História Conte até 10! - Apocalipse Zumbi. - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Resident Evil, The Walking Dead, Twd, Zombie, Zumbi
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Palavras 2.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 11 - Nada doce lar II


- JC????? - Jessica ajoelhou-se diante de seu corpo jogado ao chão.

- Quem são vocês? Não dê nenhum passo a mais. - disse a garota com Alex na mira.

Ryan olhava por todos os lados e viu sair criaturas de todos os lados. Seu corpo todo tremia, as mãos suavam. Seu nervosismo era evidente. Caminhou até Alex e sussurrou:

- Temos duas opções, ou entramos, ou voltamos pro carro. 

- Não vai dá pra sair com o carro, eles vão se amontoar na lataria e ficaremos atolados. - Alex respondeu com os braços para o alto, abaixou-se vagarosamente e jogou sua pistola no pé da guria. - Vocês todos, façam o mesmo. Andem! Temos pouco tempo. - todos se desarmaram. - Nós vamos entrar aí, não temos como ir embora agora. E não temos armas para fazer mal a vocês.

Alex caminhou para dentro do mercadinho e puxou o JC pelos braços, arrastando seu corpo para dentro, em seguida entraram Jéssica e Ryan, fecharam a porta do mini mercado de ferro e sentaram- se ao chão para ver JC.

- Eu não queria machucar vocês, mas vocês vão ter que ir embora. Vou esperar que esses andarilhos se dispersem, até lá, suas armas são minhas. 

- Quantos anos você tem? - Ryan perguntou. 

- Quinze.

- Ele está bem? - Alex se aproximou de JC e Jéssica. 

- Ele está bem. Eu atirei de raspão em sua orelha, o zumbido da bala deve ter deixado ele tonto. - disse a garota ao pegar um bebê de cerca de quatro meses no colo, na tentativa de acalma-lo. 

- Esse neném, é seu irmão? - Jéssica perguntou. 

- Não, eu o achei. - ela fez carinho com o dedo indicador no nariz do bebê.

- E como vocês estão sobrevivendo sozinhos? Como você sabe atirar dessa forma? Você pode ir com a gente se quiser. Não pode Alex? Meu Deus, você é só uma criança. - Ryan falava.

- Claro que pode. Inclusive, acho que deveria ir conosco. - Alex respondeu.

- Estamos sobrevivendo porque aqui temos um bom estoque de comida. Temos fraldas. Temos leite para recém nascidos, mamadeiras, tudo que um bebê precisa. E eu aprendi a atirar com meu pai. Ele gostava de caçar e me ensinou. E eu não pretendo sair daqui. Obrigada. 

- Eu posso ver seu neném? Como ele se chama? - Alex se aproximou. 

- Na pulseirinha dele diz que seu nome é Davi. Pode segurar ele para eu poder preparar a mamadeira? - perguntou para Alex.

- Claro. - pegou o bebê completamente sem jeito e sorriu. 

Algumas horas se passaram e a menina, que se chamava Karol, concordou em ir com eles. JC já havia acordado, e Karol mesmo fez um curativo nele, como pedido de desculpas. Alex caminhou pelos corredores e pegou o pedido de Kendal. Caminharam pelos corredores e tiveram tempo para decidir o que levar, pegaram tudo que puderam e enfiaram em suas mochilas, Karol catou as coisas do bebê e suas coisas, esperaram cerca de três horas até que os zumbis diminuíssem. Ryan abriu a porta e haviam cerca de dez zumbis ali, Jéssica, Ryan e Alex deram conta de todos, Ryan estacionou o carro próxima a entrada do mercadinho e todos jogaram a mochila dentro do carro, Alex abriu a mala e pediu para que Karol entrasse com Davi no carro, fecharam todas as janelas, JC ainda sentia muito dor na cabeça, então também entrou no carro. Alex, Ryan e Jéssica, corriam para colocar mais suprimentos dentro da mala do carro, enchiam cestinhas de compras de latas, águas, fraldas, pomadas, mamadeiras, chupetas, lenço umedecido, leites, biscoitos e até feijão, arroz e macarrão levaram, assim como farinha, e tudo que desse, despejavam na mala e voltavam para pegar mais coisas. Jéssica foi a única que passou na parte de "farmácia" e pegou desodorantes, sabonetes, escovas de dentes, pastas, shampoos, cremes e absorventes. Não demorou muito para que outros zumbis aparecessem, Ryan bateu a mala e JC e Karol se encolheram no carro, com medo de que os zumbis os vissem, haviam esquecido que o vidro era fumê. Não daria tempo de entrarem no carro. Ryan fechou a porta do mercadinho e falou:

- Eles estão seguros lá. O vidro é escuro, é só ficarem quietos. - estava ofegante. - acho melhor esperarmos essa horda amenizar. 

- Tudo bem. Qualquer coisa saímos. - Alex caminhou pelos corredores e ainda tinha sobrado suprimentos o suficiente para voltarem mais umas duas vezes. Pegou um biscoito recheado na prateleira e o abriu. - Puta merda, como eu tava vivendo sem isso? - sorriu. 

Os grunhidos lá fora não cessavam, nem ao menos diminuíam. Karol havia percebido que o vidro era fumê e sentiu seu peito encher de alívio. Agora entendera o porque dos zumbis passarem direto para cima dos outros. Sorriu ao ver Davi dormindo no banco, e o acariciou. Houve um estrondo do lado de fora e Davi acordou, berrava assustado. Karol o pegou no colo e começou a nina-lo, quando pôde ouvir os primeiros zumbis baterem na lataria do carro, olhava para todos os lados e segurava a cabeça de Davi em seu ombro, enquanto o balançava e cantarolava alguma música, que era impossível de se ouvir, por todos os grunhidos e todas as porradas na lataria. 

- Faz esse menino calar a boca! - gritou JC. Enquanto olhava pelas janelas, alguns seres socarem e grunhirem. Não os viam, mas os ouviam. 

- Tô tentando. O que acha que tô fazendo? - colocou Davi de volta ao banco e respirou fundo. - Calma. Você precisa estar calma, ele sente sua energia. - repetia pra si mesma. O pegou cuidadosamente e encostou sua cabecinha em seu ombro novamente, cantava o mais suave que podia. Brilha, brilha estrelinha, quero ver você brilhar. Faz de conta que é só minha, só pra ti irei cantar.. - E o neném se acalmava aos poucos, como se fosse mágica. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, o rosto corado e seus cabelos colavam sobre o peito. 

Alguns grunhidos ainda foram ouvidos, algumas batidas na lataria, mas o peito aliviava só de ver um ser tão pequenino ali, dormindo, como se nada estivesse acontecido. Era triste pensar em como ele cresceria. Que ele nunca iria à uma praça, um parque, ao cinema. Nunca comeria sanduíche do McDonald's. Não saberia o que é o Natal, o dia das crianças, a Páscoa.. Não andaria de bicicleta, nem assistiria desenhos no YouTube. Não faria futebol, nem judô, nem capoeira, não faria teatro, não iria à escola, não cresceria com crianças de seu tamanho. E que a estimativa de vida deles, era bem menor. Que não teria medo de coisas como ficar até tarde na rua, não teria medo de palhaços, seu único medo, seriam eles. Não viajaria o mundo. A probabilidade de conhecer uma menina de sua idade era quase 0. Tudo isso era uma merda. Mas, ele tava ali, cheio de vida, tão cheio que trouxe vida para os dias de Karol também.

- Ele é seu, não é? - JC perguntou olhando- a.

- É sim. Ele é meu. - deixou as lágrimas caírem e um sorriso brotar em sua boca.

**

- É um bebê? Puta merda, é um bebê! - falei ao vê-los saírem do carro. Corri até Alex e dei um selinho enquanto a enlaçava pelo pescoço. - Senti sua falta. - caminhei até a menina e perguntei. - Quer que eu segure? - sorri.

- Por favor! - entregou-me exausta.

- Olá. - disse Pietro sorrindo para Karol. Que passou direto, sem ao menos dar um sorriso. - bravinha a novinha, né? - deu um sorriso nojento, cheio de malícia.

- Que merda tu tem na cabeça? É só uma criança, seu doente. - falei.

- Criança que faz criança, já não é mais criança. - repetiu o sorriso.

- Que porra é essa? - Alex o fuzilou com os olhos. - Esse bebê nem é dela. Seu monte de merda.

- É dela sim. - JC falou ao ajudar esvaziar a mala.

Todos ficaram perplexos. Menos Pietro que sorriu.

**

- O que há com você? Não fala quando somos gentis, deve gostar de uma pegada forte, né? - encostou- se no balcão da cozinha americana e deu uma risada. - Mas me conta aí, já tô sabendo que aquele bebê é teu filho.. foi na primeira vez? Deu sem camisinha? Tem que ser esperta pô, mas pode deixar, vou te deixar bem esperta. - colocou o cabelo de Karol para trás da orelha.

- Me deixa em paz. - foi um aviso. Seus punhos estavam fechados, apoiados ao balcão.

- Ou o quê? - sorriu. - Vai me tacar uma fralda suja? 

- Isso é um aviso. Não chegue perto de mim de novo. - levantou da cadeira e caminhou até Alex, que babava o Davi. 

**

- Calma putinha, vai ficar tudo bem. Vamos aproveitar que Davi está dormindo com as sapatão. - tampava a boca de Karol com uma mão e já havia amarrado os pulsos dela, enquanto ela dormia. Seu sono finalmente poderia ser pesado, depois de meses, só acordou ao sentir alguém sentar em cima de seu corpo e em seguida colocar a mão na boca dela. Ele a amordaçou. Rasgou sua regata preta, de botaozinhos enfeitando na frente, ao meio. Passou a mão pelos pequenos seios e os apertou, sorria a todo instante. - Uma pena ter que ser assim. Queria tanto um boquete. - o corpo de Karol estava imóvel, ela chorava em silêncio, olhando para um canto específico do teto, na tentativa de tirar seus pensamentos daquela situação. Não poderia tá acontecendo de novo. - HEY, você não vai tentar resistir? - abaixou e puxou a calça de moletom cinza que lhe fora emprestada. Por baixo não tinha nenhuma calcinha, seus pêlos haviam sido arrancados hoje no banho. Desceu com sua boca pela sua barriga, deu uma cuspida no sexo da menina, que tentava falar amordaçada.

- Por favor. Não, por favor. - era quase intendivel, e ele parecia se divertir com o sofrimento daquela menina. 

- Se eu não te foder, você me chupa até eu gozar em sua boca? Hein cachorra? - segurou em seu cabelo e aproximou o rosto dela do seu sexo. A menina virou o rosto com os olhos queimando por conta das lágrimas, tentou golpea-lo com as mãos amarradas e o mesmo sorriu. - Quanto mais selvagem, melhor. - segurou os braços da menina com uma mão, acima da cabeça dela. Karol se debatia tanto que ele deu um tapa em seu rosto, que ficou avermelhado. - Para porra, não vou conseguir botar assim. - e sentiu a menina se debater o dobro, aos prantos, levantou a perna, para tentar chuta- lo, mas o mesmo segurou a perna e a colocou em seu ombro, tendo encerrado as chances da garota, a penetrou, por diversas vezes, via a dor nos olhos da garota, seu rosto estava todo vermelho, e as veias da garganta pulsava, na tentativa de pedir socorro. - tá gostoso? Dessa vez você não vai precisar se preocupar com gravidez, tô usando camisinha. - já estava ofegante, a virou de costas, colocando- a de quatro apoiada na cabeceira da cama, segurando seus braços para trás, a puxava p ir contra seu membro penetrado no sexo dela. Sua vagina estava quente e ardia. Suas lagrimas continuaram, mesmo depois do mesmo ter saído do quarto, a trancou por fora e levou consigo a chave. Deixou a menina amarrada e ela chorou até não aguentar mais e dormir. Acordou com ele desamarrando suas mãos enquanto falava nervoso - Olha, me desculpa. Eu tava fora de mim. Isso não vai acontecer de novo. Eu prometo. Vou te soltar, mas não grita. Ou eu te mato, e faço parecer um suicídio.- desatou o nó da mordaça e a menina caiu de joelhos ao chão, com a mão sobre seu ventre. "Maldito seja!". Pensou consigo mesma. Chorou mais alguns minutos e tomou banho, pegou uma blusa grande no armário e uma calça. 

- Nossa. Você precisava mesmo dessa folga! - Alex sorriu com Davi no colo. 

- Precisamos conversar. Eu vou voltar pra onde estava, e quero de volta todas as coisas que de lá foram tiradas. - falou como se fosse uma ordem.

- Mas porque? - Alex indagou sem entender. - ontem a noite você estava tão feliz por estar aqui. 

- Não confio na sua gente. 

- Houve alguma coisa? É o Pietro te perturbando? 

- Não. Eu só não conheço vocês o suficiente para saberem quem são. Me dê meu filho. 

- Tudo bem. Não precisa deixar ele conosco, só queríamos ajudar. - falou ao entregá-lo a mãe.

- Eu te amo tanto. - pois se a chorar. - Desculpa a mamãe, a gente não devia ter vindo. Desculpa, ficar assim, de novo. - suas lagrimas não paravam de rolar. 

- Você teve um pesadelo, é isso? Tá tudo bem Karol, olha em volta, somos uma família. E vocês fazem parte dela agora.

- Alex, você é uma pessoa boa. E a maioria aqui também é. Mas nem todos são. 

- Você tá com medo do Pietro? Ele só queria paquerar, é inofensivo. 

- E o Renan?

- O que tem ele?

- Ele é uma pessoa da sua família?

- Todos aqui são. - sorriu.

- E você defende a sua família?

- A qualquer custo! Aqui é um lugar seguro. Fique tranquila.

- Renan.. não devia ser da sua família. Ele não merece esse lugar, essas pessoas. - sua voz embargava.

- Puta merda! O que ele fez? 

- Ele entrou no meu quarto. E me ensinou a ser esperta. - o nojo era evidente em suas palavras. - Renan me estuprou.





Notas Finais


Desculpem se ficou pesado 😐


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