História Contos eroticos XIII - amizade colorida - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
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Palavras 2.966
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Beatriz olhava com preocupação para seu livro de química, a sua frente dois compostos químicos a desafiam, instigando-a a descobrir como equilibrar a reação. A garota levou a mão a testa soltando um triste suspiro.

- Eu desisto, isso esta impossível... é vergonhoso eu não conseguir resolver. O professor explicou essa matéria na aula passada!

Estava sentada na sala 2-A, que aquela hora, uma e meia da tarde, estava praticamente vazia. Estava acompanhada apenas de sua amiga Lethicia. A sala estava repleta de cadeiras desocupadas as quais as duas afastaram deixando um grande espaço vazio no meio da sala. Beatriz se acomodara folgadamente sentada no chão encostada na parede, as pernas cruzadas e em seu colo repousava o livro e o caderno de estudos. Lethicia se sentara em uma cadeira e também tinha o caderno em mãos, mas ao invés de estudar estava a desenhar sereias, seu hobby favorito, ao contrario de Beatriz sorria animadamente satisfeita com sua obra-de-arte, uma linda sereia com longos cabelos cacheados com um sutiã de conchas que sorria alegremente enquanto brincava com pequenos peixes.

Ambas tinham dezessete anos, vestiam a farda do colégio Santa Isabel, uma calça longa de cor azul marinho e blusa branca com o símbolo do colégio, uma cruz violeta, estampada no peito esquerdo. Lethicia era morena, cabelos lisos levemente ondulados, era o tipo de pessoa simpática ao qual todo mundo gosta. Ela tinha um carisma especial que trazia todos para perto de si quase como que atraídos por uma força magnética. Esse magnetismo porem acabava atraindo alguns pretendentes a namorados, mas a garota, no momento, não se interessava por nenhum deles. Havia terminado um namoro de quase dois anos a alguns messes e queria um tempo antes de ter algo serio novamente.

Beatriz era igualmente bonita, embora de um modo diferente. Era loira, magra, também muito admirada, mas alem da beleza, que não era de se desprezar, o seu ponto forte não era o carisma e sim a inteligência. Ela era a típica “nerd” da sala, a garota que estudava quatro horas por dia faça chuva ou faça sol, estando em véspera de provas ou não. Em seu boletim não havia nada menor que um nove em todas as matérias, nem mesmo a temível física era um obstáculo a carreira de aluna modelo que seguia rigorosamente.

Beatriz e Lethicia eram melhores amigas, com ênfase no melhores. Conheciam-se desde pequenas e os gostos em comum logo juntaram as duas. Passavam horas ao telefone trocando confidencias entre si, segredos íntimos aos quais não diriam nem mesmo para vossa santidade, o papa. Eram do tipo que faziam tudo juntas, dormiam com frequência na casa da outra, iam ao cinema, as festas, e ate mesmo a viagens de férias, sempre muito unidas. Brigas aconteciam claro, mas a amizade sempre fora mais forte que qualquer desavença, ate mesmo o maior perigo para qualquer amizade, o famoso drama de se apaixonarem pelo mesmo cara, nem mesmo isso as separara.

Teoricamente haviam ficado no colégio ate mais tarde para estudar, e foi o que fizeram durante os primeiros quinze minutos, ate Lethicia se cansar e deduzir o obvio: desenhar sereias é muito mais empolgante que estudar química. Ela terminou seu desenho assinando no canto da pagina. Ergueu o caderno mostrando-o para a Beatriz.

- O que achou Bea? Não esta fofa? – disse com um sorriso simpático no rosto, os sorrisos de Lethicia eram encantadores, mas Beatriz não estava prestando muito atenção aquilo naquele momento, olhou a imagem com o canto do olho e voltou a encarar seu livro de química.

- Sereias não vão cair na prova Le, devia estar estudando como eu... não sei porque ainda digo isso, você nunca me ouve, depois fica me implorando para te ensinar a matéria de ultima hora.

- Pra que me matar de estudar por dias quando tenho a aluna mais inteligente da escola para me ensinar tudo? – respondeu rindo com uma pitada de malicia – essa é uma das minhas vantagens de melhor amiga, tenho que abusar!

Beatriz não gostava nem um pouco quando ela usava a amizade como desculpa para não estudar, mesmo assim isso não a impediu de rir com o comentário. Fechou o livro de química, não conseguiria resolver a questão mesmo e conversar com Lethicia era muito mais divertido. Deixaria a quimica para depois.

            - Seus pais estão em casa Le? – perguntou de forma repentina e despretensiosa.

            - Não, estão trabalhando. Tenho a casa toda para mim ate a noite.

            - Para nós – completou Beatriz guardando seu livro na bolsa – vamos para sua casa hoje, quero me deitar naquela sua cama enorme, preciso disso depois de me matar estudando para essas provas.

            Lethicia riu cruzando os braços. Assumiu uma falsa postura de indignação e perguntou levantando uma sobrancelha.

            - ahaa... então agora é assim, você esta se convidando a ir para minha casa, deitar na minha cama... o que vira depois? Você esta muito autoritária Bea.

            - Vantagens de melhor amiga – retrucou abrindo um sorriso – e se prepare porque eu vou abusar.

 

            Lethicia morava em uma casa grande a apenas alguns quarteirões do colégio por isso foram a pé mesmo, conversando sobre diversos assuntos. Estavam tão animadas com a conversa que não demorou muito para chegassem em seu destino. A casa era simplesmente enorme, e isso porque os pais de Lethicia tinham muito dinheiro.

            Lethicia foi direto para a cozinha procurar algo para comer, se felicitou ao encontrar uma apetitosa torta de amoras com um pouco menos da metade de seu tamanho original. Pegou a torta e foi direto ao seu quarto, lá encontrou Beatriz deitada em sua cama exatamente como havia dito que faria, estava vendo alguma coisa em seu celular e nem sequer notou quando a amiga entrou, ou, se notou, estava preocupada demais com seu aparelho para dizer algo.

            - Gosta de torta de amora Bea? – perguntou deixando a torta sobre o criado mudo.

            - Eu? Amo, mas a balança? Ela detesta – disse dando uma ultima olhada em seu celular e guardando-o.

            Lethicia não achava que a amiga devia se preocupar com uns quilinhos a mais naquele momento, de tanto que estudava isso com certeza queimava muitas calorias. Uma vez ela vira em uma revista de curiosidades que ate quando se dorme o corpo esta a queimar calorias, então com certeza estudar também fazia o mesmo.

Ela foi ate o guarda-roupa, despiu-se com naturalidade ficando apenas de lingerie e começou a procurar algo para vestir.A morena era bastante atraente com sua lingerie azul-anil, não tinha muitas curvas na cintura, mas em compensação seus seios eram um pouco maiores do que a media, seu ponto forte. O corpo era atraente e sem exageros, tudo na medida certa.

            Lethicia deitou-se na cama confortavelmente, com a cabeça encostada no colo da amiga. Beatriz sorriu com meiguice e acariciou-lhe os cabelos, descendo ate os seios e abdômen, o gesto fora bastante natural, a amizade entre elas era um pouco “colorida” e vez ou outra acabavam “exagerando” demais nos carinhos e acabavam fazendo amor, mas as duas sabiam que, com ou sem colorido, era apenas amizade que as única e nada mais. Podiam ate gostar de fazer amor uma com a outra, mas jamais desejavam começar um namoro. A ideia em si era tão estranha que nem sequer ousavam pensar.

            Para ambas era uma relação apenas de amizade, algo difícil para elas próprias de explicar, consideravam-se heteros e não sentiam atração ou desejo algum com outra garota.

            - Você emagreceu Le... – Beatriz sorria passando as mãos pela barriga da amiga – seus seios também parecem maiores, ou é apenas impressão minha?

            Lethicia guiou as mãos de Beatriz ate os próprios seios, gostava de ser tocada e gostava ainda mais de ser elogiada, principalmente se os elogios viessem da amiga.

            - Estão sim – respondeu aproveitando a massagem que era feita com toda atenção em seus seios – você é atenciosa Bea, é isso que faltava no meu ex, na verdade nos homens em geral. – ela riu, nunca entendia os homens, o pior é que nunca entendia as mulheres (ela inclusa) que apesar de tanto critica-los não conseguiam viver sem eles.

            - Verdade, meu ex nem sequer notava quando eu usava um perfume novo ou pior quando eu saia sem maquiagem. Fiz isso uma vez para testa-lo... homens – Beatriz suspirou, sentia os mamilos de Lethicia duros por baixo do tecido do sutiã o que a estimulou a elevar os carinhos.

            As caricias se prolongaram por alguns minutos, Lethicia relaxou e se deixou ser tocada, mas toda aquela passividade a deixava ansiosa. Sentou-se na cama, ficando cara a cara com Beatriz, beijou-a na boca demoradamente, não era um beije ardente, era suave, carregado de sentimento e com uma grande carga erótica. O beijo foi aceito e Beatriz retribuiu, inserindo a língua.

            - Tire as roupas – Lethicia já começava a despir a outra enquanto falava.

            As duas se livraram das roupas incomodas sem demonstrar vergonha nenhuma por estarem nuas. Abraçaram-se carinhosamente distribuindo beijos uma na outra, na boca, nos ombros, no rosto, nos seios. Em toda parte. Beatriz deslizava as mãos pelas coxas da amiga descendo ate a bunda redonda e macia de Lethicia e demorando-se ali em movimentos circulares.

            - Como você esta pervertida hoje Bea – Lethicia riu provocativa imitando o gesto. Beatriz soltou um gemido baixo de aprovação e Lethicia sentiu-se mais a vontade para ir adiante, puxando o corpo da amiga mais próximo de si, fazendo os seios de ambas se pressionarem de uma maneira gostosa.

            Beatriz não se achava pervertida, era do tipo de garota certinha que fazia tudo nos conformes, tanto nos estudos como em qualquer assunto da vida. Ela era o modelo em termos de disciplina e comportamento, ou pelo menos se esforçava ao máximo para seguir sempre as regras.

            - Não sou pervertida... gosto de você Le, e gosto sem nenhuma maldade, não é apenas desejo você sabe.

            Aquelas palavras haviam sido ditas com sinceridade e de uma forma tão carinhosa que deixou Lethicia sem graça e também sem palavras. Ela sabia que a amiga dizia a verdade pois não era a garota mais linda do colégio, era bonita sim, mas o que mais a tornava atraente era seu charme e sua simpatia, não seus atributos físicos.Era um gostar de amiga, um gostar especial, e esse sentimento era recíproco.

            - Sei sim – sorriu dando um beijo rápido nos lábios de Beatriz – agora deite-se de costas na cama agora, vou te fazer ir ao paraíso dos prazeres.

            Beatriz obedeceu depressa, fazia tempo que não fazia amor, nem com a amiga nem com ninguém, e nada melhor do que uma boa noite de sexo para deixa-la revigorada e relaxada para as provas que viriam. A loira se deitou deixando sua linda bunda bem empinada proporcionando a Lethicia uma vista privilegiada, adorava aquela bunda e não resistiu ao impulso de dar dois tapas nela.

            Beatriz arfou mordendo o lençol para não gemer, passada a dor porem sentiu uma onda de alivio quando sua bunda começou a ser massageada com esmero pela amiga que acariciava-lhe com movimentos lentos porem firmes. A massagem era delicada, as vezes as mãos de Lethicia subiam percorrendo a espinha dorsal de loira fazendo-a sentir calafrios de prazer. Era um de seus pontos mais sensíveis, seu calcanhar de Aquiles e Lethicia o conhecia muito bem. Manteve a massagem sem pressa, as vezes Beatriz gemia baixo, estava tão confortável que começava a ficar um pouco sonolenta.

            Quando já estava acostumada e relaxada com os toques da amiga Beatriz sentiu-os cessarem e então darem lugar a beijos e lambidas nas suas nádegas. Eram gestos carinhosos e dengosos ela gostou daquilo empinou mais a bunda abrindo um pouco mais as pernas.

            Lethicia continuou nesse ritmo morno por algum tempo ate que, segurando as duas nádegas da amiga e deixando-as bem separadas, penetrou a ponta da língua em sua bunda. Instintivamente Beatriz mordeu com mais força o lençol fechando bem os olhos. O movimento continuou, Lethicia ia e vinha com a língua em uma penetração lenta e provocativa. Demorou apenas alguns segundos nisso embora para Beatriz parecessem longos minutos. Quando parou Lethicia perguntou em tom suave.

            - Vou penetrar agora tudo bem?

            - S... sim... – respondeu soltando com força o ar da boca. Não havia nada que desejasse mais naquele momento do que isso.

            A morena levou o dedo indicador e o médio ate a boca úmidecendo-os com saliva então penetrou-os lentamente. Beatriz se contorceu, mordendo o lençol com ainda mais força que antes, quase rasgando-o, sentia dor, os dedos entravam sem pressa e com gentileza, mas aquilo não deixava de ser uma penetração e a dor era inevitável. Junto com a dor porem vinha o prazer, eram sensações irmãs e por isso inseparáveis.

            A penetração continuou,os olhos de Beatriz ate lacrimejaram um pouco, seguiu-se de alguns gemidos que ela não conseguiu conter. Lethicia penetrou tudo e então parou, esperando que a amiga se acostumasse a sensação para só então avançar. Quando Beatriz acenou positivamente com a cabeça, olhando-a por cima do ombro quase que em suplica, ela avançou iniciando um vai e vem.

            Os gemidos de Beatriz soaram forte, seu corpo todo tremia fazendo a cama ranger, felizmente a cama era resistente, podia aguentar a noite inteira, Beatriz porem não era tão resistente assim.

            - E... espera Le... – fez uma careta de dor para não gemer e precisou de alguns segundos para recuperar o fôlego e prosseguir a frase – devagar...só mais um pouco devagar por favor.

            Lethicia hesitou, por apenas meio segundo, mas então manteve o ritmo e ate aumentou-o, dando estocadas mais firmes.

            - Ninguém aqui tem quinze anos Bea, você aguenta isso e ainda mais – Beatriz balançou a cabeça em uma negativa, seus olhos lacrimejando mais forte, mas Lethicia não cedeu, foi ainda mais firme – se lembra do que aconteceu quando fomos para o sitio do meu tio? Comparado com aquela nossa noite isso aqui não é nada.

            Aquilo havia sido um ponto final na discussão. O ar puro do campo, a paisagem noturna e uma dúzia de garrafas de cerveja haviam estimulado as duas a realizarem uma orgia inesquecível. Lethicia não cedeu um milímetro sequer mesmo com a amiga implorando, gemendo e ate chorando para que parasse.

Seu corpo suava e a cama rangia cada vez mais forte, ela gritava de forma erótica enquanto seu quadril rebolava freneticamente. Quando não aguentou mais Beatriz chegou ao orgasmo, soltando um grito de alivio. Só então Lethicia parou e retirou os dedos de dentro da amiga.

            Ela permaneceu deitada, arfando, Lethicia acariciava-lhe os cabelos. Beatriz virou-se ficando deitada de lado na cama exibindo os seios e a vagina úmida do orgasmo recente.

            - Não vai me dizer que não gostou? – defendeu-se Lethicia antes que a outra pudesse dizer algo – o prazer não compensou a dor?

            Beatriz mordeu o lábio inferior, não queria admitir que a amiga tinha razão, o prazer havia compensado em muito a dor. Lethicia a encarava com ansiedade esperando uma resposta.

            - De quatro – disse Beatriz com um fogo no olhar, não seria a única passiva ali, também tinha seus fetiches e agora queria estar por cima.

            Surpresa e curiosa Lethicia obedeceu prontamente. Beatriz apreciou bastante a visão de sua amiga, uma das garotas mais desejadas do colégio, nua ali de quatro a sua frente. Sabia que muitos garotos dariam tudo para estarem no lugar dela agora. Beatriz era mais romântica e passiva, mas excitada como estava naquele momento se tornava mais ativa e ousada.

            Estava excitada demais para perder tempo com preliminares então pulou essa fase e foi logo ao clímax. Penetrou com dois dedos a bunda da amiga, não foi uma penetração lenta, mas direta e firme, e rapidamente começou um vai e vem. Lethicia arregalou os olhos estupefata e teria protestado, mas tudo que saiu de sua boca foi um alto gemido que soou como musica nos ouvidos de Beatriz que comentou com malicia.

            - Ninguém aqui tem quinze anos Le.

            Lethicia segurou um gemido de dor, mas logo se acostumou ao ritmo, e embora estivesse surpresa com a mudança de atitude da amiga ficara feliz que ela estivesse mais ativa. Gostava de carinho e palavras doces, mas gostava ainda mais de movimentos firmes, de ser dominada e de se sentir impotente e indefesa. Beatriz começou a masturba-la com a outra mão, sem cessar a penetração, Lethicia gritou, pedia por mais freneticamente e repetidas vezes. Seus pedidos foram atendidos.

            Ela se contorcia de prazer, Beatriz mantinha a masturbação e hora reduzia o ritmo, hora aumentava, torturando a companheira. Ficaram algum tempo nisso ate que Lethicia tivesse um orgasmo, na verdade teve cinco deles, um seguido do outro, ate que, sem forças caiu exausta de costas na cama, sem conseguir mais se sustentar de quatro.

            - Quem disse que podia parar? – Beatriz perguntou severa dando um tapa na bunda de Lethicia – dessa vez vou ser boazinha e deixar, mas não se acostume com isso.

Lethicia enterrou a cabeça no travesseiro descansando por alguns minutos, depois encarou a amiga, ficaram se olhando por longos segundos ate que desataram a rir.

- O que deu em você Bea? – perguntou Lethicia entre risadas sentando-se na cama e abraçando-a com carinho e intimidade – estava parecendo uma atriz de filme porno!

            - Não! – corou, a verdade é que pensava a mesma coisa – ok, eu exagerei um pouco admito! Mas não cheguei a tanto!

            Lethicia manteve o abraço, olhando a amiga com carinho e afastando com os dedos uma mecha dos cabelos dela. Beijou-a mais uma vez, com muito sentimento, um beijo longo, e teve que se controlar para não voltar a apalpar Beatriz, caso contrario as duas recomeçariam tudo de novo.

            - Tudo bem, gostei desse seu jeito dominador Bea, pode ser assim mais vezes – deu uma piscadela e se levantou da cama em um salto – preciso tomar um banho depois dessa. Você vem?

            - Claro.



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