História Contos da Win - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Terror

Postado
Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Sobrenatural, Suspense, Terror
Exibições 10
Palavras 417
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Vamos horrorizar?

Capítulo 1 - A morte pede carona


Fanfic / Fanfiction Contos da Win - Capítulo 1 - A morte pede carona

  “Há um caminhão pequeno tombado e alguém preso nas ferragens. A coisa parece séria. Mande o socorro com urgência”. O agente rodoviário terminou a mensagem e saiu da viatura; com certo espanto notou o estranho de aparência excêntrica e peculiar que observava, no outro lado do acostamento, o acidente. Não se lembrava de tê-lo visto por ali antes; pouco importava! Voltou sua atenção para o fluxo de automóveis. Luís saiu de casa pela manhã rumo à transportadora. Conversou com o chefe quando lá chegou e ficou sabendo que deveria levar uma pequena carga até o litoral. Tarefa tranquila, pensou. Apanhou o caminhão, saiu do pátio e procurou dirigir por ruas secundárias para fugir do trânsito pesado da manhã. Já próximo à rodovia voltou ao tráfego lento e entrou numa avenida movimentada. Notou alguém fazendo o gesto característico com o polegar para pedir carona e resolveu apanhar o estranho, mesmo que aquilo contrariasse as normas expressas da empresa. O estranho sentou-se no banco ao lado dele e jogou uma mochila comum no chão da cabine. Teve a atenção despertada apenas por um desenho de tabuleiro de xadrez que havia nela. Embora a viagem transcorresse normalmente, Luís mantinha sob a mira do olhar o estranho. O carona contrariava as normas da empresa, seu cérebro martelava. Distraiu-se olhando para o desenho na mochila, que o fez lembrar-se de quando jogava partidas de dama com o pai. Sentindo-se incomodado pelo mutismo do carona tentou entabular qualquer conversa. Ouviu de volta uma resposta estranha e que ele considerou desencontrada: “há uma cruz à direita da pista logo aí à frente”. Um arrepio incômodo percorreu seu corpo, mas respondeu: “muita gente morre atropelada por esse mundão de estradas, não?” O estranho concordou com um esgar que talvez lembrasse um sorriso e completou: “e poucos não se esquecem das tragédias”. Luís virou rápido para fitá-lo; e à cruz que ele mencionara. Mal teve tempo de perceber o gesto brusco do estranho em direção ao volante de seu caminhão. Vários capotamentos após ele sentiu o baque surdo contra uma árvore, o mesmo que sentira quando atropelou alguém certa noite e não parou para prestar socorro. Não podia se mexer. As dores horríveis eram um sinal de estragos fortes, ele sabia. Sentiu tudo escurecer em volta... Após a chegada dos paramédicos, o agente voltou a controlar o fluxo de automóveis. Intrigado, notou que o estranho permanecia do outro lado, junto ao acostamento. Por mera curiosidade atravessou para abordá-lo: “deseja algo?”. “Sim, a alma do motorista acidentado”


Notas Finais


E então meus terrores,o que acharam desse conto?
Até a próxima.
Podem dar sugestões de contos de terror que vocês gostariam que eu publicasse aqui.


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