História Contos eroticos XI - no hotel - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
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Palavras 3.136
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Loretta sempre teve uma complexa relação de amor e ódio com chocolate. Ele era sua fonte rápida de prazer passageiro e sempre conspirava com a balança para fazê-la ficar com um péssimo humor, ênfase no péssimo, pois as vezes chegava a beirar a depressão por causa dos quilos extras.

O maravilhoso alimento, seu néctar dos deuses, se desculpara com ela de uma forma simplesmente perfeita. Loretta não bebia então... quando estava na pior ao invés de se afogar em cerveja barata se afogava em um mar de barras de chocolate, que ao contrario da cerveja não era nada barato.

Quando foi demitida a primeira coisa que fez foi parar no primeiro mercado que encontrou e praticamente acabar com o estoque de chocolates do local para a felicidade do dono do local e de seu estomago ansioso. Em casa, quando a contagem de barras de chocolate já havia alcançado os dois dígitos foi que chegou a bomba. E que bomba! Havia ganhado em uma promoção de um dos chocolates uma viagem de sete dias com tudo pago para um dos mais luxuosos hotéis da França, e para não aproveitar de toda essa felicidade sozinha a promoção permitia que ela levasse um acompanhante.

Então é com essa historia louca de chocolates e depressões que Loretta havia chegado com louvor ao quarto 22-A do hotel Napoleão Palace, com nada menos que cinco estrelas e a premiação por cinco anos consecutivos como melhor hotel do pais. A jovem abriu a porta com um sorriso no rosto, o melhor era que não tinha que se preocupar em faltar o emprego, pois não tinha mais emprego. Havia males que vinham para o bem e aquele era com certeza um desses.

- Eu agradeço aos deuses do chocolate! – Loretta quase gritou erguendo as mãos para céu e contemplando um quarto digno de uma rainha –juro nunca mais culpar o chocolate pelos meus quilos a mais! – era uma jura em falsa claro e ela sabia que o doce seria o primeiro e principal acusado por ela quando estivesse mais “cheinha” do que desejaria.

Loretta tinha vinte e cinco anos, estatura media, olhos cor de mel, lábios rosados, mas seu maior charme estava nos cabelos. Cuidara dos seus cabelos com mais esmero do que de suas gatas, e ela simplesmente amava as felinas, eles eram longos eram ruivos, os cabelos não os gatos, em uma tonalidade alaranjada que não chegava ao vermelho e poderiam se tornar castanhos dependendo da luminosidade. Usava saltos altos brancos e um vestidinho amarelo claro que combinava bem com a cor de seus cabelos. Carregava duas malas, uma em cada mão, e mesmo elas tendo rodinhas não significavam que estavam leves, pois estavam atoladas de roupas e produtos de beleza e quando ela voltasse para sua casa estaria ainda mais lotada com inúmeros perfumes e roupas francesas.

Loretta deixou as malas encostadas na parede, tirou os sapatos e se jogou com tudo na gigantesca cama que se apresentava convidativa para ela. A cama era simplesmente enorme, classifica-la como casal-extra-grande seria minimizar a verdade, e ainda haviam duas delas no quarto. Loretta se sentiu uma personagem de cartoon quando afundou na cama sendo engolida por ela ate que o cômodo a “cuspiu” de volta fazendo-a pairar a alguns centímetros no ar e voltar a cair sobre o colchão macio.

- Eu amo a França! – disse com os braços abertos encarando o teto e então deu um suspiro de prazer.

- Poderia amar a sua melhor amiga também e espera-la!

Loretta virou o rosto, era tudo que faria, não se levantaria daquela cama por nada, o que viu foi Jennifer, sua melhor amiga e também a acompanhante ao qual ela levara consigo. Jennifer era do tipo de garota bem-humorada, maluquinha e com sorriso faceiro sempre presente. Era o tipo de pessoa sem limites e nem um pouco de juízo que fazia as coisas mais absurdas e não estava nem ai para as consequências. Jennifer nunca havia ido a um psiquiatra, mas se fosse, Loretta tinha certeza que ela seria classificada como “incompreensível para a psiquiatria deste milênio” talvez em 4014 essa ciência estivesse chegado em um nível suficiente para entende-la, no presente porem isso era impossível.

Fisicamente Jennifer não deixava nada a desejar, tinha cabelos negros lisos, olhos negros e a pele bronzeada de alguém que pega muito sol todos os dias, mas graças a uma muralha de protetor solar estava ela estava em perfeito estado. Os seios eram grandes, as coxas bem definidas e o bumbum simplesmente maravilhoso e ela sabia usar cada um desses atributos de forma excelente na cama. Loretta podia dizer isso por experiência própria.

As duas eram melhores amigas desde pequenas e foi na adolescência em que essa amizade inseparável se tornou também bastante colorida. Sim, as duas faziam sexo com alguma frequência. Para Jennifer isso era normal afinal ela fazia sexo com todo mundo: homens, mulheres, muitos homens, muitas mulheres... Loretta nem queria imaginar o que mais a amiga havia experimentado, se a vida sexual de Jennifer virasse filme ele seria proibido para menores de oitenta anos.

Jennifer usava um shortzinho jeans tão minúsculo que poderia ser confundido com uma calcinha, a blusa era preta, sem mangas aonde tinha escritas as seguintes palavras “É quase impossível conciliar as exigências do instinto sexual com as da civilização” logo embaixo o nome de seu autor: Sigmund Freud.

- É quase impossível conciliar você com a civilização! – disse Loretta recebendo a amiga com um leve sorriso.

Jennifer não carregava uma mala sequer, mas isso não significava que ela fosse uma pessoa desapegada de bens materiais. Ao seu lado um pobre funcionário do hotel equilibrava seis malas e por alguma distorção nas leis da física não havia caído no chão, ainda.

- Jane! Eu lhe disse que a promoção nos dava direito a uma semana em paris não um mês!

Jennifer deu uma risada gostosa e correu para sentar na cama ao lado da amiga. Loretta sentiu a cama toda sacolejar o que a deixou um pouco desnorteada. A morena tocou no rosto de Loretta fazendo um carinho distraído.

- Loretta se fosse um mês eu teria trazido um caminhão de mudança para cá! Ah quanto a você moço pode deixar minhas coisas do lado da mesa por favor!

O moço, um homem franzino e cheio de espinhas, sem sombra de duvidas mais jovem que as duas ali. Ele colocou as malas no local indicado, seu rosto havia ficado vermelho com o esforço, mas felizmente não desmaiarade cansaço.

- Jane de uma gorjeta para ele coitado... – sussurrou em voz baixa, o homem merecia alguma coisa por aquele esforço hercúleo.

Jennifer suspirou e a contragosto se levantou indo ate o funcionário procurando sua carteira, mas usava tão pouca roupa que não foi difícil constatar que não havia carteira nenhuma ali.

- Ok, vamos ficar uma semana aqui então você poderia me lembrar dessa gorjeta na próxima vez que nos esbarramos pelos corredores?

O homem (seria mais apropriado dizer menino, pois ele parecia ter no máximo vinte) a olhou confuso e nada disse. Jennifer revirou os olhos e já ia responder com sua típica e nada educada ironia quando Loretta resolveu por bem intervir.

- Jane funcionaria melhor se você falasse em Frances...

- Eu não sei falar Frances! – retrucou se virando para ela e em seguida voltou a olhar para o funcionário que não tinha a menor ideia do que as duas discutiam – olhe querido não sei falar em Frances, então vou lhe agradecer da maneira universal ok?

Ela não esperou uma resposta colou as duas mãos nas bochechas dele e deu um beijo de cinema. O homem ficou tão espantado que não sabia se beijava, se afastava ou desmaiava. Quando ela o soltou ele parecia tão desnorteado como se tivesse sido atropelado por um caminhão a 120 Km/h.

- Muito melhor que uma nota de cinquenta euros hein? – sorriu ela piscando.

O homem se afastou meio cambaleante ate que saiu do quarto quase correndo. Loretta queria criticar a amiga, mas tudo que conseguiu foi rir feito uma louca, tapou a boca para tentar conter os risos, mas de nada adiantou. Jennifer ria também, ela se deitou na cama sobre a amiga, as duas ainda as gargalhadas.

- Você viu isso?! – disse Jane entre risos – aposto que ele é virgem!

- Você foi cruel! – apesar disso havia adorado ver aquela cena – coitadinho dele, acho que nunca tinha sequer beijado.

Jane a abraçou com firmeza colando os seios contra os de Loretta. A ruiva sentiu a coxa da amiga pressionando bem no meio de suas pernas. Teve que prender a respiração para não deixar escapar um gemido, Jane tinha um fogo inquieto dentro dela e se Loretta não tomasse cuidado poderia acabar deixando que aquele fogo a queimasse também.O que foi exatamente o que começou a acontecer quando sentiu os lábios da amiga lhe dando um beijo lento no pescoço. O primeiro foi delicado e suave, veio o segundo e o terceiro... quando chegou no quinto Loretta já estava sentindo mole e com uma vontade louca de que aqueles lábios macios abandonassem seu pescoço e fossem de encontro com a sua boca.

- Aquele... menino com cara de pobre coitado – dizia ela com uma voz manhosa entre um beijo e outro – beija muito mal, mas mesmo assim eu fiquei com uma vontade... uma vontade sabe de que? – ela beijava mais e mais e Loretta sentiu as mãos da amiga acariciando os seus seios com as pontas dos dedos da forma que ela tanto amava – você sabe do que não sabe? – sorriu deslizando os lábios pelo pescoço de Loretta ate que as bocas das duas se encontraram, não era um beijo, ainda, os lábios apenas roçaram um no outro.

Era claro que Loretta sabia o que era, sabia muito bem porque queria o mesmo que Jennifer. Ela pressionou os lábios contra os da amiga unindo-os em um beijo lento, amoroso e sensual. Quando seus lábios se afastaram Loretta sorriu fazendo um carinho no rosto da amiga.

- Finalmente você deixou de agir toda certinha Lorie! – Jane lhe deu um beijo rápido – temos essa amizade com benefícios, deveríamos nos beneficiar mais.

- Eu não sou certinha! – protestou, mas era difícil manter uma discussão sensata quando se esta tendo os seios massageados de forma tão excitante – para você todos são certinhos. Nem todos são loucos como você de transar com o namorado de sua chefe na sala dela!

Jane riu alto abraçando a amiga mais e dando-lhe um beijo ainda mais forte e envolvente que o anterior ao mesmo tempo que apertava seus seios com firmeza. Loretta quase ficou sem ar e precisou de um tempo para se recompor.

- Aquilo foi muito bom – Jane riu balançando a cabeça fazendo seus cabelos caírem para o lado – mas acho que a minha chefe queria isso, quem manda contratar uma secretaria gostosa como eu?

- Como você é exibida! – disse Loretta jogando um travesseiro nela.

Jannifer apenas deu de ombros e jogou o travesseiro longe. A morena voltou as caricias beijando o rosto e o pescoço de Loretta, descendo lentamente por uma estrada de beijos, beijou os seios da amiga mesmo por do tecido da roupa mordiscando de leve o mamilo direto, desceu ainda mais distribuindo beijos pela barriga ate se aproximar da vagina e então parou.

Loretta olhou confusa, já estava ansiando pelos próximos beijos e sabia que Jane não era do tipo que parava no meio do serviço, na verdade ela parecia não parar nunca. A amiga lhe sorriu com malicia passando as mãos pelas coxas de Loretta.

- Abra as pernas Lorie, dizem que o Frances é a língua do amor, mas vou te mostrar – disse fazendo biquinho – que a língua do amor é a minha.

Foi um trocadilho horrível, mas mesmo assim ela abriu as pernas, estava ansiosa para saber o que a amiga faria com ela, e sexo oral sempre fora sua fraqueza... Loretta era simplesmente louca por isso.

Jennifer levantou o vestido de Loretta exibindo um belo par de coxas e uma calcinha já úmida de excitação. Jane riu alto logo depois de ter tido essa maravilhosa visão que muitos garotos ansiavam loucamente para ter.

- Não acredito Lorie – Jane quase se engasgava entre risos – você esta usando uma calcinha com estampa de morangos isso é tão infantil!

Loretta teve vontade de enfiar a cara em um buraco de tanta vergonha. A cama bem que poderia engoli-la só que dessa vez para sempre. Ela havia se esquecido de que sempre deveria tomar cuidado com suas roupas intimas quando estava com Jane, elas tinham o estranho habito de sumir de seu corpo.

- Poderíamos voltar a parte que você fazia sexo oral em mim? – perguntou cobrindo o rosto com as mãos tamanha a vergonha.

- Claro, se você insiste... – Jane ainda ria um pouco quando retirou a calcinha da amiga ficando de cara com uma linda vagina rosada e depilada. Seu sorriso se alargou quando ela retirando a própria blusa exibindo um enorme par de seios, era obvio que não era do tipo de garota de usar sutiã. Os seios de Jennifer eram grandes e com convidativos mamilos cor de chocolate, e Loretta como já dito, tinha uma queda por chocolate.

Jane caiu de boca, literalmente, na vagina de Loretta. Lambeu-a com gosto dando alguns chupões e dizendo alguma coisa indecente vez ou outra. Loretta mordeu o polegar com força para não gritar. Estavam em um hotel e não em um motel, essa primeira letra fazia toda a diferença.

As lambidas foram intensificadas, Jane acariciava o citroris enquanto sua língua umedecia todo o sexo da amiga. Loretta teve um forte orgasmo e perdeu a consciência por alguns instantes, acordou com um beijo molhado nos lábios.

- Então foi bom? –Jane distribuía lsmbidas lentas no seu rosto.

Ela não precisava se dar ao trabalho de responder, seu corpo falava por si só, era comum (e nada muito difícil) fingir um orgasmo, Loretta porem nunca ouvira falar de uma mulher que houvesse fingido orgasmos múltiplos que era o que tinha tido. Mas bom ou não ela não se sentia satisfeita, não queria ser apenas a passiva, odiava isso, não era nenhuma virgem inexperiente que não sabia nada de nada.

- Foi, e vai ficar melhor – se sentou de joelhos na cama retirando o vestido amarelo fez o mesmo com o sutiã jogando-o em algum lugar qualquer do quarto, a coisa boa daquele quarto de hotel era que ele era tão grande que não importava o qual longe ela jogasse suas roupas não havia perigo de saírem voando pela janela.

Jannifer sorriu satisfeita com a visão da amiga completamente nua, se colocou também de joelhos e as duas se beijaram acariciando os seios uma da outra. Loretta alternava entre beijos e chupões nos seios de Jane, enquanto isso deslizou as mãos pelas costas da amiga descendo ate a bunda e se deparando com o incomodo short ao qual ela retirou com pressa e impaciência para logo em seguida colar as duas mãos na bunda grande e macia de Jane.

- Adoro quando você age assim como uma puta! – provocou Jane com um sorriso tão malicioso que a puta ali parecia ela.

- Eu não sou nada disso – ela odiava quando Jane falava assim com ela, teria parado e dado um longo sermão na amiga, mas aquilo estava bom demais para parar.

- A aceitação é o primeiro passo Lorie, depois fica beeem mais fácil – ela riu beijando Loretta que retribuiu. Não iria aceitar ser chamada de puta, mas isso não significava que não aceitaria o beijo.

O beijo estava naquele estagio gostoso quando as línguas das duas se digladiavam para ver quem conseguia mais espaço na boca da outra, quando foi interrompido, bruscamente, por uma batida na porta e uma camareira dizendo algo em Frances que nenhuma das duas pode entender uma palavra.  Aquilo quebrou todo o clima (pelo menos Loretta já havia chegado ao orgasmo e não havia ficado tão decepcionada com isso). As duas pararam de se beijar e de se apalpar.

- Se estiver querendo se juntar a nós querida pode vir, eu adoraria provar a sua... – Jane gritou e Loretta tapou a boca da amiga (com a mão, não com mais um beijo) fuzilando-a com o olhar.

- Pare de dizer essas coisas indecentes! Não pode agir como uma pessoa normal uma vez na vida?! – suspirou, não sabia porque fazia uma pergunta daquelas se já sabia a resposta – acho que ela disse “serviço de quarto” – não tinha certeza, não sabia nada de Frances, mas era uma hipótese muito mais provável do que um pedido para um ménage.

Jane tirou a mão da amiga da boca e respondeu em meio a uma gargalhada.

- Se ela não vai entender qual é o problema de eu falar? Esse é o divertido eu poderia pedir para chupar os seios dela e ela poderia dizer no seu lindo Frances “sim claro senhorita”! Seria o máximo.

Loretta ignorou o que a amiga disse (sua vida seria bem mais fácil se fizesse isso mais vezes), correu ate sua mala procurando entre roupas, escovas e barras de chocolate, pois ela havia trazido muitas, o seu kit de primeiro socorros, era claro que se referia a sua mais recente aquisição o livro Guia rápido e pratico de Frances. Folheou alguns segundos ate achar o que precisava e disse no melhor, o que não deixava de ser muito ruim, Frances que conseguiu imitar.

- Non merci!

A moça respondeu algo do outro lado da porta e se foi. Jane a olhou com uma expressão de quem carece de uma boa explicação.

- Eu disse “Não obrigada” – respondeu a pergunta não formulada revirando os olhos – agora vamos tomar um banho – ao falar isso um sorriso maldoso surgiu nos lábios da amiga e Loretta se apressou em ser bem clara – uma de cada vez, e depois vamos nos vestir. Não me importa que roupa use contanto que cobra mais do que um terço de sua roupa.

Jennifer não havia ficado muito feliz com aquelas palavras, bufou mas acabou aceitando a situação. Loretta estava pensando seriamente em levar sua gata na próxima viagem, adorava a amiga, mas as vezes perdia a paciência com ela não só a paciência, mas minhas roupas também pensou corando ainda mais e afastando o pensamento de sua mente.

- Vamos sair para algum lugar legal ao menos? Algum lugar aonde poderemos paquerar e dar alguns amassos?

Loretta pegou seus xampus, sabonetes e o estojo de maquiagem da mala, ela já abria a porta para entrar do banheiro quando olhar para a amiga e disse suas ultimas e decisivas palavras antes de entrar no banheiro e fechar a porta na cara dela.

- Vamos ao Louvre, se quiser pode paquerar com a Monalisa enquanto olha fixamente para os olhos dela!



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