História Contos Confidenciais - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Star Wars
Personagens Personagens Originais
Tags Originais, Star Wars
Visualizações 8
Palavras 3.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hellow!
Bom eu escrevi um "filler" da fanfic que escrevo mais para praticar esse tipo de escrita mais "erótica" q se bem que como so novata não estará tão bom XD.
Boa leitura.
Será dividido em duas partes.

Capítulo 1 - Parte Um


Fanfic / Fanfiction Contos Confidenciais - Capítulo 1 - Parte Um

   Uma pequena dor se fazia presente em sua cabeça, além da luz das lâmpadas atrapalhar seu sono que parecia tão bom e foi ai que se lembrou onde estava e levantou com tudo da pequena cama em que estava deitada.

 

-Puta merda... – Xingou baixinho sentindo uma leve tontura que a fez se sentar na beira novamente. Respirou fundo para acalmar a si mesma e pensar em tudo o que aconteceu e como foi parar naquele lugar.

 

   Mona Nagai estava em uma missão juntamente com seu Mestre Helion e seu amigo Dee um soldado da Sentinel Order. Estavam em Korriban, uma planeta avermelhado onde grandes Lords Siths estavam sepultados, pelo que a garota de cabelo castanho quase avermelhado lembrava estavam prestes a sair do planeta por terem terminado a missão com êxito. Então houve o ataque... Os cavaleiros de Ren há certo tempo deviam um ataque aos sentinelas afinal, derrubaram quase todo esquadrão de caças e ainda Kylo Ren foi de certa maneira humilhado por uma iniciada que mal era uma sentinela completa.

 

   E ele não podia estar de fora desse ataque ao líder dos sentinelas e sua pequena mascote. Kylo Ren avançava com tudo contra Mona que habilmente se defendia, já estavam se acostumando a ver a luz vermelha se chocando contra a luz amarela. Helion claro interveio e o jovem Kylo foi obrigado a confrontá-lo. O que não esperavam era que outro cavaleiro desconhecido pelos presentes desse as caras por ali, se Kylo Ren assustava com sua maligna presença o outro era dez vezes pior.

 

O homem por algum motivo focou seus olhos verdes na pequena menina que continuava com toda ferocidade a segurar seu sabre e emanar sua coragem e teimosia. O cavaleiro demonstrava um tamanho interesse na jovem ali, ele sentia a imensa força que ela tinha e sentiu a obrigação de toma-a para si mesmo contra a vontade. Com passos calmos aproximou-se da iniciada, levou à mão a cintura retirando seu sabre vermelho, este pelo menos não era como de Kylo, mas ainda sim a coloração não era a favorita dela.

 

-Garota, podemos fazer da maneira fácil ou difícil... Exijo que se renda e nada lhe farei,  ao contrario virá a força- Proferiu as palavras e propositalmente emanava sua aura negra contra a garota que sentia o ar pesado. Só que a teimosia da menina era imensa e claro que se negou o que atiçou a paciência do mais velho.

 

O combate de ambos não durou muito, a maneira como ele lutava era totalmente diferente de Kylo Ren, tudo nele era diferente, a garota até mesmo tentou um movimento para ferir o braço do oponente quando percebeu que se tratava de uma resistente prótese de um metal que jamais havia visto.

 

-Eu te avisei- O rapaz estendeu a mão usando a força para jogar a jovem para trás. O impacto fez com que Mona perdesse o ar e não conseguisse se levantar, o cavaleiro se aproximou e com um simples gesto fez com que ela desmaiasse e não podia estar mais satisfeito de ter conseguido seu premio.

 

Helion estava longe e não presenciou a cena e muito menos pode fazer algo assim como Dee. A ordem de retorno foi dada, o homem com braço metálico tomou a jovem em seus braços, Nagai era levíssima para ele. Kylo Revoltado também retornou e imediatamente partiram deixando o líder da sentinel sem direito a recuperar a jovem.

 

[..]

 

Depois de algumas horas Nagai se vê presa em uma maca que a deixava na vertical, o cavaleiro que a capturou se apresentou como Saiph Ren e pacientemente explicava a jovem garota o seu interesse na habilidade que ela tinha. Sim, ele presenciou o grande vexame que causou ao odiado colega Kylo Ren durante o ataque, uma pirralha como aquela conseguiu uma manobra evasiva impossível enquanto Kylo falhou miseravelmente para a felicidade de Saiph.

 

A teimosia dela lhe irritada, isso era um fato. Sua tortura embora a fizesse estremecer pela dor que sentia não a fazia ceder de maneira nenhuma e só cessou aquela horrível sessão com o desmaio da garota. Ele teria que abordar-la de uma maneira diferente, queria mais que tudo que ela lhe pertencesse como sua aprendiz.

 

[...]

 

-Preciso voltar para a Sentinel order... Mas como diabos vou sair daqui? – Se sentindo melhor da do de cabeça, levantou-se e passou a olhar o quarto que estava com cuidado. Não se surpreendia com a pouca iluminação, tudo era escuro, mas devia ser pela quantidade de força sombria que sentia ao redor. 

 

Não havia como sair dali e isso frustrou intensamente a garota de olhos verdes.  Já sentia falta de seu Droid, companheiro da primeira vez que pilotou um caça e se mostrou habilidosa, já sentia falta das conversas e piadas de seu grande amigo Dee e dos sábios conselhos da Helion.

 

Por algum motivo Mona se virou e encarou a porta, podia sentir que seu “carcereiro “ estava prestes a entrar ali, talvez no se agisse rápido conseguisse passar por ele e escapar. No momento em que a porta foi aberta e ela avançou para correr... Saiph já esperava por isso e rapidamente segurou-a jogando para trás quase derrubando a pequena. A porta foi fechada e o Cavaleiro passou a observar em silencio seu premio.

 

Os olhos azuis demoravam a analisar cada parte do corpo da garota, cada deliciosa parte e era visível isso fazendo com que Mona se sentisse desconfortável.

 

-Gostou de sua comodidade Mona? – Perguntou dando um passo provocando um passo de recuou da garota.

 

-Não me chame pelo primeiro nome! – A elevação na voz fez com que o homem arqueasse uma sobrancelha, mesmo não estando em posição de se opor ela ainda teimava em permanecer forte e na maldita luz.

 

-Você não tem posição nenhuma aqui M-o-n-a... Agora, melhor se comporta e não tentar algo tolo como fez agora. – Se sentindo mais a vontade o homem passa a retirar as luvas revelando qual era a mão humana e qual a mecânica.

 

-O que quer? Eu não irei dar nenhuma informação e não me juntarei a você

 

Saiph respirou fundo tentando não perder a calma com aquela garota tão ousada, mas no fundo a forte personalidade que ela tinha lhe seduzia. Aproximou-se e embora ela tentasse se afastar ele foi mais rápido ficando apenas a dois palmos de distancia da iniciada. A diferença entre a altura de ambos era grande e isso não intimidava nem um pouco a garota.

 

-Eu acho que é melhor reconsiderar, sabe que será morta se continuar com essa teimosia não é? – Em um ato totalmente novo, estendeu sua destra com o objetivo de tocar o rosto da garota que ao notar recuou e um misto de confusão a tomou.

 

-E acha que eu irei sucumbir ao lado negro e ser um monstro como você?! Você me torturou!– A cada palavra que proferia um passo para trás era dado assim como o cavaleiro lhe acompanhava até que se viu sem saída, a sua trás estava à parede metálica e o homem vitorioso perigosamente se manteve ainda mais próximo. O silencio predominava no recinto causando inquietação da garota, Saiph parecia tomar finalmente o controle da situação.

 

-Eu tinha que o fazer... Foram ordens e eu não podia descumpri-las e você deve entender bem disso- O homem levou os lábios da orelha de Nagai, o sussurro causou um forte arrepio no corpo dela fora a pequena mordida que levou. Não teve o que responder para ele, na verdade queria apenas ignorá-lo, queria que ele fosse embora e parasse com... Tudo aquilo.

 

  A destra novamente avançou lentamente até o rosto da garota que mesmo que tentasse evitar o contato não tinha como escapar. O toque gélido do metal provocou outro arrepio em Mona, embora  a mão não fosse de textura humana e graças à alta tecnologia podia sentir o calor que emanava da pele daquela pequena teimosa que por mais que quisesse evitar, estava ficando toda vermelha.  Um sorriso malicioso surgiu na face de Saiph que focava seu olhar agora nos lábios dela, pareciam tão convidativos tão macios... E em um ato rápido sem que Mona tivesse a mínima chance de desviar, ele a tomou em um beijo calmo.

 

-PARE! – O beijo não durou mais do que poucos segundos, com dificuldade ela conseguiu se libertar do beijo e abaixar a cabeça cujo única opção era apoiar ao tórax do mais velho. Ele sentia o nervosismo e os sentimentos confusos que a dominavam e era exatamente o que queria.

 

-Admita que você deseja isso, eu posso sentir sabia?

 

-VÁ PRO INFERNO! Você não sabe de nada!

 

Ele riu baixo provocando a ira da garota que levantou o rosto e isso não havia sido uma boa idéia. Ele avançou novamente com seus lábios chocando-se aos dela com mais força e agressividade dessa vez. Nagai apertou a veste do maior com força e tentou  empurra-lo mesmo que fosse em vão.  Saiph tentava aprofundar o beijo  e Mona acabou cedendo dando permissão para que ele explorasse cada canto de sua boca com a língua, ambas se envolviam com ferocidade, ele até mesmo fazia questão de mordicar o lábio inferior da garota que em vez de tentar empurra-lo, o puxava para si.

   Só cessaram o beijo quando a falta de ar se fez presente entre ambos. Ele sorria ainda que ofegante, ela já queria se enfiar em qualquer buraco para nunca mais sair. Palavras não se faziam mais presentes naquele momento, nem ao menos esperou que ela recupera-se o fôlego e novamente a tomou em um beijo ainda mais feroz que o anterior. Suas mãos passeavam no pequeno, mas bem definido corpo, aquela veste só servia para esconder sua beleza natural como mulher.

 

A pressionava cada vez mais contra a parede, agora com uma mão segurava o pulso esquerdo dela contra a parede e com a outra a fazia enlaçar a perna em sua cintura. Nagai parecia estar dura pelo nervosismo que cada vez lhe dominava, era como se todo seu treinamento tivesse ido por água a baixo. Não satisfeito com aquela posição a virou e guiou a garota até a cama empurrando-a.

 

-N...  Não deve... – A maneira que ela se movia para trás ele ajoelhava no colchão e engatinhava até a ter totalmente abaixo de si. Aquele sorriso malicioso estampando na face do cavaleiro lhe trazia um misto de novas sensações.

 

-Shhh... Não pense em mais nada... Apenas sinta- Roubou da garota um breve selo e encheu o rosto com inúmeros beijos até chegar ao pescoço, ahh... Como aquele pescoço era branco e ele não se conteve em beijar, chupar e morder arrancando suspiros que ela abafava com a mão na boca. As mãos travessas de Saiph passeavam pelo corpo da jovem por cima das vestes e ansiando por sentir o calor da pele, em um único movimento rasgou a veste superior de pano branco revelando uma pele ainda mais alva.

 

O coração de Nagai parecia que iria sair pela boca, sentia sua mente viajar, nada mais importava apenas aquele momento com o homem. Sua respiração já se encontrava ofegante e ter sua veste causada a assustou. Saiph cessou o trabalho que fazia no pescoço e voltou a olhá-la nos olhos, aqueles olhos azuis pareciam hipnotizar o cavaleiro.

 

Havia mais uma peça superior que lhe atrapalhava de ver o corpo da garota, então ele também rasgou aquela peça intima dela fazendo com que ardesse ainda mais de vergonha. A visão daqueles seios pequenos, porém firmes lhe excitou fazendo que avançasse como um animal feroz. Mordia com força, sugava com vontade e enchia de beijos enquanto a jovem arqueava um pouco as costas. Quando ela percebeu ele até mesmo havia retirado a calça dela e tudo o que lhe separava da total nudez era uma simples veste intima inferior.

 

Lentamente se levantou e a olhou. Não poderia mais voltar para trás, nenhum dos dois. Saiph retirou cada parte de sua veste revelando um físico invejável, definido e cheio de cicatrizes assim como Mona também tinha cicatrizes. Ele ficou totalmente nu na frente de Nagai que não sabia como proceder naquele momento. O homem se encontrava extremamente excitado e novamente se pôs acima da garota teimosa.

 

Ele investiu com mais beijos, suas mãos apertavam com força cada parte do corpo que conseguia. Ele queria marcá-la como sua e somente sua. Em certo momento ele mordeu com tanta força o pescoço de Mona que chegou a sangrar e sentir o gosto do sangue da jovem.

 

-Pare de se conter Mona.

 

-Vai pro inferno. – Após ouvir isso ele puxou o cabelo dela com certa força e o olhar feroz dela lhe focou. Ela ameaçou falar novamente, mas achou melhor que não. Saiph levou uma das mãos às nádegas da menor e lhe investiu um forte tapa fazendo ela morder o lábio.

 

Finalmente ele se livrou da ultima peça podendo ver a garota totalmente nua, com o cabelo já bagunçado e respiração pesada e um sedento espírito possessivo lhe tomou, decidiu que ele e apenas ele poderia a ver assim, poderia causar nela tais arrepios. A canhota subia pelas coxas onde tinha o prazer de apertar, ele agora estava a provocado acariciando a toda região próxima a sua intimidade. Quando ela estava prestes a xingá-lo... Sentiu a invasão, sentiu-o tocá-la e não sabia como reagir.

 

-Você diz não mas está toda molhada... Acho que seu corpo lhe trai Mona.

 

Movia ao dedo indicador em todo local sensível, procurava um ponto em que a levaria a loucura e rapidamente o achou fazendo com que ela arqueasse as costas e arfasse com o toque. Não foi possível conter os gemidos que por sinal, excitavam ainda mais Saiph.

 

Após mais alguns momentos a preparando, ele parou. Era à hora mais complicada afinal, pelo lado que ela seguia e quem era nunca na vida havia feito algo assim. Posicionou-se ao meio da garota  que levou ambas as mãos aos ombros do Cavaleiro. Ele ficou um tempo olhando ela e ela o olhando.

 

-Isso vai doer Mona.

 

A Iniciada confirmou com a cabeça e Saiph prosseguiu com seu ato. Com dificuldade ele se colocava dentro da garota, ele lhe tomava como sua, sua garota, sua aprendiz, sua e apenas sua. Ela se contorceu e fechou os olhos com força, arranhou os ombros do mais velho que ao notar que Mona estava sentindo dor a tomou em um beijo calmo, pouco a pouco ele já estava todo dentro dela.

 

Ele podia ser selvagem, podia ter deixado-a cheia de marcas, puxado seu cabelo, lhe dando tapas entre outras coisas... Mas pacientemente naquele momento aguardava a garota se sentir a vontade, tanto que a olhava como se quisesse... Protegê-la?

 

Ela acenou com a cabeça, estava envergonhada demais para poder dizer algo. Com a confirmação Saiph começou a se mover lentamente, até mesmo ele arfava em quão apertada ela era, em como a intimidade dela agarrava o seu falo. Em alguns momentos ele se encontrava movendo-se em uma velocidade feroz enquanto os corpos se chocavam com força.

 

Em um piscar de olhos ele saiu de dentro dela e a colocou de quatro para si voltando a estar em seu interior. Aquilo apenas o fez arder ainda mais por ela, Mona agarrava com força o lençol e escondia o rosto no colchão para abafar seus gemidos.

 

-Nada disso... Quero que você gema pra mim.

 

Ele puxou o cabelo dela fazendo com que não pudesse esconder o rosto enquanto que com a outra mão aproveitada para dar tapas fortes, deixando a pele toda vermelha. Os movimentos que executava balançava a toda cama, foi quando que quase chegando ao seu limite, encostou seu tórax às costas dela, a mão que antes segurava o cabeço agora estava no pescoço fazendo com que ela ficasse reta e ele pudesse sussurrar obscenidades, de como o corpo dela lhe influenciava, e para que ela ficasse ainda mais excitada usava palavras de baixo calão.

 

Mais algumas fortes estocadas foram o suficientes para que Saiph chegasse ao seu ápice, gemeu baixo e rouco na orelha de Nagai que sentiu como se uma descarga elétrica tivesse lhe invadido. Sentia o liquido do homem dentro de si, era um tanto quente. Mas, embora ele tivesse chegado ao seu limite continuou a se mover fazendo ela ir ao delírio e também com poucos movimentos depois ela também chegou ao ápice.

 

Lentamente ele se retirou do interior da garota e com satisfação via a seu liquido escorrer pelas coxas da jovem iniciada. Ela sentia as pernas bambas, o corpo todo mole e sem animo para tentar uma fuga ( mesmo nua).

 

Ficaram ambos na cama olhando para o teto, não sabiam o que deviam falar, se era necessário dizer algo. Saiph como sempre notava a inquietação dela e em um ato totalmente novo a abraçou fazendo com que encostasse a cabeça em seu tórax podendo ouvir as batidas rápidas que aos poucos se normalizava e ambos acabaram pegando no sono.

 

Após certo tempo Nagai acordou e pensando que provavelmente estaria sozinha na cama, que tudo não passou de um (pervertido) sonho... Se espantou em ainda estar abraçada ao Saiph que ainda se encontrava dormindo.  Ela acabou voltando a pensar sobre o que ele disse “Fiz porque eram ordens”.  E sim ela sabia o que era agir sem ter escolha... Ele sabia o que ela passava.

 

-Precisa aprender a se aquietar desse nervosismo. – O cavaleiro sussurrou mostrando ter acordado. Ela se virou para ele, mas não focava o olhar a ele.

 

-Me desculpe.

 

-O que? A teimosa garota pedindo desculpas?

 

-Vá pro inferno, eu te odeio!

 

-Mesmo depois de termos...

 

-CALA A BOCA!

 

Ele riu baixo, levou sua mão ao rosto dela onde lhe acariciou e a fez lhe encarar. Roubo-lhe um rápido beijo, antes que Saiph se desse conta havia se viciado nos lábios da garota, pareciam lhe colocar em êxtase, uma bebida ilícita doce.

 

-Eu posso lhe ensinar tudo o que precisa tudo o que seu Mestre lhe diz para ocultar... Você quer ser forte não quer?

 

Houve um enorme silencio entre eles o que era um progresso afinal, geralmente ela já responderia com coices, com um ao cheio de orgulho. O olhar dela era desesperado, ela ansiava finalmente pelas propostas dadas por Saiph.

 

-Eu quero...

 

-Ao aceitar você se tornará minha Mona, eu irei lhe ensinar, lhe darei todas as ordens e serei o único a lhe tocar. – Ela corou claro e ao sentir o pequeno aperto sabia que tinha que responde-lo e a altura ainda.

 

-Sim...Mestre. 


Notas Finais


O que acharam? q
Logo postarei a segunda parte.


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