História Contos Eróticos Lesbicos - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Contos, Homossexual, Homossexualidade, Lesbicas
Exibições 715
Palavras 4.431
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Fantasia, Festa, Orange, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Necrofilia, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Minha Madastra


Me chamo Mariana, tenho 24 anos e desde a adolescência sinto atração por mulheres. Nunca tive coragem para sair do armário, minha família é muito conservadora, namoro um garoto só para manter as aparências, foi meu primeiro e único namorado na vida. Na cama com ele sempre tento fantasiar estar com uma garota.
Adoro ler contos de lesbianismo, tenho uma coleção gigantesca de vídeos ponográficos e filmes eróticos de temática lésbica. Sou viciada nisso.
Me considero atraente, adoro malhar, tenho um bum bum empinado, minhas coxas são torneadas, minha cintura é bem fina, mas minha parte favorita do corpo são meus seios, são fartos, redondinhos, se destacam em mim.
Na academia, fico extremamente excitada assistindo as garotas malhando. Fico secando aqueles seios, aquelas coxas, aqueles rabos apertados em calça legging. Vou a loucura. Um dia no vestiário, roubei a calcinha de uma colega, ela tomava banho e havia deixado suas suas roupas intimas em cima da sua mochila, olhei se não tinha ninguém perto, guardeia na minha bolsa e fui embora.
Me masturbei muito com ela naquela noite, ficava sentindo seu cheiro enquanto me tocava olhando suas fotos no facebook, ela de shortinho, vestido colado, transar com ela é a segunda de minhas maiores fantasias, a história que vou relatar aqui é sobre a maior das minhas fantasias, minha madrasta Helena.
Meus pais se separam quando ainda era nova, minha mãe se casou novamente bem depois do divorcio, se mudou para outro estado, quase não nos vemos.
Desde então moro com meu pai, que ao contrário dela, ficou sozinho por anos.
A mais ou menos uns um ano atrás, ele conheceu Helena, uma linda mulher de 40 anos, nunca vou me esquecer do primeiro dia em que a vi.
Naquela noite estava trancada no meu quarto lendo um delicioso conto erótico, roçava minha buceta em meu travesseiro enquanto lia, o conto era incrível, estava prestes a gozar quando ouvi minha porta batendo:
– Mari, vem cá, tem visita!
Era meu pai. Só pelo susto, perdi o tesão na hora:
-Tô indo pai.
Fui para o chuveiro, tomei um banho rápido, vesti uma calça de moletom, uma camisetinha velha, geralmente andava de shortinho em casa, mas não queria ficar atraindo olhares dos amigos do meu pai, eles eram sempre chatos e tarados. Olhei no espelho, nessas horas o quanto mais sem graça estivesse melhor, prendi meu cabelo e sai.
Meu pai estava retirando várias caixinhas de comida chinesa das sacolas, espalhando na mesa.
– Mari, trouxe uma amiga para jantar com a gente.
Os próximos segundos a seguir de sua fala se repetiram em minha mente eternamente. No exato momento minha atenção se voltou em direção a porta da cozinha, meus olhos repousaram na entrada, eis que dali surge uma deusa em forma de mulher, minha garganta secou, ela era morena, tinha olhos claros de mel, um cabelo longo e liso, como de uma índia, um corpo perfeito, seios enormes, lábios carnudos, vermelhos, um contorno espetacular na cintura, coxas grossas, nem na academia tinha visto um corpo tão perfeito. Foi paixão a primeira vista.
-Essa é Helena
Helena usava uma blusinha preta decotada e uma calça jeans. Olhei para aquela mulher aos pés a cabeça e fiquei excitada. Seus olhos, sua boca, tudo me dava vontade de a beijar.
Meu pai se aproximou dela e lhe beijou no rosto.
– Estamos namorando.
Me impressionei, fiquei totalmente chocada com aquilo, um pelo fato de meu pai estar namorando e dois por ser uma mulher daquelas.
– Prazer – disse quase gaguejando.
Nos cumprimentamos com um beijinho, me arrepiei ao chegar mais perto, seu perfume era maravilhoso.
No jantar daquela noite, não conseguia tirar os olhos de Helena, prestava atenção a cada movimento, me maravilhava a cada momento em que sorria, ajeitava o cabelo, até mesmo quando colocava a comida na boca, aqueles lábios eram perfeitos, aqueles corpo era perfeito. Ouvia tudo o que dizia e prestava o máximo de atenção.
Terminamos a janta, meu pai pediu licença para ir ao banheiro, Helena logo começou a me ajudar a arrumar a cozinha. Conversamos muito, ela me falou sobre seu trabalho, era produtora de eventos, conheceu meu pai num evento corporativo que organizou. Quanto tive oportunidade elogiei seu corpo e perguntei onde ela malhava. Ela riu sem graça e disse que no máximo que fazia era dar uma caminhada em seu bairro, falei da academia que frequentava e a convidei para irmos juntas algum dia. Ela adorou a idéia.
Quando tudo já estava arrumado convidei Helena para ficar na sala, tínhamos uma enorme televisão , liguei- a num canal qualquer e meu pai chegou.
Eles ficaram abraçados assistindo , eu fiquei sentada num sofá individual logo ao lado, não tirava os olhos de Helena, sua pele brilhava com a luz da televisão, parecia dourada.
-Já está ficando tarde pessoal, acho melhor eu já indo.
-Dorme aqui meu bem, é perigoso dirigir nesse horário.
Ela negou, disse que nem ao menos tinha trazido roupas.
-Não tem problema, eu empresto.
Meu pai olhou surpreso para mim, abriu um sorriso que não via a séculos. Agarrou as mãos de Helena e repetiu “diz sim, diz sim, diz sim” até ela concordar com a cabeça.
Meu pulou de alegria e deu um selinho em Helena:
– Vou fazer uma pipoca pra comemorar.
Aproveitei a oportunidade e disse para Helena me vir comigo até o quarto.
Procurei as camisolas mais finas que tinha, alguns shortinhos, camisetinhas, joguei tudo na cama.
– Será que cabem em mim, estou tão gorda – disse Helena sem graça
-Gorda? Tá loca? Daria minha coxa direita pra ter um corpo como o seu, olha experimenta esses.
Peguei um short, uma camisetinha decotada e dei para ela.
Ela os segurou meio receosa e entrou no banheiro pra provar.
Fiquei excitada só de imaginar ela se trocando em meu próprio banheiro, como gostaria de ter uma câmera escondida ali.
Quando a porta se abriu fiquei muda. O short tinha sumido nela, era tão curto que parecia uma calcinha, já a blusa tinha se moldado em seu corpo, mostrava seus seios perfeitamente como se estivesse sem camisa, os mamilos salientes, minha vontade naquela hora era de agarrar aquele mulher e lhe lamber inteira. Ela me olhou sem graça:
– Você não tem nada mais folgado?
– Você está maravilhosa.
Ela riu.
Peguei uma calça de moletom velha e lhe ofereci.
Quando se abaixou para a colocar, pude ver de melhor angulo aqueles seios, eram perfeitos, minha calcinha se umedeceu.
-Se também não tem outra blusinha? Essa ta muito apertada em mim.
Peguei uma camisa velha do KISS e disse que era a única mais larga que tinha.
Helena então tirou a camisa com dificuldade e revelou aqueles enormes seios.
Eram enormes, perfeitos, redondos naturais, só em atrizes pornos tinha visto seios tão incríveis. Seus longos cabelos caiam sobre eles, suas aurelas eram grandes, minha boca salivava, ela tirou a camisa da minha mão e a vestiu:
-Nossa, bem melhor, agora da pra respirar – disse rindo.
Aquela cena não durou nem cinco segundos, mas não consegui tirar da cabeça pelos dias seguintes. Na hora fiquei imaginando eu avançando nela, a beijando e
passando a mão por seu corpo, agarrando aquele rabão.
-Muito obrigado Mari.
Não conseguia dizer nada, depois de agradecer, saiu do quarto levando suas roupas.
Fechei a porta, arranquei minha roupa e me masturbei em minha cama, fiquei imaginado minha boca lambendo aqueles seios, minhas unhas apertando seu rabo. Gozei tão gostoso que desfaleci e cai no sono na hora.
Na medida que o tempo foi passando, Helena frequentava mais vezes a nossa casa,fazia almoços, jantares, morria de ver aquela mulher andando pela casa de shortinho, a cada dia que passava sentia mais tesão por ela. A melhor hora do dia era quando anoitecia e eles entravam para o quarto. Tenho um pouco de vergonha de admitir, mas adorava ouvir eles transando, ficava colada na porta ouvindo Helena gemer, ela gemia feito uma puta, gritava coisas como “mete
na sua cachorra, mete” ficava fantasiando estar com ela essas horas, gozei
várias vezes colada na porta de seu quarto.Estava tão obsecada por ela que salvava todas as fotos que Helena postava no facebook, me masturbava olhando pra ela. Quando tinha a oportunidade pegava suas calcinhas e me masturbava usando elas, olhava para suas fotos gemia dizendo “me chupa sua cachorra”, gozava horrores.
Quando finalmente se casaram no civil, eles viajaram por duas semanas. Com a casa só pra mim, aproveitei para mexer em várias de suas coisas.
Uma noite Renato, meu namorado, jantou comigo em casa e ficou insistindo para dormir la, não aguentava mais olhar para sua cara, neguei várias vezes e inventei as mais mirabolantes desculpas para não passar a noite la.
Acabamos brigando e terminando. Aquela madrugada passei sozinha pelada me esfregando nas roupas de Helena, sentindo seu cheiro. Eu só queria Helena, nada mais.
Depois da lua de mel Helena se mudou de vez para a nossa casa. .
Agora morando com a gente, Helena se vestia ainda mais a vontade, as vezes ficava só de calcinha e camisa, dizia que tinha sorte de meu pai ter filha e não filho, mal sabia ela que eu a desejava ardentemente.
Por virtude do trabalho, Helena as vezes passava o dia inteiro fora de casa e muitas vezes trabalhava no final de semana. Meu pai sempre trabalhou em empresa em horário comercial , constantemente a divergência dos horários era motivo de briga entre os dois. Saiam raramente e na medida que os meses se passaram, os ouvia cada vez menos transarem.
Nós duas pelo contrário, ficávamos cada dia mais intimas, todos os dias acordava cedo só para ajudar ela nos afazeres da casa, arrumar a cozinha, tirar o café da manhã, limpar os quartos, conversávamos muitos nessas poucas horas que passávamos juntas, viramos amigas.
Estudava a noite, mas as vezes passava a tarde inteira na faculdade, com Helena morando conosco, tentava passar o máximo de tempo com ela.
As vezes chegava tarde da faculdade e a encontrava lavando louça. Ela sempre o fazia antes de dormir, as vezes esquentava o resto da janta para mim e me acompanhava conversando comigo até a hora de terminar.
Ela era muito carinhosa, fazia tudo pra mim, sempre me elogiava, falava o como
era linda, dizia que invejava meu corpo, sempre respondia que o dela era bem
melhor que o meu. Sempre passava na minha cabeça me aproveitar daqueles momentos com ela sozinha. A seduzir , a beijar na boca, mas obviamente que só iria estragar a relação que tinha conquistado com ela.
Em certos momentos até ficava envergonhada por a querer tanto, era errado, mas ao mesmo tempo ficava feliz só de ter por perto uma mulher tão maravilhosa.
Numa dessas noites, enquanto conversamos na mesa, Helena me perguntou se eu a achava bonita, ela parecia triste.
-A cada dia que passa me acho mais velha
-Helena, você é a mulher mais linda que eu já vi na minha vida.
Ela se ruborizou, riu sem graça, me levantei da mesa e lhe abracei bem forte. Com o rosto perto ao dela, beijei sua bochecha. Ela riu acariciando meus braços.
– Você é a melhor filha que uma mãe poderia ter.
Estranhei aquilo, ela se chamar de mãe, mas dei corda:
– E você é a melhor mãe que poderia existir.
Ela sorriu e suspirou com satisfação.
O cheiro de seu cabelo e de sua pela estavam deliciosos naquela noite.
Quis repetir aquilo todos os dias. Comecei a usar tudo como desculpa para lhe abraçar.
As vezes ficávamos os três no sofá, os dois sentados, meu pai com os braços em envolvendo seu ombro e eu deitada com a cabeça no colo de Helena. adorava seu carinho em meu cabelo, nesses momentos eu aproveitava para lhe acariciar, ficava passando minha mão sem suas coxas, as vezes olhava pra ela sorrindo e admirando aqueles enormes seios sobre mim.
Quando tínhamos tempo, freguentavamos a academia juntas, todos a secavam quando estava em algum aparelho, até as mulheres, Helena ficava deliciosa de legging.
Ninguém conseguia deixar de olhar a todo lugar que passava. Sempre via uns caras darem em cima de nós. Helena sempre os mandava pastar com classe.
Todas as vezes que voltava pra casa com ela não podia acreditar que divida o mesmo teto que aquela mulher. Aqueles pequenos momentos que passávamos sozinhas, quantas coisas não me passavam a cabeça, quando estávamos no carro, ou no vestiário, vários momentos pensava em avançar sobre ela, lhe dizer o quanto amava, mas nunca o fazia.
Quando encontrávamos alguma conhecida dela, ela sempre me apresentava como sua filha. Quando ia a academia sozinha, sempre me perguntavam “de minha mãe” para mim. Apesar daquilo ser meio estranho, fui aos poucos me acostumando. Helena mostrava um prazer visível quando lhe chamava de mãe.
Nossa vida já era perfeita como estava, parecia um sonho. Mal sabia eu que tudo iria mudar num fatídico final de semana.
O sol nascera tão bonito naquela manhã de sábado, infelizmente o clima em casa começara pelo avesso. Meu pai e Helena discutiam naquela manhã. Não tentei ouvir o que diziam. Fiz a maior cerimonia para não sair do quarto, depois de longos minutos, fui requisitada por meu pai, “Mari, acorda, vamos para o clube”.
Sem questionar meu pai, cheguei a cozinha já pronta para sair.
O clima de tensão permaneceu durante todo o trajeto de casa para o clube, só o que se ouvia era o radio do carro, os olhares se mantiveram distantes.
Ao chegarmos meu pai foi direto para o bar e não falou uma palavra. Helena me perguntou se não queria pegar um sol.
Helena vestia uma túnica branca transparente, ela andava a minha frente e eu não conseguia tirar os olhos de seu corpo,aquelas curvas, sabia que iria passar o dia lhe assistindo tomando sol.
Pelo horário o clube estava relativamente vazio, também não era muito frequentado naquela época do ano.
Ao chegarmos nos deitamos em umas espreguiçadeiras perto da piscina, Helena tirou sua túnica e revelou seu corpo escultural.:
– Filha, me ajuda a passar protetor? disse deitada de bruços
Aquele rabo enorme para cima me deixou com agua na boca. Peguei o protetor na sua bolsa, olhei em volta pra ver se meu pai não estava por perto, queria aproveitar aquele momento. Enchi a mão de protetor e deslisei sobre seu
corpo, não perdi nenhum centímetro, comecei pelas suas costas e fui até sua batata da perna, fazia movimento circulares depois subia até suas coxas, descia e subia, repetidamente. Peguei o protetor e despejei sobre seu bum bum, ela riu baixinho, agarrei aquele rabo inteiro, massageava levemente sua bunda e depois seguia até sua cintura, passei por toda a extensão de seu torso quase tocando a lateral de seus seios. Terminei fazendo uma massagem em seu pescoço;
– Nossa filha…
Minha vontade naquela hora era de enfiar minha mão em seu bikini, lhe masturbar, Helena estaria com o rabo empinado pra mim, gemendo, enquanto eu lhe beijava o pescoço Eu iria tirar a parte de baixo de seu bikini e lhe chuparia até gozar na minha boca. Com seu gosto em mim iria lhe beijar e sussurrar em seu ouvido o quanto era o gostosa. Isso não passou de vontade, é claro. Ficava imaginando tudo isso enquanto lhe massageava.
– Suas mãos são tão boas
Naquele instante um jato de agua atingiu a gente, achei que fosse uma criança com um balde mas era meu pai, tinha pulado na piscina bem ao lado da gente.
Deu uma risada sarcástica, já parecia estar bêbado, se afundou na agua e sumiu, que raiva, Helena ficou igualmente brava e se levantou.
– Vem filha, vamos pegar um pouco de sauna, vamos.
Ela pegou em minha mão e me arrastou. Nossas mãos entrelaçadas, se apertavam mais na medida em que andávamos.
-Seu pai está me atormentando por causa dessa viagem.Será que ele não entende que eu não posso ficar uma semana fora assim?
-Não estou entendo Helena
-Seu pai irá fazer um curso da empresa e queria que eu lhe acompanhasse, ficou louco da vida quando disse que não poderia ir com ele. É uma semana, simplesmente não posso.
– Nossa, nada a ver ficar bravo com você.
Seu cabelo voava na medida em que andava, tudo parecia estar em câmera lenta.
Chegamos na sauna. Estava vazia, era bem espaçosa, tinha três degraus de arquibancada, escolhemos o canto mais longe da entrada e sentamos.
– Agora sim paz – disse sorrindo para mim.
Helena amarrou seu cabelo num coque e seu pescoço se relevou nu. Sentamos uma do lado da outra, nossas coxas ficaram coladas. Helena permaneceu de olhos fechados como se meditasse.
Quando podia fazia pequenos movimentos com a perna roçando minha coxa na dela, estava tão excitada, ficamos assim quietas por minutos.
– Estava tão gostosa aquela sua massagem filha – disse sorrindo
Toquei de leve sua mãos e envolvi um de meus dedos ao seuS.
– Quer mais mamãe?
– Sim bebe
Não hesitei por nenhum segundo, subi no degrau superior, envolvi minhas pernas ao redor de seus ombros e peguei em seu pescoço. Seus olhos se fecharam novamente.
-Hmmm
Uma de minhas mãos envolvia seu pescoço enquanto a outra massageava sua nuca, deslisava minha mão sobre sua garganta e descia por seu ombro, via aqueles seios enormes no melhor angulo possível
– Que gostoso
Pequenas gotas de suor escorriam por seu corpo, seus mamilos estavam salientes, enormes, duros, roçava minhas coxas devagarinho ao seu redor.
Como queria que aquele momento durasse para sempre.
Envolvidas em vapor, me sentia isolada de todo o mundo, só nós duas, Helena, em minhas mãos, finalmente sozinhas.
Acariciei seu cabelo e envolvi minhas mãos ao redor de seu queixo, desci lentamente para garganta e envolvi novamente seu pescoço.
A cada segundo minhas mãos avançavam mais em direção a seu peito, a cada movimento que voltava, avançava tentando conquistar centímetros a mais. Helena mordiscava o lábio inferior e sorria de olhos fechados. Inclinei-me pra frente deixando meus seios na sua nuca
Minhas coxas a apertavam, Helena agarrou nelas e abriu um pouco as pernas. Aproximei minha boca de seu ouvido e dei uma leve baforada, ela gemeu baixinho apertando mais ainda minha coxa.
Puxei delicadamente seu cabelo para tras e beijei seu pescoço.
Helena gemeu novamente.
Quando minhas mãos avançavam entre seus seios, a porta da sauna se abriu.
No susto Helena soltou de minhas pernas e se afastou . Um casal de idosos entrou e se sentou próximo a gente.
Meu coração parecia que havia parado, não estava acreditando. Helena se levantou e saiu da sauna.
Minha vontade era de chorar. Me afastei do casal e fui para o outro lado da sauna. Queria me afundar na terra naquele instante. Havia estragado tudo
Aquele foi um dos dias mais longos da minha vida, simplesmente não conseguia olhar na cara de Helena. Almoçamos todos juntos naquele dia totalmente em silêncio. Assisti Helena nadando sozinha durante o dia inteiro.
Voltamos para casa por volta das 6 horas. A viagem no mesmo clima que de manhã.
Chegando em casa me tranquei no quarto e chorei copiosamente. Sabia que havia ultrapassado a linha.
Fiquei no meu quarto até anoitecer, só planeja sair de la quando o sol nascesse novamente e outro dia começasse.
Por volta das nove horas alguém bateu a minha porta.
– Filha, ta acordada meu amor?
Era Helena. Liguei a luz, me olhei no espelho, lavei meu rosto e abri a porta.
– Seu pai pediu pizza, você não ta com fome amor?
Helena vestia uma camisola vermelha, sem sutiã, podia ver seus mamilos pela renda, estava deliciosa.
– Já tô indo mãe
Ao chegar na copa, vi duas caixas grandes de pizza. Meu pai e Helena conversavam calmamente. Jantamos todos juntos. O clima estava bem mais ameno e Helena me tratava naturalmente. Fiquei aliviada e feliz.
Ao terminarmos arrumamos a tudo e fomos para nossos quartos.
As dez da noite, finalmente me deitei em paz. Fechei os olhos me lembrando de Helena gemendo quando lhe beijava o pescoço.
Rolei na cama até as três da manhã. O tempo estava abafado, não conseguia pregar o olho, simplesmente não conseguia dormir. Apesar da janela e do ventilador estarem ligados, o calor parecia não acabar. Lembrei de uma garrafa de agua que havia deixado na geladeira. Só aquilo para acabar com aquele calor.
Logo ao abrir a porta pude ouvir nitidamente os roncos de meu pai, pensei na pobre Helena tendo que dividir a cama com um trator daqueles, andando pelo corredor percebi uma luz vindo da copa. As vezes meu pai passava algumas noites trabalhando la, mas como poderia estar la se já estava dormindo?
Chegando quase a porta, pude notar um barulho, pareciam gemidos, na ponta dos pés, aproximei minha cabeça do batente, e o barulho foi se tornando mais nítido. Meu coração foi a boca quando me deparei com Helena se masturbando em frente ao seu notebook. Ela usava a mesma camisola vermelha de renda, seus seios estavam pra fora e sua calcinha estava abaixada até o joelho. De pernas abertas, ela se tocava olhando para a tela de seu computador. Usando fones de ouvido, ela gemia baixinho, estava em transe, dizia:
– Aiii que tesão.
Helena lambia seus dedos com prazer e depois os enfiava novamente na buceta. Minha calcinha ficou molhadinha vendo aquilo. De olhos fechados, Helena se contorcia agarrada em seus seios:
– Aiiiii, isso, aiiii, delícia.
Enfiei a mão na minha calcinha e comecei me masturbar.
Que gostoso era ouvir ela gemendo, sua mão lambuzada deslizava sobre sua buceta molhada, lisinha, podia sentir o cheiro dali mesmo. Seguia seus movimentos, imitava seus dedos, a velocidade, tudo igualzinho, gemia em silencio, queria a ver gozar.
Ela ia a loucura e eu também, aumentei a velocidade , ela começou a gemer mais alto, babava afundando seu dedo e acariciando sua buceta, suava de tanto tesão, seus enormes seios pareciam maiores, os mamilos pareciam pedra.
– Aiiiiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiii
Seu ultimo grito ecoou pela a casa, com as pernas apertadas uma a outra ela gozou de olhos fechados.
Meu coração batia aceleradamente, aquilo parecia um sonho.
Helena permaneceu parada como uma estátua com a mesma expressão de
prazer. Queria entrar naquela copa e lamber aquela buceta carnuda, sugar aquele mel, dizer que a amava e lhe beijar.
Não o fiz, com medo, corri para meu quarto.
Lavei meu rosto, pensei em voltar para la, queria seu corpo nu em cima do meu, queria sua língua. Meu deus, o que era aquilo?
De olhos fechados, encostada na porta de meu quarto, me beliscava para ver se estava sonhando.
Naquele momento ouvi passos pelo correndo seguidos do barulho da porta de seu quarto se fechando.
Sai para o corredor na ponta dos pés novamente, me aproximei de seu quarto e ouvi o som do chuveiro sendo ligado.
Voltei para a copa e vi que seu computador ainda estava ali, movida por curiosidade, abri a tela e me deparei com uma pagina porno, estava pausado num vídeo de duas mulheres fazendo um 69, li três vezes o título para acreditar no que estava vendo, perdi a respiração, meus inglês não era dos melhores, mas consegui ler “mom and her daughter (mãe e sua filha)”. Queria o assistir, quando estava prestes a clicar no play, ouvi o barulho da porta se abrindo, fiquei desesperada, fechei rapidamente o notebook, corri para a sala e me escondi por trás da cortina.
Meu coração parecia que ia pular para fora de meu peito, fiquei quieta ouvindo Helena mexendo na geladeira e depois voltando para seu quarto.
Saí da sala quando finalmente ouvi sua porta se fechar. Seu notebook não estava mais ali.
Fechada em meu quarto não parava de tremer, andava para um lado e para o outro. Segurei a respiração por dez segundos e me sentei. Será que ela iria notar que estive la? Porque aquele vídeo? Tentei organizar meus pensamentos. Não conseguia tirar aquele imagem da minha cabeça, ela gozando assistindo um video de lésbicas, mãe e filha, meu deus. Seria ela lésbica? Mas se fosse, porque estaria com meu pai? Eu também tive meu namorado e fazia o mesmo, meu deus, meu coração pulava de tanta ansiedade, e se ela gostasse realmente de garotas? Será que me imagina como filha, igual no vídeo? Como ela nunca nunca havia dado em cima de mim? Aquilo na sauna? Será que? Não seria possível. Puxei na memória as inúmeras vezes que me abraçava, me elogiava, será que tentava me seduzir? Não fazia o menor sentido, talvez só fantasiasse como eu.
Com os olhos fechados lembrava daquela cena, meu sexo de pulsava de tesão.
Liguei meu computador e procurei pelo mesmo vídeo que assistia. Digitei no google “mom and her daugther”
Havia inúmeros resultado com o mesmo título, porém já na primeira página consegui achar exatamente o vídeo que procurava. Coloquei os fones de ouvido e dei play.
O vídeo começa com uma loira de babydoll sentada em sua cama, ela chorava , uma garota mais nova de shortinho chega e lhe consola. Diz “não fica assim mamãe”, faz um carinho em seu rosto e lhe beija na bochecha. Abraçadas, elas sorriam e se olham com ternura. A filha acaricia o corpo de sua mãe, beija seu rosto e diz “agora posso dar mais atenção a você mamãe”. Elas se abraçam carinhosamente. A filha agarra os seios da mãe e lhe beija o pescoço, a mãe estranha e pergunta o que a está fazendo, “deixa eu cuidar de você mamãe, que nem o papai cuidava”, a filha lhe beija na boca. Tentando se afastar,a mãe diz que não podem fazer aquilo, a filha chupa seu pescoço, enquanto ela geme dizendo que aquilo é errado, diz “para, para, para” envolvendo suas mãos na bunda da filha. Eu já me tocava com deleite. Avancei o vídeo, elas se chupavam loucamente, a mãe gritava, “isso me chupa meu bebe, chupa a mamãe”, eu avançava, elas gemiam mais ainda, nuas num 69 espetacular, lembrei de Helena gozando vendo aquela vídeo, fiquei repassando aquela imagem em minha cabeça, imaginava nós duas se beijando, fazendo amor, gemendo, “helena, chupa sua filhinha, chupa”, gozei instantaneamente.
Fiquei deitada por horas tentando digerir aquela história toda. Será que Helena sentia atração por mim? Era praticamente sua filha. Sem relação de sangue, mas muito próximas. Estava confusa e excitada. Passei a madrugada em branco me perguntando se aquilo teria sido real ou não. Sabia que nunca mais iria olhar para Helena com os mesmos olhos.
(continua…)



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...