História Contos eroticos XII - a bibliotecaria - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
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Palavras 4.204
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Para muitos o trabalho como bibliotecária poderia ser entediante, mesmo sendo na maior biblioteca publica do estado do Mississipi. A rotina era cansativa e sem muitas novidades, e o salário não era um forte atrativo, mesmo assim Emma Belthier adorava viver em meio aos livros, sua maior paixão.

Emma tinha cabelos castanhos curtos, olhos azuis e um óculos de grau que parecia fazer parte do vestuário de qualquer de qualquer bibliotecária, um pre-requisito para se ter o cargo. Era uma mulher de trinta anos, casada, com um forte gosto por leitura, amava os livros de mistério de Agatha Christie e os clássicos do século XVIII e XIX. Não era critica literária, mas tinha um blog sobre o assunto ao qual atualizava semanalmente. Nas horas vagas era poetisa.

Como toda escritora Emma adorava observar o mundo ao seu redor, era dele que tirava a inspiração para seus poemas. Observar, refletir, criticar... isso era algo que ela fazia quase que automaticamente, como se uma parte do seu cérebro trabalhasse sempre nisso mesmo sem ela perceber. Mesmo no trabalho Emma gostava de observar, analisava especialmente as pessoas. Todos os dias muitas delas iam e vinham a biblioteca, de diferentes idades, religiões e nacionalidades. Emma as observava como um pintor que observa uma paisagem a ser pintada. Ela imaginava seus gostos, sonhos, suas motivações. Em sua mente cada um deles era um personagem único da grande trama da vida. Havia uma garotinha pequena de nome Lucy, sempre educada e tímida, que vinha ali para devotar os livros de Harry Potter e o senhor dos anéis, Emma sentia uma certa inveja dela, queria ter sido influenciada a ler assim quando era dessa cidade.

Lucy porem não era única. O senhor Oberman, um idoso de quase setenta anos se debruçava em pilhas de livros sobre a segunda guerra mundial, era um historiador já com doutorado, amante de Karl Marx, Max Weber e inimigo declarado de Platão. Emma sempre teve curiosidade de ler Platão apenas para saber o porque do senhor odiar-lo tanto.  

Outra dessas pessoas a qual Emma observava muito nos últimos dias era a nipônica Yuki Sanada. Yuki era uma adolescente de vinte anos com lindos cabelos negros que desciam em fios ondulados ate um palmo acima da cintura. A jovem era louca por livros, lia desde clássicos como A maquina do tempo e Volta ao mundo em oitenta dias como romances de ficção mais recentes como era o caso de Academia de vampiros e Nudez mortal. Emma não conhecia nenhum desses livros, mas de acordo com a japonesa eram muito bem escritos e haviam vendido milhões de exemplares em todo o mundo. Supôs ela que deveriam ser mesmo bons, ou a população mundial ter um péssimo gosto por leitura... preferiu não pensar na segunda opção.

Em uma tarde de domingo e Emma estava sentada como sempre em sua mesa atendendo as pessoas que pediam alguma informação sobre algum livro ou que desejavam pegar um livro emprestado. Nos pequenos espaços de tempo que conseguia livre visitava alguns blogs de literatura ao qual gostava ou então lia a versão digital do seu jornal favorito. Yuki estava na biblioteca naquele dia, concentrada com uma pilha de livros em uma mesa afastada, o senhor Oberman lia A ideologia alemã de Marx anotando uma coisa ou outra em um pequeno caderno ao qual sempre trazia consigo.

A tarde foi passando e Emma observava os dois de vez em quando. Como era domingo a biblioteca estava relativamente vazia e quanto mais tarde ficava mais vazia ela ficava. Quando o relógio marcou oito horas estavam apenas os três no recinto: Emma escrevendo mais uma postagem para o seu blog, Oberman ainda entretido com seu grande ídolo Marx e Yuki que ironicamente estava acompanhada com uma pilha de livros ainda maior do que quando chegara ali a tarde. A garota parecia cansada e um pouco aflita, Emma deduziu que era algum trabalho da faculdade, sabia que Yuki era uma aluna exemplar, cursava arquitetura em uma das melhores faculdades do pais e nem sequer parecia aquela pessoas loucas que só fazem estudar o dia todo.

As nove e dez o senhor Oberman se levantou de onde estava, guardou seu caderno de anotações e saiu da biblioteca. Emma sorriu para ele e disse para que voltasse com cuidado para casa pois já estava tarde. O senhor apenas retribuiu o sorriso e disse que seria cuidadoso, Então se foi.

Ficaram apenas as duas no local, Emma já estava cansada de escrever em seu blog e no momento não estava com cabeça para começar uma nova poesia. Já estava cansada de ler também, fizera isso a tarde toda. Ela se recostou na sua cadeira e ficou a observar Yuki que continuava tão absorta em suas leituras que provavelmente nem havia percebido que estava praticamente sozinha ali.

O tempo passou vagarosamente para Emma, a bibliotecária ligou para seu marido dizendo que voltaria tarde para casa e pedindo para ele não esperar por ela, depois ainda arriscou rabiscar alguns versos em seu bloquinho de notas que trazia consigo, mas nada que fizera ficara bom e ela acabou jogando tudo no lixo, literalmente.

Emma não queria incomodar Yuki, mas quando o relógio marcou dez horas sabia que tinha que incomodá-la. Deveria fechar a biblioteca. Se aproximou da mesa da garota com passos lentos, a japoensa estava com os olhos vermelhos de tanto ler e uma cara de sono enquanto virava mais uma pagina do livro que lia, fizera isso tão lentamente e com tanto  esforço  que era como se o papel fosse feito de chumbo.

- Yuki, eu preciso fechar... desculpe mas você precisa ir... – disse com a maior gentileza possível tocando no ombro da garota.

Yuki pareceu um pouco assustada com toque, estava também desorientada, olhou para os lados confusa. só percebendo nesse momento o qual tarde era. A garota levou as mãos a cabeça respirando lentamente tentando se acalmar. Precisou de alguns segundos para articular uma respsota.

- Por favor senhorita Emma – implorou com as mãos unidas, parecia mesmo desesperada. Emma não teve como não sentir pena da menina – eu tenho que acabar esse trabalho para amanha. Não poderia fechar um pouco mais tarde? Apenas hoje?...?

Poder ela podia, mas era contra as regras. Ninguém poderia ficar ali depois das dez, e Emma tinha que voltar para casa logo. E estava também com fome, queria comer algo rápido nem que fosse em algum fast food para não dormir de barriga vazia. Para sorte da menina o coração falou mais alto do que o estomago naquele momento.

- Apenas mais meia hora ok? Não posso ficar aqui mais que isso.

A gratidão nos olhos de Yuki era quase palpável, a menina murmurou um obrigada e deu um sorriso cansado. Como estavam só as duas ali Emma ficou mais a vontade, afinal tecnicamente não estava mais em seu horário de serviço. Saiu por alguns minutos e foi para a cafeteria do outro lado da rua. Comprou uma xícara grande de capuccino e a tomou com gosto. Não havia nada melhor que um capuccino para repor as energias. Na hora de pagar acabou ficando com pena e comprando um chocolate quente para viagem para dar a Yuki, a japoensa estava mesmo precisando de algo para beber.

Quando voltou para a biblioteca Emma encontrou Yuki exatamente como a deixara: sentada, concentrada em seus livros. A bibliotecária foi ate a jovem colocando o copo da bebida na mesa sorrindo de forma simpática.

- O que acha de dar uma pausa? Seja lá o que você esta fazendo precisa estar descansada e de barriga cheia.

Yuki não parecia muito a vontade de dar uma pausa, embora seu corpo implorasse por isso. Olhou para o chocolate quente e depois para os livros. Foi o cheiro forte do chocolate que a fizera decidir pela bebida ao invés dos estudos.

- Tem razão, não adianta forçar mesmo... vou ter que entregar esse trabalho incompleto amanha.

A japonesa bebeu o chocolate com uma expressão de mais puro prazer. Emma se sentou ao lado dela, nunca havia mantido uma conversa com ela por mais de dois minutos. Seria uma boa oportunidade de mudar isso.

- Você gosta muito de ler Yuki, escreve também? É comum que uma coisa acabe levando a outra.

Yuki ficou sem jeito, olhou pra baixo, para os lados, ate que não tinha mais para onde olhar e encarou Emma. Corando e um pouco desconfortável ela respondeu.

- Sim... quer dizer não... err... mais ou menos...

- Não existe isso de escrever “mais ou menos” – respondeu Emma rindo – ou você escreve ou não escreve. Mesmo que escreva muito ruim ainda é uma escritora.

Yuki riu com mais naturalidade, respirou fundo tomando coragem para continuar a falar. Amava escrever, mas falar sobre o que escrevia era uma coisa completamente diferente. Se sentia desconfortável sobre suas historias. Nunca se sabia se as pessoas iriam gostar.

- Eu escrevo fanfics... acho que você não conhece o termo não é? – riu mais corada. A expressão confusa de Emma foi suficiente para que a garota desse uma explicação – fanfics são historias que criamos baseadas em outras já existente. É tipo... uma versão não oficial da historia verdadeira entende?

Emma entendia, um pouco, mas simplesmente não via motivo em fazer essas fanfics quando se poderia escrever suas próprias historias, Yuki parecia ter lido seus pensamentos, pois foi exatamente sobre isso que falou em seguida.

- Mas existem também as fanfics originais... bom, teoricamente não é fanfic, mas todo mundo chama então... – ela balançou a cabeça, não devia fugir do assunto – eu escrevo uma desse tipo sabe? É uma historia que se passa em um mundo medieval, é... bem... esquece... deve ser infantil demais para você... e tem cenas yuri...

Yuki amava escrever fanfics, adorava receber os comentários de seus amigos virtuais, mesmo que fossem criticas, ou se dissessem que sua historia era uma droga, a trama superficial e a protagonista muito melosa e com uma síndrome de pobre coitada que não fazia nada sozinha (o que de fato era verdade). O bom era saber que tinha alguém lendo o que ela escrevia. Todo artista, era assim que Yuki pensava, desejava ter seu trabalho reconhecido.

Por outro lado falar sobre suas historias cara-a-cara era, para Yuki, aterrorizante. Havia um bloqueio, sentia vergonha de que a trama fosse simples demais (e ela a achava simples em muitos pontos, mas não conseguia melhorar isso). Em suma, era o tipo de escritora que preferia ter seus fãs a uma distancia segura: a distancia virtual. Poderia parecer estranho, mas não era a única assim, na verdade era uma atitude muito comum entre escritores de fanfics, quase a unanimidade.

Embora não escrevesse fanfics Emma entendia a vergonha da nipônica para falar de suas historias. Escrevendo poesias desde a adolescência a bibliotecária também passara pela mesma situação, na verdade seus escritos tinham um publico muito mais restrito visto que, por suas poesias retratarem o seu intimo, seus sentimentos e seu estado de espírito sua vergonha em mostra-las era muito maior.

- Não precisa ter vergonha, eu prometo que não vou rir do que você escreve – Emma sorriu tentando transparecer sinceridade e conforto – o que é isso de yuri...?

Yuki corou ainda mais com a pergunta, não devia mesmo ter começado a falar de suas historias. Sabia que para uma garota de sua idade, da nova geração, uma fanfic lesbica não causaria espanto, mas as pessoas mais velhas poderiam achar estranho, e ate ofensivo algo assim.

- Historias com relacionamento lesbico... – as palavras saíram tão fracas e ditas com tanta timidez que mesmo no silencio da biblioteca foram difíceis de serem ouvidas.

Yuki esperava que Emma ficasse espantada, ou, no mínimo, embaraçada, mas foi ela a ficar espantada quando ouviu o riso da outra. Nunca havia ouvido Emma rir assim, tão naturalmente, para a japonesa ela era apenas a bibliotecária inteligente e simpática, ouvi-la rir, ainda mais com algo como aquilo, era, isso sim, digno de espanto.

- Era apenas isso? Estamos no século vinte e um, não no doze. Algo assim não me impressiona, vejo nos jornais, nos filmes nas novelas... e claro, na rua todos os dias. Uma prima minha é homosexual e é casada a quatro anos.

Diante daquelas palavras Yuki constatou que ela era a mente fechada e atrasada ali. Talvez eu deva parar de escrever tantas fanfics e viver mais no mundo real pensou ela, e planejava realmente transformar o pensamento em ato.

- E quanto a você Yuki? É lesbica? Por isso que escreve esse tipo de historia?

A pergunta soou tão naturalmente como se Emma estivesse falando de um assunto qualquer, e não algo polemico. Yuki não era lesbica. Gostava de homens e mulheres. Mais de homens do que de mulheres, mas isso não a impedia de sentir atração por algumas amigas, já havia beijado algumas delas, trocado caricias... nunca havia chegado a transar, mas não por medo ou falta de vontade, apenas porque não havia tido nenhuma oportunidade. Nunca havia rolado um clima intenso o suficiente com alguma amiga que a fizesse passar do limite dos beijos e trocas de carinho.

Quanto ao porque de escrever fanfics yuri ela não atribuía a sua “atividade afetiva”, não tão freqüentemente explorada, com mulheres. O motivo era porque era um pouco pervertida, mas no nível normal e sadio que todas as pessoas são (embora muitas negassem).

- Já fiquei com algumas garotas – comentou, sentiu que deveria dizer mais e não dar uma resposta tão vaga, porem apenas baixou a cabeça timidamente.

Emma inclinou-se um pouco mais para frente, a oriental lhe parecia ainda mais bonita com toda aquela timidez misturada com uma desenvoltura típica dos jovens. Ela aproximou a mão tocando no rosto de Yuki. A garota olhou-a com surpresa, mas nada fez quando o toque se transformou em uma caricia intima, nem quando a bibliotecária inclinou-se ainda mais dando-lhe um beijo lento nos lábios.

A reação de Yuki foi de surpresa, mas não de rejeição. Nos primeiros instantes saboreou o beijo sem porem retribuí-lo, apenas se deixando levar pelo momento, passiva e confortavelmente.

Emma entendeu o silencio da outra como uma permissão e prolongou o beijo, era um beijo lento e molhado que ao chegar ao fim foi seguido por outro, ainda mais lento, ainda mais intenso, ainda mais sensual. Dessa vez Yuki retribuiu.

As duas mulheres se beijaram longamente. Emma continuou a acariciar o rosto da outra, sua mão deslizou pela pele macia da oriental indo ate a nuca, segurando-a com firmeza, embora sem deixar de ser delicada, e puxando a outra ainda mais para si.

Yuki gostou daquilo, podia não acreditar no que estava acontecendo, mas estava muito bom e não via motivos para parar. Elas continuaram a beijar-se, lentamente, trocando caricias mutuas.

- Nossa! – exclamou a nipônica após terminar o beijo – isso foi... estranho, mas não deixou de ser bom!

Apesar de estar ainda mais vermelha que antes o calor do beijo a ajudara a se soltar. Sentia-se um pouco nervosa, mas tendo chegado naquele ponto não tinha vontade de voltar atrás. Do que dependesse dela outros beijos viriam e também... outras coisas ainda mais empolgantes.

- Pode ficar melhor – disse Emma tocando com as pontas dos dedos no rosto de Yuki. Ela desceu a mão pelo pescoço ate chegar próximo aos seios. A nipônica sentiu um calafrio percorrer-lhe o corpo. A forma como aquelas palavras foram ditas, em tom malicioso e sutil aliado ao toque preciso dos dedos de Emma... aquilo era bem diferente do que a garota estava acostumada. Yuki se relacionava com mulheres de sua idade, moças com muito desejo, mas sem a metade da sensualidade e experiência da bibliotecária. Não que Emma fosse alguma “mestra do sexo”, longe disso. O que ela tinha era apenas muitos anos a mais de pratica na arte de seduzir.

Emma era sedutora de uma forma mais sutil e mais delicada, cada um de seus gestos parecia trazer um segundo sentido oculto, pelo menos era assim que a nipônica a via agora.

A bibliotecária retirou os óculos, sorriu para Yuki e voltou a beijá-la dessa vez penetrando-a com a língua. A sensação foi sublime, ainda melhor que os beijos anteriores. Elas se beijaram com ainda mais intensidade que antes e voltaram a se acariciar, mas dessa vez com mais ousadia.

Emma massageou os seios de Yuki com movimentos circulares enquanto tinha os próprios seios sendo apalpados. As duas ainda estavam vestidas, mas mesmo assim puderam sentir bem o corpo uma da outra. Os seios de Emma eram maiores, mas sem exageros, Yuki tinha um corpo mais harmônico e proporcional.

- Se continuarmos nesse ritmo vamos transar. Tudo bem para você? – disse Emma com um sorriso, mas sem deixar a razão de lado. Desejava aquilo, e sabia que a japonesa era crescidinha o suficiente para tomar suas próprias decisões, mas não queria persuadi-la pelo desejo do momento a fazer algo que poderia se arrepender depois.

- Vai ser minha primeira vez com uma pessoa mais velha, e com uma mulher – respondeu corada, mas bastante empolgada - Estou ansiosa para saber como será.

- Eu não sou velha – disse Emma rindo, e de fato não era. Ela fez questão de provar retirando a parte de cima da roupa, ficando semi-nua da cintura para cima. Os seios eram grandes, cobertos apenas por um sutiã preto, era possível ver embaixo do tecido os mamilos duros de prazer.

Yuki se deliciou com a visão. O corpo de Emma era bem conservado e muito bonito. Não se contentou apenas em olhar, aproximou-se dela, levando as mãos ate a cintura e sentindo a textura da pele.

- Você é linda – disse com sinceridade e com a admiração tão comum que uma mulher tem pela beleza da outra, admiração que muitas vezes chega a inveja, mas não era esse o caso.

- Pode olhar a vontade – Emma retirou o sutiã ao dizer isso. Os seios saltaram para fora. Grandes e fartos com mamilos marrons.

Yuki segurou naqueles seios que pareciam pedir para serem apalpados, pressionados e mais ainda, chupados. Primeiramente acariciou-os lentamente, explorando-os sem pressa. Emma se deixou ser tocada, queria tocar também na nipônica, mas sabia que teria que esperar um pouco para isso.

Os toques continuaram. Yuki levou os lábios ate um dos mamilos, primeiro mordeu-o lentamente, com muita delicadeza, uma delicadeza extrema, pois sabia o quanto aquela parte do corpo ela sensível, depois, beijou o mamilo e começou a chupá-lo.

Emma não teve como evitar um gemido, a japonesa alternava os chupões entre os dois mamilos, sem deixar nem por um momento de estimulá-la com toques, ou beijos ligeiros nos seios.

Depois de alguns instantes Emma afastou com delicadeza a garota. Yuki não precisou que fosse lhe dito nada para entender o porque daquele gesto. Era a sua vez de ser a passiva. Com um charme único dela, retirou o vestido ficando apenas de calcinha e sutiã. A lingerie era azul anil com alguns bordados bem elaborados que lembravam ondas do mar. A pele era muito branca, como era tão comum entre as japonesas. Os cabelos negros contrastavam ainda mais com sua beleza, soltos livremente desciam pelo corpo como cachoeiras de fios negros e brilhantes. Os seios e o bumbum eram empinados e bem atraentes. Yuki estava naquela idade em que toda mulher se sente completamente bem com sua beleza. Seu corpo tinha a juventude de uma flor que já desabrochava e estava no auge de seu esplendor.

Emma explorou o corpo da jovem com toques suaves, deslizando as pontas dos dedos delicadamente na barriga e costelas da nipônica. Os toques deslizaram acariciando a lateral das coxas e os ombros.

- Você é uma menina linda... – disse a bibliotecária experimentando com calma o corpo da jovem, tocava-o de forma sutil e bastante provocante – tão linda... – ela deslizou o dedo indicador pelo queixo da outra aproximando-se mais e colando seus os lábios das duas em um beijo lento.

Yuki retribuiu como se embriagada. Era isso que Emma conseguia fazer com ela, faze-la sentir prazer com toques tão simples, como se ela conhecesse o corpo dela mais do que ela mesma.

- Me deixe ver seus seios querida – perguntou deslizando o as mãos pelas costas de Yuki ate encontrar a alça do sutiã da garota. Como não encontrou resistência alguma retirou a peça deixando-a cair no chão.

Mesmo sem sutiã os seios da nipônica não estavam visíveis, os longos cabelos negros os cobriam, o que a deixava ainda mais atraente. Emma prosseguiu distribuindo beijos lentos e molhados nos lábios da companheira ate sentir que ela estava no ponto. Afastou os cabelos da garota revelando um par de seios redondos com mamilos rosados já bem duros, implorando para serem tocados, beijados e chupados. Yuki corou ainda mais e apenas esperou para ver o que a outra faria. Seja lá o que fosse tinha certeza que iria gostar.

E ela estava certa. Emma massageou-os com movimentos circulares, as vezes delicados, as vezes firmes. Lambeu com gosto e encheu os seios da garota de beijos. Yuki fechou os olhos suspirando e gemendo desejando que continuasse a ser tocada por muito tempo. Depois do que pareceu uma eternidade Emma se ajoelhou retirando a calcinha da garota e olhando com desejo para a vagina branquinha e rosada dela. Fechou os olhos beijando-a e em seguida começou a lambe-la.

Quando começou a ter sua vagina tocada e acariciada Yuki gritou de prazer. Sexo oral era o que ela mais gostava e Emma fazia aquilo muito bem. A língua ia e vinha com movimentos rápidos sempre seguidos de beijos ardentes. Era impossível não ficar molhada com aquilo. Yuki gemia alto se esquecendo, ou simplesmente sem se importar, em ser ouvida.

Chegou ao orgasmo ofegante. As pernas fraquejaram e ela caiu no chão, sentada. Arfava e ainda se sentia queimando por dentro. Emma esperou que ela se recuperasse, e, enquanto isso, retirou o que lhe restava de roupa exibindo belas coxas e uma vagina carnuda e volumosa.

Yuki admirou a nudez da outra, espantada com seu nível de excitação. Tinha certeza que não teria mais coragem de voltar a biblioteca no dia seguinte tamanha a vergonha, porem o dia seguinte ainda não havia chegado e ela queria aproveitar muito antes da noite terminar.

Tudo que queria era aproveitar aquele belo corpo que se oferecia para ela. Yuki começou acariciando as coxas de Emma, primeiro na parte de frente, depois, passando para a parte de trás.

Encaixou as mãos na bunda farta dela, sentindo bem seu volume. Apertou-a devagar e já com mais naturalidade, lambeu a vagina da bibliotecária. Eram lambidas longas que arrancaram doces suspiros de satisfação de Emma.

- Devíamos ter feito isso muito antes... – comentou Emma passando as mãos nos cabelos da oriental.

Yuki concordava, mas entre dizer algo e continuar o sexo oral a segunda opção lhe era muito mais interessante. Abriu a boca chupando com força a vagina de Emma, como se tentando engoli-la. Sua língua trabalhou mais rápido com movimentos rápidos, estimulando Emma ao ponto de levá-la ao orgasmo apenas em alguns minutos.

A nipônica sorveu todo o liquido com gosto. Emma pressionava a cabeça da garota contra sua vagina estimulando-a ainda mais a fazer aquilo. Quando Yuki finalmente terminou as duas estavam mais que satisfeitas. Cansadas, suadas, sem roupa e sem um pingo de noção juízo. Mas mesmo assim satisfeitas.

Foi então que a razão veio como uma bigorna acertar a cabeça da garota em cheio. Yuki se deu conta do absurdo que fizera, transara com a bibliotecária, em uma biblioteca publica e nem sequer havia terminando o trabalho da faculdade. Não que não tivesse sido bom, havia sido, e muito. Mas o que a garota queria era um buraco para se enfiar ate toda aquela vergonha passar. Como se dando conta de sua nudez apenas naquele momento se cobriu muito envergonhada. Os cabelos lhe cobriam os seios, ela fechou as pernas o máximo possível para ocultar a vagina que estava muito molhada de orgasmo e tentou, muito constrangida, cobri-la também com uma das mãos.

Ironicamente para Emma o esforço para a garota se cobrir a tornava ainda mais sensual do que se estivesse completamente exposta. Ela riu apreciando a visão o que fez Yuki corar ainda mais.

- Tudo bem Yuki, vai ser nosso segredinho...

Yuki parecia que iria derreter de tanta vergonha. Ela tentava inutilmente ajeitar seus cabelos para que cobrissem o máximo de seus seios. Respondeu se atropelando com as palavras.

- Por favor srt. Emma não conte para ninguém. Vão pensar que eu sou uma desvairada!

Emma concordou, afinal das duas seria a mais prejudicada se a aventura noturna delas viesse a tona. Yuki se vestiu e saiu dali em disparada. O que aconteceu naquela noite nunca mais se repetiu, embora Yuki continuasse a visitar a biblioteca com freqüência, e, toda vez que trocava um rápido olhar com a bibliotecária sentisse sua face corar e sempre se lembrava do que havia acontecido.

As duas continuaram a viver seus dias normalmente. Emma com seus poemas, Yuki com suas fanfics, mas, vez ou outras ela se pegavam pensando naquela noite. Havia sido arriscado demais e muito perigoso caso alguém as visse. Mesmo assim nenhuma delas havia se arrependido. Não repetiriam a experiência com certeza, mas havia sido bom demais para se arrepender



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