História Contos eroticos XIV - sobrinha e tia - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Família, Hentai, Orange
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Palavras 4.515
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Haviam relacionamentos complicados, haviam relacionamentos muito complicados e... havia o relacionamento de Lilian com sua mãe, esse era de longe o mais complicado de todos. A mãe, Ana Fatima, era uma bióloga renomada nacionalmente, com vários livros publicados, mestrado, doutorado e dois pos-doutorados. Infelizmente sua competência como mãe não chegava nem perto de sua competência profissional.

Ana Fatima estava sempre viajando por causa de alguma nova pesquisa, descobrindo e estudando especiemes novas de insetos, sua especialidade. Ironicamente nunca dera muita atenção a sua filha única. Quando estava em casa pouco falava com Lilian e quando falava era sempre para falar sobre os estudos, para ela a vida da filha se resumia a isso. Era como se Lilian não tivesse depressão, não sentisse incertezas quanto ao futuro, não se sentisse insegura, triste, carente, não sofresse de amor... não, tudo se resumia a uma media maior do que oito no boletim.

Mas nada é tão ruim que não possa ficar pior. Ana Fatima recebeu uma bolsa para continuar suas pesquisas no exterior por dois meses, e isso significava que Lilian deveria ser jogada na casa de sua tia Karla, dividindo a casa com seus três filhos, aos quais Lilian apelidara secretamente de três porquinhos, pois eram tão limpos quanto os suínos.

Isso seria ruim, mas suportável, o problema é que por alguma brincadeira sádica do destino Karla ficara doente e não poderia receber a sobrinha em sua casa então sobrara para a outra tia, Naadya, hospedar Lilian durante um mês.

A questão era... quem diabos era Naadya? Lilian nunca havia visto a tia, e nem sequer sabia de sua existência. Quando a mãe falou a ela que iria passar uma temporada com Naadya e aonde ela morava Lilian entendeu porque nunca havia ouvido falar dela.

Uma breve alusão a vida de Naadya. Era uma quarentona. Se casara cedo, aos vinte e dois, seu marido era um empresário riquíssimo que morrera precocemente de um acidente de carro dando a jovem viúva uma herança colossal. Depois de ter algumas conversas com os advogados, fazer acordos e assinar papeis resolvera seu futuro pelas próximas cinco reencarnações. Todo mês um valor de seis dígitos entrava em sua conta, ela poderia viver como rainha em qualquer lugar do mundo, mas para seu espírito não havia vida melhor do que em um sitio isolado de tudo aonde poderia dedicar seus dias a cuidar de seus cavalos, regar suas flores e pintar um monte de quadros esquisitos e coloridos. Que vida!

E agora essa seria também a vida de Lilian por um mês inteiro. Exilada do mundo civilizado, obrigada a conviver com um bando de animais, sem internet, sem coca-cola e longe de qualquer coisa que lembre um shopping Center. Ela só esperava que ao menos tivesse uma TV para distrai-lá.

Então, era isso. Depois de cinco horas de ônibus Lilian chegara a pequena rodoviária mais próxima do sitio da tia. Lilian parecia uma alien naquele local, era baixa, os cabelos negros eram curtos embora volumosos, usava sandálias azul claras, um short jeans e uma camiseta folgada. Carregava uma mochila tão grande quanto ela com tudo que poderia ajuda-la a viver naquele inferno do século XVIII, pois o tempo parecia ter parado ali.

Lilian descera do onibus com uma cara de total desanimo, as pessoas que desceram com ela estavam bem mais animadas, logo avistavam algum parente e corriam para junto de seus familiares. Ela não teve a mesma sorte, não viu nenhum sinal de sua tia, era certo que não a conhecia, mas sua mãe havia lhe dito que Naadya iria reconhece-la, e para ela ficar despreocupada quanto a isso. Claro vou ficar em um emocionante sitio ouvindo os maravilhosos sons da natureza e tomando leite direto da vaca, não a nada para se preocupar pensou fazendo uma careta.

- Lilian! Aqui querida!

Temerosa Lilian virou o rosto na direção da voz. Não sabia o que esperar da tia Naadya, mas o que viu era diferente de qualquer expectativa que pudesse ter tido. Naadya tinha estatura media com cabelos castanhos bem escuros que desciam ondulados ate um pouco abaixo dos ombros. Apesar dos quarenta anos tinha corpo de trinta, era bem conservada e não deixava de ter um corpo atraente, seios fartos e um sorriso gentil. Usava um vestido azul, simples, brincos em forma de mandalas e um colar com uma imagem da virgem Maria. Para completar usava sapatos simples o que combinava muito bem com sua vida pacata no sitio, mas não combinava em nada com o que Lilian esperava de uma tia.

- Como você cresceu, esta tão diferente! – Naadya foi ate ela abraçando-a com ternura. Lilian ficou sem graça, não que estivesse incomodada, mas era estranho ter recebido mais demonstração de afeto de sua tia em cinco segundos do que de sua mãe em dezoito anos.

- É... como todas as crianças eu costumo mudar um pouco dos dois as dezoito anos de idade. Aprendi a falar como acaba de perceber, e já aprendi a ler e a amarrar os cadarços.

Naadya riu animada com a ironia da sobrinha, dando dois tapinhas carinhosos no ombro de Lilian e pegando a bolsa dela, carregando-a com facilidade.

- Ainda é animada, gosto disso – disse dando uma piscadela – fiquei muito feliz quando Ana me ligou pedindo para que passasse uns dias comigo. Sei que no começo vai ser difícil para você se acostumar a vida aqui no sitio, mas passada a primeira semana você ira perceber como é bom viver aqui.

Lilian forçou um sorriso tentando ser o mais conveniente possível, não teve sucesso, mas foi o suficiente para enganar a tia, ou se Naadya percebera algo preferira se fingir de desentendida. A primeira impressão da garota era que Naadya era uma pessoa legal, como as tias deveriam ser (e como a sua mãe deveria ser), não tinha tanta certeza se iria se acostumar a viver naquele fim de mundo, mas ao menos sabia que conseguiria se acostumar a viver com Naadya. Algo lhe dizia que as duas se dariam bem.

Durante o rápido percurso ate o carro Naadya falou sobre a infância dela e das irmãs e de como sempre sonhara com uma vida lúdica no campo, longe do mal da civilização e cercado de pessoas humildes e puras.

- Como os escritores românticos do passado – disse com um sorriso sonhador – eu cresci lendo a todos.Ainda tenho meus romances favoritos em uma estante na sala, pode dar uma olhada se quiser, tenho certeza que ira se apaixonar.

Lilian tivera uma boa relação com a literatura, mas sua paixão se limitava a obras como Jogos vorazes, As crônicas de gelo e fogo e Harry Potter. Qualquer literatura antiga, por mais renomada que fosse, lhe era enfadonha. Tentara ler um clássico uma vez, não chegara nem a pagina trinta.

- Podemos parar em algum lugar para comer? – disse desviando propositalmente de assunto – estou morrendo de fome.

- Comeremos quando chegarmos em casa querida, fiz uma torta de cebola maravilhosa, nada melhor que uma boa comida caseira não?

            A ideia de comida caseira não era bem vista por Lilian. Uma vez sua mãe tentara fazer uma lasanha e quando aquilo saiu do fogo mais parecia uma tentativa fracassada do Dr. Frankestein de criar vida. Ela já ia nomear uma lista de dez bons restaurantes ao qual sabia fazerem uma comida decente, mas quando chegaram por fim no carro de Naadya, encostado a ele estava uma moça da idade de Lilian, com um short curto e uma blusa branca. Os cabelos loiros escuros estavam presos em duas tranças.

            - Lilian essa é uma amiga minha, Katty, ela é minha vizinha, mora no sitio ao lado, bem... embora “ao lado” seja a uns bons quilômetros. Como os pais dela não tem carro ela sempre me pede para leva-la quando venho aqui para a cidade.

            Lilian demorou-se mais do que o necessário observando a garota. Katty tinha um lindo corpo e parecia não se dar conta disso. Ela é tão gostosa pensou imaginando como seria vela por debaixo das roupas. Para sua sorte Katty não percebeu seu olhar com segundas intenções.

            Lilian se considerava uma garota aberta a novas experiências, e quando se diz experiências se esta incluso experiências sexuais também. Sua preferência eram com garotos da sua idade, mas já havia feito sexo com homens mais velhos, na casa dos trinta e ate perto dos quarenta. Havia tido algumas experiências com garotas, amigas de colégio na maioria, mas Katty também seria uma boa ideia, a moça era bonita e tinha o seu charme.

            - É um prazer conhecê-la Katty – sorriu maliciosamente.

            - Obrigada – respondeu a outra corada – sua tia é muito legal, sempre me leva de carona quando veem para cá e também me da alguns doces de vez em quando, ela cozinha muito bem.

            As três entraram no carro, Naadya no banco da frente e as duas garotas no de trás. A viagem de volta durou cerca de uma hora, e enquanto não chegavam Lilian puxou assunto varias vezes com a garota, perguntando sobre seus gostos, sua vida e outras coisas. Katty respondia a tudo de forma simples e direta sem se alongar muito. Para a decepção de Lilian a garota não só não tinha interesse em mulheres como namorava firme com um amigo de infância. Isso frustrara todas as fantasias que Lilian criara naquela curta hora.

            Naadya estacionou o carro aonde era a casa de Katty e a menina desceu, se despediu das duas prometendo visita-las no dia seguinte ou no próximo, e então se foi. Lilian observou a garota se distanciado, deliciando-se coma visão da bunda de Katty que rebolava de uma forma provocativa.

            - O que foi Lilian? – perguntou a tia notando o olhar demorado da sobrinha. O carro não estava em movimento, mas estava ligado e pronto para dar a partida.

            - Nada – mentiu com muita naturalidade – vamos?

            - Vamos, vai adorar o sitio – disse dando a partida no carro e abrindo um sorriso simpático.

            Seguiram caminho ate chegarem a casa de Naadya que era simplesmente enorme. Lilian ficou admirada com o local. A primeira coisa que fez foi se alojar no quarto que havia sido reservado para ela, uma espaçosa suíte no segundo andar, mas apesar de bonita e bem localizada era pobre em termos de decoração. Não havia uma televisão ali, apenas uma mesa para leitura, um criado mudo, e em cima deste um telefone, um armário de madeira estava encostado a parede e era só. Nas paredes haviam alguns quadros de paisagem, curiosamente todos em preto e branco com exceção de um único elemento que variava de quadro em quadro. Num dos quadros, o maior, se via uma campo aberto e uma única arvore com frutos, estes que eram maças eram coloridos de um vermelho forte. Em um segundo quadro se podia ver um lago aonde um casal se banhava vestidos com roupas de banho, o jovem casal era o elemento colorido.

            Lilian se demorou ainda nos demais quadros, mas depois de um tempo perdeu o interesse e foi conhecer o resto da casa. Haviam muitos quartos, o que parecia irônico pois Naadya morava só, mas a moça havia criado uma função para cada um dos cômodos. Além do quarto de Lilian haviam mais dois dedicados a hospedes, um terceiro havia sido feito de estúdio e abrigava os quadros da tia, Lilian teve especial interesse por esse, imaginando que os quadros que vira em seu quarto anteriormente poderiam ter sido pintados pela tia, curiosa e interessada ela entrou no estúdio de Naadya, mas o local estava impregnado pelo cheiro forte de tinta o que a deixou nauseada e a obrigou asair.

            Logo nesse momento a tia a chamara no andar de baixo avisando que o almoço estava pronto. Lilian desceu as escadas ainda meio tonta com o odor da tina e teve que se segurar no corrimão para não levar uma queda.

            Quando chegou a mesa encontrou-a ricamente preparada com arroz, salada, batatas e a torta cebola da qual sua tia falara. Lilian se sentou sentindo o maravilhoso cheiro da torta que havia acabado de sair do forno, nada melhor do que o cheiro de comida para alivia-la do odor nauseante de tinta fresca.

            - Parece boa – disse com água na boca.

            - E esta – confirmou Naadya trazendo uma jarra de suco de maracujá e enchendo o copo da sobrinha – pode comer a vontade, não tem porque ficar acanhada repita quantas vezes quiser.

            Lilian agradeceu aos deuses por não terem dado a Naadya a mesma habilidade (ou inabilidade) na cozinha que sua mãe. A torta estava maravilhosa, e ela repetira duas vezes, o suco também estava ótimo, na dosagem certa de açúcar, ate a salada, ao qual a garota normalmente evitava, estava apetitosa ao modo das saladas claro.

            Depois de comer ela fora direto para cama, a viagem a havia deixado exausta. Dormiu a tarde toda e acordou as seis da noite, foi então que descobriu que já havia feito as duas únicas coisas interessantes ali: comer e dormir. Naadya tinha em casa apenas um radio, a tia fora simpática convidando-a para dar uma volta no sitio, mas Lilian recusou, não tinha a menor vontade de sair.

            - Podemos jogar baralho pode não parecer, mas eu sou muito boa em poker – sugeriu a tia do seu jeito amável que Lilian tinha percebido que gostava. Ate pensou em aceitar para agrada-la, mas estava mesmo sem vontade e recusou educadamente.

            Teve que recusar ao convite para jogar damas também. Liliam foi ate seu quarto aonde queria ficar sozinha um pouco. Fechou a porta, colocou os fones de ouvido de seu celular e ficou ouvindo suas musicas favoritas ate cansar. Quando deu nove horas foi dormir por falta do que fazer e apesar de demorar conseguiu pegar no sono.

Durante o sono ela sonhara com Katty, um sonho bem quente. No sonho as duas estavam sozinhas na casa de Naadya, a garota usava a mesma roupa com a qual Lilian a vira mais cedo. Ela aproximou, roçando seu corpo no de Lilian e envolvendo seus braços no pescoço dela.

- Vou te mostrar como a vida aqui no campo pode ser bem divertida Lilian – ela sorria com uma ousadia e malicia que com certeza não tinha na vida real.

Aquilo não fazia sentido, mas sonhos nunca faziam sentido. Para Lilian o único sentido que importava era o que a levaria para a cama com Katty, pouco importava uma explicação para aquilo tudo, o que queria era sexo.

Lilian teve que ficar na ponta dos pés para conseguir beijar a garota, os lábios se colaram fazendo um estalo. Foi um beijo úmido e rápido, Lilian emendou com um segundo beijo e um terceiro e enquanto seus lábios sentiam o calor dos lábios de Katty sua mãos deslizavam pelas coxas dela apertando a sua bunda.

            Apalpou a bunda de Katty por cima do tecido da roupa, a garota soltou um gemido provocativo de satisfação e aprovação que estimulou Lilian a ir mais adiante. Puxou o short da menina para baixo revelando uma calcinha branca.

            - Não precisa parar por ai – a garota sorriu deslizando os dedos pelo rosto de Lilian – pode ir adiante, estou adorando.

            Com pressa Lilian retirou a blusa de Katty felicitando-se por não haver sutiã nenhum cobrindo os seios que eram grandes e com mamilos duros, cor de chocolate.

            Estendeu as mãos para apalpa-los, queria eles, queria segurá-los, lambe-los, chupa-los. Queria aqueles seios enormes entre seus lábios e queria para ontem. Quando seus dedos iam toca-los porem tudo sumiu. Lilian abriu os olhos, estava deitada em sua cama, não havia Katty nenhuma de seu lado, nem vestida nem semi-nua. Sim, aquilo era frustrante, não havia passado de um sonho, um sonho que não sairá das preliminares.

            - Merda... – disse, o som se perdeu na noite – porque os sonhos sempre acabam quando começam a ficar bons?

            O pior é que apesar do sonho ter acabado suas consequências persistiam. Lilian sentia-se quente por dentro, olhou para si mesma e percebeu que suava. Ainda de camisola foi ate a janela, abriu-a sentindo o ar fresco da noite. O vento refrescava-lhe o corpo, mas ela ainda se sentia quente. Seu calor era interno.

            Olhando para o céu ela sabia que era tarde da noite, Lilian pegou seu celular para olhar as horas.

            - duas e quarenta da madrugada, ate o Batman esta dormindo e minha tia mesmo que seja a Bat-tia esta dormindo também – disse guardando o aparelho em cima da mesinha que ficava ao lado da cama.

            Sentou-se na cama e tirou a camisola ficando apenas de calcinha. Sentia-se mais a vontade com sua semi-nudez, os seios saltaram para fora e ela deu um suspiro de alivio. Os mamilos estavam bem duros e ela ainda podia sentir o gosto molhado dos lábios de Katty e ver os seios grandes da garota em sua mente.

            Sentindo-se constrangida por fazer tal coisa na casa de sua tia Lilian levou as mãos aos próprios seios massageando-os com cuidado, nunca fora muito boa em se tocar para conseguir prazer, normalmente tinha quem fizesse isso paor ela, namorados, ficantes... alguns amigos íntimos. O toque fora confortante e a satisfez por alguns instantes, mas seu desejo só aumentava a cada toque, imaginava que era Karry a toca-los, apalpou-os com mais força e sem querer soltou um gemido de prazer. Assustou-se com medo que sua tia acordasse, mas o som ecoou pela noite e morreu.

            - Ahh... hmmm... – gemeu de olhos fechados, a cama rangia levemente, mas ela estava excitada demais para ser discreta. Angustiada aumentou o ritmo da massagem dos seios, mas aquilo não era suficiente, queria mais.

            Levou uma das mãos para dentro da calcinha penetrando dois dedos no seu sexo e iniciando uma masturbação. Era como uma ducha de água gelada para alguém que morria de calor, alivio imediato. Ela gritou alto e acelerou a masturbação.

            - Lilian...

            A voz de Naadya soou baixa, delicada um tanto tímida, mas soou claramente. Lilian parou o que estava fazendo e olhou atônita para a tia. Não sabia quando ela havia entrado nem a quanto tempo estava ali. Lilian piscou desejando que quando seus olhos voltassem a abrir a imagem da tia sumisse da mesma forma que Katty sumira no sonho.

            Era claro que ela não sumiu.

            - Lilian... – Naadya disse delicadamente, aproximando-se. Levantou as mãos em sinal de paz, como uma pessoa que cautelosamente se aproxima de um animal acuado, tentando informa-lhe que não a porque ter medo.

            Lilian não conseguia dizer nada, não conseguia fazer nada. Uma das mãos estava no seio esquerdo a outra ainda estava dentro da calcinha, não se masturbava mais, mas parecia ter esquecido de tirar-lhe dali. Sentiu-se gelada, se vergonha matasse e ela fosse uma gata, teria perdido suas sete vidas de uma vez. Lilian empalideceu, depois sua cor mudou como da água pro vinho, ficou tão vermelha quanto uma maça. Naadya apenas se aproximou, vestia um robe negro de um tecido fino, a roupa ia ate a altura dos joelhos. O decote não revelava nada, era discreto, em forma de V, comportado. Uma faixa na cintura fechava o robe.

            - Lilian, querida – Naadya se sentou na cama ao lado da sobrinha. Como por um estalo a garota se deu conta do que acontecera. Estava apenas de calcinha, havia sido pega no flagra por sua tia. Lembrou-se que deveria se cobrir e foi o que fez cobriu os seios com as mãos.Se estivesse em seu prédio teria se lembrado de pular da janela também, iria ser menos constrangedor do que permanecer ali.

            - Tia... Naadya... não... n-não é... – tentou pensar em uma desculpa, uma explicação, mas não haviam desculpas. As duas sabiam o que estava acontecendo. Negar era inútil.

            Naadya sorriu de forma compreensiva, e Lilian percebeu que ela estava sorrindo perto demais. Os rostos das duas estavam bem próximos, Naadya levou uma das mãos ate dentro da calcinha de sua sobrinha e começou uma lenta masturbação.

            A primeira reação de Lilian foi de surpresa e medo, tentou se afastar, mas não conseguiu se mover, percebeu que na verdade não tinha tanta certeza se queria que aquilo parasse. Naadya era gentil e experiente, seus dedos trabalhavam meticulosamente na vagina de Lilian fazendo-a sentir muito mais prazer do que quando sozinha se masturbava.

            - Bem melhor assim não é Lilian? – Naadya sorriu com intimidade, mas a sobrinha não correspondeu, ainda processava aquilo tudo, perto daquilo o sonho com Katty não parecia tão surreal.

            - Não precisa ficar corada – Naadya masturbava de uma forma gostosa – acha que eu nunca me masturbei para me aliviar? – ela riu com descontração – não nasci adulta Lilian, também fiz muito isso, mas diferente de você eu era cuidadosa, nunca fui pega no flagra.

            Lilian fitava sua tia, o olhar dela transparecia sinceridade e cumplicidade, era um olhar bondoso com uma sombra faceira de sedução. A garota se moveu um pouco ficando em uma posição mais confortável sorrindo sem graça para a tia.

            - Isso esta bom, você é bem... jeitosa tia – disse sem jeito olhando para a própria cintura e observando a mão de Naadya movendo-se lentamente em uma masturbação cuidadosa.

            Naadya aproximou-se mais beijando a sobrinha na bochecha ao mesmo tempo que sua outra mão acariciava sutilmente os seios da sobrinha. Lilian sentiu um calafrio percorer-lhe o corpo. Era a primeira vez que fazia amor com uma mulher mais velha, e era bom, era muito bom. Se soubesse disso já teria feito sexo com mulheres mais velhas a muito tempo.

            - Vamos tirar isso para facilitar? – perguntou Naadya com uma psicadela tocando no tecido da calcinha – deve estar te incomodando.

            Lilian concordou com um aceno com a cabeça então Naadya retirou a incomoda peça de roupa e a sobrinha abriu as pernas para facilitar o ato. Permaneceu sentada na cama, era uma situação desigual ali, agora estava completamente nua, a vagina depilada e já bem úmida estava bem a mostra e Naadya a olhava atentamente ficando seu olhar no sexo da sobrinha. Uma sensação estranha de excitação por estar naquela situação tão inferior tomou conta de Lilian, ela já havia sido a passiva no sexo, mas apenas parcialmente, nunca havia sido tão passiva quanto agora, perguntou-se isso era pelo fato de Naadya ser tia ou ser mais velha. Concluiu que a resposta não importava, estava gostando, era isso que importava.

            - Que linda – Naadya sorriu com meiguice acariciando com as pontas dos dedos a vagina da sobrinha como se fosse algo muito fofo.

            Ela tocou nos ombros de Lilian e empurrou seu corpo devagar fazendo-a se deitar na cama, Lilian não ofereceu resistência. Deitada ela se deixou a mercê da tia, estava curiosa para saber como ela iria toca-la, como iria estimula-la, como a faria sentir prazer.

            Naadya olhava calmamente para a sobrinha, examinando a bela visão que era tela nua na cama completamente a sua disposição. Primeiramente explorou o corpo da sobrinha, tocou nos braços, na barriga, nas coxas... deslizou suas mãos lentamente sem nunca deixar de atentar para as expressões que Lilian fazia a cada toque, de como ela reagia as suas caricias.

            - Parece surpresa, é a primeira vez que é tocada por uma mulher? – perguntou Naadya apertando suavemente os mamilos da sobrinha. Lilian arfou de prazer soltando um gemido, ela respirou acelerado olhando para a tia com um sorriso que tinha em si misturado amor e desejo.

            - Por uma mulher mais velha – explicou Lilian – eu não sabia que você gostava de mulheres – conclui tímida, apesar da situação ainda sentia-se um tanto distante da tia, não eram amigas intimas embora estivessem fazendo sexo e fossem parentes.

            - A uma semana atrás você nem sabia que eu existia Lilian – Naadya se inclinou beijando os lábios da sobrinha.

            Ela aceitou o beijo fechando os olhos e inserindo a língua na boca da tia. O beijo foi longo e molhado, e enquanto era beijada Lilian sentia as mãos da tia deslizando por todo seu corpo em caricias sutis e voluptuosas. Quando o beijo por fim terminou Lilian abriu os olhos. Naadya a olhava demoradamente, seu robe estava agora mais frouxo, exibia um decote generoso, boa parte dos seios estava a mostra, os mamilos porem continuavam ocultos.

            Naadya afrouxou a faixa do robe retirando-o lentamente. Estava apenas de calcinha por baixo, uma calcinha preta com rendas. Os seios de Naadya eram medianos, um pouco inchados e volumosos, os mamilos marrons estavam bem duros e Lilian imaginou o qual bom seria chupa-los. As coxas eram bem torneadas e barriga bem sexy, não como a de uma mulher de vinte anos claro, mas mesmo assim bem atraente.

            Ela se colocou de quatro em cima da sobrinha, uma posição bastante erótica, beijou-a nos lábios, lambeu-os, e fazia tudo isso com um sorriso de sereia. Lilian deslizou as mãos pelas costas da tia, passando-as delicadamente pela espinha dorsal dela ate chegar na bunda. Acariciou-a um pouco, e apressou-se em tirar a calcinha que impedia a bela visão da vagina e bunda de Naadya.

            Naadya deitou seu corpo no de Lilian, esmagando-o de uma forma gostosa. Os seios das duas se pressionavam ao mesmo tempo que suas vaginas já úmidas se friccionavam. Naadya começou um movimento de vai e vem fazendo suas vaginas se esfregarem em uma dança de prazer.

            - Mais rápido... – disse Lilian arfando. Segurou naqueles maravilhosos seios da tia, eram volumosos e macios e Naadya cheirava a mel.

            - Vocês jovens são tão apressadas –Naadya deslizou o dedo indicador pelos lábios da sobrinha rindo – fique calma, tudo a seu tempo Lilian.

            Naadya beijou-a mais uma vez abraçando-a com firmeza. Trocaram mais alguns beijos e caricias ate que Lilian resolveu mudar as coisas. Virou-se na cama invertendo a situação das duas, agora ela era a estar por cima da tia. Naadya relaxou ansiosa para ver de que formas a sobrinha iria toca-la. Lilian segurou com firmeza o seio direito da tia, adorou aqueles seios desde o momento que os viu. Chupou-o com gosto parando apenas para percorrer sua língua por aquele seio delicioso. Naadya soltou um gemido de prazer e isso estimulou Lilian ainda mais a continuar.

            Passaram algum tempo nisso ate que foi a vez de Naadya trocar de posição, sentou-se na cama colocando a sobrinha sentada de costas em seu colo. Beijou Lilian na boca com pose enquanto suas mãos apertavam os seios dela machucando-os um pouco, mais dando mais prazer do que dor.

            - Abra mais as penas – disse e Lilian obedeceu. Ela retornou a masturbação, tocando no citroris da sobrinha fazendo-a delirar de prazer. Não foram precisos mais que alguns minutos para Lilian chegasse ao orgasmo com um grito de alivio.

            Elas se abraçaram e beijaram-se. Lilian deitou a tia na cama e se deitou sobre ela com a boca na cintura de Naadya.Começou a lamber a vagina da tia, percorrendo aquele órgão gostoso e molhado. Naadya tocou na nuca da sobrinha acariciando-lhe os cabelos, e em pouco tempo também chegou ao orgasmo.

            Já havia passado das três da manha e as duas sentiam-se extremamente cansadas, em especial Lilian que passara o dia anterior viajando. Abraçaram-se e dormiram assim mesmo, nuas, com os corpos colados e úmidos de suor.



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