História Continuações de uma longa vida - Original Yaoi - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bem Viado Mesmo, Escolar, Gay, Homossexualidade, Nem Tão Clichê, Originais, Romance, Sem Bts, Sem K-pop, Sem S/n, Um Pouco Clichê, Yaoi
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Palavras 2.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOKOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO 3K DE PALAVRA ETA PORRA VALEU A DEMORA NÉ RS
JESUS NUNCA PENSEI QUE IA ESCREVER TANTO
DIOS MIO

Capítulo 12 - 12 continuação - You got me crazy


    Não almocei nada, além de um pedaço de pão velho, já que estava quase atrasado. Simplesmente um banho, alguns grunhidos de dor no abdômen, ficar deitado na cama por um tempo murmurando músicas, que o relógio já marcava uma e meia da tarde.

    Decidi sair de uma vez e esperá-los no banco, aproveitando que no pátio estava congelando e  faria eu parar de sentir tantas pinicadas, passando a dor para os dedos frios da mão, ao menos.

    Duas e dois, vi o mesmo carro que buscava Nico, com o mesmo saindo de lá virando a cabeça em todas as direções, até que virou à direção oposta que eu estava.

    — N-nico! Aqui! — ergui o braço, acenando um pouco envergonhado.

    — Socorro, me desculpa, não tinha te visto — riu como um bobo-alegre — E que bom que veio, senão eu te mataria. Aliás, trouxe tudo que precisa?

    — Primeiro que eu nem tinha a opção de recusar, certo? — brinquei, indo com ele em direção ao carro — Acho que sim...tá aqui na mochila, espero.

Quando vi sua mãe, instantaneamente abaixei a cabeça, meio tímido por pensar no que ela talvez estivesse pensando de mim: “Que bicho é esse? Como meu filho arranjou um ser desses pra ser amigo?!” “É homem ou mulher?” “Coitado, ele é doente da cabeça, ele”, ou coisas do tipo. Eu pensaria isso se me visse do outro lado da rua.

‘    — Bom dia… Logan, certo? — sorriu. Confirmei, lembrando do dia em que Nico esqueceu meu nome, também — O Nico te obrigou a vir em casa, né? Ele faz isso com todos, não se preocupe!

Rimos, mas continuei o caminho em silêncio enquanto a sua mãe falava algo sobre precisar ir no casamento de uma amiga, da amiga, da prima dela que a convidou, e já sabendo que Nico não gostaria de ir, o deixaria em casa no final de semana, então se alguma coisa acontecesse a “cinta ia bater com seu pai” ou alguma coisa do gênero.

Assim que chegamos, observei a casa dos Rotta. Aparentemente os pais tinham um estilo completamente clássico, que foi perceptível com alguns muros de tijolos escuros, um pilar ao lado da porta de entrada ao primeiro andar. Mesclava muito marrom com branco, com detalhes pretos, como a escada ao segundo andar de corrimão fino, carpete na sala, os sofás e os vasos de plantas pequeninas. Era uma casa enorme, comparada ao dormitório em que passei 3 anos da minha vida.

Nico foi me apresentando os lugares: andar de baixo: cozinha, sala de estar e um banheiro pequeno. No de cima, o quarto dos pais, um de visita, e o dele, onde tinha um banheiro ao lado.

— Cara, sério, desculpa a bagunça — disse ao jogar minha mochila no canto da cama e já colocar o computador em uma pequena mesa de escritório branca, onde havia uma cadeira da mesma cor, e outra “intrusa”, aparentemente para mim — aqui em casa, sou eu e minha mãe que fazemos tudo! Mas enfim, ali tem o vídeo-game, a cama de casal, o armário, e… hum… um negócio que espirra perfume e por algum motivo meu pai pensou que cheiraria a flores, mas parece xarope de bordo — brincou, enquanto eu sentava na cadeira ao lado.

Observei ao redor, que era muito bonito, e, realmente, cheirava a Maple Syrup. Na cama, de casal, estava jogado um edredom xadrez azul, e outro preto, junto de um travesseiro verde limão, que chegava a doer meu olhos. Na parede à frente, uma televisão que eu chutaria, de algumas 15 polegadas, apoiada em um pequeno balcão laranja, onde estavam dois controles de Playstation simples, e alguns outros video-games que não reconheci, juntos de alguns bonecos aparentemente desgastados com o tempo, como personagens de filmes.

A parede atrás de nós, estampada com um listrado preto e branco, muito diferente das tábuas de madeira escura no chão; e, a do lado esquerdo, brancas como as outras, um armário da mesma cor do chão, de duas portas com uma grande gaveta. E o teto, que mostrava duas lâmpadas brancas, ao lado de muitas estrelas auto-adesivas que pareciam brilhar no escuro.

— Terra chamando Logan, câmbio, repito, câmbio — brincou Nico, imitando um walk-talk com as duas mãos — Meu quarto nem é tão legal assim, vai. Depois que a gente terminar isso, jogamos algum jogo.

— E-eu meio que, nunca joguei… — cocei a cabeça, preparado para uma cara surpresa e assustada.

— Sério? O bom é que você poderia jogar a hora que quisesse, não tem ninguém pra mandar você ir dormir! Que vida de adulto, man! — zombou — Mas eu te ensino, é facinho facinho!

Agradeci, assim mesmo continuando a terminar os slides com as falas e imagens, que faziam Nico a cada segundo reclamar do tema pego. Decidimos deixar algumas falas menores para Brandon para que ele não estragasse o trabalho inteiro, e as menos maiores, para mim, por ter a imensa vergonha de falar na frente da turma.

Enquanto eu apenas mandava as falas para o bloco de notas do celular, a fim de decorá-las depois, Nico mandou para o celular como eu, anotou em dois pedaços de papel, onde um ficou na mesa e outro no caderno, por conta da sua linda memória.

— Eu não creio que ficamos três horas fazendo isso?! — falou ao desligar o computador — Já são cinco e pouco da tarde, velho! Meu pai chega daqui a pouco, quero muito apresentar você.

— Por quê? — perguntei franzindo o cenho, quando sentava na cama ao lado dele. Admito que me senti como um ratinho de laboratório, mas especial ao mesmo tempo — Acha que ele não vai ir com a minha cara?

— Ele só não vai com a cara de quem faz merda perto dele. Tipo, hoje vai ter janta, você só vai precisar responder milhões de perguntas que ele vai fazer a você!

Ah, merda, a janta com a família dele. Mais uma vez os milhões de pensamentos sobre o que pensariam de mim vieram à minha cabeça, e só não me fizeram suar por estar fazendo alguns 10° graus mesmo com todos os ar-condicionados desligados. Comecei a planejar talvez-respostas para as talvez-perguntas que me fariam.

— Qual jogo você prefere?! Eu tenho pouquinhos, mas são o Outlast, The Walking Dead, Assassin’s Creed e The Wolf Among Us! — disse, ajoelhado em frente à Tv vendo os DVD’s do balcão.

— E se eu não conhecer nenhum desses? — respondi me deitando na cama, um pouco envergonhado por ser tão desatualizado.

— OI? — virou a cabeça rapidamente, como se tivesse visto um fantasma — Ah não, vou te ensinar a jogar é agora. Vou no The Walking Dead, que já avancei mais e dá pra ajudar.

Porém bem na hora, sua mãe bateu na porta, nos mandando ir jantar e avisando para que Nico apresentasse seu “amiguinho novo”. Descemos a escada, senti o cheiro de torta de carne misturada com um outro de algo doce. Vi seu pai encostado na cadeira, checando algo no celular. Sr. Rotta estava aparentemente com uma calvície perceptível, já que tinha alguns cabelos apenas nos lados.

— E aí, filho! E opa, temos um visitante aqui! — falou, abrindo um sorriso com seus dentes um pouco amarelados. O cumprimentei, antes de dar um abraço em Nico — Vieram fazer aquele trabalho de história sobre os defuntos, né!

    A janta era basicamente a torta de frango, batatas e uma salada, que havia comido quase nada, me arrependendo logo em seguida. E, como o esperado, Cinthia e Marco fizeram inúmeras perguntas sobre o “amiguinho do filho” — que parecia um drogado sem dormir há semanas — e que foram atiçadas com Nico a cada segundo falando mais e mais.

    Pareciam me perguntar tudo, cheguei a me preocupar sobre não saber meu endereço, CPF e RG por completo. Perguntaram nome completo, onde nasci, meu emprego, onde morava, idade, compararam meu tamanho com o do filho, o porquê de não cortar o cabelo com frequência, mesmo se ficasse um pouco cheio como de Nico, e se eu não iria repetir a comida. Consegui perceber que a aparência dele se parecia com o pai, pele não tão pálida, rosto alongado, nariz batatudo, diferente da mãe, que tinha olhos quase cor de mel, um rosto forte e cabelo naturalmente preto.

    Com tudo finalmente acabado, vestido com moletom e uma samba-canção velha, fui puxado para que visse o video-game, o qual eu sabia que não iria entender nada do que precisava.

    — Você aperta esse, puxa esse vermelho, aperta o quadrado...isso! Não, não, pula! PULA! TRIÂNGULO, CÍRCUL… NÃO, TRIÂNGULO! Puxa esse coisinho...SETA PRA CIMA, PRA CIMA! — continuou berrando, me fazendo tremer e ficar totalmente perdido e jogar o controle no cobertor, deitando e colocando as mãos no rosto — AAAAAAAAAAH!!!

— Eu não sei! — imitei uma voz chorosa — Minha coordenação motora é uma merda, cara. Acho melhor só você jogar que eu vejo!

— Ai, coitadinho dele — respondeu com a mesma voz, me fazendo rir — Ok, então. Vou aproveitar que amanhã dá pra acordar tarde e jogar Outlast, muahahaha — brincou, fazendo uma careta maléfica.

Observei ele jogar, apoiado na cabeceira da cama, se concentrando totalmente em tentar não levar algum susto. Arregalava os olhos, sem piscar, me dando mais medo que o próprio jogo. Se inclinava para a frente, trás, lados, quase me jogava da cama ou atravessava a parede da direita. No momento, e aparentemente entrou em alguma cozinha velha do mapa:

Vish, caralho...O que que tem que fazer, meu Deus. Lembro que tem que cuidar aqui…

Continuou resmungando, e a cena aparecendo em uma grande tela à nossa frente. Eu também estava ficando com medo, agarrando um travesseiro verde e rindo de Nico para tentar não levar algum susto. Até que aparentemente um zumbi se jogou em cima do jogador e morreu.

VIADO!! — gritamos juntos, eu apertando mais ainda a almofada contra minha cabeça, e Nico jogou o controle quase para fora da cama, e olhando pra mim assustado com a luz vermelha no rosto, logo em seguida rindo como um louco, junto de mim.

— SOCORRO! MEU DEUS, MORRENDO — falou, abafando com a almofada e rolando no chão, consegui sentir umas lágrimas quase saindo de tanto rir. Quando me viu, aumentou mais ainda a gargalhada — MANO DO CÉU, NUNCA VI VOCÊ RIR TANTO! MINHA BARRIGA NÃO AGUENTA MAIS!

— EU QUE NUNCA TE VI RIR TANTO! — respondi, interrompido por mais risos. Até que respiramos fundo e paramos, sorrindo igual idiotas — Acho melhor parar de jogar, senão vai ter um infarto.

— Tem razão. Ainda bem que meus pais já saíram, iam me matar se me vissem berrando às nove fucking meia da noite! Mas, quer ver um filme, então?! Deixa eu achar um na Netflix.

E sentou de novo, com a regata velha de basquete totalmente amassada e fora do lugar, ainda sorrindo por nada. Decidimos ver O Chamado, já que era um dos preferidos dele e eu nunca havia visto.

— Se você dormir, eu te bato — ameaçou, enquanto ajeitava os cobertores e arrumava a cabeça nos travesseiros — E se eu dormir, me belisca, por favor.

Contei todos os sustos, com os dedos por baixo do edredom: 7 meus e 9 dele. Um riu da cara do outro, perdendo quase metade do filme só gargalhando. Fiquei longos minutos olhando para ele e para a situação.

Eu nunca havia rido tanto na minha vida, nem nunca interagido tanto com a mesma pessoa. Nem ninguém nunca havia me convidado pra dormir na própria casa. Ninguém teve além de professores tiveram a paciência de me ensinar algo novo, como ele fez com o jogo. E ninguém que não fosse algum parente havia se preocupado comigo por coisinhas tão inúteis. Nesses 15 anos, nunca tive todas essas sensações ao mesmo tempo.

 

Puta merda, eu gostava dele.

Já.

    

    — Logan? Acorda, guri! Essa é a melhor parte! — estalou os dedos e apontando-os para a tela, me libertando das paranóias e percebi que fiquei alguns segundos olhando para o canto da parede — Pensei que tinha dormido de olho aberto, quase te dei um tapa.

    Vi a cena, mesmo, ainda um pouco disperso pelos pensamentos de antes. Aparentemente, a cena onde a mulher ia para um estábulo em um navio, ou sei lá que droga era aquilo. Então o cavalo meteu o louco e foi pra cima dela, caindo do navio e deixando uma explosão de sangue no mar, com uma criança berrando. Nico ficava conferindo pra ver se eu estava assistindo, logo em seguida falando que adorava essa parte.

    Assim que o filme acabou, o relógio marcava meia noite e pouco, e percebi que ele demorava pra piscar, bocejando muito.

    — Gostou do filme? — perguntou ao desligar a TV — Se não tiver gostado, te coloco pra ver de novo, porque viu errado.

    — S-sim! Eu gostei! Mas você tá morrendo de sono, não? Acho melhor irmos dormir…

    — Concordo plenamente — respondeu, deitando rápido e fazendo a cama inteira bagunçar e eu rir. Fiz o mesmo, indo para a ponta da cama e abraçando os joelhos, como normalmente faço. Fechei os olhos, pensando em algo para ter sono, mesmo sabendo que isso nunca dava certo.

    Meus pensamentos se concentravam apenas em saber que em menos de uma semana eu já gostava de alguém. Que o cara que eu gostava se considerava meu amigo. Que o cara que eu gostava me ensinou a jogar video-game. Que o cara que eu gostava me convidou pra ir na casa dele, com os pais dele. Que o cara que eu gostava iria ficar sozinho comigo no dia seguinte. Que o cara que eu gostava obviamente iria gostar de uma mulher, não de um cara. Que o cara que eu gostava estava dormindo do meu lado.

    Por que eu gostava dele? Não sei. Por que tão rápido? Sei menos ainda. Só sei que depois de muitos anos, finalmente me senti bem do lado de alguém, e que sorri do lado de alguém. “Oh, como ele é um coitadinho, nunca teve amigos”, uma das possíveis reações que as pessoas tenham ao ler isso. Porém, sim, posso ter tido um amigo, mas me esqueci totalmente, porque não lembro de nenhum que tenha durado por mais de três dias. Ou que tenha me convidado para ir na casa.

    No dia em que Brandon e Patrick me rabiscaram todo, a primeira coisa que pensei foi em Nico. Em como eu adoraria que ele estivesse ali pra soltar o verbo naquelas pragas. Ou como eu amaria que ele abrisse a porta e me abraçasse como havia abraçado na Terça-feira. Queria falar pra ele o que tinha sido cortado em mim, queria chorar pra ele, mas não queria nada de volta, pelo menos.

    Vi o relógio digital que emitia uma forte luz azul clara: Uma e quinze da manhã, e lá estava eu, me dando pequenos soquinhos e mordendo de leve minha mão, com Nico do lado respirando . Resolvi me mexer, porque estava dando uma dormência no ombro.

— Ué, ainda não dormiu? — perguntou me dando um susto, com uma voz grogue — Tá com muito frio? Calor? Porque eu dormir em cinco minutos aqui!

— Não! Tá tudo bem, eu só… tenho insônia um pouco…

    — Quer conversar? — perguntou, virando-se pra mim. Senti meu rosto inteiro arder e minhas mãos tremerem, mas concordei — Então… Onde você nasceu? Eu nasci aqui mesmo.

    — Lá em Cold Lake, daí minha mãe morreu e fiquei só com meu pai. Aí esse também morreu e fui transferido pra cá, já que ninguém daqui iria recusar parente do fundador da escola, né — ri no final, vendo os olhos de Nico brilhando com a luz azul do relógio.

    — Sério? Quando você nasceu? Que signo? — disse sorrindo, ajeitando as mãos na cabeça — Vem pra frente, se tu cair da cama vou rir até doer.

    — Dia 23 de Agosto… Signo? Acho que Virgem, não sei, por quê? — respondi, obedecendo e me empurrando pra frente, alguns 15cm de distância dele — E o seu?

    — Sim, é virgem! Eu sou de Touro, dia 17 de Maio… gosto de saber dos signos dos outros. Não acredito, mas mesmo assim. Qual seu filme preferido?

    — Não sei… Acho que O Estranho Mundo de Jack — parei uns segundos pra ver o que tinha falado — Eu sei que é animação, mas gosto muito!

    — Sério? Pega o Papai Cruel, não demora não, tranca na gaiola sem muita discussão… — cantou no ritmo da musiquinha, parecendo adivinhar a que mais gostava.

    — Pega o papai cruel, deixa ele gritar, tranca lá nos fundos que não dá pra escutar — continuei, nos fazendo rir.

    — Aliás, posso ver aquele seu machucado — por um segundo meu coração parou — no pescoço?

    — O quê? Ah, p-pode.

    Senti ele se aproximando, colocando os dedos extremamente gelados em cima dos buraquinhos, junto com a respiração, me fazendo arrepiar e meu rosto arder por inteiro. Consegui ouvir a risada nervosa dele.

    — Meu, ainda dá pra ver sangue e tá muito vermelho — passou o dedo frio em cima, minha cabeça tremeu sem querer — Ai, me desculpa, não queria que doesse… Mas realmente, dá pra sentir muito uns cinco ou seis furos… Ainda arde muito?

    — N-não muito… Mas alivia um pouco quando põe gelo, eu acho.

    — Ainda mato aquele cara…

    — Por que odeia tanto ele? Tipo, ele não te fez nada!

    — Eu sei como você se sente. Eu te disse…não quero que isso aconteça com alguém perto de mim, sem motivo algum.

    — Mas o que aconteceu? Com você foi o quê? Cara, eu não gosto de misteriozinho — me virei repentinamente para ele, o assustando.

    — Te conto depois — suas pálpebras caíram, assim como o sorriso de antes — Meio que nem meus pais sabem. Acho melhor voltar a dormir.

    — Conta! Por favor! Pra quem eu contaria? Ninguém da escola me conhece, muito menos confia em mim.

    — Hoje não, Logan. É difícil, ok? Por favor.

    Concordo que fiquei um pouco triste por não me contar, mas ele não era obrigado a confiar em mim de qualquer jeito. Mas fiquei pensando nas possíveis respostas, o que fez eu cair no sono.

 


Notas Finais


NÃO N TEVE HOT KKKKKKTOMATROXA
AAA


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