História Contos eroticos IX - no motel - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
Visualizações 62
Palavras 3.051
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Este conto, diferente dos demais, é narrado em primeira pessoa. Além do mais é nele que aparece minha personagem favorita de todos os contos: Messine. Eu simplesmente amei essa personagem e já é dando spoiler vou dizer que ela vai aparecer de novo ;)

Capítulo 1 - Capitulo unico


A primeira coisa que senti foi a luz forte da lampada queimando os meus olhos. Maldita luz! xinguei em pensamento enquanto cobria meu rosto com uma das mãos. Estava nua e não, não estava no paraíso a dor nauseante que martelava em sua cabeça provava que estava bem acordada.

- Merda... aonde eu estou? – olhou ao redor checando o ambiente. Um quarto luxuoso, champanhe com taças em cima da mesa, uma cama macia com lençóis vermelhos... tudo estranho como era de se esperar.

Em uma situação deplorável dessas a única coisa que eu poderia fazer era me deitar naquela cama macia e me afogar nas besteiras que eu havia feito. E sim eu com certeza havia feito muita besteira embora não lembre de nada (e talvez seja melhor assim). Havia tido uma festa, disso eu lembrava, eu havia tomado alguns copos de cerveja... ok, um pouco mais que alguns e... desde ai eu não sabia mais de nada.

Se deitar normalmente ajudava, mas quando vi meu reflexo em um espelho do teto tive vontade de chorar, espernear e me enfiar em um buraco, tudo ao mesmo tempo! Estava em um motel, em um quarto de motel, grande, maravilhoso e com certeza muito caro.

Tentei reduzir a frustração da minha noite imaginando quem poderia ter dormido comigo ali. Talvez ele fosse um cara legal e bem bonito. Ele poderia me explicar o que aconteceu e como eu parara ali.

- Bom dia Angel... – disse para meu reflexo no espelho com um sorriso desanimado. Eu sou bem bonita sabe? Embora não seja aquela garota que arranca assobios por onde passa e nem seja mimada por um monte de garotos. Analisando minha imagem no espelho vejo uma linda garota de dezoito anos com cabelos negros lisos, uma boa parte deles cobrindo o olho esquerdo o que eu considero muito charmoso. Seios e bumbum atraentes, nada demais, nada de menos, tudo no tamanho ideal e, claro, o principal, uma alma energética, animada e pronta para novas experiências se bem que acho que o que aconteceu, seja lá o que tenha acontecido, tenha sido “novo” demais pro meu gosto. Eu já acordei em muitos lugares esquisitos depois de uma ressaca: na casa de algum cara eu não lembrava, em uma praia deserta e ate mesmo em uma garagem, mas nunca em um motel ao qual eu precisaria vender um rim para pagar.

Bom talvez não tenha sido tão ruim não é? Porque ser pessimista? Talvez eu tenha dormido com algum gato, ou talvez vários gatos. Homens musculosos e atraentes e com penis tão grandes que não caberiam em mim, em qualquer uma das entradas... se é que entendem o que eu digo.

Me levanto sentado na cama e pegando a garrafa de champanhe, ele é a causa e o remédio de todos os males. Felizmente eu não havia tomado tudo na noite passada. Derramo o liquido em uma taça e bebo em um gole só. Péssima ideia.

Sinto meu estomago revirar, a dor de cabeça aumenta ainda mais, o mundo girou ao meu redor e se não fosse a quina da cama em que me apoiei teria caído de cara no chão. Sorte minha, azar do lindo tapete persa, acabei vomitando tudo que tinha bebido nele. Espero que o serviço do motel não cobre por isso.

- Bom dia meu Angel.

Me virei para a direção da voz e... nossa! Eu ainda devo estar bêbada porque me deparei com uma das coisas mais estranhas que já vi. E acreditem já vi muitas esquisitices. Era uma garota, mas não uma garota comum... a menina mais parecia uma boneca. Como é que chamam mesmo lolita? Usava um vestido rosa bebe cheio de babados e laçinhos de um rosa mais escuro. Nas pernas vestia meias calças brancas e sapatinhos rosas. O rosto era branco e não sei se era porque a menina era pálida ou excesso de maquiagem, para mim parecia uma boneca bizarra e assustadora... embora a doida devesse estar se achando muito fofa.

Ah, não se espantem, eu ainda não citei o cabelo. Não era cabelo claro, a menina usava uma peruca cor de rosa com fios graciosos que desciam ondulados ate a altura da cintura. Não sei porque mais aqueles cabelos me faziam lembrar um sabor de sorvete infantil com gosto excessivamente doce. Um perfume que parecia ter sido feito de essência de sorvete de tuti-fruti exalava de seu corpo. Fiz uma careta ao sentir aquele cheiro, a menina percebeu, mas não se incomodou, riu um riso doce e musical e caminhou ate a minha direção com passos que mais pareciam um bailado ate ficar a minha frente. Ela fez um careta um pouco exagerada e mesmo assim fofa (não sei como pode haver uma careta assim!) ao ver meu vomito no tapete e desviou dele com passos lentos e cuidadosos.

- Não, não, não... não deveria beber logo depois de acordar meu anjo – disse a menina-doce balançando o indicador e tirando como uma professora a taça de champanhe da minha mão.

É um trocadilho velho esse. Angel, Anjo... a maioria das pessoas brincam com isso o que é irônico pois estou mais para uma anja caída muito safada do que uma anjinha delicada. A menina rosada, que por sinal não tenho a menor ideia do nome, essa sim parecia uma anja.

- Os garotos já foram? – perguntei olhando para a menina. Era mesmo bonita com todo aquele rosa e aquela graça, fazia o tipo de Patty, não era o meu tipo de beleza, mas com certeza era algo que os homens adoravam. Ate os lábios eram rosados e os olhos eram cor de violeta. Proeza não da genética e sim de uma lente de contato obviamente.

- Garotos? – perguntou ela inclinando levemente a cabeça com um olhar doce e ingênuo.Tive a impressão que ela me tratava como uma criança. Argh... esse jeitinho dela já estava começando a irritar – não houveram garotos nenhum minha anjinha, apenas você e eu... a noite toda.

Opa! Isso esta ficando estranho demais, ate para mim! A menina se sentou ao meu lado na cama e passou as mãos pelas minhas coxas. Admito que foi bom, e ela ate tinha boa pegada, a mão deslizou pelas minhas coxas indo na direção do meu sexo. Senti um calafrio percorrer o meu corpo, um choque de prazer. Aceitar? Cair fora? As duas possibilidades passaram voando pela minha cabeça tão rápido quanto raios. Mal tive tempo de cogitar uma delas quando a mão da garota tocou a minha vagina! Ah...  droga era mesmo bom! Mas serio? Eu não estou tão desesperada e carente assim para me derreter toda por uma boneca de bibelô afogada em perfume tuti-fruti.

- Opa espera ai... seja lá quem você for! –disse me levantando rápido, antes que aquela mão boba fizesse mais algo comigo, ou pior antes que eu começasse a fazer algo com a garota!

A princesa rosa, foi assim que a apelidei, me olhou daquele seu jeito ingênuo com olhos grandes e amorosos que me faziam lembrar algodão doce. Ela se mantinha sentada na cama, comportada, com as mãos unidas sobre o colo me olhando como uma criança que espera uma explicação. Respirei fundo, era preciso mesmo dar umas boas explicações.

- Olhe aqui princesinha rosa, acho que esta havendo um mal entendido aqui. Ontem eu estava um pouco bêbada – muito bêbada na verdade, mas eu não precisava entrar nos detalhes – e quando agente esta bêbada acaba dizendo e fazendo coisas que não faríamos ok? Err... o que afinal de contas eu fiz noite passada?

Claro que quando você acorda nua em uma cama de motel com uma menina esquisita você não quer saber o que fez, mas precisamos saber mesmo assim, nem que seja para contar a historia rindo depois. Não era a primeira vez que eu ficava bêbada em uma festa, mas dessa vez havia passado um pouquinho do limite. E eu que me dizia uma garota sem limites!

- Você fez muitas coisas indecentes comigo Angel. Eu fui uma garota muito, muito má.

Eu não sei como, mas aquela menina conseguia ser fofa e indecente ao mesmo tempo. Imaginei um monte de cenas lesbicas entre eu e a princesa rosa e pro meu espanto aquilo me deixou excitada. Será que ainda é efeito da bebida? Espero que sim.

A menina se levantou daquele jeito gracioso dela. Ficou cara a cara comigo, tentei recuar, mas ela segurou meus ombros com delicadeza, sorrindo para mim. Ela tocou nas minhas mãos e as levou as próprios seios. A sensação era boa e eles eram muito macios, acariciei-os por cima da roupa e o sorrisinho gentil que ela me lançava só me estimulava a tocar ainda mais. Nem percebi quando comecei a ficar sorrindo boba para ela enquanto massageava com gosto aqueles seios fofos.

- Não precisa ser tímida, não sente vontade de me beijar? – ela se aproximou ainda mais deixando nossos rostos colados a apenas alguns centímetros de distancia. Eu podia sentir a respiração dela e seu cheiro... ela cheirava a morango e flores, não havia sentido esse aroma antes. Droga como ela era sexy!

Me afastei rápido antes que acabasse fazendo mais uma besteira. Afastei as mãos dos seios da menina que continuava me olhando daquele jeito... não, eu não vou descrever aquele olhar. Tenho vergonha demais ate mesmo em pensamento.

- Olhe, princesa rosada... afinal qual é seu nome?! – não podia ficar chamando a menina assim o tempo todo – eu já disse que estava bêbada e não sabia o que estava fazendo ok? E eu sou hetero!

A menina riu cobrindo a boca com a mão para abafar o riso. Suas ações pareciam coreografadas, me perguntei se ela era do teatro. Teatro erótico? Isso existe? Preciso pesquisar no Google depois.

- Messine – disse sorrindo voltando a se aproximar – você parecia estar sabendo muito bem o que fazia comigo quando chupou os meus seios, mas se você diz que não... então tudo bem – deu de ombros deixando aquilo de lado - se sente melhor agora? Sabe o que esta fazendo e dizendo?

Messine? Serio?! Princesa rosada estava melhor. De onde aquela garota tirou esse nome? Isso parece fake ou então é o nome de alguma personagem de anime.

- Já estou melhor agora obrigada. E eu preciso...

Antes mesmo que eu pudesse terminar a frase Messine se grudou em mim levando as duas mãos a minha bunda e apertando, abri a boca para dizer umas boas coisas para ela, mas então ela lascou um beijo e... que beijo! Não sei bem o que eu ia dizer, mas quando aquela menina me beijou o mundo parou ao meu redor. A língua quente dela se entrelaçou a minha. Ela pressionava seus lábios contra os meus com gosto me dando leves mordidas no meu lábio superior enquanto suas mãos acariciavam minha bunda.

Pro inferno se ela era mulher e esquisita, e pro inferno se Messine era um fake idiota, tudo que eu queria naquele momento era continuar com aquele beijo. A abracei forte pressionando os nossos corpos um contra o outro e acariciei os cabelos dela puxando-os com força.

- Ah! Sem violência Angel – ela ria inclinando a cabeça para trás ao mesmo tempo que descolava os lábios dos meus – não é assim que eu gosto de fazer amor. Sou uma garota romântica.

Soltei os cabelos dela e apenas os acariciei devagar. A menina era mesmo linda, como eu não tinha notado isso? Havia achado aquele rosa dos cabelos exagerado o vestido infantil e os olhos violetas ridículos, mas isso era antes. Messine parecia esplendida agora, e toda aquela esquisitice havia se transformado em uma beleza quase mística aos meus olhos.

- Você pintou seus cabelos de rosa? Jurei que isso era uma peruca.

- Devia se preocupar menos com o que faço com meus cabelos meu doce, e se preocupar mais com o que farei com você.

Ela em beijou mais uma vez, aquele beijo delirante de sereia e antes que pudesse perceber eu estava estirada na cama. Messine sorria em pé me olhando daquele jeito doce, inocente e safado. Ela levantou com elegância aquela saia revelando ate metade das coxas, se sentou sobre mim confortavelmente. Juro que senti a vagina dela pressionada sobre a minha e não pude conter um gemido de prazer.

- Estou completamente nua por baixo desse vestido Angel – disse rebolando sobre mim, nossas vaginas se encostavam de forma gostosa em um vai e vem erótico e não demorou muito para que eu ficasse molhada – sei que sempre quis transar com uma bonequinha como eu... é sua chance.

Eu gemia mais e mais, nossa! Aquela garota era uma demonia em pele de anjinha. Nunca tive desejos de transar com uma menina, muito menos com uma menina como ela, mas nos últimos cinco minutos mudara de ideia. Ela poderia não ser um homem gostoso como eu queria, mas me fazia sentir mais prazer do que todos os rapazes que já transei, e nós ainda estávamos nas preliminares.

- Ah... isso é tão bom – sorri adorando aquela situação.Comecei a rebolar devagar olhando cada vez mais apaixonada para ela. Um pouco sem jeito levei minhas mãos as coxas dela, abaixei as meias-calças e senti a pele macia e quente – qual é seu nome? De verdade.

Messine apenas riu levando as mãos aos meus seios. Ela os segurou de uma forma gostosa pressionando os polegares nos meus mamilos que já estavam bem duros.

- Messine, já falei – sorriu fazendo movimentos circulares com os polegares me fazendo arfar de prazer.

- E idade...? – hmmm aquilo era mesmo bom, ela conhece melhor meu corpo do que eu – você não é de menor... é?

- Nome, idade... não é educado perguntar essas coisas enquanto faz amor com alguém sabia? – ela sorriu e levantou completamente o vestido, Vi as nossas vaginas se pressionando em um vai e vem. A dela era branquinha e rosada, parecia uma flor de lótus de tão linda. Passei as mãos pelas coxas dela e apertei a bunda. Deixei completamente de lado aquelas perguntas triviais.

Ela continuou a rebolar com gosto e eu fazia o mesmo. Apertava e apalpava a bunda dela. Messine apenas sorria para mim. Ela jogou os cabelos para trás rindo.

- Não queria transar com ninguém que dissesse que não sabia o que estava fazendo. Agora você esta bem sóbria minha anjinha, gosta desse meu corpo?

Aquele jeito infantil e doce dela de falar estava me deixando doida de prazer. Larguei a bunda dela e levei as mãos aos seios dela. Teria rasgado aquele vestido cheio de babados de tão louca que estava para acariciar aqueles seios, mas Messine segurou minhas mãos e levou uma delas a boca, chupando meu dedo indicador e dando uma mordida sutil.

- Não querida, tenha um pouco de educação. Se quer meus seios precisa apenas pedir.

Ela levou as mãos ate o decote da roupa desfazendo os laços devagar e exibindo seios brancos e atraentes. Os mamilos eram pequenos e rosados e estavam durinhos. Não esperei que ela dissesse mais nada levei as mãos aqueles seios, os massageei com gosto, e ela fazia o mesmo comigo. Estávamos chegando a loucura. Pelo menos eu estava.

Ela se deitou sobre mim,era tão leve. Ainda estava vestida e aquele vestidinho rosa a deixava ainda mais sensual do que se estivesse completamente nua. Ela parecia tão fofa, com gestos calculados e precisos para serem o mais eróticos possíveis.

Nossos seios se pressionaram com força e eu adorava aquilo, mas melhor que isso foi o beijo que ela me deu. Delirei com aquele beijo, as mãos dela exploravam todo o meu corpo e eu tentava acompanhar o ritmo dela mas... era impossível, aquela menina tinha pos-doutorado em sexo!

Continuamos a nos beijar, acariciar e apalpar. Messine me dizia algo indecente enquanto ria e me enchia de beijos, não ouvi direito o que era. Estava preocupada com a boca dela, não com as palavras que saiam dela. Tive um longo orgasmo gemendo forte, mas estava excitada demais para parar. Continuamos a nos apalpar. Colei meus lábios nos seios dela e os chupei com força, eram perfeitos.

Ela acariciava meus cabelos. Depois que acabei de chupar seus seios beijei-a com paixão. Acho que estava mesmo tendo uma paixonite por ela.

- Já disse que rosa é minha cor favorita? – falei de forma meio abobalhada e romântica.

Ela lambeu o meu pescoço e introduziu dois dedos na minha vagina começando uma masturbação rápida. Sentir aqueles dedos explorando minha vagina me levou a loucura, gritei, me contorci de prazer e gemi feito louca. Ela brincava com meu citroris enquanto me enchia de beijos carinhosos no pescoço e na bochecha. Eu já estava no ápice do prazer, hora pedia para ela parar quase chorando de excitação, hora implorava para que ela continuasse mesmo que o mundo estivesse acabando. Ela fazia exatamente o oposto do que eu pedia, rindo e brincando comigo como se eu fosse sua escrava, e naquele momento era exatamente isso que eu era.

Cheguei finalmente ao orgasmo e nos beijamos com ardor. Depois disso eu apaguei.

Acordei no mesmo quarto de motel, nua, tonta e desorientada. Demorei para conseguir me manter sentada na cama de tão desnorteada que estava. Minhas mãos procuraram instintivamente a garrafa de champanhe no criado mudo, mas quando a segurei percebi que estava vazia.

A primeira coisa que me veio a cabeça foi uma forte sensação de dejavu. Me levantei e procurei pelo quarto a procura de Messine, mas não havia ninguém ali nem sinal algum da passagem dela.

Será que eu sonhei tudo? Bom eu não havia ido parar naquele motel sozinha. Vesti minhas roupas e fui ate a recepção falar com a recepcionista. A moça me informou que não estava ali na noite anterior quando eu dei entrada no motel, mas naquela manha não havia visto nenhuma garota com a descrição de Messine o que com certeza não teria sido por falta de atenção, vestida como ela estava e com aquele cabelo rosado era impossível não nota-la.

O mais provável é que ela tivesse tirado aquela roupa de princesa e feito algo com o cabelo... qualquer coisa que a fizesse parecer “normal”. Não tenho ideia se verei ela de novo, mas de uma coisa tenho certeza.

Ela se tornaria a garota que assombraria meus sonhos eróticos todas as noites.



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