História Contos eroticos XIX - amigas - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
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Palavras 3.131
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


- Eu odeio estudar – foram as primeiras palavras de Jessica, ela já estava reclamando antes mesmo do primeiro copo de cerveja que era, para ela, um estimulante natural para novas reclamações.

Thais ouviu aquilo com uma expressão entediada e cansada. Seu cotovelo direito estava apoiado na mesa e ela a usava sua mão para apoiar a cabeça. Estava desanimada, não por ter que ficar ouvindo as reclamações da amiga, coisa que já estava acostumada, mas exatamente porque concordava com ela, ambas odiavam estudar.

Era sexta-feira, de tarde, o dia perfeito para afogar as magoas, seria o dia perfeito também para se divertirem, mas nenhuma delas estava com animo para isso. Jessica havia feito uma prova naquela manha e não precisava ver o resultado para saber que estava ferrada. Tinha certeza que não havia atingido a media, nem sequer ficado próxima dela.

Thais havia realizado sua prova na quinta, e embora não tivesse sido tão ruim quanto Jessica estava muito mais desolada que ela. Thais era, por natureza, uma pessoa pessimista. As duas eram estudantes de química, de semestres diferentes. Amigas a quase um ano poderiam não ter muito em comum, mas estranhamente se davam muito bem.

Elas haviam ido a um pequeno bar próximo a faculdade, se dirigido a pé mesmo ao local. Era um bar pequeno, mas familiar a quase todos os alunos da faculdade que iam ali conversar, beber, e se divertir. Ate o momento elas mal começavam fazer a primeira dessas coisas, a bebida ainda não chegara, e quanto a se divertir... isso era impossível para o estado de espírito das duas.

Ambas eram baixas e possuíam cabelos morenos. Jessica tinha os seus lisos que caiam ate os ombros, era do tipo de garota solta, sem papas na língua e sem frescuras. Normalmente se dava bem com os garotos e era mais próxima deles do que das garotas, ao menos de forma geral. Vestia sapatos pretos e uma calça jeans, a blusa era branca, do tipo boca de cigana, que deixava os ombros a mostra e de mangas longas. Thais tinha a pele mais morena e cabelos encaracolados que tinham o mesmo tamanho dos de Jessica. A garota vestia chinelas simples e um vestido também simples marrom com um mosaico de adornos brancos que descia ate um pouco abaixo dos joelhos.

- Porque temos que estudar tanto? – repetiu Jessica irritada, como se suas reclamações pudessem mudar a realidade da educação – serio já estou no quinto semestre e esqueci de tudo que aprendi nos quatro anteriores!

Thais deu um sorriso sem animo, distraia-se assistindo a TV que havia no bar enquanto tentava fingir dar atenção a conversa da amiga.

- Cada semestre é pior que o anterior... – completou Thais com um suspiro – não sei como cheguei ate o terceiro.

Nesse momento o garçom surgiu trazendo o copo de suco que Thais pedira e a garrafa de cerveja de Jessica, a garota bebeu metade da bebida de umavez só, enquanto Thais apenas deu um gole que praticamente não reduziu o volume de suco no copo.

- Acham que não temos mais nada para fazer da vida além de estudar! – reclamou Jessica. Suas reclamações eram como uma bolo de neve, só faziam se acumular e aumentar – e eu nem estou sendo paga para estudar tanto!

Thais ouvia tudo com sua cara de derrota e desanimo, forçando-se a mais um sorriso sem gosto. Em sua mente ainda se recriminava por não ter estudado mais e passado tanto tempo com os amigos, embora se pudesse voltar no tempo provavelmente teria saído com eles do mesmo jeito e ido igualmente mal nas provas.

- Se você quer ser paga tem que tentar uma bolsa e isso implica mais trabalho Jessie – arriscou o apelido carinhoso para tentar animar a amiga.

- Obrigada por me lembrarThais! – Jessica fuzilou a amiga com um olhar e terminou de beber o resto da cerveja – mundo injusto, porque eu não nasci rica?

O comentário conseguiu retirar Thais de sua monotonia, ela riu, agora com um pouco de brilho nos lábios. Ajeitou-se na cadeira e fitou a amiga.

- Falta de sorte, de nos duas. Mas me diz Jessica tirando a droga da faculdade e as notas baixas como anda a vida?

Jessica ficou pensativa, era difícil pensar na sua vida excluindo os estudos, já que nas ultimas duas semanas sua vida foi apenas estudo, e o pior é que apesar disso tirara nota baixa.

- Nada demais... não sai com ninguém ultimamente e lá em casa continuam as mesmas brigas de sempre com minha mãe e minhas irmãs.

Thais apenas disse um “hmmm”, conhecia bem os problemas familiares da amiga. Os pais de Jessica eram separados e ela e suas duas irmãs mais velhas viviam com o pai, mas a convivência não era nada boa. Sua casa era mais uma arena do UFC aonde todos os integrantes tentavam se matar, ou talvez fosse ate pior...

- Pelo menos eu não tenho irmãs e meu pai quase não aparece, não liga muito para mim – disse Thais, por muito tempo aquilo a incomodara, mas atualmente nem ligava mais. Seu pai era como um estranho, nem todas as famílias davam certo como nas novelas e nos filmes. Ela seguia sua vida, e estava bem com isso, ao menos era isso que dizia para si mesma todos os dias. Uma mentira que servia muito bem para superar seus traumas internos.

- Então fica com a casa toda só para você?! Droga, é muito sortuda sabia?!

Thais apenas sorriu de leve, ter a casa só para si significava que ela que tinha que cuidar de tudo. Lavar a louça e a roupa, preparar o almoço, fazer faxina... tudo caia em seus ombros, e se isso não bastasse tinha também que estudar. Não se considerava tão sortuda assim.

O assunto morreu e elas ficaram caladas sem saber como reiniciar a conversa. Jessica pediu mais uma cerveja e terminou de toma-la antes que a amiga tomasse metade de seu suco.

Thais voltara sua atenção a televisão que exibia um filme de drama, poderia ser interessante se ela estivesse concentrada na história desde o começo.

- Ei... Thais, a sua casa é longe daqui? – perguntou de forma espontânea depois de longos minutos de silencio entre as duas.

- mais ou menos... – respondeu dando de ombros – da para ir a pé, mas é uma caminhada um pouco demorada.

- Vamos? – perguntou Jessica fazendo um sinal para o garçom fechar a conta – eu não conheço sua casa ainda, e se é calma ao contrario da minha eu já gostei do lugar.

As duas saíram do bar e foram para a casa de Thais. Apesar de terem planejado irem a pé acabaram optando por pegar um ônibus. Não demorou mais que quinze minutos para que chegassem no local. Era uma casa pequena e simples com um portão de ferro na fachada. Thais abriu o portão e as duas entraram se dirigindo diretamente para o quarto da garota.

O quarto era bem humilde, tinha apenas uma pequena mesa de estudo, uma televisão e a cama. Tudo simples. Thais se sentou na cama e encostou-se na parede branca.

- Pode ficar a vontade Jessica, mas não tem muito o que fazer aqui... o computador esta ali naquela instante, mas tive um problema e estou sem internet no momento.

Jessica já estava a vontade antes mesmo da amiga lhe dar permissão para isso. Caminhava distraída olhando uma serie de porta-retratos em uma estante. Haviam fotos da amiga desde a infância ate os dias atuais, a maioria com amigas, ou, o que Jessica supôs, tias. Percebeu só então que não havia nenhuma foto das duas juntas.

- Sem internet? Que horror! Como você sobrevive assim?

- Não sei, as vezes sinto uma grande vontade de me suicidar, ainda mais depois de ter me ferrado nas provas – respondeu ironicamente.

Terminada a analise das fotos a garota se deitou na cama de lado com a cabeça apoiada no colo da amiga. Jessica sempre fora do tipo que se afeiçoa fácil as pessoas, gostava de estar abraçada, fazer ou receber carinho, mesmo com pessoas que não eram muito próximas. Algumas pessoas ficavam desconfortáveis com esse jeito, outras porem não ligavam e haviam aqueles que ate gostavam. Thais estava no ultimo grupo, ela sorriu de leve e começou a acariciar o rosto e cabelos de Jessica que sorriu e se aconchegou mais em seu colo.

- Quer que eu ligue a televisão? – perguntou acariciando distraidamente o rosto de Jessica, seus dedos desciam da testa ate as bochechas, era uma sensação boa que a distraia.

- Não... quase nunca tenho silencio. Assim esta bom.

Thais continuou, por algum tempo prosseguia com os carinhos de forma mecânica, quase automática, mas então se deteve a fitar a amiga, Jessica estava bem fofa com uma expressão calma e de aconchego no rosto, mais parecia uma gatinha carente. Thais intensificou os carinhos, descia as mãos ate o pescoço da amiga chegando ate mesmo a deslizar seus dedos pelos ombros nus da amiga. Jessica estava com os olhos semi-fechados, levemente sonolenta, mas despertou ao sentir a alteração dos carinhos. De forma sutil Thais era cada vez mais ousada, seus dedos desciam ate o começo dos seios, tocando-os levemente e então voltando a subir, acariciando ombros, pescoço e rosto.

Não que carinhos assim fossem algo demais para alguma das duas. Já haviam feito amor algumas vezes, não eram apaixonadas, nem sentiam um forte desejo uma pela outra, ate amizade colorida era um termo difícil para definir a relação das duas.

Haviam feito amor duas vezes de forma simplesmente casual, simplesmente rolou um clima (que nem foi tão grande assim) e mais para passar o tempo, como uma brincadeira, transaram. A primeira vez foi em uma casa de praia e a segunda em uma festa da faculdade.

Jessica sorriu de forma preguiçosa, sabia que a amiga queria uma terceira vez, mas ela sinceramente não estava com animo para esse tipo de coisa naquele momento. Dormir parecia uma opção muito mais tentadora.

- Safada... sai... tira essa mão daí – disse em um tom preguiçoso, rindo, não estava irritada apenas sem vontade – eu quero dormir é bem melhor.

- Ah menina deixa de ser chata – Thais intensificou os carinhos, mas como a amiga apenas se remexia visivelmente sem vontade ela então avançou para uma estratégia mais “radical” começando a fazer cócegas em Jessica que despertou por completo de sua sonolência e se remexia de um lado para o outro, entre risos e pedidos para que a amiga parasse.

- Só paro quando você aceitar – ela continuava com uma malicia infantil a torturar a amiga com cócegas – vamos, deixe de frescura você dorme dez horas por dia!

A contra-gostoJessica aceitou sentando-se na cama de frente para Thais. Passou as mãos nos próprios cabelos ajeitando-os pois haviam ficado muito despenteados de tanto se remexer na cama.

- Como você é cruel! – disse em um tom de fingida irritação – eu aqui morrendo de sono e você sem me deixar ter um pouco de paz. Isso é desumano sabia?

Thais nem deu ouvidos ao que a amiga falava. Mais preocupada estava com a blusa dela que a retirou ainda precisando ouvir alguns protestos. Jessica não usava sutiã por baixo e seus pequenos seios ficaram a mostra, não era do tipo de garota excepcionalmente bonita, mas era impossível negar também que, nua da cintura para cima, não fosse atraente.

- Você fala demais... – disse iniciando um beijo demorado. Suas mãos acariciaram as costelas da amiga, passearam por sua barriga, uma das mãos se alojou no seio esquerdo, apalpando-o sutilmente, enquanto a outra acariciava o rosto da amiga.

Embora inicialmente não estivesse com a menor vontade de fazer aquilo Jessica sentiu um calafrio ao ser tocada, e o beijo não era nada mal, embora ela achasse que com homens fosse bem melhor. Retribuiu ao beijo inserindo a língua e começou a acariciar as coxas da amiga, primeiro por cima do tecido do vestido, mas depois levantou-o ate deixar as coxas de Thais completamente a mostra e recomeçou os carinhos.

Foi um beijo lento e molhado, recheado com caricias de ambas. Se afastaram depois de alguns minutos. Os pequenos seios de Jessica balançaram e seus mamilos duros demonstravam que ela havia gostado mesmo daquilo.

- Você é bem gostosinha Jessica – disse analisando a amiga de cima abaixo.

- E você duvidava disso? – respondeu com orgulho e malicia.

Elas se uniram novamente em um segundo beijo. Thais despiu-se de seu vestido ficando apenas com uma calcinha branca minúscula. Seus seios eram maiores do que os da amiga, e Jessica caiu de boca neles, distribuindo beijos e chupões. Thais acariciou os cabelos da amiga e em pouco tempo retirou-lhe as calças jeans, deixando-a também apenas de calcinha.

Elas exploraram os corpos uma da outra, com beijos, lambidas e caricias. Jessica deitou Thais na cama, ficando em cima dela. Apalpou os seios de Thais com uma massagem estimulante e beijou-a na boca profundamente.

Thais gemia lentamente deixando-se ser a passiva na relação. Depois de alguns instantes porem levantou-se e retirou a calcinha da amiga fazendo o mesmo com a sua própria. Ambas tinham vaginas bem apertadas e já estavam sutilmente úmidas. Thais orientou a amiga sentando-a de joelhos no chão e repousando seu corpo na cama, com a bunda empinada.

A visão era gratificante, Jessica tinha nádegas cheias e macias, um pedaço de pecado. Thais começou a massagea-las com movimentos firmes, porem lentos.

- Esta gostando disso? – perguntou beijando delicadamente a nádega esquerda.

- Sim... – Jessica sentia-se relaxada, mas a massagem apenas a estimulava e não a satisfazia completamente. Ela queria que a amiga fosse mais incisiva, masturbando-a, ou simplesmente usando a boca para lhe proporcionar mais prazer – mas você poderia ser mais rápida com isso.

Thais soltou um riso gostoso e disse que “tudo a seu tempo”. Continuou a distribuir beijos curtos e molhados na bunda da amiga. As vezes penetrava provocativamente a língua no espaço entre as nádegas fazendo a amiga soltar gemidos de prazer, mas era um prazer ligeiro e passageiro que logo se esvaia.

- Você é tão fofa nessas horas – disse em um tom carinhoso, levemente maldoso, iniciando uma masturbação lenta, sem cessar os beijos – acho que sou uma das poucas pessoas conhecem esse seu lado.

Jessica se remexeu toda de excitação com o novo estimulo, mas não gostou muito do comentário. Odiava esse estereótipo de que garotas deveriam ser fofas e meigas. Tentou levantar-se para protestar, mas Thais ao perceber isso forçou-a a continuar naquela posição. Embora não totalmente irritada ela protestou.

- Estou cansada de ficar nessa posição!

- Calma, não se pode ficar sempre por cima. Tente variar um pouco, posso te garantir que você vai gostar – ela achava que se Jessica gastasse menos tempo reclamando das coisas seria uma pessoa bem mais feliz.

Jessica resmungou algo, mas consentiu, no fundo não era mesmo ruim, embora preferisse ser a ativa, e não ficar apenas parada enquanto outra pessoa lhe dava prazer.

Thaisaumentou o ritmo da masturbação e foi premiada com gemidos mais constantes da amiga, embora ainda abafados e fracos. Ela umideceu dois dedos em seus próprios lábios e em seguida penetrou-os na amiga por trás.

-Ah...! – gemeu surpresa. Tentou se controlar, mas a masturbação e a penetração a faziam queimar por dentro. Seu corpo começou a contorce-se em movimentos involuntários enquanto gemia cada vez mais alto. A razão se esvaia pouco a pouco enquanto ondas de prazer a invadiam violentamente.

Jessica estava em um nível de prazer em que era difícil de pensar em qualquer coisa. Ela apenas gemia e apertava com força as fronhas do colchão. Seus olhos se fecharam com força enquanto imagens eróticas dançavam em sua mente. Ela não conseguia se controlar, seu corpo não parecia mais seu e sim da amiga que o usava a seu bel prazer.

Thais se divertia com aquela brincadeira. Lambia, chupava, masturbava, beijava dava leves tapinhas. Fazia o que queria com Jessica que gemia cada vez mais, as vezes conseguia reclamar entre um gemido e outro, ou tentava levantar-se, mas Thais estava no comando, forçava a amiga a continuar na mesma posição e assim prosseguia com seus toques e beijos.

Jessica não era um mulherão, para Thais mais excitante era ver a amiga naquela situação indefesa, protestante e imponente. Uma visão assim não tinha preço. Quem conhecia Jessica jamais imaginaria que a garota apenas ficaria parada como uma boneca enquanto era “abusada” com toques lascivos.

- Você é uma gracinha Jessie – provocou, como se sua língua molhada já não fosse provocativa o suficiente – parece uma virgenzinha inexperiente.

- P... pro inferno com isso de... virgem – respondeu a outra com as palavras saindo fracas e entrecortadas.

Thais apenas tocou de forma experiente e precisa no citroris da amiga fazendo-a soltar um gemido de prazer e se desfalecer na cama, sem condições de reagir.

Jessica não soube quanto tempo durou aquele prazer alucinante, pareceram-lhe horas, quando na verdade não havia se passado nem sequer dois minutos. Ela soltou um gemido forte liberando toda suaexcitação em ondas seguidas de orgasmo. Sentiu-se desfalecer pelo que pareceu alguns segundos, por um misero espaço de tempo tudo se apagou e voltou a clarear-se. Quando deu por si toda a excitação havia sumido, sentia seu corpo pesado e cansado, sentia também a língua quente de Thais lambendo sua vagina, sorvendo cada gota de seu orgasmo. Embora fosse estimulante não parecia mais tão excitante. Ela deixou que a amiga continuasse mais por Thais do que por si mesma.

Esperou pacientemente ate que a amiga terminasse e então levantou-se e sentou-se na cama, suas forças voltaram rápido embora ainda se sentisse cansada. Thais o observava de baixo para cima, sentada de joelhos no chão, em sua bochecha esquerda ainda era possível ver um pouco de orgasmo.

- Então não foi bom? – perguntou levantando-se e se sentando na cama ao lado da amiga.

Jessica foi forçada a admitir com um aceno positivo que sim. Ate que a amiga não era má, mais ainda preferia dormir com homens, isso era algo que estava convicta. Quando tinha relações com homens sentia um misto de dor e prazer, mas ambos em um nível muito mais elevado e a dor valia a pena por causa do prazer.

Jessica deitou-se na cama de costas e fechou os olhos dormindo em pouco tempo. Thais ficou um pouco decepcionada, queria um pouco mais, afinal havia proporcionado muito mais prazer que recebido.

Conformou-se em masturba-se com uma mão enquanto acariciava as coxas e bunda da amiga com a outra. Não gostava muito de tocar-se, preferia quando outros a tocavam, mas nem tudo era como se queria, infelizmente.

Masturbar-se não era a melhor forma de conseguir prazer, e ela nem sequer conseguiu chegar ao orgasmo. Cansou-se daquela caricia ineficaz e deitou-se ao lado da amiga e dormiu abraçada a ela.



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