História Contos eroticos XVIII - gemeas - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Família, Hentai, Orange
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Palavras 3.623
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Orange
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Outras personagens que adoro irão aparecer aqui, as gemeas Amy e Sussan. Além do mais teremos a participação de outra personagem que já apareceu e mais uma que faz uma brevissima pontinha. Espero que gostem.

Capítulo 1 - Capitulo unico


Sussan saíra do banheiro do motel completamente nua, enxugando os cabelos ainda úmidos com uma toalha de rosto brancos. Seus cabelos ondulados ficavam quase lisos quando molhados, mas voltavam ao normal quando secavam. Eram negros e desciam ate a altura do umbigo. Ela cheirava a sabonete de rosas e a sexo, havia tentado disfarçar o segundo odor com o primeiro, mas não fora bem sucedida.

Na cama de casal, ainda nua e dormindo profundamente, estava sua ultima cliente. Uma moça entre trinta e quarenta anos, com cabelos cor de mel que desciam ate uns dois centímetros acima dos ombros. Sussan gostara da moça, ao qual comprara um “pacote completo” que incluía um jantar em um bom restaurante, aonde Sussan teve que entretê-la com uma boa conversa e algumas indiretas sutis, o que ajudava a preparar o clima para o que viria depois. O sexo era apenas a finalidade de tudo, já dizia Froyd, Sussan acreditava que se devia desfrutar do caminho sem pensar apenas no ponto de chegada. Por isso o jantar, a conversa, a roupa a se usar em um encontro, o perfume, dentre tantos outros elementos, eram armas de sedução poderosas e que poderiam tornar uma simples transa em uma noite de amor inesquecível.

O “depois”m que viria após o jantar, incluía uma ida ao motel e duas horas de sexo. Mesmo tendo sido paga Sussan não teria se importado em fazer o serviço de graça. A moça, Emma era seu nome, era uma bibliotecária bem atraente e ate que não era má de cama. Mesmo assim Sussan poderia lhe ensinar uma dúzia de truques interessantes, mas fora paga para proporcionar prazer, não para ensinar como proporciona-lo aos outros.

Emma dormia deitada de lado na cama. De onde estava Sussan tinha uma bela visão da bunda de sua cliente. Havia sido um trabalho bem feito e tudo que Sussan queria era voltar para casa e dormir um pouco. Ela ainda procurava sua calcinha quando seu celular tocou.

Enquanto seguia o som do aparelho, que tocava uma de suas musicas favoritas, acabou encontrando sua calcinha azul escura, vestiu-a de forma atrapalhada com uma mão, enquanto que com a outra lutava para atender ao telefone.

- Oi Suzzy acabou o serviço? Eu estou te ligando a vinte minutos – era a voz de sua irmã no telefone. Parecia levemente irritada embora tentasse esconder.

- Sim, terminei já faz um tempo. Estava no banho – agora ela lutava para colocar o sutiã. Apoiou o celular no ombro enquanto inclinava sua cabeça para o lado. Com as mãos livres lutava para fechar a alça do sutiã.

- Que bom, pois temos outro serviço – a voz saíra como uma ordem e Sussan não gostou nada disso.

- O que?! – Sussan teve que se conter para não gritar, afinal Emma ainda dormia – nem morta Amy! Eu já dormi com dois caras antes dessa moça! Não sou uma personagem de filme pornô que só sabe transar o dia inteiro!

Sussan ouviu um tsc, tsc, tsc, do outro lado da linha, odiava quando sua irmã fazia aquilo.

- Suzzy, Suzzy, por acaso depois de todos esses anos ainda acha que a vida de garota de programa é fácil? – elas eram irmãs gêmeas, mas Amy adorava fazer o papel da mais velha – deixe de frescura e venha me encontrar logo. Marquei com nossa cliente daqui a uma hora no hotel Laurence.

Sussan não se considerava fresca, como poderia em seu ramo de trabalho? Ela revirou os olhos, suspirou, e só então respondeu.

- Sabe que eu não gosto desse termo, prefiro considerar-me uma cortesã. É muito mais nobre que “garota de programa”.

Sussan ouviu um risinho do outro lado da linha.

- Claro Suzzy, muito nobre de nossa parte abrirmos as pernas para quem nos pagar melhor. Somos mercenárias do sexo, garota de programa ou – sua voz tornou-se irônica e divertida – cortesãs, como você prefere.

Na cama Emma rolou para o lado, dormia tão tranquilamente quanto uma criança. Sussan demorou-se alguns segundos admirando a beleza da moça, ela lhe oferecia uma visão privilegiada de sua vagina.

- Não se esqueça. Daqui a uma hora no Laurence, eu já confirmei a presença de nós duas então não se atrase. Au revoir soeur!

E com essas palavras em um francês enfeitado Amy se despediu. Ela não falava francês, mas aprendera algumas expressões e a imitar o sotaque. Seu charme a francesa era um adicional para agradar os clientes.

Desconsolada e conformada Sussan desligou. Vestiu seu vestido amarelo, fez mágica para se maquiar em dez minutos e saiu as pressas em direção ao hotel Laurence. Conhecia o lugar, todos os ricaços de fora se hospedavam ali.

Encontrara Amy logo na recepção sentada em um sofá com as pernas cruzadas. Ela estava concentrada em um pequeno livro de bolso, vestia um vestido azul anilque deixava metade de suas coxas a mostra.Nos pés um belo par de saltos pretos.

Ao se aproximar Sussan reconheceu o livro como o dicionário de inglês-francês que a irmã vivia sempre agarrada. Estava tão concentrada lendo que nem percebera a chegada da irmã.

- Você precisa parar de confirmar a minha presença sem a minha autorização – disse de cara fechada cruzando os braços.

Amy se levantou animada fechando o dicionário e guardando-o em sua bolsa. Sorriu para a irmã com entusiasmo.

- Eu sei Suzzy, mas se você soubesse quanto elas nos pagou teria aceitado na hora.

Para provar isso Amy retirou um cheque da bolsa e deu a Sussan. Ela olhou para o papel e não acreditou na quantia que havia visto. Era claro que nem todo aqueledinheiro ficaria com elas, apenas um terço, pois o restante era embolsado para a empresa da qual elas faziam parte. Afinal eram prostitutas de luxo e trabalhavam em uma empresa especializada no ramo.

O valor de um terço ainda precisaria ser dividido por dois, já que o preço era pelas duas juntas. Mesmo assim, com apenas um sexto da quantia daquele cheque, Sussan estaria muito bem paga.

- Nossa! Finalmente vou poder comprar aquele celular novo! – exclamou com o mesmo entusiasmo da irmã. Havia esquecido completamente da irritação de instantes atrás.

- Lindo não é? Sorte nossa as pessoas terem fetiche em transar com gêmeas. Não tem muitas nesse meio.

Sussan olhou no celular, era quase a hora marcada. Perguntou a Amy em qual quarto a cliente estava e então elas pegaram o elevador. Enquanto ele subia ate o décimo segundo andar Sussan aproveitou o silencio, tão comum nos elevadores, e perguntou.

- Qual é o nome da nossa cliente?

- Sybil Vane Carter – disse em um tom enfático – legal não é? Parece nome de artista.

- Hmm... espero que seja bonita – respondeu Sussan esperançosa. A beleza de seus clientes era algo aleatório, como uma roleta russa.

- Esse é um luxo que não podemos esperar no nosso trabalho, afinal são eles que pagam e não o contrario – respondeu dando de ombros e depois virou o rosto com preocupação no olhar e acrescentou – mas, pelos deuses... espero que seja uma moça bonita.

O elevador parou e elas desceram. Procuraram o quarto 1207 e após alguns minutos o encontraram. Ficaram na frente da porta por alguns segundos, trocaram um rápido olhar e então Amy tocou a campainha.

Uma moça de longos e lisos cabelos negros atendeu. Vestia uma blusa branca de botões básica e uma saia justa preta. Os lábios eram sérios. Os olhos inexpressivos dela percorreram, de cima abaixo, os corpos das gêmeas.

- Entrem – disse Sybil após sua rápida e gélida recepção.

Desconfortáveis com uma acolhida tão fria elas obedeceram. O quarto do hotel era luxuoso, embora pequeno. Sybil sentou-se eu uma cadeira cruzando as pernas.

- Tirem as roupas – disse secamente, e, quando as duas começaram a se despir ela as interrompeu elevando um pouco o tom de voz de forma rígida – não dessa forma. Uma deve despir a outra. Façam isso devagar de forma que eu possa aproveitar.

Elas, novamente, obedeceram. Amy acariciou o corpo da irmã com toques gentis e começou a despir suas roupas lentamente ate deixa-la apenas com uma lingerie vermelha escura.

Sensualmente ela enlaçou o pescoço de Sussan com as mãos dando-lhe um beijo rápido nos lábios.

- Adoro essa cor – sussurrou para Sussan abraçando-a com carinho, pressionando seus seios contra os dela – é a cor da sensualidade mon amour.

Aquelas palavras em francês sussurradas ao pé do ouvido fizeram o fogo do desejo ascender em Sussan. A qualidade de uma transa se media mais pelos detalhes, toques sutis, frases provocativas, um carinho, um beijo na orelha, palavras ditas em francês. Amy sorriu daquela forma aparentemente ingênua, com uma sombra de sensualidade, mas sem ser vulgar. Um sorriso daqueles era capaz de atiçar os mais indecentes desejos.

Sussan abraçou a irmã com mais força beijando-a com ímpeto, um beijo apaixonado de cinema. Suas línguas estalavam em suas bocas e ela sentia o perfume de pimenta de Sussan estimulando-a, como um afrodisíaco, a cometer o pecado da luxuria.

Terminado o beijo foi a vez de Sussan despir sua irmã, virou-a de costas e abriu o zíper do vestido. Ela olhou para trás mordendo o lábio inferior, olhando para Sussan com aqueles olhos que exalavam desejo.

Sussan puxou o vestido para baixo retirando-o e deixando a irmã apenas com uma lingerie branca tão pequena que mais mostrava que ocultava. Sussan abraçou a irmã por trás repousando suas mãos nos seios macios e convidativos de Amy. Iniciou uma massagem lenta com as mãos,ao mesmo tempo que seus lábios distribuíam beijos no pescoço de Amy que soltava gemidos baixos e ria de uma forma manhosa.

Sybil permanecia sentada em sua cadeira, inexpressiva como uma estatua. Seus olhos porem estavam fixos no pequeno show que as duas cortesãs lhe ofereciam. Ela retirou um cigarro da bolsa e ascendeu-o.

- Ela vai apenas olhar? – perguntou Sussan baixo ao pé do ouvido da irmã, beijando sua orelha logo em seguida. Algo naquela mulher a incomodava.

- Hmm... – gemeu Amy com os olhos semi-abertos. Não tinha olhos para sua cliente, apenas para a irmã que lhe acariciava e beijava – tem gente que tem fetiche com isso... por mim não me importo.

Sussan não gostava da ideia de ser observada o tempo todo, era... constrangedor. Tentou então se focar nos seios e nos lábios de Amy e eles eram tão macios e doces que não demorou muito para acabar esquecendo-se de Sybil completamente.

- Tirem o resto das roupas – disse Sybil retirando o cigarro da boca e assoprando a fumaça de uma forma elegante. A nuvem de fumaça pairou no ar por longos segundos ate se dissipar por completo, deixando, porem, um odor forte no ar.

Elas obedeceram e em menos de um minuto estavam completamente nuas. Eram lindas, e, se tinham personalidades diferentes, apesar de muito semelhantes, o mesmo não se podia dizer de suas aparências. Tinham corpos bonitos e bem formados que não deixavam em nada a desejar. Seios do tamanho ideal com mamilos cor de chocolate, coxas volumosas sem serem exageradas, tudo no ponto certo.

Sybil observou-as por demorados segundos e finalmente levantou-se de sua poltrona, que mais parecia um trono de gelo. Sem dizer palavra alguma começou a despir as próprias roupas. Primeiro desabotoou os botões da camisa revelando um sutiã preto, em seguida retirou os saltos e a saia. Despira a lingerie revelando um corpo magro, esbelto e pálido. Os cabelos negros lisos caiam por cima dos ombros cobrindo os seios, se é que se podia chama-los assim, Sybil praticamente não tinha seios, eram tão pequenos que se precisaria observar com cuidado para perceber o sutil volume deles. Como já dito era magra como uma modelo e seu corpo não tinha muito volume ou curvas. Mesmo assim não deixava de ser bonita a sua maneira.

Ela caminhou ate a direção das gêmeas dando um beijo longo de língua em Sussan, intenso, embora ausente de sentimento. A cortesã, claro, sorriu de forma maliciosa, fingindo um contentamento muito maior do que realmente sentia (coisa que ela fazia com tanta frequência que as vezes quase chegava a enganar a si mesma). Retribuiu ao beijo provocando um estalo sonoro e molhado.

- De joelhos, quero que faça sexo oral em mim – disse tocando no rosto de Sussan e soltando-o logo depois. Não havia dito as palavras de forma indecente, simplesmente dera uma ordem seca e objetiva.

Sybil puxou Amy para mais perto e beijou-a também. Conteve um gemido quando sentiu a língua de Sussan percorrer a sua vagina repetidas vezes, seguida de alguns chupões e beijos. Depois de umidecer o sexo de sua cliente com muita saliva e estimula-lo com beijos, iniciou uma rápida e masturbação.

Sybil soltou um segundo gemido, mais abafado que o primeiro. Beijou Amy novamente, um beijo molhado. Ao terminar o beijo, com o rosto a apenas alguns centímetros do da cortesã, disse-lhe em seu tom serio de sempre, embora sua respiração estivesse acelerada e ela deixasse escapar alguns gemidos baixos devido aos estímulos que Sussan fazia em sua vagina.

- Faça o que foi paga para fazer garota.

Amy achou que a sua cliente tinha o maior ego de superioridade que já vira, e ela já havia conhecido muitas pessoas assim. Homens que se achavam os machos-alfas, ou pareciam ter encarnado a vaidade desenfreada de Narciso. Notou que Sybil queria proximidade e distanciamento ao mesmo tempo, algo aparentemente paradoxal. Sybil desejava intimidade para obter prazer, mas ao mesmo tempo não queria nada mais que isso. Para ela era apenas um serviço que estava pagando e não queria nada mais do que profissionalismo de suas “vendedoras”.

Amy obedeceu. Como a ordem não havia sido especifica iria prosseguir como achasse melhor. Acariciou os pequenos seios de Sybil distribuindo especial atenção aos mamilos. Pressionou-os com os dedos polegares, deu-lhes leves beliscões, e, quando sentiu-os bastante rígidos e sensíveis beijou um deles começando a chupa-lo.

Sybil soltou um gemido rouco. A sensação de alivio era instantânea. Sua vagina já estava bem úmida e Sussan trabalhava nela com empenho. Havia deixado-a bem aberta e pressionava o citroris com a língua. Amy por sua vez começava a massagear o seio esquerdo enquanto chupava, em um ritmo crescente, o mamilo direito.

- Mais rápido... – disse Sybil meio gemendo meio dando uma ordem. As duas obedeceram e ela gemeu mais uma vez, agora com mais força que antes, mordeu o lábio inferior com força, quase fazendo-o sangrar.

- Mais rápido...! – repetiu em um tom mais urgente. Segurou a nuca de cada uma das gêmeas com uma das mãos e as pressionou com força contra o seu corpo. Amy praticamente engoliu o pequeno seio de Sybil enquanto Sussan preencheu sua boca com a vagina da mesma.

Com um grito ela chegou ao orgasmo. Sussan bebeu todo o liquido branco que escorria da intimidade de Sybil, entre chupões e lambidas. Sybil estava ofegante, seu rosto não tinha mais a coloração pálida usual, mas possuía uma tonalidadeavermelhada, seu corpo começava a mostrar algumas gotas de suor. Ela empurrou Amy de forma brusca, empurrando em seguida a cabeça de Sussan como uma deusa que sentia rejeição por qualquer contato com simples mortais.

Sussan olhou para a irmã com uma mistura de medo e confusão perguntando-se se havia feito algo errado. Amy apenas deu de ombros simbolizando que também não entendia a atitude da moça.

- Fiquem de quatro... uma do lado da outra – disse Sybil ainda tentando se recuperar. Estava ofegante e tentara parecer imponente, mas sua voz sairá levemente fraca, entrecortada por respirações aceleradas.

Elas obedeceram, afinal haviam sido pagas para isso. Exibiram para Sybil um belo par de bundas, estavam tão ousadas e sensuais que Sybil se irritou em seu intimo pelas gêmeas serem tão atraentes ao ponto de a deixarem escrava de seus desejos mais íntimos, dependente das duas. Mesmo dominando-as estava também sendo dominada, ate mesmo com mais intensidade do dominava suas clientes. Ela odiava ser dominada, mesmo que essa dominação partisse de uma parte de si mesma, de seus desejos.

Sybil ajoelhou-se e, sem nem se preocupar com preliminares, começou a masturbar as duas cortesãs com firmeza arrancando-lhes gemidos de espanto e prazer. Não era uma masturbação carinhosa, era um ato impulsivo e violento.

As duas sentiam prazer pelo fato de terem suas intimidades estimuladas, mas a situação era mais desagradável do que agradável. Elas gemiam e olhavam uma para a outra com uma expressão de desconforto perguntando-se quando aquilo iria parar. Sybil acelerava mais o ritmo da masturbação e sentia mais prazer do desconforto que causava as duas do que qualquer por qualquer outro motivo.

- relentissez mon dame – pediu amorosamente Amy, em seu francês perfumado de charme, para que sua cliente fosse mais devagar.

Como resposta recebeu um tapa violento na bunda que a fez soltar um grito e se arrepender do que disse.

- Paguei você para transar não para ter aulas de francês – disse friamente retornando a masturbação.

- Nem sempre o glamour de seu francês funciona – Sussan disse em tom baixo dando um risinho e beijando a irmã. Sabia que, apesar de muitas vezes não aparentar, Amy, como qualquer mulher (ou qualquer mulher com exceção de Sybil) desejava também carinho e afeição. Sexo não era apenas algo animal, havia amor envolvido

Da mesma forma abrupta que iniciou a masturbação Sybil a encerrou, sem nem mesmo fazer as duas chegarem ao orgasmo. Pra elas aquilo era uma grosseria. Ela levantou-se indo ate uma gaveta e retirando de lá uma cinta com um pênis. Colocou-o e seu membro artificial e apontou-o para as duas como uma arma carregada.

- Deite-se no chão – disse apontando com o olhar para Amy.

Amy deitou-se. Sybil sentou-se sobre ela abrindo-lhe as pernas e invadindo-a com uma estocada firme que fez Amy soltar um grito de dor e prazer. Mais estocadas se seguiram, cada uma mais forte que a anterior. Amy se contorcia e seus seios balançavam toda vez que era penetrada, Sybil segurou-os com as duas mãos apertando-os com força.

- Gosta disso não é?! – disse elevando o tom de voz, não chegara a gritar, mas sua voz adquirira um tom hostil e sádico. Ela aumentou o ritmo da penetração saboreando cada gemido de Amy que começava a ter sucessivos orgasmos. Ela choramingou baixinho, e isso não era encenação. Dor e prazer se misturavam, mas a sensação de ser usada como um simples instrumento de prazer não lhe era agradável.

Sussan observava a irmã com pena. Sabia que fetiches assim eram comuns e a elas nada restava além de aturar e esperar que acabasse, enquanto fingiam que gostavam. Amy não estava fingindo nada, e isso agradava a Sybil que queria se sentir por cima, em todos os sentidos do termo.

Com violência ela agarrou Sussan pela nuca e puxou-a para si em um beijo violento sem nem sequer reduzir o ritmo das estocadas. Sussan retribuiu ficando sem ar. Tinha um pouco de pena da irmã, mas sabia que aquilo era normal para uma cortesã. Além do mais sabia que Amy já havia experimentando transas muito mais intensas que aquela.

Depois de alguns instantes os gemidos de Amy se tornaram cada vez mais fracos e seu corpo se contorcia cada vez menos. Estava cansada e se rendia, sem forças para resistir, as investidas da outra.

Sybil cansou-se daquilo, largou Amy, saindo de dentro dela de uma vez, colocou sua irmã de quatro no chão e penetrou-a com força. Sussan gritou inúmeras vezes, sentia um misto de dor e prazer. Por sorte o pênis já estava bem úmido do orgasmo de sua irmã e entrava e saia com mais facilidade. Sybil deu um tapa na bunda dela, e, em seguida, um segundo.

- Sua irmã é mais apertada – disse dando outro tapa.

Sussan também chegou ao orgasmo, mas Sybil continuou a penetra-la por algum tempo. Quando cansou largou-a como uma criança que perde o interesse em um brinquedo, pois, para ela, era isso que as duas eram.

Ela livrou-se da cinta com o pênis e deixou-o cair no chão. Estava cansada e se manteve sentada encostada a parede, ofegante. Fechou os olhos soltando um logo suspiro de cansaço. Perdeu-se em pensamentos e então voltou sua atenção para as irmãs, mostrando uma mistura de irritação e surpresa por ainda estarem ali.

- Podem ir embora – virou o rosto para o lado e não mais lhes deu atenção.

As duas irmãs se olharam ainda sem entender direito aquilo tudo. Amy porem deu de ombros e começou a se vestir, a irmã imitou-a. Vestiram-se e saíram do quarto. Quando já estavam no elevador Sussan não aguentou mais aquele silencio sufocante e não se conteve em falar.

- Mulher esquisita... o que você achou dela? Parecia ate irritada por ter que fazer sexo conosco.

Amy tratou tudo de forma profissional. Fizera seu serviço, recebera seu dinheiro, e, no fim, todos estavam felizes. Ela retirou um espelho pequeno da bolsa e admirou-se por alguns segundos enquanto ajeitava uma mecha de cabelo.

- Tem gente que é desgostosa com a vida Suzzy. Aposto que essa Sybil precisa pagar para alguém dormir com ela porque sem esse incentivo ninguém iria atrás dela – sorriu abanando o cheque entre os dedos – não que eu esteja reclamando!

As duas riram juntas exatamente no momento em que a porta do elevador abriu e elas saíram.

- O que acha de uma ida a um restaurante antes de irmos para casa? Aquele de comida mexicana que você adora – sugeriu Sussan, transar tantas vezes seguidas deixava qualquer ser humano morto de fome. As vezes ela se sentia como um atleta em uma maratona.

- Claro, precisamos de umas saídas em família que não envolvam sexo de vez em quando – riu piscando o olho.

Amy fez um sinal para um taxi. As duas entraram no veiculo e informaram ao taxista o endereço do restaurante.



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