História Contos eroticos XIII - mãe e filha - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Família, Hentai, Orange
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Palavras 2.418
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Jasmine não conseguia se concentrar em nada, absolutamente nada. Normalmente ler um romance de Nora Roberts, sua autora favorita, conseguia lhe fazer esquecer do que a estava incomodando a dias e lhe tirando o sono, mas nem mesmo os livros da autora conseguia lhe trazer sossego.

Ela deixara as tentativas frustradas de leitura de lado e tentara se distrair ouvindo suas musicas favoritas, mas as melodias entravam por um ouvido e saiam pelo outro e ela mal prestava atenção na letra. Ela acabou desistindo das musicas também, elas não iriam ajuda-la naquele momento.

O motivo de tanta inquietação era a atração cada vez mais forte que sentia por garotas, ou melhor, por uma garota em particular. Jasmine não tinha nenhum preconceito contra o homossexualismo, tinha, inclusive, alguns amigos gays e amigas lésbicas, mas isso não significava que não fosse no mínimo... diferente, gostar de garotos a vida inteira e então de um momento para outro começar a se interessar por garotas também.

Para começar ela não tinha nem ideia de como iniciar um contato mais intimo com uma menina e a ideia de beijar uma... era estranha e excitante ao mesmo tempo. Jasmine não conseguia parar de pensar na garota que estava gostando, ou tendo apenas uma queda, nem mesmo ela sabia dizer o que sentia. O fato é que atração era algo presente. O nome da garota era Yuki uma nipônica de longos e ondulados cabelos escuros. Yuki estudava no mesmo colégio que Jasmine, mas elas eram de turmas diferentes. As duas eram amigas a pouco tempo, mas já havia sido tempo suficiente para provocar em Jasmine um carinho e atração especiais.

- E eu que achava que gostar garotos era complicado... – ela se espreguiçou na cama esperando que magicamente surgisse alguma solução para o seu problema.

            Jasmine tinha dezoito anos e uma aparência bastante bonita e convidativa. Magra, olhos castanhos claros e longos cabelos castanhos que desciam ate três palmos abaixo dos ombros. Duas mechas de cabelos desciam por cima dos ombros passando pelos seios medianos. Vestia um short curto e uma blusinha branca frouxa que deixava o formato de seus seios bem a mostra.

            Ela sentia uma vontade imensa de conversar com alguém a respeito, se abrir, falar de seus sentimentos, medos e angustias. Tinha muitas amigas as quais confiava e que poderia falar sobre muitas coisas intimas... mas não sobre aquilo. Amigas as quais já havia trocado caricias inocentes, as quais havia visto nuas. O que elas pensariam se de repente soubessem que ela gostava de meninas também? Poderiam pensar que ela queria algo com elas além de amizade e isso seria horrível e talvez irreversível.

            Falar sobre aquilo com as amigas era embaraçoso demais e Jasmine sabia que poderia ate mesmo comprometer a amizade que tinha com suas amigas. Desolada ela afundou a cara no travesseiro procurando uma solução para seu problema, mas para sua angustia tudo que vinha a sua cabeça eram cenas dela e de Yuki juntas, se abraçando, se tocando, se beijando...

            - Assim também é sacanagem! – disse para si mesma sentando-se na cama com um salto – eu vou ficar pensando nela ate quando?!

            O pior é que ela não sabia ao certo se queria continuar pensando em Yuki ou não, a nipônica era linda e, ao menos em sua imaginação, beijava muito bem.

            - Jasmine, esta tudo bem...? – soou uma voz em tom baixo, levemente assustada e preocupada. Haviam sido palavras tão delicadas que Jasmine quase não as ouvira.

            A garota virou o rosto e viu sua mãe parada a porta do quarto. Natalie era uma mulher ainda muito bonita apesar de já estar quase na casa dos quarenta, possuía cabelos castanhos encaracolados e olhos escuros. Estava parada a porta como se alguma coisa a impedisse de entrar, vestia um robe azul escuro e os cabelos estavam um pouco úmidos.

            Jasmine deu um sorriso sem jeito para a mãe. Agradeceu mentalmente por ela ter aparecido justo naquele momento. Queria alguém para conversar e agora tinha, Natalie sempre fora a melhor amiga, sua confidente, sua protetora. Não havia ninguém no mundo que Jasmine amasse e confiasse tanto.

            - Esta tudo bem mãe... mais ou menos na verdade – disse com uma voz carente. Dando um sorriso tímido ela continuou – podemos conversar um pouco?

            Natalie se sentou ao lado da filha na cama e então a garota começou a se abrir, no começo fora difícil falar, mas aos poucos foi se soltando e contando sobre como se sentia, sua atração por Yuki, como aquilo mexia com ela e como tudo ao seu redor parecia ter virado de ponta-cabeça.

            Natalie ouviu a tudo pacientemente, sentou a filha em seu colo de lado e lhe acariciou os cabelos enquanto lhe dizia palavras gentis e apaziguadoras. Após alguns minutos Jasmine estava mais calma e bem mais a vontade para falar do assunto, sorria timidamente com as caricias da mãe a quem sempre havia sido muito próxima.

            - Então Jasmie – Natalie a chamou pelo apelido carinhoso como sempre fazia em momentos intimos – você sente atração só por essa sua amiga ou por outras garotas também?

            - Eu penso muito nela mãe, acho que tenho uma queda, uma paixonite... não sei ao certo... mas, quanto a outras meninas... – ela não conseguia responder, nunca havia pensando a respeito.

Ela pensou, lembrando-se de suas amigas e conhecidas. Haviam muitas delas bastante atraentes as quais ela não imaginaria que seria má ideia beijar ou ficar. Precisou de um tempo para organizar os pensamentos em sua mente e assim poder responder a pergunta da mãe.

- Sinto atração por outras garotas sim, mas nada demais... não é como a Yuki a qual fico pensando o tempo todo – admitiu e se sentiu tremendamente aliviada ao dizer isso, como se revelasse uma verdade secreta para si mesma.

- Entendo querida. E você esta se sentindo insegura e assustada com esses sentimentos novos não é? – perguntou Natalie. Jasmine confirmou com um aceno positivo.

Delicadamente Natalie retirou Jasmine de seu colo, sentando-a ao seu lado na cama. Jasmine não entendeu direito e ficou ainda mais confusa, mais que isso, abismada, quando sua mãe retirou a faixa do robe e depois abriu-o exibindo seus seios grandes e volumosos. Os mamilos estavam ocultos pelo robe que deixava a mostra apenas metade dos seios. Uma calcinha branca cobria a vagina de Natalie, suas coxas estavam a mostra assim como suas pernas.

- M...mãe... – ela não sabia o que falar ou pensar, era absurdo sua mãe começar a se despir ali, sem motivo nenhum. Natalie porem estava bem calma e sorria naturalmente daquele jeito amoroso que só as mães sabem fazer.

- Não precisa ter medo amor, nem vergonha – ela acariciava os cabelos da filha enquanto falava, as palavras eram doces e os carinhos pareciam transmitir algo a mais do que simplesmente carinho, embora Jasmine não soubesse dizer o que – o que acha dos meus seios? Eles são bonitos?

Jasmine estava estupefata, achava sim a mãe linda, seus seios redondos e volumosos fariam inveja as mulheres da sua idade. A respiração de Jasmine ficou acelerada e por alguns segundos ela parecer esquecer de como se juntar as palavras para formas uma frase, mesmo assim conseguiu responder meio atraplhada.

- S...sim... seus seios são... muito bonitos – suas faces ficaram muito vermelhas ao dizer isso e ela se sentiu tentada a afastar ainda mais o robe para ter a visão dos mamilos da mãe.

- Pode toca-los se quiser.

Jasmine achou a ideia absurda, acariciar a própria mãe? Não acreditava que uma coisa assim pudesse estar acontecendo. Mesmo assim se sentia tentada a obedecer, apesar de temerosa e assustada.

Lentamente aproximou as mãos dos seios e os tocou com receio, sutilmente. Apenas as pontas dos dedos deslizaram pelos seios macios de Natalie, Jasmine fazia movimentos lentos explorando-os, a sensação era maravilhosa, estranha e maravilhosa. Ela tomou coragem e abriu completamente o robe podendo ter a visão privilegiada dos seios da mãe, grandes, redondos, com mamilos grandes e enrijecidos com a coloração de chocolate.

Natalie respirou mais acelerado excitada com os toques, sentia uma leve ardência de prazer aonde os dedos de sua filha exploravam seus seios. Ela segurou um gemido e retirou o robe para ficar mais a vontade, seu corpo estava mais quente e ela estava gostando daquilo mais do que imaginara.

- Como se sente explorando um corpo feminino pela primeira vez? – perguntou atenta as mãos da filha, queria que ela fosse mais ousada em suas caricias, mas tinha que ser paciente, não queria forçar demais.

Jasmine apertou de leve nos mamilos da mãe e foi surpreendida com um gemido abafado de prazer de Natalie, aquilo a excitou e a deu mais coragem para aumentar os níveis das caricias. Apalpou os seios da mãe com as duas mãos e massageou-os bem. Natalie tentava se controlar, mas soltava gemidos abafados e seu corpo arqueava as vezes. Jasmine estava adorando aqueles seios, seus olhos não se desgrudavam dos mamilos cor de chocolate. Ela fechou os olhos e abocanhou o seio direito chupando-o com gosto. A sensação foi indescritível de tão maravilhosa, o seio era macio e a textura delicada. Ela lambeu o seio varias vezes deixando-o mais úmido e voltou a chupar ainda mais instigada e sentindo ainda mais prazer.

- Ah...ahhh... mais devagar Jasmie – Natalie fechou os olhos e arqueou a cabeça para cima meio que delirando com o prazer repentino. Uma das mãos se perdeu nos cabelos cor de mel da filha enquanto a outra foi para o outro seio, Natalie o massageou para aliviar ainda mais o seu desejo.

Jasmine continuou, como se movida por uma força e vontade desconhecidas, mamou os seios da mãe avidamente ate ficar úmida de tanto prazer. Quando o seio não era mais suficiente para satisfaze-la parou o que estava fazendo e abraçou a mãe, praticamente pulando sobre ela, seus lábios se encostaram com os dela e sua língua invadiu-a. O beijo foi apressado, faminto, cheio de desejo, mas não ausente de carinho. Natalie hesitou no começou, não por não desejar, mas por estar surpresa demais para reagir, aos poucos porem foi cedendo e retribuiu ao beijo.

O beijo foi demorado e molhado, mãe e filha se abraçaram forte enquanto suas línguas se enroscavam uma na outra. Natalie desceu as mãos ate os seios da filha, massageando-os com delicadeza, mas também com uma certa pressa. Demorou-se um pouco naquilo, a roupa da filha estava atrapalhando e ela tentou tirar a blusa de Jasmine sem sucesso.

- Deixa que eu faço isso mãe – disse Jasmine encerrando o beijo, estava ofegante e queimando de desejo. Rapidamente retirou a própria blusa e depois o resto das roupas ficando apenas de calcinha, da mesma forma que Natalie. As duas se admiraram por alguns segundos, não eram tão parecidas assim, mas era ambas muito bonitas. Jasmine estava no auge de sua beleza e tinha um corpo exemplar, sua calcinha era azul anil, semi-transparente, seu corpo era delicado e a pele bem clara.

- Você é linda filha – disse acariciando as coxas de Jasmine e apalpando a bunda – mas porque não tira essa calcinha para eu ter ver nuazinha?

- Só se você fizer o mesmo – respondeu com um sorriso.

As duas se livraram das calcinhas ao mesmo tempo revelando suas vaginas já úmidas. Como se tivessem pensado a mesma coisa ao mesmo tempo uma acariciou a vagina da outra, iniciando assim uma masturbação. Elas gemeram baixo, mas depois mais alto, a masturbação era como uma tortura lenta e elas queriam mais do que aquilo, queriam muito mais.

- Mãe eu não aguento mais isso, quero que você me chupe – disse sem acreditar nas palavras que saiam de sua boca. Natalie também se surpreendeu, mas obedeceu mesmo assim. Sentou-se de joelhos no chão em frente a cama, Jasmine se ajeitou e abriu bem as pernas deixando sua vagina totalmente a mostra.

Inicialmente Natalie apenas acariciou a vagina da filha, olhando-a com orgulho e desejo, inseriu primeiro um dedo e iniciou uma penetração lenta, Jasmine soltava gemidos abafados de prazer e ficou ainda mais molhada. Natalie retirou o dedo e começou a lamber a intimidade da filha e em pouco tempo depois estava chupando-a.

- Ahhhh...i-isso! – ela massageava os próprios seios com pressa, sempre adorara quando faziam oral nela, era a parte que mais gostava nas suas transas.

Natalie continuou, lambia e chupava com gosto a vagina da filha, apoiou as mãos nas coxas de Natalie, e, de vez em quando, as acariciava também. Depois de algum tempo sentiu o jorro de liquido branco escorrer da intimidade da filha e bebeu-o por inteiro, quando terminou olhou para cima, Jasmine estava exausta, com as faces vermelhas, mas visivelmente satisfeita.

- Nem acredito que minha mãe acabou de fazer uma oral em mim... isso foi estranho, muito estranho mas...

- Mas foi bom? – perguntou Natalie levantando-se.

- Bem... não posso dizer que não – respondeu sem graça com um sorriso acanhado.

Jasmine admirava o corpo da mãe, sabia que ela ainda não havia se aliviado e devia estar queimado por dentro por isso. Carinhosamente ela se levantou e abraçou a mãe, os seios das duas se encostaram sutilmente e ela deu um selinho delicado em Natalie, e em seguida outro e outro. Enquanto beijava a mãe ela inseriu dois dedos na vagina de Natalie e recomeçou a masturbação, mas agora em ritmo um pouco mais rapido. Ficaram assim por algum tempo, não muito, apenas o suficiente para que Natalie chegasse também ao orgasmo. Quando isso aconteceu Jasmine se afastou devagar da mãe.

- Obrigada pela “conversa” mãe – disse com uma leve malicia na voz – mas agora eu preciso descansar, essa conversa me deixou... exausta.

Natalie corou e foi ate suas roupas, vestiu-se rapidamente sem deixar de notar que a filha a observava bem. Quando terminou de colocar seu robe foi ate a filha e beijou-lhe na bochecha.

- Podemos ter outras conversas assim mais vezes – e se afastou, saindo do quarto da filha e fechando a porta.

Jasmine sorriu. Foi ate sua cama e se deitou, não sentiu vontade nem viu motivos para voltar a se vestir. Sentia-se muito bem nua. Ela voltou a pensar em Yuki, agora estava ainda mais decidida a ter algo com ela, prometeu a si mesma que daria um jeito de ficar a sós com aquela japonesa e ter uma “conversa” bem demorada com ela.

Enquanto isso não acontecia ela decidiu que iria se contentar em imaginar. Inseriu dois dedos na vagina e começou a se masturbar lentamente enquanto em sua cabeça vivenciava-se tendo uma transa com Yuki.



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