História Conto de Fadas. - Capítulo 3


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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Festa, Hentai, Luan Santana, Romance, Traição
Exibições 190
Palavras 1.514
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieee... Mais um capítulo fresquinho. 💕
Antes de lerem esse capítulo quero explicar umas coisas sobre os personagens.
Eu modifiquei o nome de alguns personagens, porquê eles são secundários... Então ficou assim:
°·Luan Santana e sua família é a mesma e eles continuam com seus próprios nomes.
°· Gabriele Marinho é a Beatrice.
°· Daniele sachetti é a Bianca.
°· Gabriella Borges é Isabela.
°· Nicole Guedes é a Ana.
°· Flávia Pavanelli é a Camilla.
°· Jucianne Menezes é a Malu.
°· Thiago Setra é o Cauê.

Obs: Nem todos ditos aqui apareceram nesse capítulo. Caso apareça novos personagens eu aviso. 💕

É isso... Sem mais delongas:

Capítulo 3 - Minha metade.


Fanfic / Fanfiction Conto de Fadas. - Capítulo 3 - Minha metade.

“Mas se não acontecer, se não for pra ser, de qualquer forma, obrigado por ser uma das minhas lembranças mais bonitas.”_ Capitule.

      [...]

_ Boa Noite! _ o soar daquelas palavras me causaram uma turbulência mental. Eu não sei se o que sinto agora é paixão, ou desgosto, ou eu não sei... _ Bruna minha flor! Feliz aniversário!

_ Obrigadinha Milla! _ minha irmã deu um abraço na morena. _ Venha, divirta-se linda.

   A morena caminhou em minha direção, acenou para algumas pessoas e se ajoelhou a minha frente.

_ Beatrice! _ ela disse entusiasmada. _ Como você está linda!

  Eu sabia que a Bea não era fã da Camilla, só voz dela a irritava. A mesma apenas sorriu, ela olhou para mim e de relance para a mesma a sua frente.

_ Bem! _ mossolibou. Sei que só estava sendo educada. _ Luan eu vou falar com o Cauê. Até Camilla!

    Assim ela se levantou e saiu andando. Até então eu não tinha dito nenhuma palavra. Eu não queria estragar tudo.

_ Você podida atender minhas ligações!

_ Você podia parar de me ligar. _ retruquei. _ Eu tenho namorada.

_ Não é isso que você disse quando estava na cama comigo.  _ ela sorriu. _ Sabe eu até...

_ Cala a boca. _ o sorriso dela se desfez em um passe de mágica. _ Sei que está grávida! Conversaremos isso depois. Mantenha a descrição.

   Eu me levantei e entrei para dentro. Vou tomar uma ducha e tentar esfriar a cabeça. Minha mãe sempre dizia: - Cabeça quente, mente doente.

       ...

   O sol já raiava. Era pouco mais das 8 horas da manhã, eu me virei de lado tentando me esconder dos raios solares. Tarefa inútil! Pois as cortinas ficaram abertas.

    Não há pra onde correr. Resolvi levantar logo, me espreguicei, olhei para os quatro cantos do quarto, me levantei pegando meu celular para verificar as mensagens.

"Luan, nós vamos a uma festa hoje, nós inclui: Bia, Ana, Isa e eu. Quer  ir também?" _ Beatrice.

   Imediatamente eu a respondi: "vamos."

         Essa festa promete.

       Point Of View Beatrice

   Eu estava cansada. Não fui a aula hoje, mas não perdi assunto, já que hoje não tenho nada importante. Dormi até o barulho de uma sirene soar pela casa inteira. Levantei imediatamente, sai correndo pela casa.

_ Que merda é essa? _ olhei para o pequeno moreno a minha frente. _ Guilherme!

_ Oi tia Bea! _ ele falou desligando o sistema de segurança. Ele riu inocentemente. _ Minha mãe viajou e o tio Miguel foi ao mercado.

   Guilherme era meu afilhado/primo distante, filho da prima da minha mãe. Ele passava alguns dias aqui quando os pais viajavam. Esse garoto é um pestinha tem apenas 7 anos e pode por fogo em sua casa. Eu realmente não o esperava aqui.

_ Aonde tá minha mãe? _ falei me jogando no sofá.

  O garoto apenas deu de ombros. Eu bufei, me levantei para tomar meu café. Ele se sentou no chão, apertando o botão do controle remoto para ligar a televisão.

      ...

_ Guilherme você viu meu celular? _ falei pegando umas almofadas do chão. _ Esquece já achei.

   A primeira coisa que fiz ao pega-lo foi olhar a resposta do Luan. "Vamos." só? Um "eu te amo." não mataria ninguém. Revirei os olhos e fui para a cozinha, alguém teria que fazer o almoço.

   Entrei na cozinha liguei o rádio, comecei a cortar alguns temperos, pus a água para ferver. Logo me embalei na música eu estava em outro mundo.

Eu vou pedir ao sol, pra iluminar nosso caminho e todas as estrelas, pra enfeitar nosso destino,
Me leve onde for,
Segure a minha mão,
Pois sei que você vai ser a minha direção,
A gente é assim temos tanta coisa em comum,
Você tem marca em mim,
E pra você não sou mais um,
Assim é o nosso amor,
Tão forte como a noite,
Perfeito como o dia,
Eu vou subir as nuvens pra desenhar o teu sorriso e no azul do céu vou ver os seus olhos brilhando em meio às estrelas, fico flutuando,
Em minhas digitais já tem um pouco de você,
Eu sigo seus sinais,
Assim nunca vou te perder,
É incondicional,
Você tem a forma exata pra me prender em você.

      Essa era a música que tocava nesse momento, e eu me peguei cantando a mesma, eu me lembro que no meu primeiro beijo com o Luan, tocava essa música na pracinha onde estávamos.

_ Sonhando acordada Beatrice? _ suas mãos envolviam minha cintura. Ele deu um beijo em minha nuca.

_ A quanto tempo está aqui? _ me virei dando um selinho nele. _ Achei que só viria mais tarde.

   Ele me beijou me colocando em cima do balcão da de mármore que havia ali, entrelacei minhas pernas em sua cintura e ele aprofundou mais o beijo.

_ Você tá com gosto de frango! _ não é uma surpresa, eu estava fazendo um escondidinho de frango. E beliscando um pouco da comida. Ele riu da careta que eu fiz. _ Bem eu até te ajudaria, mas só sei fazer miojo!

   Logo o Guilherme entrou na cozinha, então eu cheguei a conclusão de que esse pirralho abriu a porta.

_ Beatrice desce do balcão! _ ou não foi o Guilherme. _ Quando o almoço sai?

_ Tá quase pronto pai! _ eu sorri envergonhada. _ Não foi trabalhar hoje? Cadê a mami?

_ Folga! E sua mãe foi a uma loja com as amigas. _ dei de ombros, girei meus calcanhares ao lado oposto ao meu. _ Gui vamos pra sala, quer jogar Luan?

_ Ah! Não... Eu estou bem anqui. _ eu ri mentalmente do português do moreno, que só se pronunciará agora.

    Ficamos em silêncio absoluto, Luan cortava alguns temperos, eu preenchia o escondidinho, e assim ficamos por um bom tempo. O único barulho que dominava o ambiente, era o pronunciamento do rapaz do rádio.

    Logo começou uma música, Photograph de Ed Sheran, comecei a cantarolar a mesma ainda no toque, o Luan me puxou e começamos a dançar pela cozinha.

_ Eu amo essa música. _ ele me rodou. Nossos passos eram um só, quando estou com ele somos dois corpos e uma alma, não importa o que estamos fazendo e é isso que sinto agora. _ Loving can hurt, Loving can hurt sometimes... _ ele começou a cantar a mesma, sua voz era magnífica, o timbre estava perfeito. _ But it's the only thing that, I know And when it gets hard, You know it can get hard sometimes...

_ ...It is the only thing that makes us feel alive _ eu continuei a música, mesmo com uma voz enjooada. Ele riu pelo nariz.

_ We keep this love in a photograph _ continuamos juntos então, não só cantávamos mas dançavamos também. _ We made these memories for ourselves. Where our eyes are never closing, Hearts were never broken And time's forever frozen still So you can keep me inside the pocket...

   Ele me girou e eu voltei para seus braços, ele sorriu e me beijou, eu amo beija-lo, eu queria morrer mas como último desejo eu queria esse momento.

_ Tia to com fome! _ paramos o beijo e olhamos para o pequeno a nossa frente. Nós rimos da careta que o mesmo fez.

_ Já ta saindo o almoço meu anjo! _ logo eu senti um cheiro de queimado se apossar da cozinha. _ Merda! A comida! _ desliguei as pressas o fogão.

_ Amar demais dá nisso! _ meu pai apareceu no batente da porta rindo. Luan estava vermelho, ele é tão fofo.

_ P-pai, menos bem menos! _ falei envergonhada.

      ...

    Depois do almoço, Luan e eu fomos para o quarto, minha mãe e meu pai sairam com o Guilherme, estávamos na varanda do quarto sentados no banco, ou melhor eu sentada e Luan deitado em meu colo, ele parecia sério, ele abriu a boca para falar alguma coisa três vezes, ambas tentativas frustadas.

_ Luan você me ama? _ perguntei olhando, em seus olhos castanhos.

_ Por que a pergunta? _ ele revidou. _ Você sabe que sim.

_ Então diz! _ eu não sei o que era, mas uma lágrima caiu do meu olho, eu estava agoniada, ele anda estranho, mal fala comigo, as vezes nem olha em meus olhos, mas mesmo assim eu o amo. _ Diz Luan, fala que me ama... Por favor!

   Ele pareceu pensativo, demorou um pouco para associar as palavras, ele respirou fundo, secou a lágrima do meu rosto.

_ Você é minha metade, sabe? _ olhei para ele confusa. _ Você é Yn o bem, a pureza e eu sou Yang a malícia..._ eu não entendi a comparação mas continuei fitando-o. _ É que não precisamos estar colados pra ficar juntos... É como se nossos corpos se conversassem por horas e horas, e sem palavras eles dizem um pro outro o quanto se adoram... Aonde quer que eu vá você sempre está em tudo... _ eu ri de canto. _ Eu te vivo!

                                 Continua...



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