História Contos eroticos XV - dominação - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Este é um capitulo mais pesado, mas não é nenhum 50 tons de cinza nesse sentido rsrs. Mas para quem gosta de sexo com dominação espero que curtam ;)

Capítulo 1 - Capitulo unico


- Namorando com uma aluna? Para uma mulher que gosta de segurança você esta agindo de forma bem perigosa. É crime sabia?

Era claro que Madison sabia, mas gostava de Sophia, sua namorada, e pretendia levar o relacionamento adiante, esperava apenas que a garota terminasse o ensino médio para poder levar o relacionamento a público. O que não esperava porem era que Sybil aparecesse repentinamente e a convidasse a sua casa.

Sybil era a ex de Madison, mas nunca deixara de ser sua maior paixão, uma paixão um tanto que fazia mais mal do que bem. Era uma mulher de personalidade forte e envolvente. Tinha longos e lisos cabelos negros e olhos da mesma cor. Sybil era uma mulher de postura imponente que nunca deixava de marcar presença onde quer que estivesse. Madison sempre se sentira intimidada por ela, na época em que namoravam e agora. Mesmo depois de tanto tempo ainda se sentia intimidada e atraída por ela, e o pior é que Sybil sabia perfeitamente do poder que exercia na ex, e gostava disso.

Quanto a Madison era uma bela professora de vinte e sete anos. Os cabelos eram de um castanho brilhoso e os olhos negros sempre vivos e inteligentes. Sybil não era sua ultima ex, havia tido uma namorada depois dela, mas o namoro terminara porque a moça queria um filho e Madison sabia não estar preparada para aquilo. Namorara Sybil dos vinte e três aos vinte seis anos. Depois dela veio o lindo porem não douradoro namoro de um ano já citado e atualmente a professora se relacionava as escondias com Sophia.

A casa de Sybil era modesta, não combinava com sua dona, mas se tanto ela quanto a casa fossem imponentes uma acabaria ofuscando a luz da outra e a morena preferia não ter uma concorrente. Era um apartamento pequeno de dois quartos tendo dentro de si apenas o necessário, sem luxos, afinal Sybil passava mais tempo fora por causa do trabalho estando no apartamento apenas no começo da manha e no final da noite, quando voltava exausta do trabalho.

Como eram intimas a anfitriã pulou a etiqueta que por sinal nunca foi seu forte. Convidara a ex para o seu quarto, ligara o som em uma melodia agradável e se apresentara apenas de calcinha e babydoll negros expondo propositalmente suas belas curvas. Sentara-se de pernas cruzadas em sua poltrona, na mão esquerda segurava um cigarro que tragava de vez em quando, entre um comentário sarcástico e outro.  Sybil era sempre sarcástica principalmente com as pessoas próprias.

Cabia a Madison porem fazer o papel da boa moça, estava vestida comportavelmente, blusa branca abotoada ate o ultimo botão, saia preta ate os joelhos e os saltos marrons que tirara e deixara perto da cama aonde estava sentada. O fato de estar tão arrumada tinha um motivo, havia acabado de dar aula, e, quando recebera a ligação de Sybil chamando-a para sua casa correu até lá da mesma forma que um cachorro corre para os braços do dono.

Toda essa dependência era humilhante, mas é como se diz não se pode mudar o coração e o de Madison pertencia a Sybil a muito tempo. A morena fazia o que queria com ele, as vezes o esquecia em uma gaveta qualquer por semanas para depois pegá-lo novamente, quase por acaso, e confirmar com orgulho que ele continuava batendo forte por ela.

- Então Madison, como é a sua nova namorada? Tem uma foto dela ai? – perguntou com seu ar superior tragando mais uma vez seu cigarro e soprando a fumaça com descaso, como quem não se importa se as outras pessoas iriam se incomodar com toda aquela fumaça em seus pulmões não fumantes. Era uma atitude arrogante, típica de Sybil, mas no fundo Madison achava também algo muito sensual.

Ela procurou em seu celular por alguns instantes ate achar uma foto de Sophia. Deu o celular para Sybil que examinou a imagem erguendo uma sobrancelha.

- Como ela é pálida e frágil... – disse com desprezo. Madison ficou decepcionada ao ver que Sybil não demonstrara nem sequer uma gota de ciúmes.

- Ela é delicada Sybil... – disse timidamente pegando o celular de volta – é uma boa garota.

Sybil riu com desdém o que fez Madison se sentir tão pequena e humilhada quanto uma mosca na frente de um leão. Era sempre assim que Sybil a tratava, como se ela fosse inferior e dependesse sempre dela, o patético é que era verdade. Madison sempre vinha rastejando a um simples estalar de dedos de Sybil.

Constrangida Madison baixou o olhar fitando as próprias mãos. Ergueu a cabeça timidamente para fitar a outra. A seus olhos Sybil parecia uma rainha de gelo sentada em seu trono. Bela, impenetrável, imponente, as vezes Sybol nem parecia real e era por isso talvez que Madison se sentisse tão atraída. Havia uma aura de poder nela, um perfume envolvente. Sybil era uma viúva negra que envolvia as pessoas ao seu redor em suas teias tão sutilmente que quando a vitima se dava conta já era tarde demais para se libertar.

Sim, havia algo de perigoso em Sybil e Madison notara isso depois de alguns messes de namoro. Não era apenas a postura fria e autoritária, ou a arrogância que ela expressava tão bem ao dar suas ordens como se os amigos fossem na verdade seus súditos, ou melhor, seus peões. Existia algo de realmente muito perigoso nela, embora Madison não soubesse com certeza dizer o que era.

Sybil não era uma psicopata como aqueles que aparecessem nos filmes, o que não quer dizer que ela não daria uma ótima psicopata se seguisse o caminho. Tinha todas as características para isso, era fria, calculista, manipuladora e encantadoramente envolvente.

O perigo que ela podia causar não era no corpo, mas no coração e na mente. Uma vez, enquanto ainda namorava Sybil, Madison falou com sua psicóloga sobre suas suspeitas, como resposta ela lhe dissera para se afastar daquele relacionamento. Era um conselho sensato de uma profissional sensata, mas demorou muito para que Madison seguisse o conselho, pois embora também fosse uma mulher sensata estava presa na teia de Sybil e isso inibia toda e qualquer sensatez.

- Sinto saudades de nós duas... – disse Madison timidamente sentindo vergonha de sua fraqueza – podemos voltar vai ser do seu jeito Sybil, prometo! Eu sei que se tentarmos nos entender...

A sua voz assumia um tom de suplica e ela se sentia tão patética por agir assim que tinha vergonha de si mesma por manchar o nome das mulheres. Mas a atração por Sybil era mais forte, como era mais forte! Os lábios de Sybil se moveram em um sorriso maquiavélico e Madison teve certeza de que ela a chamara ali sabendo que as coisas chegariam naquele ponto.

- Não terminei com você por nenhum motivo em especial – respondeu friamente sem se levantar de seu trono – eu já estava me cansando de nosso namorinho e me cansando de você também – ela olhou para a outra com superioridade empinando o nariz – não tente me prender a você, nunca me prenderei a ninguém.

Ouvir aquilo lhe feriu no fundo do peito. Não havia sido um namorinho, as duas dividiram a mesma cada por três anos. Madison fazia o jantar para ambas todas as noites. Elas tinham ate mesmo uma conta conjunta no banco. Poderiam não estar casadas no papel, mas tinham uma vida em conjunto como qualquer casal.

            - Hoje porem estou nostálgica Madison – disse dando mais uma tragada em seu cigarro – posso brincar com você, sei que você adora isso.

            Madison se arrepiou toda ao se lembrar de como eram suas transas com Sybil. Se a mulher era autoritária e controladora em público o era muito mais entre quatro paredes. Na cama Sybil não era romântica nem carinhosa. Era firme e rígida. Gostava de estar sempre por cima, era inflexível em seus desejos e fetiches. Sybil não abria mão de nada, nem no menor dos detalhes. Na cama sua parceira deveria agir do seu jeito caso contrario a porta da rua estava aberta.

            - Tire suas roupas – disse Sybil, não era um pedido era uma ordem.

            Madison obedeceu, levantou-se e começou a despisse. Durante todo o processo Sybil a olhava impassível, as vezes acariciava seus longos cabelos ou então levava o cigarro novamente a boca, mas tirando esses gestos continuava completamente imóvel. Seus olhos eram de uma frieza glacial. Quando Madison se livrou de sua calcinha branca, sua ultima peça de roupa, ficou em pé encarando Sybil. Esperava que ela disse-se algo, desse outra de suas ordens, mas ela permanecia imóvel apenas observando-a.

            Não era a nudez, mas sim aquele olhar que mais constrangia Madison. Ela não sabia o que Sybil tanto olhava, já estava nua e ela não demonstrava desejo nem nada, mesmo assim a olhava e olhava. Madison desviou o olhar incomodada, mas isso se provou um erro.

            - Olhe para mim, só desvie o olhar quando e se eu mandar – disse mecanicamente, apenas sua boca se movera, toda ela parecia uma estatua de gelo.

Madison obedeceu contrariada, já estava cansada de ficar tanto tempo em pé. Demorou um bom tempo ate Sybil finalmente se levantar e caminhar ate ela. Ficou de frente para ela deslizando o dedo indicador pelo seu ombro direito, sentindo a textura de sua pele. Madison sentiu o arranhar sutil da unha de Sybil. O dedo subiu ate o rosto acariciando a bochecha de Madison e depois deslizou por uma mecha de cabelo.

- Você ainda usa aquele perfume que te dei – embora não houvesse romantismo em sua voz Madison achou extremamente romântico quando ela cheirou o seu pescoço passando sua língua lentamente pela sua pele.

- Ah... – deixou escapar um gemido de prazer.

Sybil a beijou nos lábios rapidamente colando os corpos das duas, mas logo afastando-a com um movimento rápido. Aquele foi o primeiro e ultimo beijo das duas durante todo o encontro.

Repentinamente ela empurrou Madison jogando-a na cama e se sentando sobre a cintura da moça. Ela sorriu com superioridade levando as mãos aos seios de Madison e apertando-os com força.

Madison fez uma careta de dor, mas não gritou, Sybil continuou a apertar seus seios com firmeza, relaxando o aperto apenas por alguns instantes para voltar a aperta-los com ainda mais força logo em seguida. Aquilo estava incomodando de verdade Madison, mas ela deixou que a outra prosseguisse sem reclamar.

Se alguém sentia prazer ali era Sybil, ela gostava de ser quem dava as cartas e embora seu rosto estivesse impassível o tempo todo a moça sentia um profundo prazer em dominar a outra, causar a dor era o que mais lhe excitava.Ela sabia que estava machucando Madison de verdade, mas não pararia com aquilo ate que Madison pedisse, isso se ela parasse.

Continuou apertando os seios de Madison com tanta força que o rosto dela ficou vermelho. Madison fechou os olhos com força, seus seios estavam sendo amassados, e as unhas de Sybil pressionavam sua pele como garras.

- Chega! – disse quase que gritando. Sybil parou soltando os seios da companheira que estavam com marcas vermelhas. Passado alguns segundos a pele voltou a sua cor natural e as marcas sumiram.

- Estava doendo? – perguntou sinicamente com um fingido olhar ingênuo. Ela não era ingênua, mas ate que sabia interpretar bem.

Madison concordou com um aceno, apesar da dor havia gostado daquilo, embora não desejasse que Sybil repetisse o ato. Um pouco sem jeito levou as mãos a barriga de Sybil acariciando-a com tanta delicadeza que era o extremo oposto ao jeito abusivo de Sybil.

Madison deslizou as mãos pela barriga e costelas de Sybil hesitante, como ela percebeu que a ex parecia gostar avançou nas caricias, apalpando as costelas e os seios de Sybil por cima do babydoll. Quando tentou retirar a peça de roupa Sybil afastou suas mãos demonstrando recusa e Madison se conformou e não voltou mais a toca-la.

- Não esta fazendo amor com aquela sua namorada Madison – disse Sybil em seu tom frio voltando a apertar os seios de Madison. Além de aperta-los ela os massageava em movimentos circulares – comigo as coisas são diferentes.

E ela não tinha ideia de como estava certa. Quando Madison fazia amor com Sophia era com toda a delicadeza e a paciência do mundo, tocando-a com gentilmente. Com Sybil era tudo diferente, não havia amor, mas havia tensão sexual fervente e havia dor também, pois prazer e dor são irmãs que andam de mãos dadas.

Depois de se cansar de brincar com os seios de Madison Sybil retirou sua calcinha ficando apenas com seu babydoll negro exibindo seu sexo levemente úmido. Madison caiu de boca nele, lambendo-o lentamente apoiada com os joelhos na cama, Sybil tinha umas das mãos na nuca da ex e a empurrava com força esfregando o rosto contra sua vagina.

- Mais rápido – dizia com sua voz firme, mas também apressada. Com a outra mão acariciava a bunda de Madison, deu um tapa nela e começou a penetra-la com dois dedos.

Madison ficava praticamente sufocada, lambia e dava chupões na vagina enquanto se remexia com a penetração que a incomodava e a instigava ao mesmo tempo.

Orgulhosa como era Sybil não gostava de admitir de forma alguma que outra mulher, ou qualquer pessoa, podia lhe fazer sentir prazer. Ela sabia mais do que ninguém que o prazer era uma, talvez a maior, forma de dominação que uma pessoa podia ter sobre outra. Por isso ela não gemeu por mais que Madison a estimulasse com os movimentos voluptuosos de sua língua.

Sua respiração acelerava e ela suspirava com a boca entreaberta. Em um momento quase gemeu, mas mordeu o lábio inferior com força e assim o manteve. Como por castigo, pagando prazer com dor, ela penetrava mais e mais forte os dedos dentro de Madison, inseriu um terceiro aumentando ainda mais o ritmo, penetrando-a com violência.

Quando seu prazer finalmente alcançou o ápice teve um orgasmo, não exatamente um na verdade, seu sêmen saiu em jatos seguidos cada um mais fraco que o anterior, melando o rosto de Madison. Irritada por ter chegado ao orgasmo primeiro, o que para ela era um sinal de fraqueza, Sybil afastou Madison com um empurrão um tanto rude. Madison rolou na cama exausta e suada, ficando deitada com a barriga para o ar, ofegante.

Madison não estava apenas cansada, mas seu corpo também estava bastante dolorido graças as caricias nada carinhosas de Sybil, que a tocava, apalpava, e ate estapeava a seu bel prazer. Sybil por sinal se mantinha sentada na cama, a respiração ofegante olhando para Madison com seu olhar gélido misturado com um fogo de excitação que começara a se apagar após o orgasmo ate que restou apenas o gelo em seu olhar.

Mas para ela a frieza era tudo que ela necessitava durante o sexo. Sybil retirou o babydoll jogando-o em um canto qualquer da sala. Podia ser surpreendente, mas Sybil tinha seios bastante pequenos, apenas leves protuberâncias que passavam desapercebidas a primeira vista. Seus seios eram tão grandes quanto os de uma garota no inicio da puberdade. Esse defeito, como assim ela via,a irritava mais que qualquer coisa e talvez fosse uma das coisas que contribuíssem para ela ser tão severa e áspera com todos.

Madison era professora, mas também uma boa aluna e sabia muito bem para não falar dos seios de Sybil com ela, se o fizesse ela com certeza apertaria os seios de Madison com ainda mais força do que antes.

Sybil acariciou seus pequenos seios, mas logo se cansou disso. Ela se levantou da cama sem dizer palavra alguma. Madison apenas a acompanhou com o olhar enquanto ela ia ao guarda-roupa e pegava em uma gaveta o que Madison logo reconheceu como um membro de borracha, ou pelo menos ela achava que era borracha. Era na verdade uma cinta com o penis acoplado. Sybil vestiu-o e se virou para Madison com seu novo membro apontado para ela de forma intimidadora.

Madison mordeu o lábio sabendo o que viria a seguir, era claro que aquele membro grande e grosso poderia lhe satisfazer muito bem. O problema é que Sybil raramente quer satisfazer alguém que não seja ela mesma.

            Ela se aproximou desfilando como uma rainha exibindo seu penis como se fosse um troféu. Parou na frente de Madison com o penis de borracha quase na sua cara. Um pouco temerosa a professora tocou no membro delicadamente.

            - Chupe – Sybil foi ríspida, seca e direta.

            Madison aproximou a boca e chupou. O gosto era ruim e não havia nele o calor humano, apenas o frio que combinava tão bem com Sybil. Madison nunca havia tocado em um penis de verdade, mas mesmo sendo falso o que Sybil lhe oferecia era bem estimulante, tanto que ela ate esquecia do gosto de borracha em sua boca. Ela chupou lentamente, molhando-o bem com sua saliva. Quando levantou o olhar, sem parar de trabalhar no penis, viu o olhar arrogante Sybil fita-la de cima, como uma deusa olhando para formigas. Ela a olhava com superioridade, seu prazer vinha do fato de ter uma mulher a seus pés, chupando-a da mesma forma que um servo deve lamber as botas de seu mestre. Por um momento só isso bastou para agradar Sybil, mas só por um momento.

            - Mais rápido – disse agarrando os cabelos de Madison e empurrando e afastando a cabeça dela, acelerando o ritmo. Ela ergueu o olhar para cima soltando um suspiro e afastando uma mecha de cabelo do rosto com um gesto, depois voltou a olhar sua parceira que a chupava obedientemente.

            Madison estava praticamente se engasgando com o penis. Ele a invadia e se afastava dela e depois voltava a invadi-la de novo. Sentia como se ele rasgasse sua garanta, sabia que não podia ser verdade, mas a sensação era exatamente essa. Ela fez uma careta e tentou pedir para que Sybil parasse.Elaprecisava parar e respirar, estava ficando cada vez mais difícil com aquele vai e vem constante em sua boca.

            Madison colocou as mãos na cintura de Sybil tentando empurra-la, mas ela era mais forte e sua mão segurava com firmeza a nuca de Madison, apertando seus cabelos. Madison tossiu, estava sufocando. Isso só fez com que Sybil fosse mais ríspida com ela, não que ela precisasse de um motivo para agir assim.

            - Calada – disse secamente, com uma ponta de irritação na voz dando um tapa um pouco forte na bochecha de Madison. Ela não precisava, mas fez questão de acrescentar com mais arrogância do que lhe era habitual – vadia.

            Cansada daquelas preliminares Sybil empurrou Madison que caiu deitada na cama mais uma vez, tossindo e ainda muito ofegante. Aquela visão havia sido um brinde para seus olhos que brilharam com perversidade, mas logo voltaram ao vazio frio e opaco de sempre.

            Madison ainda estava meio desorientada quando sentiu suas pernas sendo seguradas pelos tornozelos e ficando bem abertas e levantadas. Sybil estava colada nela, sentada na cama com seu membro de borracha roçando a vagina de Madison que a olhou com suplica.

            - Devagar Syb, por favor... – implorou com uma voz fraca e rouca.

            Chama-la pelo apelido carinhoso não ajudou muito a derreter o coração de gelo de Sybil. Ela ate que hesitou por um instante, afrouxando os dedos ao redor dos tornozelos de Madison, mas só por um instante. Irritada por ter demonstrado alguma compaixão voltou a apertar com firmeza e entrou em Madison com tudo.

            A dor foi indescritível, Madison sentiu seu interior ser rasgado e gritou com força, mas Sybil não parou por ai, manteve a penetração em um ritmo firme e constante, com tanta sincronia entre uma estocada e outra como se fosse uma maquina.

            Madison se contorcia e remexia-se, gemendo, seus olhos se fechavam com força e ela tentava esquecer que estava ali e esquecer aquela dor. Mas então eles se abriam de uma vez arregalados e ela olhava para sua cintura só para constar que aquilo era real e ainda estava longe de acabar.

            Mas não era apenas dor o que ela sentia, se fosse como Madison poderia ter mantido uma relação com uma pessoa sádica como Sybil por tanto tempo e ainda estar atraída por ela? No fundo ela gostava disso, por mais que disse-se para si mesma e para suas parceiras que preferia fazer amor delicadamente isso não era inteiramente verdade.

            Excitava-lhe aquela situação submissa. A dor era como uma corrente que a prendia a Sybil e não a fazia conseguir esquecê-la. Madison já havia mentalizado varias vezes, enquanto tocava suas partes intimas estimulando-as, situações do tipo, e ela sempre gostava. Com Sybil porem era diferente, não era apenas uma brincadeira, um jogo, era real. Sybil era uma mulher envolvente, cruel sim, mas talvez fria e egoísta fossem formas mais justas de classifica-la, pois não usava e abusava de Madison por maldade, mas sim porque aquilo lhe dava um prazer momentâneo e forte, era claro que ao mesmo tempo era também cruel, mas isso era apenas uma consequência.

            E Sybil era fria, ah como era! Seu corpo se movia freneticamente impulsionando a penetração, mas ate o prazer que sentia parecia vazio, pois seu prazer se ascendia como uma chama poderosa para se desfazer em segundos, apagando-se completamente. Sybil era manipuladora, dominara primeiro suas emoções, trancando-as em um baú velho e jogando a chave fora. Seu coração era uma caixa de Pandora.

Só depois de ter se livrado de seus sentimentos foi que ela conseguira dominar os outros com tanta facilidade, pois Madison não era a primeira, e,com certeza, não seria a ultima.

Quando Madison chegou ao orgasmo Sybil soltou-a e se afastou dela como um trabalhador após terminar um serviço. Foi isso, simplesmente saiu deixando a outra ofegante na cama, desfalecida e quase sem forças sequer para se levantar. Sybil se dirigiu ao guarda-roupa, retirou a cinta com o penis e guardou-o. Demonstrara mais respeito com o penis de borracha do que com a mulher de carne e osso.

- Se quiser tomar banho pode usar o banheiro do corredor, imagino que ainda saiba o caminho – disse friamente, estava em pé de costas para Madison e a olhava por cima do ombro.

Madison não respondeu, estava exausta. A cama era tão fofa e aconchegante que tudo que ela queria era permanecer ali deitada e dormir ate o dia seguinte.

- Vou precisar sair daqui a uma hora, não pode ficar sozinha aqui Tome um banho, vista-se, se eu sentir vontade ligo para você novamente.

Madison ergueu-se com dificuldade ficando sentada na cama. Se virou na direção de Sybil, mas ela não prestava mais atenção nela, estava de costas e ajeitava seu cabelo fitando-se em um espelho pequeno que retira-ra do guarda-roupa.

- Não é só sexo... – disse fracamente, se sentia horrível por ter se rebaixado tanto, mas sentia-se pior ainda por ter gostado de fazê-lo – eu quero compreensão, amor... preciso dessas coisas!

Em algum lugar do seu baú Sybil retirou o senso de humor, o negro para ser mais exato e deu a Madison uma resposta curta e seca.

- Se quer compreensão vá a um psicólogo e, se quer amor... – ela virou o rosto fazendo questão de olhar Madison nos olhos para responder – vá a igreja.

            Madison se calou baixando a cabeça conformada e timidamente recolheu suas roupas do chão indo ate o banheiro como lhe fora indicado, ou eu deveria dizer ordenado?

            Após ela sair Sybil pegou seu celular e fez uma ligação para um colega de trabalho para resolver alguns assuntos profissionais. Se esquecera ou simplesmente não se importara mais com Madison, afinal, havia chamado-a apenas para se divertir, para que ela satisfizesse suas necessidades.

Agora ela tinha outros assuntos e outras prioridades. Madison era passado e se ela a quisesse sabia seu numero e sabia também que ela viria ate ela. Ela sempre vinha.


Notas Finais


Tenho que admitir que apesar da Sybil não valer nada eu gosto dela... no sentido de que ela é uma personagem com uma personalidade profunda (claro com a profundidade que eu tenho tempo de desenvolver nesses curtos contos), mas minha favorita ainda é a Messine ^^


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