História Contos eroticos XVII - mãe e filha - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Família, Hentai, Orange
Visualizações 104
Palavras 3.650
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Orange
Avisos: Incesto, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Só pra repetir... preciso muito repetir. Ser forçado a colocar essas sinopses nesses contos me da uma bad u.u

Capítulo 1 - Capitulo unico


Amanda conversava ao telefone deitada em sua cama. Amanda completara dezoito anos no mês passado, tinha estatura mediana, cabelos negros longos e lisos, embora levemente ondulados. Os olhos de um azul       sutil. Na televisão passava um filme ao qual ela já havia perdido o interesse, algo a ver com espionagem e um vírus letal. Sentia-se relaxada e confortável, mas seu conforto durou pouco.

- Amanda. Precisamos conversar.

A voz era calma e educada, Belle era sempre assim. Belle tinha cabelos loiros longos, ondulados, era a madrasta de Amanda e sempre tentava ser boa com a enteada, cozinhava suas comidas favoritas, sempre lhe dava atenção. Amanda entendia a moça, e ate gostava dela, mas Moira nunca seria sua mãe, e ela queria que ela tentasse de parar de agir como se fosse.

- Amanda – repetiu sem deixar a educação de lado. Quanto mais o assunto a tratar era serio mais educada era ela. Por isso Amanda sempre sabia que viria algo ruim pela frente quando a madrasta se dirigia a ela tão gentilmente.

A garota desligou o telefone e colocou a televisão no mudo. Sentou-se na cama com as pernas cruzadas. Ela vestia apenas um pequeno short e uma blusa longa e frouxa. Ficou encarando sua madrasta.

- Diga Belle – suspirou, sabia que por mais educada que fosse aquela conversa não iria gostar nada dela.

Belle sentou-se na cama, havia um papel em suas mãos e Amanda já imaginava o que fosse.

- Recebi a fatura de seu cartão... novecentos dólares só em roupas, eu já lhe disse que eu e seu pai não podemos arcar com tudo isso. Estipulamos sua media em quinhentos.

Amanda fechou a cara. Bom, era verdade que tinha passado “um pouco” da cota prevista, mas também não culpa dela, pelo menos não toda a culpa. Uma coisa que ela nunca entendera era porque seu cartão tinha mil de limite quando o valor estipulado para ela gastar era apenas a metade. Amanda sentia-se tentada como Eva pela serpente. A diferença é que a serpente era seu subconsciente impulsivo e a maçã eram os vestidos, joias, perfumes, maquiagem, e tudo que ela queria tanto comprar.

Já a serpente era própria Belle que lhe dava um maldito cartão com um limite ao qual ela não poderia desfrutar. Isso é que era ser uma serpente sacana.

- Ok Belle... eu me excedi um pouco esse mês...

- Um pouco? – Belle cortou-a, a sua voz ainda era educada, mas se podia ouvir o tom de indignação oculto nela – você gastou quase o dobro do que deveria.

Irritada Amanda levantou-se em um pulo, não tinha a mesma classe da madrasta para discutir polidamente. Para ela uma discussão tinha que ser com gritos, ofensas e todas as extravagâncias possíveis, se não, não era discussão, era frescura ou hipocrisia.

- Então porque a droga do cartão tem mil de limite se só posso usar quinhentos?! Você e meu pai estão de complô para ferrar comigo, ele adora me dar bronca. E você, com esse jeitinho de devota impecável, não é muito diferente dele!

            Belle fez uma expressão confusa, nunca entendia as expressões que a afilhada inventada no calor do momento. Não se achava devota, embora fosse uma mulher religiosa, e quanto a impecável não havia ser humano com essa alcunha. Ela colocou as mãos nos joelhos, inspirando e expirando lentamente, olhou para Amanda e manteve o tom calmo, o que estava ficando cada vez mais difícil.

- Moderação com as palavras mocinha, eu sou sua madrasta.

Amanda bufou de raiva, preferia ser chamada de muitas coisasdo que de mocinha. O termo a fazia parecer uma menina ignorante e inocente que só sabia fazer birra.

- Sim, minha madrasta, não minha mãe – disse rispidamente, sábia que estava sendo dura e cruel, mas não se importou com isso – agora, se já disse o que tinha a dizer saia do meu quarto Belle.

Aquelas palavras haviam machucado mais Belle do que qualquer coisa que a afilhada pudesse ter dito. Arrependeu-se do que tinha dito ao ver a expressão de magoa em seu rosto, mas era tarde demais as palavras não voltavam atrás. Belle desviou o olhar, escondendo uma lagrima que escorreu solitária. Ela limpou-a, soluçou duas vezes e voltou a olhar para a afilhada.

- Certo... você tem razão – disse com uma voz frágil. Ela colocou a fatura do cartão na cama – depois agente conversa sobre seu cartão Amanda. Confira direitinho a fatura para ver se não veio nenhuma compra indevida ok?

Sem esperar resposta ela se levantou tristemente e saiu do quarto, como lhe fora ordenado. Amanda abriu a boca para dizer algo, mas as palavras lhe fugiram. Sem coragem para pedir um pedido de desculpas ela viu Belle sair e fechar a porta atrás de si.

 

Amanda passou o resto do dia péssima. Sentia-se uma a pessoa mais cruel e fria do mundo, e o pior, não tinha vergonha na cara de concertar seu erro. Ficou deitada por horas ouvindo as musicas mais deprimentes e tristes que alguém poderia ouvir.

Ela nem percebeu quando a noite chegou, parecia ter simplesmente piscado os olhos e o céu azul anil se transformara em uma noite cheia de estrelas.

Como nos desenhos animados um anjinho e um demônio pareciam pairar sobre a cabeça de Amanda lhe dizendo o que fazer. Depois de uma torrente irritante de pensamentos conflitantes o anjo levou a melhor e ela decidiu-se concertar o seu erro de uma vez por todas. Não aguentaria mais uma guerra épica entre as forças do bem e do mal na sua cabeça.

Amanda desceu as escadas e foi direto a escadas e foi ate a sala procurar Belle, mas ela não estava ali. Procurou-a na cozinha e na sala, mas nada. Temeu que ela tivesse saído de casa e se afogado em bebida. Belle era controlada, mas quando perdia o controle bebia e se transformava em uma melancólica insuportável. Amanda nunca a havia visto assim, mas conversando com a irmã da madrasta uma vez ela lhe revelara esse lado frágil de Belle.

A ultima esperança era procura-la no quarto. Amanda foi ate ele e o encontrou com a porta fechada. Bateu duas vezes sem obter resposta. Pensou em sair e deixar o assunto para depois, mas o anjinho em sua cabeça insistia para ela deixar de covardia e agir como uma mulher de verdade. Ótimo, como se um anjo soubesse o que é ser mulher. Anjos nem tem sexo!pensou furiosa, ela praticamente via o tal anjinho mesmo sabendo que era só sua consciência atordoando-a.

Ela abriu a porta de uma vez. A boa noticia é que Belle estava lá, sentada na cama com um robe negro e o rosto marcado pelas inúmeras lagrimas que haviam escorrido. A má noticia porem é que havia uma garrafa de whisky em cima do criado mudo. Ela já estava seca ate a metade, ou, para os otimistas, cheia ate a metade.

Belle virou o rosto na direção da afilhada com uma expressão de irritação e desalento que Amanda nunca vira. O robe estava meio aberto oferecendo uma visão nada decente dos seios dela. Não chegava a ser nenhuma visão pornográfica, mas não deixava de ser provocante.

- Ah Amanda, procurando algo aqui? Sua mãe talvez? – ela havia sido grosseira e irônica.

Amanda se aproximou a passos lentos e cautelosos. Sentia-se como Bilbo ao entrar no antro de Samug. Uma palavra dita errada e Belle poderia ter um ataque de raiva. Ela poderia não cuspir fogo como um dragão, mas poderia muito bem arremessar a garrafa de whisky, e isso doeria bastante.

- Eu queria... conversar – disse tímida, sentando-se na cama ao lado da madrasta.

Belle deu um riso e virou a cabeça na direção de Amanda fazendo esvoaçar seus longos cabelos loiros de forma rebelde. Ela estava meio louca, parecia uma prostituta quando um sorriso malicioso surgiu em seus lábios.

- Conversar? Bem, podemos conversar – ela encheu mais um copo de whisky e bebeu tudo em um só gole – por onde começamos por eu ser uma droga de mãe?

- Nesse momento você esta sendo uma droga de pessoa. Não vou conversar com você assim... esta bêbada.

Belle riu mais uma vez. Bateu o copo com tudo no criado mudo.

- Eu não estou bêbada e não venha você me dar lições de moral – ela se levantou e andou ate a outra extremidade do quarto se virando para Amanda com os olhos vermelhos – eu sou muito legal com você Amanda, muito. Acha... acha que eu não sei do que você faz nas suas saídas noturnas? – a pergunta era cheia de acido e Amanda tremeu, paralisando completamente. Belle sorriu satisfeita com o impacto que suas palavras tiveram. Ela elevou a voz, seus lábios tremiam em êxtase – sim Amanda eu sei que você vive se entregando a qualquer garoto... ou garota, em que bate o olho.

- N... não é verdade Belle, você esta bêbada e falando besteir...

- Você é burra demais ao ponto de pagar suas saidinhas nos motéis com seu cartão Amanda!!Pelo céus como você é estupida, e o pior que ainda se acha esperta – ela se aproximou de Amanda com passos firmes apontando o dedo no meio dos peitos da garota – se tivesse checado as faturas dos cartões como eu sempre lhe digo, mocinha, teria percebido isso a muito tempo.

Amanda tremeu, estava apavorada. Belle parecia um demônio. Samug? Ela era muito pior que qualquer dragãozinho de Tolkien. Ela havia encarnado todas as legiões infernais.

Belle suspirou e como num passe de magica se acalmou. Não havia voltado a ser a certinha de sempre, mas também não parecia uma louca. Ela passou a mão na testa limpando algumas gotas de suor. Amanda olhava temerosa para a madrasta. A bebida não a havia tornado sentimental, a deixara completamente instável, como uma bomba relógio.

- No meu tempo fazíamos diferente. E eu nunca era pega – ela se sentou na cama ao lado de Amanda que ainda estava atônita demais para fazer ou dizer qualquer coisa – meu pai morreu achando que eu era uma santa, o que estava longe da verdade.

Amanda achou que não tinha ouvido direito. Então Belle não era uma santa? Ela era boa mesmo em esconder as coisas porque havia enganado direitinho todo mundo. Curiosa e cautelosa ela tentou reiniciar uma conversa.

- Belle você... já fez...?

Belle riu. A explosão de raiva havia feito ela extravasar, mas agora ela parecia normal, embora mais solta e... sincera.

- Fiz com homens, mulheres, homens e mulheres, troca de casais, sexo em grupo... – ela parecia puxar da memoria todas suas aventuras sexuais. Os olhos de Amanda ficavam mais arregalados toda vez que ela acrescentava mais uma a lista – uma vez eu transei com um cara de quarenta e cinco anos... e tinha apenas dezenove!

- Uau... esse seu lado é novidade... – Amanda estava mais calma, pois Belle conversava normalmente e parecia que não teria mais nenhum ataque de raiva.

- Não nasci com trinta e oito Amanda – ela deu um risinho maldoso – e sou mulher antes de ser sua madrasta.

Amanda riu junto, ate que, com aquele lado mais safado da madrasta, ela conseguia se dar muito bem. Começava a perceber que as duas eram mais parecidas do que imaginava.

Mas não foi apenas no interior que Belle mudara aos olhos de Amanda. A garota começava a olhar com mais atenção ao corpo de Belle, o robe semi-aberto com boa parte do seio direito a mostra, as pernas atraentes cruzadas, os lábios sedutores e o olhar indecente. A bebida fazia muitas pessoas mostrarem seus lados ocultos, e Amanda estava gostando bastante daquela Belle, mais dark.

- Como soube que eu ficava com garotas? Na fatura do cartão não diz com quem eu dormi no motel – perguntou subindo o olhar pelas pernas da madrasta, era um lindo par de pernas que infelizmente terminava no tecido do roupão logo quando a visão estava ficando mais quente.

Belle deu um riso gostoso e encheu seu copo novamente. Dessa vez não bebeu o whisky, mas ofereceu a afilhada que olhou hesitante para o copo, mas logo a hesitação se foi e ela provou o gosto. Era bom, muito bom, mas forte também.

- Não, mas diz os brinquedos que você compra nos sex-shop – ela pegou o corpo das mãos da afilhada e deu um demorado gole devolvendo-o a Amanda cheio ate a metade – essas coisas se compra no dinheiro, um aviso para a próxima vez.

Amanda sentia-se uma idiota, só o resto do whisky para ajuda-la a passar a sensação de estupidez. Ela bebeu a bebida em um gole só, o que se provou uma péssima ideia. Sentiu sua cabeça pesada e o quarto girou uma ou duas vezes.

Quando tudo voltou ao normal, ela percebeu que Belle a fitava com um sorriso maldoso e divertido.

- O que foi? Nunca ficou tonta com bebida? – perguntou sarcástica, ainda se recuperando do efeito do whisky.

- Não com tão pouco – Belle piscou, olhando para a afilhada de uma forma ainda mais indecente que das outras vezes. Ela se levantou pegando o corpo vazio das mãos de Amanda, foi ate o criado mudo e encheu-o mais uma vez.

            Belle não voltou a se sentar na cama, ao invés disso ficou em pé, de frente para a garota. Com um sorriso de súcubo ela erguei o copo com o liquido amarelo brilhando. Pelo efeito da bebida, ou talvez pela forma como a luz refletia no copo Amanda pensou que era ouro liquido, pois assim parecia.

            - Mais um copo Amanda? – ela desafiou a afilhada mexendo o copo devagar fazendo o liquido dançar, mas sem derramar uma gotaorriu.

            - Essa eu passo Belle – deu um sorriso fraco levando a mão a testa – minha cabeça esta meio pesada.

            Belle mante seu sorriso sedutor, fitando Amanda demoradamente. A garota pensou que ela iria insistir no pedido, mas ao invés disso aproximou o copo dos lábios. Não bebeu, virou o copo fazendo o liquido derramar-se sobre seus seios lentamente. Foi um gesto demorado e cheio de erotismo, quando terminou Belle repetiu a pergunta, embora o sentido fosse completamente outro.

            - Tem certeza?

            Amanda entendeu o recado, e gostou bastante dele. Se levantou sorrindo maldosa. Deslizou as mãos pelo corpo da madrasta explorando-o com calma. Pode sentir que Belle estava apenas de calcinha por debaixo do robe. Ela é bem gostosa pensou pousando as mãos nos seios da madrasta, eles eram grandes e macios. Apenas o fino tecido do robe separava seus dedos deles. Ela abriu o robe revelando os seios apetitosos, molhados e convidativos. Os mamilos estavam bem duros.

            - Acho que eu vou querer um pouco – acariciou os seios de Belle e lambeu o direito deslizando a língua de forma provocativa pelo mamilo. Belle soltou um gemido baixo de contentamento.

A mistura de seios com o whisky era um afrodisíaco poderoso. Amanda lambeu mais, e acabou se viciando no gosto, quando percebera mamava nos seios da madrasta como uma criança avida por leite. Sua outra mão massageava o outro seios com movimentos circulares.

Transar com a afilhada era um novo tópico na longa lista de aventuras sexuais de Belle. Ela descobrira que era muito melhor, se tivesse pensado na possibilidade antes já teria transado com Amanda a muito tempo. Ela ficou parada, havia momentos que gostava de ser a ativa, mas aquele não era um deles. Deixou que Amanda lambe-se e chupa-se seu seio, as vezes a garota dava uma mordida leve e inofensiva nos mamilos que não causava dor, pelo contrario, incitava o prazer.

Amanda se entregava aquele ato de forma quase involuntária, era como se seu corpo se movesse sozinho, movido pelos seus instintos mais primitivos. Ela deliciou-se com o seio direito da madrasta, e, não satisfeita, passou a fazer o mesmo no esquerdo.

Belle gemeu muitas vezes. Acariciou o corpo da afilhada, era um corpo belo e jovem que em muito a agradava. Havia uma coisa porem que a desagradou, as roupas que o cobriam.

Delicadamente ela afastou Amanda e começou a tirar-lhe as roupas. Deixou a garota apenas com uma lingerie azul anil e demorou-se alguns segundos admirando-a.

- Você não é nada mal – disse começando a tirar a faixa do robe e depois o próprio robe. Ficou apenas com uma calcinha preta. Algumas poucas mechas do seus cabelos loiros contornavam os seios, mas sem em nada esconde-los.

Elas se abraçaram unindo seus lábios em um beijo molhado aonde whisky, saliva, línguas e uma dose intensa de prazer se misturavam em um gosto confuso e delirante.

- Nem você, apesar de já estar quase nos quarenta – Amanda retribuiu a provocação acariciando os seios fartos da madrasta. Adorava aqueles seios grandes e volumosos. Chupou-os mais uma vez, com força, e então beijou Belle novamente.

Trocaram mais alguns beijos e provocações lascivas. Belle beijava e dava chupões estimulantes no pescoço da afilhada, enquanto Amanda acariciava-lhe a bunda. Belle despiu o que restava das roupas de Amanda e analisou-a de cima abaixo. Amanda tinha seios bem redondos com mamilos marrons, a vagina estava úmida. Apesar de não ter muitas curvas e ser um pouco magra não deixava de ser atraente.

- Deite na cama Amanda – Belle acariciou os cabelos da afilhada com ternura, afinal não era apenas o desejo que a movia, gostava mesmo da garota.

Ela obedeceu deitando-se com os seios para cima e as pernas levemente abertas. Inicialmente Belle, apenas de calcinha, sentou-se ao seu lado, estimulando-a com toques experientes nos seios e na vagina. Amanda gemeu longamente, sentia uma onda de prazer sair dos pontos estimulados ate o resto de seu corpo. Era como uma descarga elétrica, mas que causava prazer, e não dor.

- Esta bom? Como prefere? –perguntou em um tom maternal enquanto estimulava a afilhada de várias maneiras diferentes. Abria-lhe a vagina, masturbava-a, penetrava um dedo. Tudo feito com calma e paciência.

- E... esta muito bom... – respondeu a garota contendo-se para gemer o mínimo possível.

Belle penetrou dois dedos de uma vez o que fez Amanda soltar um grito de dor, mas mesmo assim fez um sinal afirmativo com a cabeça, indicando que a madrasta deveria continuar.

Belle iniciou uma masturbação mais intensa, seus dedos iam e vinham em um ritmo acelerado. O corpo de Amanda se debatia a cada penetração. Sentia-se queimando de prazer, mas só aquilo não era o suficiente para satisfaze-la. Ela arfava e seu rosto estava vermelho.

- M-mais rápido... – sua voz sairá fraca e em um tom angustiante de suplica – por favor Belle.

Ela obedeceu aumentando o ritmo e inserindo dois dedos da mão livre na boca de Amanda que lutava para lambe-los. Chupa-los e gemer ao mesmo tempo. Melou-os com sua saliva com lambidas aceleradas e em seguida os chupou avidamente, praticamente se engasgando com eles.

Ela chegou ao orgasmo com um grito. Uma grande quantidade de liquido branco escorrera de sua vagina e melando a cama. Amanda estava exausta, e tinha a impressão que tinha perdido a consciência por uns dez segundos, pois por um momento tudo ficara preto. Belle ainda estava sentada ao seu lado na cama, com apenas sua fina calcinha preta a esconder sua nudez. Ela acariciou a vagina de Amanda,com delicadeza e inclinou seu corpo beijando-a. Amanda soltou um gemido abafado, e mais outros se seguiram quando sua madrasta começou a dar chupões e lambidas provocantes, sorvendo todo o sêmen.

- Esta ótimo... obrigada – disse com uma voz ainda falha enquanto observava Belle passar sua língua em sua intimidade.

Quando terminou de beber todo o liquido ela voltou a posição normal, sentada ereta. Sorriu de forma indecente e retirou a ultima peça de roupa.

- Agora é sua vez de me satisfazer – sentou-se com a bunda sobre o rosto da garota abrindo bem as pernas.

Amanda sentiu-se sufocada, quase esmagada, com aquela situação. Era ate mesmo difícil respirar. Era bastante desconfortável, ela tentou abrir a boca para aplicar lambidas lentas, mas ao faze-lo sentiu-se ainda mais sufocada e tossiu algumas vezes. Vendo a situação da afilhada Belle levantou um pouco a bunda dando espaço para Amanda respirar, precisou de alguns segundos para conseguir ar e se concentrar no que devia fazer.

Primeiramente fechou os olhos e inseriu a língua no orifício entre as nadegas. Lambeu lentamente, podia ouvir os gemidos doces de Belle de contentamento, aumentou o ritmo e começou a beijar toda a bunda dela.

- Hmm... – Belle levou as mãos aos próprios seios estimulando-os com toques firmes. Começou a rebolar devagar. Seu quadril se movia no mesmo ritmo manhoso e gostoso de seus gemidos.

Não satisfeita apenas com aquilo a loira levou as mãos as nadegas, afastando-as e assim deixando bem exposta e aberta seu orifício. Amanda penetrou o dedo indicador, arrancando alguns gemidos baixos da madrasta, em seguida penetrou dois dedos ao mesmo tempo. Belle gemeu mais forte, fechando os punhos com força em um movimento involuntário apertando os próprios seios.

- Então você gosta por trás hein? – Amanda provocou aumentando o ritmo. Havia sido a passiva quase o tempo todo e agora que estava “por cima”, embora literalmente estivesse por baixo, iria aproveitar.

Belle gemeu mais alto, um gemido quase selvagem aonde se confundiam dor e prazer. Para os ouvidos de Amanda aquilo soou como a mais gratificante das melodias. Aumentou o ritmo da penetração, seus dedos se moviam rápido, sabia que estava levando Belle a loucura, e, quando inseriu um terceiro dedo, arrancou-lhe um gemido gutural. Não foram precisos mais que alguns segundos de penetração constante depois disso para levar a madrasta ao orgasmo.

Belle caiu sobre ela na cama. As duas deitadas lado a lado e esgotadas. Não disseram nada, estavam cansadas demais para falar qualquer coisa, mas seus olhos diziam muito bem que estavam satisfeitas.

Acabaram dormindo ali mesmo, nuas, e abraçadas de lado. No dia seguinte se falaram normalmente, embora a relação das duas tenha se tornado mais... interessante. Aquela foi a primeira vez que dormiram juntas, mas, com certeza, não seria a ultima.



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