flor de Lycoris que ficava no quarto de Charl.

 

                – Hm...? Nada que lhe interesse. Assim que terminar seus afazeres avise a todos que eu irei sair hoje, provavelmente passarei a noite fora, tenho alguns assuntos a resolver no mundo humano. – disse Charl enquanto se levantava da cama um tanto exageradamente grande.

 

                A luz da manhã ficava totalmente fora do cômodo, neste novo cômodo não há janelas, bem, há uma, mas ela nunca foi aberta. Não havia oxigênio naquele cômodo, nem mesmo algum tipo de gás para formar o ar. Não se sabe como aquela flor de Lycoris ainda está ali, mas mesmo que ela esteja ali, ela está morta. A pobre flor morreu a pouco mais de um milésimo de anos atrás.

 

                – Certo, algo mais milady? – antes de sair a escrava deu uma pequena reverencia assim que Charl negou sua pergunta fazendo um sinal com a mão.

 

                Charl esperou todos os passos estarem bem longe para finalmente suspirar, ela não queria voltar no mundo dos humanos, mas no caso não havia escolhas. E ela teria de deixar Midnight sozinho no castelo, o que será horrível mesmo é quando ele descobrir que ela saiu daquele mundo para voltar para o mundo dele. Ele certamente a odiará por isto.

 

                – Isso está ficando cada vez mais complicado, logo não restara escolhas senão lhe matar. – murmurou Charlotty se lembrando de alguém que suspostamente ainda está vivo.

 

 

...

 

...

 

...

 

 

                – Erza-chan, você vem? – perguntou uma baixinha azulada antes mencionada como “McGarden”, esta estava a entrar em um avião particular.

 

                – Não posso, sinto muito mas ainda estou na escola e não pegará muito bem pro meu lado se eu sumir assim do nada. – respondeu uma ruiva, ela estava a alguns poucos metros de distância da azulada, do lado de fora do avião.

 

                – Ah sim, claro, então está bem, tchau Erza-chan!

 

                – Tchau Levy, espero que vocês se deem bem nessa. – a ruiva sorriu para a azulada.

 

                – Mas é claro que vamos! Quando alguma vez nos demos mal. – a azulada sorriu de volta fazendo uma pergunta irônica (ao mesmo tempo indireta), logo esta entrou no avião sem esperar a resposta que sabia que não viria.

 

                ...

 

                – Millianna, você acha que elas irão conseguir facilmente desta vez?

 

                – Não, talvez algumas delas não voltem ou.... – a mesma garota de antes que possui cabelos morenos-claros e que ainda usava a mesma capa.

 

                – Não termine esta frase, por favor. Metade deste esquadrão se foi nesta viagem para Londres, se elas não voltarem... isso será....

 

                Antes que a ruiva terminasse de falar o avião começou a se mexer para frente na pista, eles estavam a ar livre em um local cercado por mato, havia um enorme prédio de um lado e do outro várias pistas, no início de algumas haviam aviões. Estava de tarde, o sol do meio-dia brilhava intensamente, o melhor tempo para decolar em uma viagem de avião.

                Logo o avião não estava mais no chão, agora ele estava a voar flutuando como uma pluma. Seria engraçado se um avião tivesse o mesmo peso de uma pluma.

 

                – Vamos entrar, Erza. – falou a tal Millianna se virando na direção contraria de onde o avião decolou e indo entrar no enorme prédio, este prédio possuía 65% de parede exterior feita de vidros/janelas.

 

                – Certo.... – ambas fizeram a pequena caminhada até o prédio e entraram, o local estava vazio. Seus objetos eram todos modernos, mas a poeira, teia de aranhas e mofo ganhavam o local. Elas realmente eram as únicas naquele local, elas sabiam disso.

               

                O local também tinha suas paredes sujas, pichadas e rabiscadas.

 

                 ...

 

                – Ne Erza, você acha que Cana irá encontrar alguma coisa em Londres? – perguntou Millianna fazendo uma expressão de mistério.

 

                – Como assim? – Erza não entendeu, sua expressão durante este tempo todo era de calma, o que era muito raro já que a ruiva vivia ameaçando os outros e quebrando tudo.

 

                Millianna entreolhou para Erza.

 

                – Nada não.... Mas, qual o motivo de você estar tão calma? Por acaso “ele” fez algo a você? – falou Millianna com um olhar pervertido, Erza ficou com o rosto todo vermelho... de raiva.

 

 

...

 

...

 

...

 

 

                Sempre quando chove a mamãe faz uma torta de caramelo-canela,

 

                Ano retrasado choveu e ela fez torta,

 

                Ano passado choveu e ela fez torta,

 

                A alguns meses choveu e ela fez torta,

 

                Hoje choveu,

 

                Ela não fez torta.

 

                Mamãe disse que iria no mercado comprar alguns ingredientes,

 

                Eu ainda estou te esperando mamãe,

 

                Olhando pela janela vendo a chuva cair, esperando-lhe voltar,

 

                Só faz alguns meses certo?

 

                Você saiu a alguns meses e não voltou mais,

 

                A fila do mercado deve estar um pouco longa....

 

                Apenas um pouco...

 

                Logo você voltará e eu lhe verei pela janela, certo?

 

 

               

 

 

                A chuva caia fortemente em algum local desconhecido, com pessoas desconhecidas, objetos desconhecidos. Rajadas de raios seguidos de trovões dançavam pelo céu cinzento, o clima estava melancólico, um enterro estava sendo realizado. Todas as pessoas estavam vestidas de preto, com seus rostos cobertos por mascaras, mas mascaras que não escondiam a verdade. Todos estavam a chorar diante ao cadáver a sua frente, este que estava dentro de um luxuoso caixão, em uma parte do caixão havia um pequeno papel preso a um pedaço de linha, um pequeno papel branco que havia algo escrito a mão, “Undertaker”.

 

 

                – Hihihihi.... – uma risada foi ouvida ao longe.

 

 

...

 

...

 

...

 

 

                Spencer estava acordado, ele não havia dormido, mesmo que ainda seja de manhã cedo. Ele estava cansado devido à noite anterior, a mãe dele não poupou ele mesmo.

                Ontem à noite a família que supostamente teria uma semideusa que iria casar com ele (ele querendo ou não, já que é casamento arranjado que sua mãe havia comentado a alguns meses atrás) havia lhes visitado. Eles passaram a noite inteira conversando no jardim sobre o casamento e todo o resto, Spencer e sua futura noiva apenas ficaram calados observando eles, mesmo que nenhum dos dois estivesse prestando atenção. Nenhum deles desejava isso, mas era preciso já que ambas as famílias eram uma das mais importantes do Japão e eles precisariam unir as famílias apenas para ganharem mais dinheiro com isso.

 

                Dinheiro.

 

                Spencer e a outra garota estavam morrendo de raiva com isso, tirar toda sua vida futura e suas felicidades apenas por papel, algo material que supostamente no mundo humano pode comprar tudo, incluindo amor. Isso era realmente uma loucura!!

 

                Ele não se conformava, nem sabia o nome da jovem e os seus pais (mãe de Spencer e o pai e mãe da jovem) já haviam até comprado uma casa mobiliada para eles! Ele queria sumir dali, correr para bem longe aonde nem mesmo um passarinho o encontraria. Haveria apenas ele e a paz.

 

                Ele não soube o porquê mas este último pensamento o deixou nostálgico, era como se alguém que ele conhecesse tivesse este mesmo pensamento. Mas ele não sabe quem. Não consegue se lembrar. Ele ainda estava um pouco confuso com tudo isso.

 

                De repente uma imagem apareceu em sua mente, era uma floresta, nesta floresta havia algo que lhe lembrava um lacrima, ele estava totalmente fechado, sem nenhuma rachadura, intacto.

 

                Spencer se assustou e logo a imagem foi embora.

 

                – O que está acontecendo...?

 

                Por um momento assim que Spencer olhou para a janela ele viu uma sombra que lhe lembrara uma pequena fada a decolar voo.

 

                – Tsc. – ele se levantou da cama e caminhou até a porta, assim que ele tocou na maçaneta outra imagem apareceu em sua mente. Era de uma garota, mas não parecia uma garota, seus olhos pareciam botões negros cobertos por uma gosma negra, sua boca estava costurada com um sorriso, sua pele estava tão pálida que parecia um fantasma, e por fim, enormes asas negras com algumas partes sem penas que aparecia... ossos?!

               

                Logo quando ele iria reparar no último item a imagem sumiu de sua mente, deixando Spencer aterrorizado e mais confuso ainda.

 

                – ...! – ele abriu rapidamente a porta e andou a passos rápidos para a saída principal, ele precisava de um pouco de ar puro, por isso iria caminhar um pouco pela cidade. Parar em um parque quem sabe.

 

 

...

 

...

 

...

 

 

                Midnight havia acabado de acordar, e para deixar tudo ainda mais estranho, ele não se lembrara de quase nada do dia anterior, nem do anterior ou anterior muito menos dos anteriores. Ele não sabia que dia era hoje, que horas eram ou o que ele fazia ali. Ele achou ainda mais estranho quando percebeu que havia perdido metade das suas memórias com Spencer ou alguma das outras meninas.

 

                Ele se sentia cansado, como se não tivesse dormido. Também havia se tocado que ele estava quase morrendo de fome e sede.

 

               

                – Prince... você está dormindo?

 

                (Nota: se não me falta memoria Prince = Príncipe)

 

                Midnight ficou com uma gota ao perceber que havia uma mulher vestida de empregada em seu quarto, a pele da mesma era morena clara e seus cabelos eram rosas, seu vestido de empregada era azul-marinho. Ela estava descalça e com uma faixa (não as faixas medicas, e sim uma faixa que ficava em volta de sua perna, a faixa era amarela e nela estava escrito “você nunca mais verá o amanhã).

 

                Ele ainda não sabia como todos naquele lugar falavam japonês, isto significa que aquele local era alguma parte do Japão? Ele poderia ir embora se quisesse? Mas... ele nunca havia visto alguém falar daquele local, e também ele se lembrara de quando chegou, não havia nada em volta, mal haviam flores ou arvores, e também... duas Luas? O que diabos estava acontecendo?!

 

                – .... – ele não respondeu, apenas ficou a observar a mulher. Ela estava parada na porta sem falar nada nem se mexer, foi então que notou que seus olhos estavam fechados, ela não os abriu até agora.

 

                Ele não sabia se poderia falar com alguém daquele castelo, ele não queria falar com quem não deveria, ele apenas queria que Charlotty parasse com essa ideia maluca de escravizar pessoas, e depois iria embora, ela querendo ou não. Para início de conversa ele me parece inocente o bastante para apenas estar ali para ajudar aquelas pessoas sem receber nada em troca.

 

                Ele se levantou da cama ficando de pé, ele foi até a mulher e passou a mão na frente dos olhos da mulher, ela nem ao menos se mexeu.

               

                – Prince, eu não posso te ver mas posso sentir que sua alma está aqui. Você é um humano vivo não é?

 

                Ele não queria responder, mas ele também não queria ignora-la, afinal, ela não lhe parecia uma pessoa ruim.

 

                Apenas não parecia.

 

                – Sim, mas por que está me chamando de Prince? – ele tentou com suas forças ao máximo para que sua voz saísse normal, mas as palavras saíram quase como se rasgassem sua garganta já que ele não bebia água faz alguns poucos dias.

 

                – ... Você realmente está vivo? – ela insistiu novamente na pergunta.

 

                – Sim...? – ele disse com um pouco de dúvida em sua mente.

 

                A mulher sorriu.

 

                Foi então que Midnight percebeu, agora que estava mais perto da mulher ele pode ver. Os olhos delas estavam costurados por uma fina linha vermelha.

 

                – Venha, o seu café da manhã já está pronto. Ele foi preparado de acordo com as ordens da Lady White. – ele simplesmente não sabia o que falar, e também não sabia quem era “Lady White”.

 

                Ele apenas seguiu a mulher para fora de seu quarto, mesmo sem saber se era o certo.

 

 

...

 

...

 

...

 

 

                Ontem eu vi um passarinho...

 

                Ele voava envolta de um enorme relógio...

 

                Ele parecia alegre e animado...

 

                Mas quando me aproximei eu pude ver que era apenas um cadáver...

 

                Este que apenas foi levado para longe com a forte corrente de ar....

 

                Pobre passarinho...

 

                Ele me parecia tão alegre....

 

 

 

               

                – Humanos... há muitos deles ali… – falou Charlotty, ela estava em cima de um dos galhos de uma arvore que ficava em frente a uma cidade no centro dos EUA.

 

                Por mais incrível que pareça, toda vez que focamos nela nesta enorme história sua roupa está diferente. Este é o caso, ela está vestida com uma saia um tanto curta azul escura, uma blusa branca sem mangas e com poucos detalhes, uma meia calça ¾ e um tênis negro. Seus longos cabelos estão presos em um rabo de cavalo enorme em suas costas. Seus olhos estavam roxos. Seus chifres haviam sumido.

                Ao seu lado havia um homem que usava um terno negro, longos cabelos verdes-florescentes e olhos no mesmo tom de cor. Este homem era bem alto.

 

                – Qual deve morrer primeiro, Lady? – perguntou este tal homem tirando da manga de seu terno uma arma de fogo.

 

                – Guarde isto, armas humanas me dão nojo quando vistas sem motivo algum... apenas me siga e ataque apenas quem eu mover para o Dark Room. – falou Charlotty com um sorriso, ela pulou da gigante árvore e uma GIGANTESCA quantidade de magia pode ser sentida por quilômetros, mas é MUITA MAGIA MESMO! MUITO MAIS DO QUE VOCÊ POSSA IMAGINAR! E QUANDO VOCÊ IMAGINAR, PRECISARA IMAGINAR NOVAMENTE ADICIONANDO O TRIPLO DAQUELA QUANTIDADE!

 

                É quase impossível que esta quantidade venha apenas de uma pessoa.

 

                – Yes, Lady. – falou o homem sumindo entre as folhas daquela arvore virando apenas uma sombra....

 

 

                Todos os seres sobrenaturais que se misturavam entre os humanos naquela cidade e nas cidades próximas ficaram em alerta, e outros ficaram assustados por sentir tal terror na magia.

 

 

...

 

...

 

...

 

 

                Cana e as outras meninas haviam acabado de chegar em Londres, elas já estavam fora do avião no qual vieram e cada uma segurava uma bolsa e uma mala de rodas com suas roupas. Algumas delas estavam contentes por estar visitando uma cidade diferente, outras já estavam mais sérias pois sabiam que não estavam ali para brincar ou visitar locais populares, sabiam que estavam ali a trabalho.

 

                – Muito bem meninas, primeiro iremos passar no hotel e logo eu irei escolher pessoas para ir comigo encontrar com o contratante. McGarden, você deverá contatar seu pai, afinal ele está aqui não? Peça para ele novas armas e equipamentos de espionagem, Lockster você irá com Cana escolher um novo carro com outra placa para nós, Nyuu você vai comprar novos equipamentos eletrônicos. O resto arrumem o quarto do hotel, todas entenderam? – falou uma mulher um tanto alta e com um corpo esbelto, seus cabelos eram loiros e olhos castanhos. Era a mesma mulher com quem Cana estava a discutir a alguns capítulos passados.

 

                Todas as garotas assentiram, apenas Cana que ficou de braços cruzados.

 

                – Lucy, você não precisa falar tudo de novo, nós não temos Alzheimer sabe? Nós sabemos muito bem o que fazer. – falou Cana com um sorriso sarcástico, em sua mão direita havia uma garrafa de cerveja.

 

                – Cana, Cana. Eu apenas reforcei o que vocês sabem sobre o plano pois eu sei que há algumas pessoas aqui que não lembram nem do que comeram de manhã, e já outras que nunca prestam atenção. – a tal “Lucy” olhou de canto para alguma outra menina qualquer que estava junta com elas na viagem.

 

                Cana apenas revirou os olhos e sorriu pervertidamente para Lucy, como sempre.

 

(Nota: não, não, elas não tem nada “desse tipo”, é só que no anime a Cana sempre olha assim para a Lucy)

 

                Lucy apenas ignorou o olhar da outra sobre si.

 

                Todas as outras garotas se teleportaram para um dos hotéis mais chiques de Londres, eram no total 25 garotas magicas com enormes poderes de assassinato contra apenas cinco inimigos.

 

                Sim, as chances de todas as garotas morrerem eram enormes. E por isso elas fizeram um pacto de paz com uma base que as ajudaria a derrotar os inimigos. Mas é claro que elas pagariam por isso, e sairia MUITO caro.

 

 

                – Lucy, você tem certeza que quer participar desta missão? – perguntou Cana pela milésima vez com um tom de preocupação na voz, por mais que ambas brigassem quase todos os dias ambas se consideravam irmãs, as melhores amigas-irmãs.

 

                – Sim Cana, não me deixe fora de tudo que você faz! Eu posso provar que também tenho meu valor em batalha!

 

                – Se diz.... – ambas as garotas se teleportaram para uma praça onde encontrariam com a outra base. Logo depois iriam rapidamente para o hotel e em seguida junto a um pequeno grupo delas iriam encontrar o ser contratante que as mandaram a carta.

 

 

                O tempo estava agradável, nem sol nem chuva, nem vento nem raios. Nem silencio nem barulho. Um clima típico de uma cidade como Londres, apenas uma pequena névoa um pouco gelada.

 

...

 

...

 

...

 

                Eu olhei para a janela,

 

                As gotas de chuva caiam brutamente fazendo barulho quando chegavam ao solo,

 

                A janela estava aberta assim convidativa para que algumas poucas gotas de chuva entrassem pela mesma seguidas de uma pequena ventania,

 

                Se eu dissesse que até dez minutos atrás o sol estava queimando tudo ninguém acreditaria.

 

                Este tempo é tão bipolar quanto uma pessoa que eu conheci a algum tempo atrás.

 

 

                – COMO ASSIM A GAROTINHA NÃO ESTÁ AQUI?! – gritou Midnight para uma das empregadas que estava junto com ele na sala de estar. Ele havia acabado de comer, também tomou um banho e trocou de roupa. Por mais incrível que pareça o guarda-roupa que havia no seu quarto estava cheio de roupas que eram exatamente o tamanho dele. Apenas era um pouco desconfortável pois eram roupas que pareciam... tão estranhas quanto as que a Charlotty usa eu diria...?

 

                – B-Bem ela ped-diu para que e-eu lhe avi-isasse isto antes e.. m-me desculpe mas e-ela não e-está... ela s-saiu para o m-mundo hu-umano P-Prince!

 

                – “MUNDO HUMANO” ?! – sim, agora foi a gota d’água, Midnight estava com MUITA raiva da garotinha. Mas MUITA mesmo.

 

                – D-Desculpe!

 

                – AH VAI SE FUDER! – em um momento de raiva Midnight invocou (mesmo sem saber como ou porquê) uma adaga e jogou a mesma na direção da empregada que estava a alguns centímetros de si, a adaga acertou em cheio o braço da mesma. Foi então que Midnight se tocou no que fez, mesmo que confuso como. – I-Isso... d-desculpe... eu não sei como....

 

                – Está tudo bem P-Prince, s-se isto lhe fez sentir me-elhor então não há problemas... – a mulher retirou a adaga, a mesma sumiu assim que não sentiu mais o contato com a pele da mulher. Uma lagrima que passou despercebida por Midnight caiu no rosto da mulher. A mesma foi de encontro com um homem e ambos saíram dali indo em direção ao jardim para arrumar tudo que Charlotty havia falado quando deu as ordens.

 

                – Como...? – Midnight ainda estava confuso de como fez aquilo.

 

...

 

...

 

...

 

 

                Em algum lugar do oceano Atlântico, bem no fundo do mar, em baixo de uma ilha, a mais de trezentos quilômetros de profundidade havia algo que poderia ser reconhecido como uma “base”. Qualquer pessoa que visse acharia que quer uma alucinação ou que era uma base abandonada de extraterrestres, mas não é isso que nossos amigos pensam.

 

                – John, você tem certeza disso? – falou uma mulher vestida com roupas negras e um microfone que vem de seu ouvido (uma escuta) até sua boca (o próprio “microfone”).

 

                – Sim Melody, o helicóptero já está pronto. Prepare todos os homens de guerra para esta missão, eu e Gustavo iremos nos encontrar com as garotas. – falou John caminhando em um enorme corredor branco com paredes transparentes que davam uma visão perfeita do nada. A profundidade era tão grande que tudo ali em baixo era negro. Mas esta é apenas uma pequena parte da base, a outra parte não está submersa na água.

 

                – S-SIM! – a mulher saiu correndo na direção oposta do mesmo.

 

                Logo à frente de John, uma parede que parecia não ter nada se revelou abrindo portas: era um elevador. Gustavo já estava lá dentro.

 

                – Você realmente que isto? Seus homens podem morrer, mesmo que eles sejam um dos melhores de todo o oceano Atlântico e Pacifico, não estamos falando de pessoas comuns. – falou Gustavo olhando para John com seriedade.

 

                – Que droga, parece que ninguém entende. – falou John entrando no elevador e apertando um botão qualquer. – É lógico que vamos vencer, estamos falando apenas de cinco inimigos, nada mais, nada menos.

 

                – Eu sei mas....

 

                John agora estava um pouco diferente de antes, ele possuía um braço robótico, e ele era removível!

 

                Mas isto não abalou ninguém, nem mesmo o próprio John.

 

                – Apenas vamos, elas já devem estar nos esperando. – falou John.

 

                – Se você diz....

 

 

                Mal sabiam eles que todas as boas pessoas que conhecem podem ser mortas, mas não por estas cinco pessoas desconhecidas, e sim por um inimigo muito maior, mas muito maior. Um inimigo que é um pesadelo até para as próprias Trevas.

 

 

TO

BE

 

CONTINUED?!!!!!!!!!


Notas Finais


\o/

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Nao?
Ta ner :V


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