História Contos eróticos III - a massagem - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Hentai, Orange
Visualizações 288
Palavras 2.670
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um conto, espero que gostem. Como vocês devem ter percebido quase todos os contos são lesbicos, mas postarei mais adiante um ou dois heteros.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Fanfic / Fanfiction Contos eróticos III - a massagem - Capítulo 1 - Capitulo unico

O salário anual de trezentos e sessenta mil dólares anuais de Emile Hannyn poderia ser invejado por muitos, mas, era merecido e conseguido com cada gota de suor e com horas de sono não dormidas. Emile era a vice-diretora da Luxuria a marca de perfume mais famosa em toda a Europa, e a quinta maior do mundo.

Embora seu passaporte disse-se que ela nascera em treze de abril de 1973, sendo assim uma legitima ariana de quarenta e um anos de idade, sua aparência desmentia completamente esse dado legal. Emile tinha um corpo em forma graças a doze horas de academia semanais, era loira, natural, com belos seios e bumbum, se passando facilmente por uma mulher de trinta. Os cabelos eram lisos e naquele momento a empresaria os prendia em um rabo de cavalo.Vestia apenas um robe branco de seda, sem nada por baixo.

Estava em sua casa de praia aproveitando sua uma semana de férias, o pequeno espaço de tempo livre que conseguira arranjar, pois a Luxuria tomava quase todo o seu tempo. Haviam problemas demais, prazos, compras, distribuições... e infelizmente ela era a única capaz de lidar com esses problemas. Eles eram como uma bola de neve, se ela os deixasse de lado por apenas um dia, se acumulariam ate se tornarem um monstro irrefreável.

Emile se considerava uma super-heroina dos tempos modernos, mas ela não salvava o mundo, apenas a Luxuria... efazia isso diariamente. Naquela semana porem ela abandonaria a mascara de heroína e seria apenas ela mesma, Emile Hannyn, filha de Paul Anderson e Rebecca Hannyn, e sem nenhuma relação com uma certa empresa de perfumes. Ela desligara seu celular, e prometera a si mesma não abrir o e-mail muito menos entrar no facebook. Aqueles eram dois dos portais para o inferno do trabalho, o celular, claro, era o terceiro.

Emile estava sentada na varanda saboreando um copo de suco de laranja. Olhou para o relógio mais uma vez, ele retribuiu ao olhar informando-lhe que eram 9:40 da manha.

- Ela esta atrasada dez minutos – disse consigo mesma. Pontualidade era uma das qualidades que mais respeitava em um profissional. Não suportava quem não cumpria com os horários que prometera.

Como se respondendo aos seus pensamentos a campainha tocou. Emile esvaziou o copo de suco com um grande gole e desceu ate a porta para atende-la. Passou pela grande escada e pelos belos moveis de madeira do primeiro andar ate chegar a porta dupla bem trabalhada. Deu uma rápida espiada no olho mágico e viu o rosto de uma moça africana com traços belos e maduros. Os olhos eram grandes e negros e os lábios carnudos. A moça tinha um ar serio e longos cabelos negros como carvão, rastafári, o nariz era grande e empinado para frente. Com todas essas características não era difícil deduzir que a moça era uma africana “de raça”.

Abriu a porta, sorrindo de forma simpática para a bela negra na sua frente. A outra apressou-se em se apresentar, e se desculpar pelo atraso.

- Ola srt Hannyn, sou Genita Haialla, a massagista que a srt pediu. Me perdoe pelo atraso, eu demorei para achar sua casa.

Olhando-a de corpo inteiro Emile pode ver melhor a beleza da massagista, era alta, com uma pele muito escura, as unhas eram pintadas de vermelho sangue e ela usava brincos em forma de mandalas com desenhos complexos em cores marrom e de areia, um detalhe que lhe havia passado desapercebido a primeira vista. Genite vestia uma blusa simples azul e uma longa saia da mesma cor, mas em tom mais escuro. Na mão direita carregava uma pasta aonde trazia seus instrumentos de trabalho.

- Tudo bem, se a massagem for boa eu posso ate relevar isso – abriu completamente a porta dando espaço par a outra passar – me deram ótimas referencias suas Genite, espero que se prove digna delas.

Genite fez um sinal positivo e mais uma vez se desculpou pelo atraso garantindo-lhe que depois da massagem ela se sentiria tão leve e relaxada que nem lembraria mais desse inconveniente. Emile esperava que sim, pois havia contratado a profissional por preço de ouro, e precisaria de ótimas massagens para alivia-la de toda pressão de seu trabalho. Podia estar de férias, mas seu corpo ainda estava tenso. Precisava relaxar.

Emile guiou a sua massagista ate a sala de banho que ficava na parte leste da casa. Genite se mantinha resignada, mas era possível ver sua surpresa ao contemplar o esplendor daquela morada que tinha todos os luxos que uma pessoa com uma a renda de quase meio milhão anual poderia comprar.

A sala de banho não era diferente. Continha uma gigantesca piscina com quatro elefantes de marfim, um em cada ponta, espirrando água de suas trombas. Havia também uma grande cama de pedra e foi ali aonde as duas se dirigiram. Quando ficaram em frente a cama Genite colocou sua pasta em uma mesinha, e, enquanto retirava vários potes de tamanho e cores variados, contendo cremes, falou a ela com naturalidade.

- Tire suas roupas e se deite na cama de costas por favor.

Emile obedeceu, rapidamente e sem embaraço retirou a faixa do robe abrindo-o e deixando a peça de roupa deslizar ate o chão. Genite a observou com surpresa ao ver o corpo belo e bem cuidado de Emile se atrapalhando com os potes e quase derrubando um. Emile segurou um risinho e se satisfez sabendo que conseguia deixar ate mesmo mulheres deslumbradas com sua beleza.

Se deitou na cama de pedra como lhe fora pedido. Genite acabou de retirar os cremes e melando as palmas das mãos com um denso e gelatinoso liquido escuro que a fazia se lembrar vagamente de mel. Emile sentiu que uma pequena toalha fora colocada sobre sua bunda e logo em seguida as mãos firmes e macias de Genite acariciaram suas coxas.

O liquido era gelado e gostoso. Emile sentiu um longo e gostoso calafrio percorrer suas coxas, seguir por toda a espinha e terminar em sua cabeça. Genite fazia movimentos de vai e vem com as mãos, indo do calcanhar ate apenas alguns centímetrosantes da bunda. Massageava a perna esquerda inicialmente. Emile resolveu puxar conversa.

- Então... Genite, esse é um nome africano certo?

- Sim – respondeu a massagista compenetrada, havia parado de massagear a perna esquerda e começava a massagear a direita – nasci em Goa a trinta e cinco anos atrás. Todos me chamam de Gwen.

- Hmmm... – gemeu, a massagem era mesmo boa. Sentiu vontade de pedir para que Gwen retirasse aquela toalha e massageasse sua bunda também, mas teve vergonha disso. A mulher poderia entender errado e ficaria um clima estranho entre as duas.

- Esta gostando? – perguntou Genite. Emile teve a impressão que ela sorria de leve, mas estava de costas, não tinha como saber – estou perdoada pelo atraso?

Emile sentiu as mãos massageando-a com cada vez mais firmeza. O liquido gelado a fazia se sentir mole e derretida e ate mesmo excitada, mas isso era normal, a massagem era uma atividade invariavelmente erótica. Ate mesmo uma massagem nos pés poderia ser bastante sexual, se feita com pericia.

- Sim, esta perdoada – respondeu fechando os olhos e relaxando. Deixou que a massagem continuasse e enquanto as mãos de Genite a tocavam sem maldade. Emile começou a imaginar toques muito mais indecentes. Fantasiou como seria aquela bela africana nua, o corpo queimado e úmido contra o seu, aqueles seios macios se pressionando contra os dela. Não sabia como a mulher era sem roupa, mas sua imaginação a moldou como uma deusa do ébano. Carnuda e quente, repleta de curvas sensuais. Soltou um gemido baixo ao imaginar como seria beija-la e sentir a língua da outra se enroscado na sua...

- Srt Hannyn... esta me escutando?

Emile foi acordada de seu sonho erótico, e o pior era que isso havia acontecido antes da parte boa começar. Já havia feito sexo com mulheres algumas vezes, mas nunca com uma negra. Estava curiosa para isso. Genite perguntou mais uma vez se ela estava acordada e a contra-gostoEmile respondeu.

- Sim, desculpe, relaxei tanto que acho que cochilei um pouco – tentou parecer natural e ate forçou um sorriso tímido – me dizia algo?

- Sim, a massagem nas costas terminou, poderia se virar por favor?

Emile não havia se lembrado de quando ela havia tocado em suas costas, mas elas estavam meladas com o óleo de massagem e totalmente relaxada. Se virou em silencio, Genite havia levantado a toalha para isso e já estava para coloca-la sobre a sua vagina quando Emile a impediu com um gesto.

- Podemos fazer sem isso? Me sinto mais a vontade.

- Claro – respondeu a outra dobrando a toalha e colocando-a sobre a mesa ao lado dos demais cremes.

Ela podia ter tentado disfarçar, mas Emile notou como Genite demorara seu olhar tempo demais sobre sua vagina. Sorriu maliciosa, Gwen não era assim tão profissional quanto tentava aparentar.

A massagem recomeçou, agora os seus seios eram tocados com experiência. Emile arfava de prazer, os mamilos duros e a vagina jáúmida. Ela encarava Genite nos olhos enquanto era tocada e percebia o desejo crescente da outra. Em um movimento repentino agarrou as duas mãos dela pressionando-as com mais firmeza sobre os seios.

- Gosta deles? – acariciou as mãos de Gwen, elas tremiam de prazer – eu tenho certeza que gostarei dos seus, mas não é justo que apenas uma de nós fique exposta não acha?

Aquilo havia sido o sinal verde que a massagista precisava. Genite deslizou suas mãos lentamente do toque de Emile e começou a despir a própria blusa. Emile observou com prazer a massagista desabotoar um a um os botões de sua blusa revelando seios fartos assim como ela imaginara, eles estavam cobertos por um sutiã preto cor de areia. A vontade que teve foi de chupar aqueles seios grandes com força.

A outra não parou por ai, Genite retirou também as calças revelando pernas firmes e torneadas, a calcinha era da mesma cor do sutiã. Ela sorriu passando as mãos pelo próprio corpo exaltando toda sua beleza. Sorrindo se sentou sobre Emile.

- Melhor assim? – voltou a tocar os seios de Emile, mas agora com muito mais liberdade e nem um pouco de pudor. Emile gemeu com satisfação. Estava no paraíso.

- Muito melhor – riu, concretizando suas fantasias sexuais de antes. Uma das mãos deslizou pelas coxas da massagista enquanto a outra agarrou o enorme seio dela. Era mais gostosa de se apalpar do que ela pensava. Não conseguiu evitar o comentário malicioso – assim que eu gosto de seios – disse apertando-o com um pouco de força.

Genite gemeu de prazer e Emile deslizou a mão para o outro seio apalpando-o e dando um beliscão de leve no mamilo fazendo a africana arfar de prazer e ate perder o fôlego. A outra mão acariciou uma das coxas subindo ate a bunda, enfiou sua mão entre a calcinha e penetrou um dedo por trás, ela gritou de prazer.

- Primeira vez que se diverte com outra mulher? – penetrou o dedo mais alguns centímetros fazendo Genite gemer mais alto erguendo a cabeça para cima em uma expressão de dor e rendição. Ver aquela expressão havia sido tão prazeroso quanto tocar no corpo bem esculpido da massagista. Genite poderia estar por cima, mas ela era quem estava no controle.

Aumentou o ritmo da penetração enquanto sua outra mão arrancava o sutiã de Genite. A visão dos seios havia sido maravilhoso. Emile os apalpou com ainda mais desejo. Genite também tocava nos seus seios o que estimulava Emile a toca-la cada vez mais.

- Gwen, posso te chamar assim certo? – sorriu arrancando a ultima peça de roupa dela. Enfiou um segundo dedo na bunda de Gwen e dessa vez ela gritou e nãoconseguiu se manter de pé caindo sobre ela.

Emile sentiu as mãos de Gwen pressionando seus ombros com força contra a cama de pedra. Ainda gemendo pela penetração ela beijou os seus seios, a língua quente lambendo-os com desejo. Emile passou as mãos pelo cabelo rastafári dela, acariciando docemente e sentindo os cabelos duros e bem trançados.

- Pode me chamar de Emy – sorriu lambendo a orelha da outra – você esta chupando meus seios não tem porque continuar me chamando de srt Hannyn.

As duas riram juntas. Gwen largou os seios e enterrou os seus lábios nos dela em um beijo longo e profundo. Emile mordiscou aqueles lábios carnudos e depois suas línguas se entrelaçaram. Gwen a abraçava mais forte, os corpos delas se pressionavam, ambos estavam suados e elas exploravam o corpo uma da outra com desejo, enquanto seus lábios namoravam em constantes beijos.

Pararam depois de alguns minutos, um pouco exaustas. Gwen sorria para ela e acariciava seus cabelos enquanto Emy explorava os seios da amante.

Puxou novamente a africana para si e colou seus lábios nos seios dela. Eles tinham um gosto maravilhoso e revigorante. Emy os chupou com força alternando entre um e outro. Teria continuando a se afundar naqueles esplendorosos seios se Gwen não houvesse empurrado sua cabeça delicadamente, impedindo-a que continuasse.

- A minha vagina Emy - disse ofegante se sentando na cama de pedra com as penas abertas. Ela arfava, ansiosa – depressa.

Ela não precisava que Gwen repetisse aquilo. Olhou para a vagina da outra e ela lhe pareceu tão atraente quanto os seios fartos. Se sentou de joelhos no chão e levou dois dedos a boca umidecendo-os com saliva antes de penetra-los na vagina.

Gwen gemeu com a penetração, abrindo as pernas ainda mais por reflexo. Emy introduziu os dedos com um pouco de dificuldade, estava apertado e isso tornava as coisas ainda mais excitantes.

Terminou o serviço com os dedos e então chupou a vagina com gosto, penetrando-a com a língua. Gwen gemia mais e mais, uma das mãos se afundou na nuca de Emy empurrando com firmeza a cabeça contra a própria vagina. Com a outra mão apertava e massageava um dos seios com angustia. Estava próxima do orgasmo, e não conseguia mais esperar para alcança-lo.

- Mais rápido... mais... rápido... mais forte! – gemia mais e mais, as palavras saindo entrecortadas – sim...isso!!

Chegou a um forte orgasmo. Emy bebeu tudo com gosto, deslizando a língua por cada milímetro da vagina da outra. Quando terminou Gwen estava satisfeita, mas ela ainda não.

- Sente-se no chão, de joelhos – disse balançando os longos e suados cabelos loiros, retirando a liga que usava para prende-los.

Gwen obedeceu e enquanto isso Emy foi ate o seu roupão pegando a faixa branca dele. Se aproximou da bela negra levando as suas mãos a costa e amarrando-as com a faixa. Viu o medo e da outra, mas lhe deu um beijo rápido na boca, acalmando-a.

- Não se preocupe, estou apenas tornando as coisas mais interessantes – sorriu dando mais um beijo, agora no pescoço – talvez você goste disso ate mais do que eu.

Acabou de amarrar a faixa, prendendo-a em um nó firme e então deu um tapa firme na bunda de Gwen. Sorriu maliciosa deitando-a no chão, mas ainda apoiada nos joelhos, inclinou o corpo dela levando sua boca a vagina.

- Chupe – ordenou acariciando a bunda dela. Gostava de estar no comando, era uma mulher de negócios afinal, uma administradora. Controlar era o que fazia.

Gwen chupou com gosto, enquanto isso Emy voltou a penetra-la por trás com dois dedos. Quanto mais era penetrada com mais força lambia e chupava a vagina de Emy, quando inseriu o terceiro dedo a outra gritou alto de prazer e dor, implorando para que Emy parasse.

- Ainda não! – estava quase chegando ao orgasmo também. Penetrou mais um dedo e agora alem de gritar e implorar Gwen chorava de dor. Emy acariciou seu rosto com a outra mão e beijou seus cabelos.

Gwen não aguentou mais do que alguns minutos nisso e desmaiou exausta. Emy teve um orgasmo, também estava exausta, mas agora perfeitamente satisfeita. A massagista tivera razão que depois da “massagem” ela nem sequer pensaria mais no atraso.

Havia adorado a massagem, só esperava que Gwen não lhe cobrasse pelo “serviço extra”.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, qualquer coisa falem nos comments! ;)


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