História Contos eroticos XXI - a bruxa - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hentai, Orange
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capitulo unico


As pessoas sempre temeram o sobrenatural, e por temerem se distanciam dele. Mas a verdade é que, em tempos de necessidade, elas sempre recorrem aos poderes místicos, Derdiere sabia disso mais do que ninguém. Fora renegada pelos aldeões e camponeses por anos e por isso exilara-se em sua floresta aonde tinha como companhia apenas os animais e as plantas. Mas sempre que precisavam de sua ajuda, de seus poderes, eles iam ate ela, com o rabo entre as pernas.

Por isso a floresta era o melhor lá que Derdiere iria encontrar. Poderia desejar companhia melhor? A terra, mãe generosa, dava-lhe tudo que precisava, desde cogumelos venenosos ate plantas medicinais. Quanto aos animais eles eram mais simples do que os humanos, e ela sabia comunicar-se com eles, transformando-os em sentinelas leais. Seu único problema eram os humanos e deles estava bem longe.

A floresta, antes um exílio, era para Derdiere já a muito tempo um lar. Construirá ali sua morada, seu templo, aonde adorava aos espíritos da natureza e deles recebia seus dons. Era uma bruxa, das mais poderosas, não que isso significasse muito quando era uma das únicas ainda vivas, as demais morreram nas fogueiras ou vitimas de sua ambição pactuando com forças mais poderosas do que elas e encontrando fins trágicos.

Derdiere tinha cabelos negros escuros, longos, enfeitados com uma flor branca próxima a orelha direita. Sua estatura era mediana e a pele morena, vestia um longo manto marrom que cobria quase que totalmente seu corpo. Os olhos eram negros e maduros e as unhas pintadas de um tom verde-musgo lhe davam um ar mais... místico. Na aparência poderia se passar por uma mulher perto dos quarenta anos, muito bela e atraente, mas Derdiere já passara dessa idade a muito tempo. Nem ela própria sabia quantos anos tinha, perdera a conta depois que passara dos trezentos...

O templo aonde vivia era na verdade as ruínas de um antigo castelo. As plantas haviam dominado o local e cobriam como um manto verde toda a extensão de pedra da construção. A bruxa estava sentada no seu trono de pedra quando ouviu o ranger da pesada porta principal, a única entrada e saída para o seu lar. A porta se abriu lentamente e a luz da lua invadiu o interior do templo.Uma moça entrou, com passos inseguros e assustados.

- Senhora Derdiere – a moça se aproximou, vestia uma roupa de camponesa simples bastante velha e suja de terra.

Derdiere olhou bem a garota, de cima abaixo, ela estava ainda nos primeiros anos da adolescia, quando a flor da beleza e da juventude começa a desabrochar. Cabelos castanhos longos, magra, um corpo não tão bem cuidado, sua beleza não tinha nada demais e passou desapercebida para a bruxa.

- Me pergunto porque uma menina veio ate mim... teria achado que se perdeu na floresta e acabou parando aqui por acaso, mas pelo visto estava mesmo me procurando – ela sorriu de uma forma ambígua e misteriosa – para o bem ou para o mal você me encontrou menina. Diga o que quer, embora, se quer meu conselho, devia dar meia volta e voltar para sua aldeia.

A menina estava assustada, mas ouvir ser chamada de criança lhe encheu de raiva, e a raiva lhe deu coragem. A moça avançou alguns passos ficando a apenas alguns metros de distancia da bruxa. Ainda tremia de medo, e ate suava. Mesmo assim teve coragem para falar.

- Não sou criança! Já tenho dezesseis anos! – disse com a voz tremula, em uma tentativa patética de se mostrar ameaçadora.

Derdiere riu com aquilo, o que deixou a garota ainda mais furiosa. As bochechas da menina ficaram rubras e ela se impôs uma segunda vez, avançando mais dois passos.

- Não sou criança – disse com firmeza – meu nome é Ana e vim procura-la para pedir-lhe algo!

- Ana hein? – Derdiere falou em tom de deboche, mas logo endireitou sua postura. Queria saber o que levaria uma menina ate sua morada – bem... Ana certo? Diga o que veio me dizer.

Ana estava bem próxima da bruxa. Ela ainda tremia de medo, mas reuniu a coragem que tinha, que não era muita, e prosseguiu.

- Minha aldeia esta passando fome. As colheitas estão cada vez mais escassas e precisamos de comida. Por isso... eu...quer dizer...minha família – a voz dela falhou e Ana ficou ainda mais assustada, parecia que ia chorar, mas, mais por orgulho do que por qualquer outra coisa engoliu o choro.

Derdiere não precisava ouvir mais nada, já conhecia bem aquela história. Não era a primeira, nem a ultima vez, que os aldeões enviariam a ela uma oferenda em troca de sua ajuda. Mas bem que eles poderiam ter enviado uma oferenda melhor pensou analisando mais uma vez a menina. A garota não era tão bonita e Derdiere não achava que pudesse dar uma boa ajudante para cuidar de suas porções, parecia apenas uma ignorante inculta que passara a vida toda cuidando das cabras e ajudando a família na colheita.

- Não precisa dizer mais nada menina, e nem chorar, não estou aqui para ouvir seu choro – disse com descaso – enviaram você como oferenda para que eu use minhas artes magicas e ajude a sua aldeia certo? Posso fazer isso, mas me pergunto o porque... sem ofensas, mas você me parece bem, como posso dizer de forma delicada? Inútil.

- Eu não sou inútil sei fazer muitas coisas! – Ana explodiu em raiva e as lagrimas escorriam de seus olhos – sei cozinhar e costurar e sou muito boa em canto também! Sei como cuidar de animais e...

- Shhh, cala-se! – Derdiere fez um gesto violento com a mão agitando o ar. A menina estava tirando sua paciência – pouco me importa essas suas habilidades – ela suspirou, procurou achar alguma utilidade em Ana, por menor que fosse. Afinal não seria nem um pouco difícil dar aos aldeões o que pediam, a questão era só encontrar alguma forma de se beneficiar com o negocio – escute menina... é virgem?

Ana ficou muito vermelha com a pergunta, desviou o olhar corada. Ela recuou tremendo, parecia ainda mais assustada do que quando entrara ali. Derdiere pensou que ela fosse sair dali correndo aos prantos, mas Ana mostrou-se firme e respondeu, mesmo vermelha e assustada.

- Sou... – ela baixou a cabeça – por isso meus pais me enviaram, minha irmã não é mais virgem e eles acharam que eu a agradaria mais senhora... eles disseram que eu devia fazer o que você mandasse...

Derdiere tocou no rosto de Ana e passou os dedos pelos seus cabelos analisando a oferenda que lhe fora dada. Ana não gostou nada daquilo, fez uma cara de repulsa, mas deixou-se ser tocada. Derdiere podia quase tocar no medo da menina, pois ele era quase tangível. Ela sorriu, poderia brincar um pouco com ela.

- E seus pais – caminhou lentamente ate ficar atrás de Ana, apoiou uma das mãos no ombro da menina enquanto a outra se ocupava em caricias no rosto – te disseram o que eu faria com você...?

- C-claro que sim! – disse ainda mais apavorada e envergonhada – sou virgem, não idiota! Você... você ira tocar em mim, desfrutar do meu corpo...

Sim aquilo era verdade, mas Derdiere sabia que Ana não tinha uma ideia real do que aquilo significava. Ela acha que esta preparada, mas não esta pensou divertindo-se em imaginar a surpresa da menina ao descobrir o que significaria ser o objeto de outra pessoa, estar sujeita aos desejos e caprichos de uma estranha.

Ana não era tão bonita assim, mas a bruxa decidiu dar uma chance a ela. Levou as mãos as vestes da camponesa e abriu-as exibindo os pequenos seios da garota, que ainda começavam a se desenvolver. Sem fazer cerimônia segurou naqueles seios e massageou-os com firmeza e gosto.

- Você parece uma fruta seca. Não tinha ninguém melhor na sua aldeia para mandarem? – disse provocativa apalpando os seios de Ana que fechava os olhos com força e chorava, sua expressão era de sofrimento e resignação, ela sabia que toda sua aldeia dependia disso e precisava agradar a bruxa, caso contrarioa fome iria continuar a assolar a todos.

- Eu sou virgem senhora, isso deve agrada-la... – ela choramingava, parecendo ainda muito mais imatura do que seu corpo de adolescente transparecia. Ana realmente não tinha ideia do que a esperava e começava a perceber isso muito bem.

- Queria uma moça formosa... se me mandam isso como oferenda – disse apertando com maldade os pequenos seios, deixando uma marca avermelhada neles - deviam se preparar para ter uma retribuição a altura, apenas uma colheita mediana, nada muito farta  – Derdiere apertou nos mamilos de Ana com força fazendo-a soltar um gritinho de dor que fora abafado por suas constantes lagrimas.

Já cansada daquela brincadeira a bruxa largou os seios de Ana. A garota se pós a chorar com mais força cobrindo envergonhada os pequenos seios. Ela se recolheu em um canto escuro do templo e voltou a chorar em silencio. Derdiere não se importou, não seriam lagrimas de uma criança que fariam ela ter um surto de bondade. Ignorou a menina e voltou a seus afazeres.

Derdiere foi a floresta colher algumas ervas para uma porção mágica, uma ação rotineira, quando voltou, quase duas horas depois, encontrou a menina ainda a chorar no mesmo canto. Derdiere perguntou-se se ela havia percebido que havia sido avaliada e dispensada. Não achava que a garota fosse estúpida, ou ingênua, o suficiente para não perceber que não significava nada.

- Para de chorar menina e vá para casa – disse calmamente – diga a seus pais e aos demais aldeões que mandem uma moça qualificada, caso contrario não farei nada por eles e pouco me importa se morrerem de fome.

A menina chorou ainda mais, mas virou o rosto para fitar a bruxa, seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar e ela nem sequer se lembrara de ajeitar suas vestes, elas ainda estavam abertas exibindo os seios da menina.

- Você não entende... vai ser uma vergonha se eu voltar... todos ficarão furiosos comigo...

- Puxa que chato – as palavras da bruxa foram claramente irônicas – todos estão furiosos comigo o tempo todo, embora no meu caso seja por inveja.

Ana chorou ainda mais. Derdiere acabou cedendo e resolvendo dar uma nova chance a menina. Chamou-a e Ana se aproximou, ainda entre lagrimas.

- Tire suas roupas garota, e é bom que me agrade dessa vez se não te expulso daqui. Não preciso dizer que estou falando serio preciso?

Ana engoliu as lagrimas e acenou positivamente com a cabeça. Despiu sua veste que caiu no chão rapidamente. Não usava nada por baixo e assim toda sua nudez revelou-se em menos de um segundo. Ana não era realmente tão bonita, as canelas finas, as coxas sem muitas curvas, a vagina era pequena e, por ser virgem, provavelmente era bem apertada também.  Ana era magra e sem muitos atrativos físicos.

- Bem... – Derdiere não estava muito animada com a visão, mas decidiu provar da menina. A transa não poderia ser tão ruim ao ponto dela se arrepender depois – ouça bem Ana, você devera fazer tudo que eu mandar entendeu? Não quero ouvir recusas, e, se for chorar, faça em silencio.

Ana concordou. Derdiere avançou contra a menina empurrando-a contra a parede e pressionando-a contra a rocha fria recoberta de plantas trepadeiras. Voltou a apalpar os seios da menina e a chupa-los com força, mas eles não agradaram muito a bruxa que, por raiva e frustração sugou-os com mais força a ponto de causar dores bastantes incomodas a menina.

Ana virou o rosto para o lado fechando os olhos com força. Queria esquecer aquilo tudo, apagar a sua mente, desligar-se. Jamais imaginava que era isso que lhe aguardava, embora a mãe tivesse lhe explicado como seria. Uma coisa era ouvir palavras no conforto de sua casa, outra era sentir a bruxa sobre ela, tocando-a com pose, apalpando-a sem pudor, consumindo-a com desejo e sem nem um pingo de sentimento. Ela chorou mais, rezando para todos os deuses que Derdiere se cansa-se dela e a larga-se como fizera da outra vez, mas isso não acontecia. Derdiere continuou a chupar os seios da menina que pareciam murchar e se encolher de tanto que ela os maltratava, tocando-s sem carinho ou cuidado. Derdiere deixou os seios de lado e encarou a menina irritando-se por essa evitar olha-la nos olhos.

- Olhe para mim, é uma ordem – disse autoritária.

Ainda choramingando a garota obedeceu. Receosa abriu os olhos e virou o rosto para encarar a bruxa. Derdiere beijou-a com força e violência, pressionando ainda mais Ana contra a parede. Ana tentou resistir apavorada, debatendo-se,mas seus ombros eram segurados e pressionados com firmeza contra a parede e a boca de Derdiere avançava imperativa contra a dela. Ana mantinha os lábios fechados, evitando o beijo que tanto temia, mas não tinha como resistir por muito tempo e acabou cedendo.

Quando abriu a boca sentiu a língua da outra invadindo-a por dentro como uma serpente sedenta. A bruxa a beijava com fome e violência sem sequer da tempo para que Ana recuperasse o fôlego.

O beijo finalmente terminou. Ana ainda sentia seus lábios doloridos devido a força e indelicadeza do ato. Derdiere sorriu brevemente e ordenou que a garota se vira-se de costas e se apoiasse na parede com a bunda empinada, mesmo sem gosta Ana obedeceu e assim foi feito. A bruxa apreciou a visão, se ajoelhou e começou a lamber a bunda da menina, depositando beijos longos e alguns chupões. Ana se tremia e por isso Derdiere segurou na cintura dela com firmeza e continuou. No começo a garota apenas soluçava e chorava, mas aos poucos foi possível ouvir seus gemidos, inicialmente abafados, mas depois mais fortes.

- Nada mal – disse inserindo um dedo na bunda de Ana que gritou. Derdiere sorriu ainda mais, excitava-lhe mais a inexperiência e o medo da menina do que o corpo dela.

Derdiere manteve a penetração anal, inserindo um segundo dedo algum tempo depois. Ocupou sua boca lambendo a vagina de Ana, era mesmo apertada como imaginava. Derdiere atiçou o desejo da garota pressionando o citroris com a ponta da língua. Ana gemeu mais forte, quase perdendo o fôlego.

- Por favor... pare... esta doendo – ela choramingava mais forte, mas gemia também – pare... por favor...!

Mas Derdiere não parou, nem sequer deu ouvido as suplicas de Ana. Continuou o que estava fazendo, deleitando-se com os gemidos de Ana. Não demorou muito para que a garota chegasse ao orgasmo derramando todo o seu liquido. Tão exausta estava que caiu no chão sem forças para manter-se de pé.

Derdiere deixou Ana descansar, embora não estivesse completamente satisfeita, estava longe disso, mas havia sido um... belo passatempo. Ana estava com o rosto vermelho de tanto esforço que fizera, respirava ofegante, sua vagina estava encharcada de orgasmo e seu corpo encharcado de suor. Sua mente estava caótica e confusa, tentando processar tudo que ocorrera naqueles poucos minutos que pareciam ter durado horas.

Derdiere porem não estava suada, não chegara ao orgasmo e não estava, sequer, despida. Essa vai dar trabalho, mas talvez possa valer a pena pensou fitando a menina que ainda se recuperava do ato sexual, seu primeiro, mas, estava longe de ser o ultimo, e muito menos teria sido o mais intenso. Derdiere começava a fazer planos para a menina, ela teria suas utilidades, embora que apenas na cama.

- Eu vou aceitar você menina, mas terá que me mostrar mais energia e vigor da próxima vez, que, só para constar será daqui a duas horas. Esteja pronta e... tome um banho por favor, quero-a perfumada não cheirando a terra úmida e cabritos como você esta agora – delicadeza nunca fora uma das virtudes de Derdiere e ela não tinha motivos para mudar isso agora - quanto as roupas jogue-as fora, elas já estão velhas e imundas mesmo. Andara sempre nua aqui, pois essa é minha vontade e para você minha vontade será lei a partir de hoje – finalizou lançando um ultimo sorriso para a garota que cobria-se envergonhada.

Ana se sentou de joelhos no chão, ainda cobrindo-se. Estava cansada e confusa. No inicio sentiu que estava sendo estuprada, mas não soube bem quando começou a gostar do que a bruxa fazia com ela. Não conseguia entender, acreditou que a causa disso eram os poderes mágicos de Derdiere, ela havia lhe lançado um encanto, só podia ser. Não havia outra explicação.

Não sabia o porque, mas um lado dela gostara de ser usada e abusada. Ana sentia medo desse lado e tentava nega-lo, mas ele era bem real. A começar ela nem gostava de mulheres, sentia atração apenas por rapazes, mas Derdiere a fizera sentir prazer, mesmo que misturado com dor e medo.

- Ira dar uma colheita farta a minha aldeia? – perguntou ainda ofegante era afinal isso que a levara ali e por isso que fora entregue como oferenda.

- Irei dar uma colheita... decente, se quer algo farto devera me servir melhor daqui a duas horas.

A bruxa virou-se dando as costas a Ana e sumiu adentrando mais no interior do templo. Ana continuou sentada por longos minutos tentando entender o que acontecia, mas não encontrou resposta. Levantou-se apressada e procurou um lago aonde pudesse se lavar.

Derdiere a queria perfumada e era assim que iria se apresentar a sua nova mestra.



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