História Contos de uma virgem - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Hentai, Sexo, Yaoi, Yuri
Exibições 59
Palavras 977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem se tiver erros, não tive tempo de rever a história, porque queria muito postar BSUSBSUSBSJSNSHSBHS

Boa leitura, all the love, Mary

Capítulo 1 - Mommy Lésbico


Arrastava as palmas de minhas mãos por toda extensão de meus braços, sentia os pelos do mesmo se arrepiarem, os batimentos em meu peito estavam mais acelerados do que nunca. Eu não conhecia aquele lugar, mas Alice me dissera que resolveria os meus problemas...então apenas cedi, e cá estou, sentada em um estofado macio e rasgado, com os pés a flutuar. Respirei fundo, no mesmo momento, que a pequena caixa de som presa ao teto soou a voz de uma mulher, a qual, chamava meu nome:

"Beatriz, 16, Amsterdã, Holanda..." suas palavras eram ditas com firmeza, nem mesmo o seu tom de voz oscilava ao dar minhas informações em um alto falante. "sexo...indefinido" engoli a seco, já estava prestes a desistir, voltar para casa, e dizer a Lia que tive uma crise asmática, deixaríamos para outro dia. 

Quando um toque quente e delicado pousou sobre meu ombro esquerdo, meu rosto de virou lentamente, e aos poucos pude ver a imagem de uma mulher se formando - os cabelos negros e ondulados descansavam sobre os ombros, os olhos verdes vagavam por meu rosto procurando um lugar a se fixar, os lábios avermelhados, o qual, ela mordia, por fim, o corpo estrutural, os seios apertados pelo tecido do sutiã rosado, transpareciam na blusa verde, que grudava-se a suas curvas fundas, e a saia branca colada as coxas fartas estava em um nível onde mostrava parte de sua calcinha de renda fina- , minha boca se abriu, mas não pode dizer uma palavra sequer, senti algo escorrer por minha intimidade, enquanto a temperatura em minha virilha, aumentava. 

"Você é Beatriz?" pergunta a morena, ela senta-se na poltrona ao meu lado, e deixa que suas mãos aquecidas entrem no meio de minhas pernas, apertando a parte interior de minhas coxas, minhas pálpebras pesaram, e meus dentes grudaram em meus lábios, arfei baixo, enquanto seus dedos afundaram em minha intimidade sobre o tecido do jeans. 

"S-sim" respondi, logo depois, soltei um breve gemido. 

Ela se aproximou, mas sequer mexeu os dedos, levou a boca aos meus ouvidos, e deixou que sua voz ultrapassasse meus canais auditivos. 

"Sua bucetinha já está molhada pra mim?" arrepiei-me por inteira, e logo que a frase foi soada, seus dedos começaram a se movimentar tortuosamente sobre a pele de meu clitoris, e então, ela bateu a palma da mão com força sobre a calça, nesse exato minuto, soltei um grito fino, que consumiu toda a secretaria. A mulher ao meu lado percebeu, olhou a sua volta, e retirou o que dava-me prazer. "Vamos para um quarto, pequena" 

Em seguida, ela levantou-se, revirou o bolso da calça, dando-lhe para que seu o segurasse, não hesitei, apenas o fiz, assim, seguindo a bela morena pelos corredores sem fim daquele lugar. Ela virou à direita, e uma porta com letras garrafais dizia a seguinte frase: "NÃO ENTRE". Ela simplesmente a ignorou, e girou a maçaneta, fui entrando com passos lentos, o lugar era escuro demais para que pudesse ver algo. Senti meu corpo ser atirado para o lado, e cair em algo mole, em seguida, minhas mãos foram levadas para cima de minha cabeça, escutei o barulho de algemas sendo fechadas. 

Algo deslizou por minhas pernas, o jeans aterrizou no chão, no mesmo segundo que senti as mesmas mãos quentes em minhas duas coxas, abrindo de forma selvagem as minhas pernas. Comecei a tremer, senti o vento frio bater em minha intimidade, coberta por minha calcinha. Algo afiado se aproximou, a lâmina gelada passou rente em minha buceta, estremeci, o elástico do tecido ricocheteou, arrebentando em meus lábios próximos ao grelho. A cada toque, mais úmida ficava o local onde a mulher mexia. As palmas de suas mãos pressionaram meu abdômen, levantando minha buceta, seu bafo bateu contra a mesma, fazendo meu corpo se arrepiar. Algo molhado tocou-me, seus lábios, eram macios, assim como sua língua que rodeava-me o clitoris, apertei os lençóis da cama, enquanto ela aumentava a velocidade com que progredia o ato, continuou com delicadeza, raspando a língua contra meus lábios maiores, a esse momento, meu quadril já rebolava em sua boca, assim como minhas ancas se arqueavam, conforme o ápice se aproximava. Ela não pretendia parar, senti-me exposta, nunca havia sentido algo como aquilo antes, mesmo em vídeos na internet, quando achava que o prazer não poderia ser maior, eu nem ao menos sabia, como era ser uma das atrizes dos filmes. 

Não encontrava palavras pra descrever o quão bom era aquilo, minha respiração já estava ofegante, meus gemidos eram o único som que ecoava no quarto escuro. Até que ela parou, resmunguei em reprovação, foi quando algo adentrou-me, me mexi com o desconforto, aquilo ardia, não sabia quantos ela havia colocado, mas estava doendo, algo escorreu entre minhas pernas, apertei minhas coxas umas nas outras, tentando ameniza-la. Foi quando se mexeu. Começou a movimentar-se dentro de mim, eu tentei pará-la, mas meus pulsos estavam presos a algo, o qual, era pesado demais para que conseguisse mover. 

"V-vai devagar" gaguejei, e então mais um dedo foi depositado, ela não parou, ou diminuiu, fez o contrário. Sentia-me sendo cada vez mais rasgada, quando a garota parou, o colchão levantou-se indicando que um peso sobre ela, não estava mais ali. 

Ouvi o barulho de gavetas, e logo, a cama voltou a afundar, sem preparações ou afagos, um aparelho duro e frio foi colocado dentro de mim, ela apertou um botão, e o mesmo começou a vibrar, um misto de dor e prazer se passaram por meu corpo. Seu corpo deitou-se sobre o meu, e seus lábios foram colocados em meu ouvido. 

"Espero que não ouse tirá-lo, ou sua mommy irá puni-la, e garanto que não quer isso, não?" Disse ela doce, enquanto acariciava minhas bochechas. Um gemido alto se apossou de minha boca, não aguentava mais conter-me, acabei por molhar o aparelho. "Vou entender isso como um "não"..."

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, comentem se quiserem, gosto de ler o que as pessoas acham do que eu escrevo.

Ps: essa história também está sendo postada no wattpad, não é plágio, por ser da mesma autora, só deixamos livre para vocês decidirem qual plataforma preferem ler.


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