História Contos de mutantes- chama da fênix - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Açao Aventura
Visualizações 4
Palavras 1.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Saga
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


o arama da Charrissa e do modelo da foto so que o cabo e preto e as laminas brancas

Capítulo 11 - Amuleto da morte e a sizha - Mira


Fanfic / Fanfiction Contos de mutantes- chama da fênix - Capítulo 11 - Amuleto da morte e a sizha - Mira

Estava em uma cela pequena e totalmente  fechada so avia o tubo de ventilação  para respirar desistir  de fica ndando de um lado para o outro e me sentei no chão, emcostei a cabeça na parede de ferro fria e me lembrei de tudo que ja havia me acontecido.

Estava no carro junto com minha familia minha mãe meu pai(padrasto) e meu irmão quando o carro desviou não sei do que so sei que ele perdeu o controle e saiu da pist eu estava sem cinto então fui jogada para fora do carro cai e bati a cabeça e desmaei, quando acordei estava no hospital minha tia (parte de pai/padrasto) estava do meu lado me contou o que havia acontecido perguntei pela minha familia e ela abaixou a cabeça entendi o recado na hora, eles haviam morrido, comecei a chora e lamentar.

-não,não,NÃOOOOOOO- nessa hora  as luzes começaram a piscar ate que quebraram e toda a energia do anda a onde eu me encontrava faltou , aprovetei  distração e fugi da li.

-naõ,não,não- er a unica coisa que eu conseguia falar

-ei menina!- gritou um guarda que correu em minha direção e me segurou pelo braço

-ME LARGA-comecei a me debatar

- se acalme-ele dizi

-EU QUERO MINHA FAMILIA- falei em meio as lagrimas - SAIIIIIII-e as luzes quebraram de novo,durante meu caminha pude percebe que  onde eu ia a energia ficava super caregada, fugi da li o mais rapido possivel.

Não era aprimeira vez que isso me contecia, a primeira vez que meus poderes se manifestaram foi quando tinha seis anos eu fui visitar  uma amiga minha so quando chiguei la o hambiente estva estranho, a porta estava aberta ouvi um grito de dor junto com o som de algo se batendo era o cinto com certeza era o cinto do pai dela ele estava batendo nela,entrei e fui ate o quarto da onde vinha os gritos

-pare !- gritei

ele me olhou com um olhar furiosso

- o que disse?

pela sua voz deveria estar bebado

-repete- ele falou se aproximando de mim seu rosto estava tao proximo do meu que pude sentir o cheiro de alcool, ele me suspendeu me segurando pelo meu braço

-falei para para !

-Mira, por favor, se cale- minha amiga falou ou melhor suplicou

-NÃO-  falei decidida-  E VOCE VAI ME SOLTAR!- falei pegando o braço que ele estava usando para me segura, concentrei toda minha força no seu braço ate que escutei um estral,ele gritou e me soltou segurando o braço que eu havia apertad. fui ate minha amiga e a levantei

-vamos- falei

- volta aqui sua filha da puta- ele falou se levantando e indo ate nos

- não xinga minha mae!

- mas e muito  ousada- ele falou pegando o cinto  voce vai pagar por...... ter quebrado meu braço ou osso, nao sei oque voce fez

- sai !- falei pegando o objeto que estava mais perto de mim, para me protege- para tras !- falei apontando o objeto 

ele começou a ri

- vai se defendeer usando um cabide - ele riu- serio?

- pra tras - falei e o cabide se trasformou em uma arma

-ouuuuu- ele  falou supreso e se afastando - como fez isso

- nao interssa saia

- isso nao e verdade deve ser alguma ilusão devoter bebido muito

- e bebeu

-mas em todo caso- ele falou pulando em cima de mim tentando me fazer soltar a arma, eu acabei precionando algo que mais tarde descobri que era o gatilio, a arma desparou e ele caiu morto em cima de mim,tierei seu corpo de cima de mim e nao fasso ideia da onde tirei aquela força.Quando olhei meu corpo estava todo ensanguentado, levantei o rosto para ver minha amiga e elea estava hororizada.

-desculpa- susurei,

ela nada disse ela olhava para seu pai, e depois olhou pra mim

-SUA BRUXA SAI DA QUI!- ela falou em meio as lagrimas

tentei me aproxima, mas quanto mais eu chegava perto mais ela se afastava ate  que ficou incolida no caanto da parede

-sai,sai- ela falava tremendo e soluçando.

Aquela sem duvida era uma das piores lembranças que eu tinha, de pois da quele ocorrido fui fala com minha mae, sim eu cheguei em casa toda emsanguentada, falei pra ela do ocorrido ela meu deu um banho e me contou sobre meu pai.

-lembra das historias que eu contava sobre uma moça que coheceu  um ser diferente e que com o tempo se apaixonaram e de pois ela descobriu que ele era de outro planeta, e ele ficou chateado achando que ela não iria mais aceita-lo,mas ela disse que o amava de todo o jeito sendo dessa terra ou não ?-ela falou terminando de me vestir

concordei com a cabeça

-me conte o resto- ela pediu

- eles tiveram uma filha, uma linda criança ,só que o o homem se deviou do bom caminho ficou segdo pelo poder e abandonou a sua familia.

- a historia e real  e voce é a criança

-meu pai e de outro planeta?-

-como se conheceram?

- e uma longa historia, mas acho que isso temhaver com a familia minha irmã tambem conheu um cara estranho e de pois desapareceu com ele

- e por que a senhora não fez o mesmo?

ela ficou com uma expressã triste

- porque eu não fui amada como Maria foi .

Sai do meu tanse e voltei a realidade, eu continuava  na quela cela, e uma longa historia de como eu cheguei na area 51, eu podia fugir dali a qualguer momento eu sou aprova de balas, posso controla qualquer arma ou computador e posso transforma qualquer coisa em uma arma, só estava la pra me acalmar e para pra pensar nos ultimos ocorridos.

Apontei meus dois braços( que logo se transformarão em dois canhões) para a porta  e disparei, a porta obviamente foi arrombada sai nos corredores e ativarava em qualquer um que se aprocimas,ativei minhas turbinas e sai voando quebrando o teto e tudo, tentei me lembra de como se ativa um portal, meu pai avia me encinado mas eu não prestei atenção, sim eu conheci meu pai,mas isso e uma outra longa história, parei de voar e fiquei flutando.

- ok Mira isso e locura mas voce tem que tentar

apontei minhas mãos para cima e comecei a dispara para cima a medida que eu disparava eu subia

-continue ate forma um espiral no céu, e quando estiver perto de atravessar pense a onde quer ir- falei repitindo as palavras do meu pai

e assim que o espirau se formou  eu o atravesei so pensava em: 'minha tia, quero acha aparte da minha familia que não me rejeite''

quando atravessia terminou eu me vi caindo e estava indo em diresão  a uma montanha ou era penhasco é acho que era um penhasco, eu estav indo muito de presa tentei diminuir a velocidade mas era tarde de mais eu ja estava proxima do chão e então sentir meu corpo se chocar contra a terra.

-AHHHH-gemi me levantando- ai minnha cabeça- estralei meu pescoço, me levantei e me espreguicei

-Auto!- alguem gritou me virei e avistei uma garota com orelhas de lobos tinha apele marron cabelos longos ondulados e olhos castanhos escuros que demostravam confiança- quem e voce?

ela sacou uma lanterna

- nossa se não falar vai apontar a luz na minha cara- eu ri

ela me olhou com raiva puxou aparte de tras e a da frente da lanterna e a mesma se transformou  um uma bastão so que em cada ponta possuia uma lamina em forma  de machado, antes que eu penase em algo ela   me deu uma rasteira usando seu cetro, e encostou a lamina na minha garganta

-quem e voce?

-Mira-

-Mira de que?!- ela precionou mais um pouco alamina

-Valente - falei quase sem voz

ela ficou supresa

-subrinha de Maria Valente?

-sim-

ela me ofereceu a mão

- venha comigo prima

a palavra prima me deixou em estado de choque

****

-mãe achei uma parente sua

- do que esta falando Cha...- ela ficou supresa ao me ver

-MIRA! -ela correu ao meu encontro com os braços abertos e me envolveu em um quente e claroso abraço- mi sorina querida por cuanto tiempo-

-hola tia- falei com o sutaque

-como creció-

apenas sorri

-esta toda suja-

-eu ainda não sei usar o portal-

-Charissa, leve ela ate o quarto,-ela passou a mão pelos meus cabelos- e de a ela o melhor vestido vamos comemora a sua voltar

****

Estava me olhando no espelho e passei a mão pelos meus  cabelos longos e castanho claro,me lembrei da minha mãe, em como ela o penteava, aquilo era de mais para mim pensei em cortavo peguei uma tisora que estava em uma gaveta

- não vai adiantar voce corta o cabelo se não muda por dentro

-como?

- e isso que voce que recomeçar nãe?

- como sabe

- sou empata sinto o que os outros sentem, e voce que muda, vou lher dar um conselho  muda por fora não adianta se não muda por dentro, não sei exatamente oque  lhe aconteceu mas sinto que sofreu rejeição,pois bem somos duas

- eles podem ter te rejeitado mais comcerteza não lhe deram o apelido de amuleto da moret minha familia morreu, minha vó, minha outa tia,meu...pai-

-eles me chamam de sizha que significa aquela que tras  a desgraça,maltita, mal agoro ,coisa ruim -

ela se aproximou de mim ficou atras de mim e pegou meu cabelo

-ja senti essa sensasão de quere apaga o passado e sumir deixar tudo pra tras

me virei para ela

-o que aconteceu

-longa historia,mas posso lhe disse que eu naci pra morre minha irmã que naceu pra vivver

-tem uma irmã?

- tinha eramos gemeas, quando tinhamos 8 anos ela morreu

-naturamente?

não

-como

-não quero falr sobre isso

-voce a matou?

-NÃO -

-ok calma

-quando naci Natura disse que eu morreri,mas minha irmã que morreu

-mas por que deveria morre

- e uma longa historia, e seu pai?

- morreu

-natural?

-não eu.....eu.......o matei.....mas,mas eu não sabia que ele era meu pai- falei rapidamente

ela me olhou nos olhos colocou um mão atras da costa e com a outra fechada sobre seu peito e dise'so draki'

- o que que dizer

- e um sinal de respeito, eu quis dizer as vezes e usado pra dizer que voce entende sua dor, não concordo que uma filha mate o pai ,mas vou respieta sua dor

repiti o gesto e disse 'so draki'

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


so draki não tem tradução definida mas significa respeito, sinal de luto ,honra e respeito a dor dos outros


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