História Contos eroticos VIII - deusas - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Deusas, Hentai, Mitologia Grega, Orange
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Palavras 1.889
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Orange, Sobrenatural
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


A floresta tinha o odor de liberdade e exuberava beleza. Não havia nada que encantasse mais Artemis do que um lugar assim. O canto dos pássaros era alegre e animado o vento soprava trazendo o cheiro das flores, da terra e dos animaisem uma mistura intensa de odores tão variados quanto as cores do arco-íris. Para ela, que era uma deusa, era possível distinguir cada um daqueles odores isoladamente e também o conjunto harmonioso que faziam.

Artemis estava sentada encostada em uma arvore olhando com um sorriso sereno suas ninfas dançarem e cantarem enquanto brincavam alegres e ingênuas entre arvores e pedras. Elas eram a própria imagem da juventude e do vigor, vestiam mantos coloridos de um tecido fino, algumas colhiam flores e faziam guirlandas, outras se banhavam em um riacho e ainda haviam aquelas que estavam a acariciar pequenos animais dando-lhes frutos para se alimentar. A deusa amava as suas ninfas com um carinho maternal, como ela as donzelas das florestas sabiam amar e respeitar a natureza, coisa que os seres humanos pareciam nunca aprender. Artemis já havia punido severamente muitos deles por profanarem a natureza fazendo mal as plantas e animais, mas os eles continuavam a ir contra sua vontade. Se não fosse por conta de seu pai, Zeus, o senhor dos deuses e dos homens Aetemis já os teria punido com uma catástrofe tão intensa que poucos sobrariam, talvez nenhum. Se os homens e a natureza não sabiam conviver no mesmo mundo ela escolheria pela sobrevivência das plantas e animais, não das pessoas, não importando quantas estatuas e templos erguessem em seu nome.

Embora não fosse a deusa do amor e da beleza, pois esse posto já era ocupado por Afrodite, Artemis era inegavelmente bela, seus cabelos eram dourados e quando a luz do sol da manha tocava neles, os fios douradospareciam ganhar vida própria brilhando em um dourado mais reluzente que o ouro. Os olhos eram pretos, suaves, mas se tornavam selvagens e letais quando ela iniciava uma caçada, ou, quando punia alguém. Como seu pai ela também era boa em punir. A pele era bronzeada pelo contato continuo e intimo com o sol. Uma túnica tão branca e suave quanto uma nuvem cobria seu corpo, Artemis optara por deixar seu arco e sua aljava com flechas prateadas no Olimpo, não precisaria deles naquele momento.

Uma das ninfas se aproximou dela, sorrindo, e deu-lhe uma guirlanda de flores. Artemis sorriu agradecida com o presente e deixou que a moça colocasse a coroa florida em sua cabeça.

- Obrigada – disse com sinceridade e ternura. A ninfa fez uma reverencia e se foi para perto de suas irmãs.

Ficou observando as ninfas por mais alguns instantes, os risos delas se misturavam aos sons da floresta,esse som era tão natural quanto o sussurro do vento, o fluir das águas e o canto do beija-flor. Artemis estava tão encantada com aquele lindo momento que nem sequer percebeu quando uma presença se aproximou dela por trás. Sentiu um toque gentil em seu ombro e uma voz terna soar em seus ouvidos.

- Sabia que estaria aqui minha sobrinha. Os bosques da Arcadia são seus favoritos.

Antes mesmo que pudesse pensar um sorriso já se formava nos lábios da deusa, atrás dela, olhando-a com doçura estava uma das pessoas que Artemis mais respeitava e amava: Deméter. Irmã de Zeus, uma das seis filhas de Crhonos Deméter era uma deusa mais antiga e poderosa do que ela, mas ao contrario de quase todos os deuses não se preocupava em punir humanos, muito pelo contrario vivia um sua eternidade calma e pacifica distribuindo fertilidade e abundancia, dando frutos, fazendo as arvores crescerem e assim girando a roda da vida. Deméter vestia uma túnica branca simples, com alguns longos tecidos amarelos e a marrons dobrados habilmente, presos a túnica. Tinha a pele branca e os cabelos cor de mel que desciam como cascatas ate a altura da cintura. Varias mechas de seu liso cabelo estavam presas em tranças bem elaboradas, mas outra parte permanecia solta e balançava sutilmente ao vento. Os olhos de Deméter eram de um verde um pouco escuro, e quase sempre transmitiam doçura.

Ela poderia ser sua tia, mas Artemis a via como uma mãe, na verdade Deméter era meio que mãe de todos. Sempre maternal e acolhedora, talvez por isso não gostasse de punir ninguém, embora já o houvesse feito algumas vezes.

As duas se abraçaram com muito amor. Artemis envolveu os braços no pescoço da tia acariciando seus longos cabelos castanhos. Os lábios das duas se encontraram em um longo e amoroso beijo. Um beijo com carinho e ternura, mas não com desejo sexual, o que as duas sentiam uma pela outra era muito mais intenso, mais belo e se estendia muito mais alem do que o simples desejo e a atração.

- Você esta ausente a muito tempo minha querida – disse Deméter acariciando o rosto da sobrinha – porque não esta mais visitando o Olimpo? Brigou com alguém? Sabe que se afastar não adiantara nada, somos imortais e temos que conviver uns com os outros apesar das diferenças.

Artemis riu. Conviver uns com os outros era algo que os deuses não aprenderam a fazer, mesmo passando milênios juntos. Crhonos castrara o próprio pai, Urano, com a ajuda de sua mãe Geia. Por seu lado Crhono sofreu o mesmo destino infeliz sendo derrotado por seus seis filhos: Hades, Zeus, Poseidon, Hera, Hestia e Deméter. Zeus se tornara o líder dos deuses, mas vivia em atrito com Hades e Poseidon pois os dois sempre quiseram o trono dos deuses e jamais perdoaram o irmão por ter conseguido esse titulo. Hades raptara Persefone, filha de Deméter e Zeus, transformando-a em sua esposa. Deméter nunca perdoara o irmão por isso. Poseidon guardava um velho rancor de Athena por esta ter se tornado a protetora da cidade de Atenas em seu lugar. Hera, esposa e irmã de Zeus nunca aceitara as afrontas do marido em dormir com cada humana, ninfa, semi-deusa ou o que mais fosse... traindo-a com tanta frequência que era mais fácil ter relações extra-conjugais do que com a própria esposa. Era uma historia de desavenças tão grande que Artemis demoraria demais para contar, mesmo de forma resumida.

- Quero apenas um pouco de paz minha tia. Uma pausa antes de alguma outra guerra como a de Troia para reviver os rancores que nós deuses temos uns dos outros – suspirou – não encontro essa paz no Olimpo muito menos nas cidades humanas. Apenas aqui na floresta com minhas ninfas sinto isso.

Deméter riu e beijou o rosto da sobrinha acariciando-lhe os cabelos. Artemis amava aqueles toques gentis, fechou os olhos aproveitando a sensação.

- Não sente essa paz mesmo comigo? – perguntou Demeter com sua voz carinhosa.

Ao primeiro beijo se seguiram outros, no rosto, no pescoço. As mãos de Deméter acariciaram seus cabelos, costas, ombros e o inicio dos seios.Artemis sentiu calafrios de prazer. Abraçou a tia com mais força deixando os rostos das duas colados. Com o canto do olho observou que não havia mais nenhuma ninfa ao redor. Elas sabiam quando deveriam ir.

Se sentindo mais livre beijou Deméter mais uma vez na boca, dessa vez um beijo longo e molhado. Artemis desfrutou cada segundo daquele beijo, enquanto beijava a tia acariciava-lhe os seios por cima da roupa e sentia os próprios seios sendo tocados da mesma forma.

- Você continua linda como sempre minha querida sobrinha – Demeter falava com carinho enquanto despia Artemis devagar. O corpo dadeusa era de uma beleza que superava qualquer humana, ate mesmo Psique aquela que diziam rivalizar com Afrodite. Os seios macios e firmes com mamilos marrons, a vagina lisa e macia, as coxas curvilíneas e a bunda redonda do tamanho ideal.

Artemis havia escolhido se manter virgem, pois ao ver sua mãe sofrer as terríveis dores do parto de seu irmão, Apolo, sentiu horror daquela situação. Temeu tanto aquela dor que preferiu nunca ser mãe. Amar uma mulher felizmente não trazia os perigos da gravidez. Relações homossexuais eram comuns em toda a Grécia. Seu irmão Apolo havia se apaixonado uma vez por um belo rapaz chamado Jacinto, mas o destino do mortal fora trágico e a historia de amor interrompida como era tão comum entre os amores entre deuses ou grandes heróis.

Para Artemis isso jamais aconteceria, amava Deméter com tanta doçura que ninguém, nem mesmo Zeus, poderia afirmar que aquele amor não era puro e belo. Era comum que mulheres mais velhas instruíssem as mais novas na arte do sexo e Deméter cumpria bem o papel, daquele jeito maternal dela claro, mas Artemis só conseguia amar alguém assim... amara um humano loucamente uma vez. A historia não acabara bem.

Uma onda de prazer percorreu o corpo de Artemis quando sentiu as mãos de Deméter acariciando suas coxas, subindo ate a bunda e a apertando com firmeza ao mesmo tempo que as duas intensificavam ainda mais os beijos.

Arfando e gemendo de prazer a deusa conseguiu despir sua tia das vestes. Os tecidos foram ao chão revelando um corpo lindo e escultural da deusa da colheita. Deméter tinha seios grandes e fartos com grandes mamilos que estavam duros de excitação. As coxas eram bonitas e a pele delicada, mas os seios eram sem duvida o ponto forte de Deméter.

Artemis segurou aqueles seios grandes e fartos com as duas mãos e os chupou com ansiedade. Deméter gemia mais e mais, abraçando a sobrinha. Artemis bebeu o leite da tia com vigor. Era um gosto maravilhoso, sublime... divino. O leite escorria pelo corpo de Deméter e Artemis lambia cada gota que escorria pelos seios e pela barriga. Quando chegou finalmente na vagina a admirou por alguns segundos dando beijos breves e lambidas gentis. Olhou para Deméter e a tia a olhava de cima com aquele sorriso gentil e passivo, dando-lhe a permissão para continuar.

Artemis beijou com mais gosto a vagina de Deméter abrindo-a com os dedos chupando-a e lambendo-a. Continuou com mais ansiedade e pressa deitando a tia na grama molhada e beijando-a mais uma vez com amor para voltar a chupar sua vagina.

Aquilo era maravilhoso, Aetemis penetrou a língua com gosto na vagina enquanto ouvia os gemidos doces de sua tia. Quando sentiu o orgasmo sair fluido e denso chupou-o com prazer dando beijos lentos na vagina de Deméter. Não havia chegado também ao orgasmo, mas Artemis estava satisfeita. Deitou-se sobre o corpo macio da deusa abraçando-a. Os seios das duas se pressionavam de uma forma gostosa e confortável.

- Você me lembra Persefone minha menina – Deméter a beijou nos lábios e depois deitou suavemente a cabeça de Artemis em seu ombro.

Artemis sabia o quanto a tia sofria pela ausência da filha. Nos invernos a deusa ia para o mundo inferior para ficar ao lado do marido e Deméter tinha que aceitar esse fato. Ela beijou a testa da tia, afastando umas das mechas de cabelo cor de mel de seu rosto.

- E você me lembra minha mãe – disse com um sorriso gracioso beijando o rosto da tia.

Não era preciso dizer mais nada. As duas deusas ficaram deitadas na grama, sentindo o calor do corpo da outra. Dormiram ali mesmo, tendo seu sono velado pelas arvores e pelos animais da floresta sentindo o calor terno do sol beijar os seus corpos.

Foi um sono tranquilo repleto de bons sonhos.



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