História Contos do cafofo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Transformice
Personagens Personagens Originais
Tags Cafofo, Mice, Transformice
Exibições 35
Palavras 1.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiee.

Essa história contei dia 20 de novembro de 2016 no cafofo da tribo do transformice e quero compartilhar com vocês.

Boa Leitura! ;D

Capítulo 1 - O acampamento


Fanfic / Fanfiction Contos do cafofo - Capítulo 1 - O acampamento

Era muito cedo quando ouvi passos na escada, assustada me escondi atrás do guarda-roupa. Seria um fantasma? Um assassino? Uma benina veneno? Permaneci escondida, então a porta se abriu de uma vez só:

- BLUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUEEE – gritou Veno, mas quando me viu escondida ali ficou confusa – Mas o que você está fazendo ai?

- Ah... Eu? Nada... – e desviei o olhar

- Te arruma, vamos acampar!!! – ela anunciou empolgada

- O quê!? – eu não poderia concordar com isso, eu era uma pessoa sedentária, definitivamente andar no mato não era pra mim.  Eu procurava por uma desculpa, porém Veno já arrumava minha mochila. Acabei indo à força.

Chegamos na rodoviária e encontramos Spaap, um abigo da escola, e alguém que eu não conhecia que era abigo do spaap, o Lello. Antes de embarcar no ônibus compramos alguns salgados, bolachas e refrigerantes, seria tudo o que comeríamos de um dia para o outro. A viagem durou cerca de 3 horas.

Chegamos perto do meio-dia no pequeno lago isolado, o sol estava lindo, bem no centro do céu, poucas nuvens revelando um azul límpido. Estávamos com muita sede, por sorte havia algumas barraquinhas no local, fomos até uma:

- O queeeeeê? Uma garrafinha de água por dez reais? – falou Veno indignada.

- Pra quê comprar água, se já temos a água do lago? – Disse Spaap e correu em direção à água. Lello acabou deixando sua mochila com a gente e foi juntar-se ao Spaap.

Mesmo com o preço abusivo, Veno e eu juntamos nosso dinheiro e compramos, talvez não devêssemos ter comido aqueles salgados na viagem. Procuramos um local ideal para montar as barracas mais tarde, escolhemos uma árvore um pouco afastada de tudo. Trocamos de roupa rapidamente e fomos para água também. Spaap e Lello já começavam a ficar queimados do sol:

- Seus loucos, vocês não passaram protetor solar? – alertou Veno, mas eles não ligaram.

De repente, uma benina apareceu, chamando atenção de todos da praia. Seus cabelos eram compridos e rosados, sua pele era branca, parecia que não via a luz do dia a alguns séculos. Em vez de entrar na água, ela preferiu sentar-se numa espreguiçadeira tomando água de côco. Spaap e Lello estavam encantados, logo correram na direção de suas mochilas para pegar protetor solar. Veno e eu nos entreolhamos, já sabíamos exatamente o que eles iam fazer. Eu comecei a rir, mas Veno parecia incomodada. Spaap e Lello se aproximaram da benina de cabelos rosados e Spaap começou a gaguejar:

- Pro-protetor. V-Você? Passar? – a benina olhou confusa para os dois

- MAAAAAAAAAAAAARDITAAAAAAAAAAAAA – gritou Veno lá do meio da água. Spaap e Lello perderam toda coragem que ainda tinham, se desculparam com a moça e Spaap veio em nossa direção chutando a água pra todo lado. Seus olhos estavam vidrados:

-Veeeeeno, você me paga! – disse já querendo agredir a Veno, porém me meti no meio dos dois, tentando separá-los.

- Calma, minha gente – disse tentando apaziguar a situação.

- Calma nada – Veno me empurrou para o lado, e logo os dois afundaram tentando afogar um ao outro. Eu não sabia mais o que fazer. Lá na praia Lello caia na gargalhada, até tinha buscado seu celular para filmar tudo. Então a benina dos cabelos rosados finalmente entendeu que a briga era por causa dela e entrou na água:

- Hey, Heeey! Sério que vocês tão brigando por causa de protetor solar? Vocês são bons amigos, não precisam brigar por causa de desconhecidos. Que tal todos irmos beber água de côco para esfriar o sangue? – Ela parecia muito calma, enquanto Veno e Spaap ainda estavam engasgados tentando expulsar água dos seus pulmões, apenas concordaram com a cabeça. – Ótimo, meu nome é Kpopera.

Fomos todos em direção à barraquinha de côco gelado e lá Kpopera fez questão de pagar a conta. Claro que aceitamos. Sentamos em uma das mesas da praia e notamos que um garoto procurava por Kpopera, ele estava carregando duas mochilas. Era amigo dela, mas eles tinham se perdido desde quando chegaram na praia, seu nome era Rato.

Voltamos para água e brincamos com uma bola até o entardecer. O céu estava com vários tons de alaranjado, o vento era agradável, os passarinhos se despediam do dia alegremente. Alguns donos de barraquinhas começam a guardar suas coisas, era hora de arrumar as barracas. Convidamos Kpopera e Rato para acampar com a gente:

- Mas e se tiver animais selvagens? A bruxa de Blair? E se aliens abduzirem a gente? – Kpopera não queria ficar de jeito nenhum, mas Rato aceitou o convite e eles dois ficaram.

Enquanto as beninas armavam as barracas, os beninos com as últimas economias do grupo foram tentar comprar alguma coisa nas barraquinhas que ainda estavam por ali. Conseguiram alguns churrasquinhos pela metade do preço. Fizemos uma fogueira, deixamos os espetos lá e voltamos para água para aproveitar o finalzinho do dia. Quando retornamos no escuro total estávamos com muito frio, nos embrulhamos com nossas toalhas e sentamos ao redor da fogueira. Dividimos os churrascos, salgados, bolachas e refrigerantes que a essa altura já estavam quentes.

Começaram a contar histórias, porém o céu já tinha me hipnotizado. A lua crescente fazia tudo parecer mais escuro, as estrelas cintilavam com toda sua força. Nem mesmo prestei atenção nas piadas da Veno.  De repente, Kpopera se lembrou de ter trazido uma torta de limão com pedaços de chocolate amargo. Estava guardada na mochila, um pouco amassada, mas ainda dava água na boca. Tive a sensação de ter passado séculos sem comer algo doce. Todos elogiaram a torta:

- Vocês podem passar na panificadora do meu pai a hora que quiserem, ele que fez. – disse ela contente, os olhos de Spaap brilharam. Logo todos começaram a planejar quando íamos visitar a panificadora do pai da Kpopera.

Conversamos por bastante tempo, tudo naquela noite estava perfeito: as estrelas, os grilos, o som do vento na água e até os vaga-lumes campeões em desviar das tentativas do Spaap em capturá-los. Fomos dormir mais de uma hora da madrugada, tínhamos duas barracas uma para eu e Veno e outra para Spaap e Lello, mas Kpopera veio para nossa barraca e Rato dormiu em uma rede que Spaap tinha trazido.  A noite demorou a passar, Veno não parava de se mexer, porém Kpopera dormia como uma pedra e não acordava por nada nesse mundo. Acabei dormindo de cansaço mesmo.

Acordei e não encontrei mais ninguém na barraca. Sai e vi Veno dormindo na barraca dos beninos, parece que ela tinha expulsado eles. Lembrei vagamente de ter ouvido a voz dela mais cedo. Os outros já estavam brincando na água, então fui até eles. A água estava muito gelada, decidi voltar e acordar a Veno. Joguei um pouco de areia nela, ela acordou irritada:

- Bluuue, você me paga! – disse se levantando e vindo atrás de mim com montes de areia. Corri em direção à água e ela entrou de uma vez sofrendo um forte choque térmico. Eu não consegui parar de rir, ela me alcançou e tentou me afogar um pouco. Meu plano de trazê-la para o lago tinha sido um sucesso, então não me importei de ser afogada.

Pouco tempo depois, voltamos para desfazer as barracas. Eu e Veno fomos rápidas, mas Lello e Spaap começaram a fazer uma pequena guerra com o plástico da barraca. Eles se transformaram em homens areia, Veno brigou com eles, então foram se lavar no lago.

Quando tudo estava arrumado, fomos em direção a estação de ônibus. Trocamos contato com a Kpopera e o Rato para visitarmos a panificadora do pai dela em breve. Voltamos para casa famintos, cansados, mas felizes e  cheios de histórias para contar.


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3

Os personagens foram os que estavam online no dia da história.

Vou deixar o nick de cada um, caso queiram adicionar:
- Algodaoblue
- Lellomice
- Kpoperadepre
- Rato120kk
-Spaapcheese
-Venokextremo

Até a próxima o//


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...