História Contos eróticos VI - a professora - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Madison estava na sala corrigindo as provas dos alunos. Era horário de almoço e quase todos os outros professores haviam saído para comer algo no restaurante que ficava a apenas um quarteirão do colégio. Outros simplesmente foram almoçar em suas casas, pois seus turnos tinham acabado. Madison não podia se dar a esse luxo, ainda haviam muitas provas para serem corrigidas e ela queria entregá-las para seus alunos no dia seguinte, embora tivesse certeza que quase todos os alunos não gostariam nada do que receberiam.

            A vida de Madison não estava das melhores no últimos dias. Havia terminado um namoro de quase quatro anos com sua namorada. Todos ficaram impressionados com a noticia, as duas se davam tão bem que era opinião geral que iriam se casar. Madison também pensava assim, mas as brigas sobre adotar uma criança fora o que acabou com o relacionamento. Ela não queria uma criança, não agora, tinha apenas vinte e sete anos e não estava pronta, emocional e financeiramente, para ser mãe. Sua namorada discordou, alegava que ela não a amava de verdade e não queria construir um relacionamento serio com ela... muitos problemas se somaram a esse em um efeito domino. O namoro terminara de forma péssima a três messes atrás e Madison ainda sentia seu coração machucado como se não houvesse passado nem um dia sequer do ocorrido.

            Mas já estava na hora de virar a pagina, era isso que ela pensava. Madison era bonita e inteligente, uma mulher independente e forte que não podia se deixar afogar em tristeza durante tanto tempo por um coração quebrado. Sim, era mesmo bonita, olhos negros, lábios carnudos, corpo proporcional. Os longos cabelos castanhos claros estavam presos com uma piranha, como sempre estavam quando ela estava no colégio. Era alta e com muitas curvas. Uma mulher de parar o transito era assim que muitos de seus alunos falavama seu respeito quando pensavam que ela não estava ouvindo. Madison tinha pena deles, sonhavam tanto com sua professora de historia, mas mal imaginavam que jamais haveria alguma historia entre eles. Eles gostavam de mulheres, ela também, e era isso.

            Madison era lesbica e descobrira isso bem cedo, aos quinze. Dava aulas para garotas de dezoito e dezessete anos e costumava olhar com mais atenção do que lhe era permitido as suas alunas. Algumas lhe despertavam alguns desejos, fetiches de todos os tipos. Ela não se sentia encabulada por isso, afinal não era ela alvo de tantos fetiches? Se houvesse feito tudo que seus alunos imaginavam que ela fazia teria filhos suficientes para colonizar o polo norte... e o sul também.

            Dentre suas turmas atuais havia apenas uma menina que lhe interessava, Sophia, ela era uma menina tímida e reclusa que se sentava sempre no fundo da sala e raras vezes conversava com seus colegas, limitando-se a um pequeno circulo de apenas dois amigos. Por coincidência fora a prova de Sophia que a professora retirou de sua pilha de provas.

            Madison examinou o papel com atenção lendo cada questão com cuidado tentando ser o mais justa e imparcial possível em seu julgamento. As questões estavam bem escritas,os argumentos organizados e Sophia abordara os principais tópicos discutidos em sala de aula de forma inteligente. Madison marcou com sua caneta vermelha um grande nove escrevendo em baixo da nota uma pequena mensagem parabenizando a aluna.

            Alguém bateu na porta da sala. Madison guardou a prova na pilha de provas corrigidas, tomou um gole do café quente que estava em sua mesa e então disse com sua voz calma.

            - Entre.

            A porta se abriu lentamente e para surpresa da professora Sophia entrou. A menina se aproximou com passos tímidos olhando para baixo, as mãos estavam abaixadas unidas em forma de V. Ela parou a frente da mesa da professora e Madison pode admirar com mais atenção para a beleza de sua aluna favorita. Sophia tinha a pele muito clara como se nunca houvesse pegado sol na vida, mas tanta alvura lhe dava um aspecto frágil, a menina era fraca, sempre se cansava rápido e parecia tão delicada que poderia ser derrubada por uma brisa forte. Os olhos eram cor de mel e os cabelos loiros, tão claros que mais pareciam brancos, eram ondulados e curtos. Os lábios também eram pequenos. Sophia tinha estatura mediana vestia uma saiacinza que cobria suas pernas ate a altura dos joelhos e uma blusa branca com um decote comportado. Para finalizar seu acessório inseparável: um gigole azul claro na cabeça dando um pouco de colorido ao seu visual.

            - Com licença professora Madison – disse ainda de cabeça baixa, as faces brancas se tornando cada vez mais avermelhadas de vergonha – espero não estar atrapalhando a senhorita.

            - Claro que não esta Sophia – sorriu de forma simpática – veio pedir para ver sua prova certo? Por coincidência acabei de corrigi-la esta aqui, parabéns pela nota. Você estudou muito, como sempre.

            A menina levantou apenas um pouco o olhar para fitar a prova que Madison estendera para ela. Sorriu delicadamente ao ver sua nota e com educação recolheu a prova guardando-a em sua bolsa.´

            Madison esperou que sua aluna disse-se algo, ou então fosse embora, mas Sophia permanecia estática. Madison achava que ela estava ficando ainda mais vermelha e respirando acelerado. Percebendo que deveria dizer algo falou a primeira coisa que lhe veio a cabeça.

            - Você se dará muito bem na faculdade Sophia. Soube pelos outros professores que tira notas boas em todas as matérias. Combina com seu nome – sorriu com carinho – sabia que Sophia significa sabedoria?

            Madison se arrependeu de dizer aquilo, só fez piorar a situação, Sophia havia ficado tão vermelha que parecia um pimentão afogado em um balde de tinta vermelha. A menina voltou a olhar para baixo, fitando o chão. Ficou assim por muitos segundos ate ter coragem para responder.

            - Sabia sim... senhorita Madison... mamãe já me contou muitas vezes a respeito.

            Amenina disse aquelas palavras tão baixo que foi quase impossível compreendê-la, depois de falar se calou e mm silencio estranho tomou conta do ambiente. Madison ficou olhando para sua aluna esperando que ela disse-se algo, qualquer coisa, sabia que ela queria dizer ou perguntar algo (os professores sempre sabem, é quase como um sexto sentido), mas a menina não tinha coragem para contar.

            - Bem, se era só isso Sophia eu...

            - Eu gosto de você professora!! – Sophia disparou as palavras tão nervosa que quase gritou.

            A frase foi dita com tanta força que Madison não acreditou em seus ouvidos. Sophia tremia da cabeça aos pés, mas agora a olhava fixamente, olho-no-olho. Havia uma determinação hercúlea em seus olhos. Ela repetiu as palavras ainda com mais coragem.

            - Eu gosto de você senhorita Madison, eu... eu venho tentando dizer isso desde o ano passado, mas nunca tive coragem... mas com o final desse ano eu irei sair da escola e... e... nunca mais a veria...

            A menina não conseguiu terminar a frase, soluçava e chorava compulsivamente tentando, inutilmente, limpar as lagrimas que caiam insistentes. Antes mesmo de que se desse conta Madison abraçou sua aluna. Sophia parecia tão frágil e dependente, muito mais do que o normal, que mesmo a pessoa mais fria teria pena da menina.A professora sabia que tinha um coração tão delicadoquanto vidro entre os braços, e se não tomasse o máximo de cuidado e delicadeza possível poderia despedaça-lo.

            Uma grande pena e compaixão inundou o coração deMadison ao ver a sua aluna tão querida tremendo em seus braços. Sophiaainda chorava, e entre lagrimas e soluços pedia continuamente desculpas. Madison sorriu dando-lhe beijos carinhosos no rosto enquanto sussurrava com uma voz de algodão nos ouvidos dizendo-lhe que estava tudo bem.

            Foram precisos alguns minutos para que a garota parasse de chorar e se acalma-se, continuava de cabeça baixa e a repousou timidamente no ombro de sua professora. Madison afagou-lhe os cabelos beijando-a mais uma vez na bochecha, e, segurando com carinho a sua mão a conduziu ate uma cadeira.

            Madison se sentou e em seguida sentou a menina em seu colo, de lado. Acariciou o rosto de Sophia mais uma vez e se surpreendeu em acha-la tão xxxxbonita. Ela estava linda com seus olhos lacrimejando e sua expressão de medo e suplica. Madison tinha ideia do medo que ela tinha em ser rejeitada. Pelo pouco que sabia da vida particular de Sophia tinha conhecimento que seus pais eram muito religiosos e conservadores e viam com desprezo as relações homossexuais e a liberdade sexual tão presentes no século XXI           .

            - Não a nada de errado nos seus sentimentos por mim Sophia – disse com uma voz gentil lembrando-se que, quando menor, sua tia havia conversado com ela sobre sexualidade fazendo-a perceber que gostar de garotas era normal, não importando o quanto as pessoas dissessem que não – é um sentimento muito bonito. Desde a Grécia antiga já existiam relações entre mulheres e não eram vistas com maus olhos como atualmente por parte dasociedade. É tudo uma questão de cultura meu anjo.

            A menina ouvia tímida fixando seu olhar com adoração na professora como se ela detivesse o conhecimento mais importante da humanidade. Madison também não estava indiferente a sua linda aluna. Uma atração forte começou a nascer, ou talvez já existisse e ela apenas não percebera. Sentira um grande carinho e desejo por aquela menina tão meiga. Claro que tinha imaginado algumas coisas indecentes com ela antes, mas desejo é uma coisa, atração e amor é outra completamente diferente e muito mais profunda. Madison Beijou a testa de Sophia com amor e continuou a conversar com ela com muita ternura.

            - Safo, uma poetisa grega antiga, era uma mulher como nós. Ela amava muitas moças, mas sentia muita dor por saber que suas amadas um dia a abandonariam e se casariam com homens. É por causa da ilha de Lesbos aonde Safo vivia que surgiu o termo lesbica sabia?

            Sophia ficou paralisada de espanto, seus olhos fitavam perplexos sua professora. Madison apenas riu e respondeu a pergunta que a menina não teve coragem de formular em voz alta.

            - Sim meu anjinho eu também gosto de mulheres, e estou começando a gostar de uma em especial – segurou a pequena cabeça de Sophia com as mãos e aproximando o rosto deu-lhe um selinho. Os seios das duas se pressionaram sutilmente e Madison pode sentir que os mamilos da aluna haviam ficado duros apenas com aquele singelo beijo.

            Ela própria também havia se excitado.Segurando nos ombros de Sophia a puxou com um pouco de força contra si. Intensificou o beijo introduzindo a língua. Sophia estava com seu coração acelerado e Madison podia sentir isso, a menina abriu timidamente a boca para se deixar ser beijada. Ficaram demorados segundos em um beijo longo e molhado. Quando terminaram Madison afastou seu rosto lentamente, sua aluna a fitava com paixão ainda sem acreditar que aquele beijo havia realmente ocorrido.

            - Levante a saia Sophia – disse e se surpreendeu com o fato da menina obedecer apesar de o fazer lentamente e com muita timidez.

            Sophia tinha lindas coxas, a calcinha era rosa bebe com estampa de morangos o que era, a seu modo, muito excitante. Madison tocou nas coxas da aluna acariciando, sentindo sua textura. Sophia tremia de vergonha, mas não tentou se afastar em momento algum.

            Madison tocou finalmente na calcinha, acariciou a vagina de sua aluna por cima do tecido e não precisou de muitos carinhos para deixa-la molhada. Sorriu para Sophia achando-a muito fofa.

            - Vou tirar querida.

            Sophia apenas fez um lento e quase imperceptível aceno positivo com a cabeça. A professora retirou a calcinha e deparou-se com uma vagina branquinha e sem pelos como a de uma criança. Abriu-a com os dedos e ela era rosada por dentro. Aquela visão a deixou bastante excitada, penetrou dois dedos e começou uma masturbação lenta. Sophia se contorceu de dor e prazer, arfando e fechando os olhos com força. Madison foi delicada e paciente, pois tinha certeza que a menina era virgem.

            Aos poucos ela se acostumou com o ritmo da masturbação, sua respiração normalizou e ela apenas rebolava um pouco gemendo baixo. Enquanto isso Madison levou dois dedos a boca da menina.

            - Chupe, não precisa ser rápido, vá no seu ritmo.

            Ela abriu a boca, hesitante, e olhou para sua professora como se procurando coragem. Madison apenas sorriu e com muita vergonha Sophia começou a chupar lentamente os dedos de sua professora enquanto era masturbada.

            Madison estava adorando aquilo, queria que Sophia a tocasse e lambesse, mas sabia que deveria ir devagar com ela, poderia assusta-la pedindo uma coisa dessas. Só o fato de a estar tocando daquela forma já era muita ousadia, ir alem poderia ser perigoso.

            - Você é um doce Sophia – disse sorrindo, retirou os dedos da boca da aluna e deu-lhe um demorado beijo na boca, mais intenso e forte que o anterior.

            O corpo de Sophia amoleceu em seus braços. Madison a deitou na mesa, espalhando a pilha de provas pelo chão para dar espaço para sua aluna se deitar no móvel de madeira. Sophia acomodou-se de pernas abertas, a vagina estava bem molhada. Madison resolveu explorar o resto do corpo dela. Levou as mãos a barriga e seios da menina, acariciando-a devagar. Ela gemia mais, ansiosa por mais toques e carinhos.

            Madison levantou a blusa e o sutiã da aluna deixando os seios a mostra. Eram pequenos e com os mamilos rosados bem duros. Não se conteve em massagea-las e apalpa-los bem. Sophia gemia mais e mais e chegou a gritar de prazer quando sua professora levou a boca ao seu seio chupando-o com gosto.

            Os gemidos de Sophia só faziam deixar Madison com mais desejo. Ela levou a mão a vagina da menina e penetrou-a com dois dedos, tocando com experiência em seu citroris. Não demorou muito para o orgasmo sait quente e forte. Nesse momento a professora beijou sua aluna longamente, entrelaçando sua língua na dela e apertando seus pequenos seios com firmeza.

            Quando terminou o beijo notou que Sophia estava desacordada. Havia exagerado demais e sentiu uma pontada de culpa por isso. Deu mais um beijo agora muito mais caloroso e romântico nela. Ficou a admirar a sua aluna, acariciando seu rosto. Era simplesmente linda. Quando acorda-se Madison teria que ter uma longa conversa com ela, se iriam namorar isso era essencial. Não sabia se aquilo era certo ou errado e tentou afastar da mente o pensamento de que uma relação assim não iria para frente.

            Deixaria tudo acontecer naturalmente, sem pressões. Se tivessem que ficar mesmo juntas só o tempo diria.



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