História Contigo en la distancia - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Eliane Giardini
Tags Elianegiardini, Wernerschunemann
Visualizações 124
Palavras 3.192
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Decisões


Fanfic / Fanfiction Contigo en la distancia - Capítulo 14 - Decisões

Narrado por Werner Schünemann

 

 

A festa seguiu normalmente para todos, enquanto eu me sentia péssimo. Não era ali que eu queria estar, me esforçava para disfarçar meu descontentamento, mas minha cabeça estava o tempo todo em Eliane. Eu não podia tê-la magoado. Pensei na nossa despedida de mais cedo e imaginei o quanto ela deve ter se esforçado para me agradar. Alguma coisa dentro de mim doía, a culpa me fazia sentir um gosto amargo. Alguns dos meus amigos se despediram e eu decidi largar tudo e ir atrás da Eliane. Fui atrás da chave do carro, mas quando entrei na sala de estar, senti alguém tocar meu braço.

- Tocaio - Luis me chamou.

- Oi - respondi desanimado.

- Eu percebi que você mudou depois da ligação. Foi a Eliane não foi? - perguntou sério e assenti.

- Eu não sabia dessa festa - passei as mãos pelo meu rosto.

- O que aconteceu? - perguntou preocupado.

- Nós passamos o fim de semana juntos em Petropolis. Fizemos planos. Ela preparou um jantar pra mim mas essa festa estragou tudo - falei mais alterado.

- Mas ela sabe da sua situação, a festa foi surpresa... - falou.

- Mas ela já estava com tudo pronto, Luis. A Eliane se mostra uma mulher forte, mas ela é muito sensível. Ela não merece isso - falei chateado.

- Não mesmo, tocaio! Eu não quero ver minha amiga sofrer - olhou sério.

- Eu também estou sofrendo por ela ter terminado comigo, mas eu amo ela Luis, esse fim de semana me fez perceber isso. E eu vou atrás dela agora - peguei a chave no balcão.

- Werner, não faz isso - me impediu.

- Raciocina, a Tânia está aí, alguns convidados também. Você não pode fazer isso - apontou.

- Eu preciso ver ela! - retruquei m.

- A Tânia já percebeu que alguma coisa está acontecendo. Mulher não é boba. Você precisa pensar na Eliane também. Não expõe ela a esse risco. Se você sair assim, só vai levantar suspeitas - falou calmo e respirei.

- O que eu faço? - o olhei.

- Conversa com a Eliane pessoalmente e antes de tudo decida o que você quer pra sua vida - respondeu firme e assenti. Luis tinha razão, eu não podia me precipitar, Tânia já estava estranha e para piorar as coisas não faltava muito. Foi difícil terminar a noite. Tentei ligar algumas vezes de dentro do banheiro, mas Eliane não atendeu. Quase não dormi e acordei triste, sentindo um vazio e sabia bem o porquê. Sai cedo de casa e fui para os estúdios. Gravaria uma cena romântica com Eliane hoje e isso me fez sentir um frio na barriga. Assim que cheguei, vesti meu figurino. Uma roupa elegante, já que seria o casamento de Pérola e Max. Estava curioso para ver Eliane, assim que me aprontei, peguei meu script e fui até o camarim dela. Bati duas vezes e empurrei a porta depois de ouvir o "entra". Ela também já estava vestida. E muito linda por sinal. Usava o vestido de noiva branca, com manga longa e vários detalhes de pedras. Foi inevitável sorrir ao vê-la. Ela estava em frente ao espelho retocando o batom e virou bruscamente ao me ver pelo reflexo.

- Eliane, nós podemos conversar? - a encarei.

- Não Werner, não temos mais o que conversar - respondeu firme e me aproximei.

- Eu não queria que tivesse acontecido isso, eu não sabia da festa e nem que todos estavam na minha ca... - ela se afastou.

- Eu não quero saber das suas explicações. O que nós tínhamos acabou ontem - percebi seus olhos marejarem.

- Foi só um mal entendido - tentei falar mas ela cortou.

- Não. Acabou! Só quero que você respeite isso... - podia ver que ela estava tão triste e chateada quanto eu. Queria abraça-la e pedir larra reconsiderar mas não tive tempo. O diretor entrou no camarim.

- Os noivos já estão prontos? - perguntou animado.

- Sim - respondi secamente.

- Claro, Manga - Eliane pegou o véu.

- A tomada já está pronta - o diretor respondeu.

- Então vou com você - ela saiu andando como se eu não estivesse mais ali.

- Eliane? - a chamei e ela olhou pra trás.

- Não quer passar a cena? - pedi com um fundo de esperança.

- Não é necessário! - saiu em direção ao cenário e fui atrás. A organização de todos na igreja já estava pronta. Me posicionei no altar e alguns minutos depois ouvimos o "gravando". Eliane entrava lentamente, exibindo um belíssimo sorriso. Segurava um buquê lilás e percebia que desviava os olhos do meu quando nossos olhares se cruzavam por muito tempo. Quanto mais ela se aproximava, mais inveja de Maximiliam eu sentia. Nós dois felizes, sem nenhum problema, livres. Seria tudo tão fácil se a vida real fosse igual. Finalmente chegou ao altar. Entregou o buquê a "Nina" e segurei sua mão. Era ainda mais linda de perto. A encarava e lembrava de cada momento que passamos? De cada vez que confessava as coisas em meus braços. O olhar de Maximilian não era dele e sim meu, era o olhar do Werner sobre Eliane. Mesmo que não quisesse, ela era obrigada a me olhar. Estava no script. E nosso olhar falava muito. Seus sorrisos me faziam sorrir também. Acariciava suas mãos até mais do que deveria. Queria aproveitar esses momentos para fingir que ainda podia toca-la, que ela ainda era minha. Mesmo que fosse apenas como Pérola.

 

Narrado por Eliane Giardini

 

Após a cena do casamento de Pérola e Max, eu não aguentei ficar dentro do estúdio. A todo momento, durante a encenação, as palavras que nossos personagem trocaram, carícias e as juras de amor. Tudo foi dito verdadeiramente por nós e depois dos acontecimentos de ontem, eu não podia conter a mágoa dentro de mim. Fui deixada de lado como uma amante é, porque ele estava com a esposa. A oficial. Acho que naquele momento eu senti o peso dessa situação e de onde estava me metendo. Caminhei pelos jardins do Projac até uma área bastante afastada e que por onde quase ninguém passa. Sentei em volta de uma pequena mesa e apoie os cotovelos sobre ela, puxei o cordão de dentro da blusa e analisei o pingente com a inicial do nome de Werner, presente que ele me deu há anos atrás e que, peculiarmente, nunca deixei de usar. Suspirei ao lembrar de nossos momentos em Petrópolis, de casa e de nossos passeios. Estava imersa em todos esses pensamentos quando senti um perfume familiar, uma mão repousou em meu ombro esquerdo e ergui a cabeça para constatar minha intuição.

- Podemos conversar? - Werner perguntou receoso. Sua face esboçou um semblante aflito e percebi que estava desesperado para dizer alguma coisa.

- Olha, Werner eu sinceramente não tenho cabeça para falar sobre ontem - fui enfática e senti meu coração doer na hora. Eu queria muito falar com ele, queria muito dizer o quão triste fiquei por tamanha desfeita, mas nesse exato momento não estava a fim de encarar qualquer explicação que fosse.

- Por favor, Eli, me deixa explicar - inclinei a cabeça e respirei fundo. Eu podia ouvir o barulho de sua respiração descompassada e até os batimentos de seu coração estavam audíveis.

- A gente acabou de gravar, Werner, estou muito cansada. Me deixa sozinha - falei um pouco exaltada, porém ele prosseguiu.

- Ta Eliane, você me expulsa depois, agora me ouve - disse afobado e sem minha permissão, sentou no banco à minha frente.

- Diz logo o que você quer - fiz gesto dando a ele a vez de falar. Desviei o olhar e pendi lateralmente a cabeça, encostando o queixo em meu ombro.

- Olha pra mim - tocou minha face e segurou meu queixo com a ponta dos dedos.

- Hum - balbuciei e não atendi ao seu pedido.

- Poxa Eliane, olha aqui - olhei e vi sua face abatida.

- Eu tive alguns problemas pra resolver, teve a reunião lá em casa. Eu não podia imaginar - tentou se explicar.

- Qual a problema, Werner? Caramba, eu esperei por você a noite toda e a explicação que você me deu por telefone foi que tinha uma festa na sua casa - falei impaciente dando ênfase na "festa" porque foi o que ele havia me dito.

- Foi mesmo uma festa? Ou simplesmente você esqueceu? Ou talvez você tenha ficado com ela porque estava com saudades - joguei minhas suposições como quem cospe verdades.

- Você quer uma prova de que foi uma festa? Até o Luís estava lá, Eliane. Ele viu como fiquei aflito - rebateu indignado.

- Talvez o Luís me ache uma idiota agora - falei com raiva.

- O que você quer, Eliane? Se é uma prova dos meus sentimentos por você eu posso dar. Eu termino com tudo agora, eu vou até lá e digo pra ela que acabou - levantou-se num impulso rápido da mesa.

- Eu resolvo nossa situação imediatamente, eu não menti pra você. Eu posso ligar pra ela agora e dizer que quero falar sobre o nosso casamento e que não dá mais - senti meu sangue ferver e uma espécie de inquietude tomou conta de mim. Ele estava desesperado para me mostrar que estava sendo verdadeiro e tive receio do que poderia fazer.

- Para com isso, não vai fazer nada de cabeça quente. As coisas não se resolvem assim - levantei e puxei seus braços para baixo fazendo com que ele sentasse.

- Não vamos fazer loucuras mais do que já estamos fazendo - passei as mãos por meus cabelos recobrando a consciência. Ele olhou para o alto, puxou o ar com força para dentro dos pulmões e me olhou mais calmo.

- Então me desculpa por tudo o que aconteceu ontem, eu realmente não tive como sair de lá, tinha muita gente e as crianças não queriam sair de perto de mim - notei sinceridade em suas palavras, mas por dentro eu estava estava ressentida.

- Werner, me fala uma coisa - pausei a frase e tomei coragem para continuar.

- Por favor me diz se é realmente a hora de por fim a isso tudo - soltei a frase e vi seus olhos dilatarem.

- Não, Eliane! - falou de uma vez.

- Eu já disse a você mais de uma vez que não consigo mais ficar longe, não tem como voltar atrás - enfatizou cada palavra deixando-me, de certo modo, um pouco mais segura por dentro. Eu olhava para todos os lados só para constatar que ninguém estava passando pelo local.

- Eu preparei tudo só esperando por você - fechei os olhos ao dizer, tudo estava pronto para a chegada dele. A comida esfriou, a bebida esquentou é minha noite foi arrasada.

- Eu quis sair correndo daquela festa, eu precisava te ver, mas não tive chance alguma. Eu não consegui dormir a noite toda só pensando em você - confessou com sua voz rouca e grave.

- Nunca te deixaria plantada de propósito, depois que nos falamos por telefone eu fiquei aéreo, mal consegui dar atenção a tantos convidados porque eu não tinha controle sobre meus pensamentos, sua imagem estava impregnada neles - nos olhamos fixamente.

- Eu vou ser bem sincera, eu não quero passar por aquele tipo de situação, Werner. Eu não aguento - minha voz soou embargada.

- Eu sei, Eli... Eu sei - afagou minhas mãos que estavam por cima da mesa.

- Você acredita em tudo aquilo que estamos vivendo? Em todo nosso sentimento? - questionou com os olhos marejados.

- Acredito, mas nenhum sentimento sobrevive a uma vida dupla - falei baixinho e triste.

- Eliane, eu não quero viver uma vida dupla, nós não vamos mais passar por aquilo novamente! - o vento da manhã balançava meus cachos e me vi mergulhando em seus olhos azuis.

- Como vamos resolver isso? - perguntei cansada, mas ele me olhava de um jeito tão amável que transformava meu ressentimento em algo esperançoso.

- Eliane me ouve, a Tânia vai voltar para o Sul assim que a novela acabar - disparou a sentença.

- As crianças vão junto e não vou em hipótese nenhuma deixar o Rio de Janeiro - falou pausadamente a última parte.

- Eu não quero e não consigo mais viver sem te ver, por isso estou decidido a ficar aqui - pequenas alfinetadas atingiram meu coração e um misto de alegria e medo pairou sobre mim.

- Não brinca comigo, Werner. Isso é muito sério - apertei minhas mãos contra as dele.

- Eu jamais brincaria com isso e muito menos com seu coração. Eu nunca falei tão sério em toda a minha vida - categorizou.

- Você está falando da sua família, Werner - fiz questão de lembrar.

- Eu adoro estar com você e isso tem me feito muito feliz, mas não prometa nada que você não possa cumprir - Werner respirou profundamente e beijou minhas mãos.

- Uruguaiana, eu não viveria nada daquilo que tivemos em Petrópolis se não fosse por algo maior - disse em sussurros.

- Estou vivendo coisas tão boas ao seu lado, experimentando novas sensações - completo.

- Eu só tenho ótimos motivos para ficar, porque eu quero mais disso, mais da gente - acariciei o dorso de suas mãos com meus polegares.

- Eu também só sinto coisas boas - declarei e consegui sorria de verdade.

- Por favor, me desculpa por ontem - reforçou o pedido.

- Já passou, vamos esquecer isso - ditei dando a ele uma chance. Certo ou errado, nós dois sabíamos das dificuldades mesmo que nunca tenhamos falado sobre elas.

- Não podemos ficar por aqui - falei e soltei nossas mãos.

- Verdade, vem comigo até meu carro, preciso te mostrar uma coisa - me chamou e o segui até o estacionamento.

 

Narrador por Werner Schünemann

 

Assim que abri a porta peguei o buquê de rosas e o bilhete, quando eu estava com as rosas na mão ela sorriu para mim.

- Sempre rosas vermelhas - disse pegando o buquê e sentindo o cheiro das mesmas.

- É a primeira vez que você me dá um buquê - expressou-se.

- Um buquê significa compromisso segundo a vendedora - ela me olhou e me deu um selinho e foi pega o bilhete das minhas mãos.

- Não! - puxei o bilhete.

- Desta vez eu irei declamar - ajeitei minha postura e fixei meus olhos nos dela.

- Hum! – se encostou no carro e me encarou.

- “ Nunca houve uma mulher como você, em milhões de anos luz de solidão. Minhas noites novamente são azuis e minhas tarde são douradas de verão, você é o meu paraíso, a pessoa que eu tanto preciso...” Peguei esse trecho de uma canção para que pudesse de alguma forma louca ou desesperada tentar definir o que sinto por você, Eliane, Lili, Eli, minha uruguaiana com olhos de esmeralda. Eu não consigo mais viver sem ti, não sou uma pessoa religiosa, mas pressinto que o que estamos experimentando não é algo de uma vida, mas sim de várias. Me sinto completo e conectado a você de uma forma surreal que ouso a dizer, é místico. De todas as dúvidas que possam surgir em sua vida, a única certeza que sempre deves ter é que todo sentimento da qual lhe ofereci é sincero e o que há mais de puro em mim - assim que terminei de ler ela chorava e eu limpei as suas lágrima com pequenos beijos, fomos interrompidos com um susto, algum carro foi ligado a pouco metros a frente da gente.

- Acho melhor irmos - ela disse pegando o bilhete.

- Depois te mando uma reposta sobre esse bilhete - disse carinhosa.

- Resposta? - olhei curioso.

- Sim! Não é só você que gosta de poesia - falou rindo.

- Adoro a sua risada - me aproximei e dei o último beijo antes de entrar no carro. Durante todo o caminho fui lembrando da forma que ela me olhou durante a leitura, me distraí tanto que quase passei da minha casa. Assim que cheguei, Arthur estava jogando vídeo game e Dagui estava desenho, ela tinha herdado o talento da mãe para arte, quando a Tânia me viu, veio animada com o papel na mão.

- Já resolvi tudo, amor - me abraçou.

- Tudo o que ? - olhei confuso.

- Encontrei uma casa ótima no bairro que você gosta, é grande e bastante confortável - me entregou os papéis, fiquei analisando e ela continuou falando da casa e do espaço, que as crianças tinha gostado e eu só conseguia pensar numa forma de contar para ela que o casamento acabou. Mas sua animação me fez recuar e a pensar em outro momento para ter essa conversa.

- E já aceitei outros detalhes da mudança - ela me chamava atenção e a encarei.

- Já falei com a transportadora, então vai ficar tudo certo quando você terminar essa novela - balancei a cabeça.

- Werner! - falou com um tom irritada.

- O que foi? - a olhei confuso.

- Eu estou aqui há um bom tempo falando que já tinha resolvido a nossa mudança, você não terá aborrecimentos com a questão da mudança, eu já fiz quase tudo e você só faz balançar a cabeça. Nem para agradecer - respirou pesado.

- Poderia pelo menos fingir interesse? - questionou.

- Desculpa - toquei em seus ombros.

-Tive um dia de gravação cheio, desculpa por estar tão desligado, eu vou tomar um banho - me afastei e ela bufou indo em direção à cozinha.

Tomei um banho rápido e depois fiquei na varanda olhando para o quintal, sorri sozinho lembrando da Eliane com biquíni na piscina, acendi um cigarro e fiquei pensando em uma maneira de me resolver com Tânia e com a Eliane.

- Amor ? - me chamou mais calma.

- Oi - falei apagando o resto do cigarro cinzeiro.

- Vamos assistir um filme e comer uma pipoca? - falou sorrindo.

- Vamos sim! Agora eu escolho o filme - falei sorrindo e fui em sua direção.

Os meus filhos já estavam todos sentados com o pote pipoca nas mãos, eu peguei um DVD e começamos a assistir, escolhi um filme de comédia e ficamos dando boas gargalhadas assistindo. As crianças ficavam abraçadas em mim enquanto viam o filme, até que Arthur se levantou bruscamente do meu colo e me entregou o meu celular.

- Pai, uma tal de Eliane mandou umas 6 mensagens para o senhor - falou olhando para tela do meu celular, a Tânia me olhou de lado e depois voltou a comer a pipoca.

- Deve ser para passar algum texto, não é amor? - Tânia me olhou , as crianças não notaram a ironia de Tânia e voltaram prestar atenção no filme, mas eu tinha entendido, minha esposa sabia de tudo, a questão é descobrir como eu vou lidar com isso agora.



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