História Contos eroticos XXV - o ex - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Hentai
Visualizações 206
Palavras 3.408
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A pedidos estou colocando este conto hetero que achei em algum arquivo perdido de word no meu computador kkkk. Espero que gostem!

Capítulo 1 - Capitulo unico


Lethicia sabia que aquilo não ia dar certo, que a historia deles havia terminado, e, que tudo que restara era amizade e nada mais que isso. Ela estava convicta disso, mas mesmo assim havia aceitado o convite de Dylan para uma “inocente” saída ao shopping.

Depois de um cinema maravilhoso, uma comedia romântica banhada com refrigerante e pipoca, eles haviam ido a livraria no segundo andar do shopping e olhado alguns de seus livros favoritos. Dylan adorava game of thrones, já havia lido todos os livros e visto todos os episódios da serie já exibidos. Lethicia também curtia o romance, mas era apaixonada mesmo pelos livros da escritora norte-americana Nora Roberts.

Ela sairá da livraria com mais um livro da sua autora favorita, um presente que, apesar das recusas por parte da garota, Dylan insistiu em lhe dar. Após a livraria o casal de amigos foi a uma sorveteria e estavam a aproveitar de um lanche inocente, nas palavras dele, mas ela sabia que por trás de toda essa inocência haviam intenções... duvidosas, por assim dizer.

Dylan tinha cabelos cor de mel e apaixonantes olhos azuis, uma combinação que deixava metade das garotas que o conheciam apaixonadas a primeira vista. Como se isso não fosse tentação demais na mesma pessoa ele tinha também um corpo atraente, e, isso também era importante, era inteligente e carismático. Vestia-se com uma calça jeans e uma camisa vermelha. Lethicia usava uma mini-saia preta, que embora fosse atraente e dessa uma bela visão de suas pernas, não era nada indecente. Vestia uma blusinha branca colada e uma fina malha de renda azul anil por cima.

Ele já havia acabado seu sorvete e contemplava Lethicia que era igualmente bela e ainda desfrutava de seu sorvete. Ela tinha cabelos negros longos, pele branca, e uma aura de carisma que envolvia todos ao seu redor. Era do tipo que conseguia amigos facilmente, o problema é que acabava criando pessoas apaixonadas aonde queria apenas amizades. E esse era o caso de Dylan.

- Então... como andam os estudos? – perguntou Dylan tentando puxar assunto.

- Nada mal, não vou ficar em recuperação em nenhuma matéria. Física talvez, nunca fui boa nisso.

- Hmm... o que acha de irmos para minha casa depois do sorvete? Meus pais não estão. Nos podemos ficar mais a vontade e...

- Dylan... – ela o interrompeu parando de comer o sorvete e olhando-o nos olhos. Gostava dele e não queria magoá-lo, mas sabia que fazê-lo alimentar esperanças sobre um romance que não aconteceria só iria piorar as coisas.

Ela gostava dele, sentia pelo amigo muito carinho e os dois se davam super bem. Mas, se voltassem a ser namorados os problemas de antes iriam voltar. Lethicia conhecia-se bem o suficiente para saber que, quando se tratava de namoro, acabava exigindo demais de seus parceiros. Já Dylan, por mais que negasse, era muito ciumento e não deixava nenhum amigo se aproximar de suas namoradas.

- Olhe eu sei o que vai dizer! – adiantou-se tentando se explicar, erguendo as mãos em um gesto de paz – mas dessa vez vai ser diferente ok? – ele a olhava com suplica. Em um gesto carinhoso segurou na mão da amiga apertando-a carinhosamente - de uma chance para nós, por favor...

Lethicia derretia-se feito manteiga toda vez que Dylan falava assim com ela, com aquela cara de vira-lata abandonado. Sentiu seu coração batendo mais forte, as lembranças da época de namoro dos dois voltaram vivas e fortes, como se tivessem acontecido a apenas alguns duas atrás, quando na verdade fazia quase um ano.

Ela queria muito ceder, queria convencer a si mesma que as coisas seriam diferentes. Queria voltar aos dias felizes aos quais os dois passavam juntos. Lembrava-se das palavras carinhosas que trocavam, dos beijos apaixonados, e também da primeira vez que ficaram juntos.

Dylan apertou a mão dela com um pouco mais de força e ele a encarava com olhos que ansiavam por um “sim”. A palavra ficou presa nos lábios dela, foram quase ditas, mas Lethicia deu ouvidos ao bom senso e, mesmo sendo muito difícil, teve que ser firme.

- Não vai dar certo Dylan... nós... nós nos damos tão bem sabe? Mas como amigos. Se voltarmos a namorar... eu sei o fim dessa historia e por isso acho melhor nem começa-la – deu um suspiro. Sabia que mesmo com um final que não seria um felizes para sempre eles teriam muitos bons momentos juntos. Mesmo assim preferiu evitar sofrimentos.

Ele soltou a mão dela e a decepção estava estampada em seu rosto. Havia pensando em um retorno com Lethicia a messes, mas ela havia sido direta na recusa. Uma pessoa sensata saberia que aquele era o momento de aceitar os fatos, mas Dylan, apaixonado como estava, não era nada sensato.

- Então vamos apenas a minha casa conversar. Eu juro que não tentarei nada! – seu olhar de suplica se intensificou juntamente com uma ansiedade e um nervosismo visíveis ate mesmo para um cego.

Lethicia o fitou com descrença. Conhecia bem os homens e sabia que eles nunca a chamariam para sua casa, aonde estariam sozinhos, apenas para conversar. Dylan, Dylan, em que situações você me coloca?

- Ok... mas apenas para conversar entendeu? – deu-se por vencida, embora tivesse certeza que iria se arrepender dessa decisão.

            Dylan sorrira como uma criança ao ver os presentes deixados pelo papai Noel. Eles foram ate a casa dele e Dylan a levou para o quarto. Juntos ficaram a olhar alguns Cd´s de musica, Dylan era louco por bandas de rock e Lethicia, embora não compartilha-se da mesma paixão, também tinha interesse no gênero de musica.

            - Você precisa me emprestar esse! – disse eufórica ao ver um dos cd´s mais marcantes de sua banda favorita. Estavam ambos sentados na cama e ela havia tirado os sapatos para ficar mais a vontade.

            Dylan não estava ligando para cd´s nem bandas de rock naquele momento. Sua atenção era apenas para a garota a sua frente, mais precisamente nos lábios dela. Sem pensar direito ele simplesmente fez o que estava com vontade de fazer desde que a encontrou no shopping: beijou-a.

            Foi um beijo intenso que pegou a garota de surpresa. Por alguns segundos ela se deixou levar por aquela sensação gostosa. Os lábios dos dois grudados, o cheiro dele, a língua a qual ele começava a inserir. Ela dava passagem receosa e confusa.

            Os olhos de Lethicia começaram a se fechar lentamente, e a garota se via entregar docilmente aquele beijo. No ultimo momento porem, como se despertada por uma descarga elétrica empurrou o amigo. Não quisera ser rude, mas acabou sendo mais violenta do que queria.

            - Dylan! – disse em tom de critica, mas não era raiva que sentia por ele, e sim pena. Era triste demais gostar de alguém que não queria nenhuma relação além de amizade.

            - Lethicia eu... – estava sem palavras. Sua mente ainda delirava no beijo. Ele era como alguém que despertara de um sonho, mas ainda não havia percebido isso.

            Ela deu um suspiro cansado. Sabia que aquilo acabaria nesse ponto. Teria ido mais longe se ela não tivesse parado. Lethicia se levantou olhando-o ainda com pena, mas firme em sua decisão.

            - Melhor eu ir embora... desculpe.

            Deu as costas ao amigo e rumou para o lado oposto do quarto aonde estavam seus sapatos. Já ia se abaixar para pega-los, quando sentiu braços agarrando seus ombros por trás com força e virando-a ao mesmo tempo que a empurrava contra a parede.

            Ela abriu a boca para reclamar, e dessa vez não era nenhuma frase com pena, pois estava furiosa. Quando abriu a boca porem, antes de qualquer palavra sair dela, sentiu os lábios de Dylan grudando-se aos seus ao mesmo tempo que a língua dele a invadia, mas dessa vez sem a permissão da garota.

            Lethicia tentou afasta-lo, mas Dylan a sufocava em um beijo intenso e apaixonado que clamava por retribuição. Ela colocou as mãos nos ombros do garoto usando toda sua força para empurrá-lo, mas não conseguira nem sequer afastá-lo um milímetro.

            Tentou empurrá-lo uma segunda vez, mas o resultado foi o mesmo. Impaciente ele segurou os pulsos de Lethicia e os prendeu contra a parede com extrema facilidade. Ela tentou se libertar, mas era como tentar empurrar uma montanha. Dylan era mais forte, incomparavelmente mais forte, e não importava quanta força ela fizesse, não iria conseguir afastá-lo. Ela tentou gritar, mas apenas sons abafados e irreconhecíveis saiam de sua boca.

            O beijo a tirava o fôlego, ele não havia parado nem um segundo de beijá-la e fazia isso tão avidamente que parecia querer engoli-la. Aos poucos porem ela começou a ceder. Seus gritos foram se transformando em suspiros, suas mãos não mais lutaram por liberdade, e timidamente sua língua se entrelaçou na dele.

            Ela fechou os olhos e retribuiu o beijo. Dylan ao perceber que recebia a aprovação da garota continuou, mas agora com mais calma, não precisavam ter pressa.

            Eles continuaram a beijar-se por alguns segundos, ate que, forçados pela falta de ar, separaram-se. Lethicia estava ofegante, mas visivelmente alterada. Não mais estava irritada, nem com pena, sentia um calor no meio das pernas a atiçá-la e sentia também outra coisa, o penis rígido de Dylan que fazia-se bem presente por debaixo das roupas do rapaz.

            Dylan encarou a amiga com duvida por breves segundos, queria ter certeza que ela queria aquilo tanto quanto ele, e que aquele beijo não havia passado apenas de algo do momento, um lampejo de desejo e nada mais. Ele viu nos olhos de Lethicia que ela queria, ao menos naquele momento queria mesmo aquilo. Se os dois queriam porque se reprimirem?

Dylan soltou as mãos dela e Lethicia o abraçou puxando-o para um novo beijo, mas molhado e calmo que o primeiro. Ele deslizou as mãos pelas costas da amiga, desejando sentir o calor da pele dela ao invés da textura fria de sua roupa.

            - Não devíamos estar fazendo isso... não vai dar certo Dylan – disse ela, mas seus atos contradiziam suas palavras, pois nada fazia para impedir que ele começasse a despi-la. Dylan retirou primeiro a camisa da garota revelando um sutiã bege e um corpo atraente. Ele conhecia bem aquele corpo, já havia se perdido nas curvas atraentes da garota varias vezes e não se importava em se perder nelas mais uma vez.

            Eles se beijaram novamente, trocando caricias e olhares provocantes. Movida pelo fogo do momento Lethicia deslizou a língua pela bochecha do amigo ate alcançar sua orelha. Ela parou ali, aonde disse, ao pó do ouvido, palavras que o fizeram tremer de desejo.

            Afastaram-se novamente. Eles sabiam que se havia um momento para parar seria agora, pois se dessem mais um passo adiante aquilo terminaria em uma transa.

            - Eu vou me arrepender disso depois, tenho certeza – disse ela acabando de se despir. As roupas haviam se tornado repentinamente pesadas e incomodas. Dylan também se despiu livrando-se rapidamente de suas roupas ate ficar completamente nu com o pênis apontado para a amiga, duro e pulsante de desejo.

Homens, pensou ela, não teve como evitar um risinho de satisfação. Não era do tipo manipuladora, mas fazia-lhe bem ao ego saber que tinha todo aquele poder sobre Dylan, ele era um dos caras mais cobiçados do colégio, ao qual as garotas morreriam para telo por uma noite, e Dylan morreria para te-la por noite. Como isso não poderia excita-la?

Ela também terminara de se despir. De corpo poderia não ser a garota mais bonita do colégio, mas certamente estava entre as “top 10”. Tinha uma boa alimentação, praticava tênis desde os dez anos, e fazia pílates desde o quatorze, além do cuidado constante com seu corpo e cabelos. Tinha um bumbum atraente, curvas bem delineadas e seios em uma medida ideal (embora ela os desejasse um pouquinho maiores). Os mamilos eram rosados e estavam rígidos pelo desejo, um sinal muito mais sutil de excitação do que o pênis de Dylan que mais parecia uma lança apontada para ela.

Eles se abraçaram colando seus lábios em um beijo que era um gozo de prazer. Sem se preocupar em ser discreta Lethicia passeou com as mãos pelas costas de Dylan terminando na bunda dele aonde apertou com um pouco de força, puxando-o para mais perto de si.

Dylan fez o mesmo, na verdade fora ainda mais ousado, acariciou os seios e a lateral das coxas da amiga enquanto sorria para ela de uma forma sacana. Lethicia riu com um certo deboche daquele sorriso, sabia o quanto ele era narcisista e o quanto ele negava aquilo, mas a verdade era que ele era, e muito.

Dylan gostava da atenção que as garotas tinham por ele, gostava de ser desejado, se felicitava ao saber que seu nome era frequente nas conversas intimas entre as amigas e colegas. Para ele valia mais ser desejado pelas mulheres do que telas de fato.

Lethicia sabia de tudo isso, e sabia também que apesar dele a amar ele a via como um troféu, não era algo consciente da parte de Dylan, mas ter uma das garotas mais queridas do colégio, desfilar com ela pelos corredores da sala, era uma forma de exibi-la como uma medalha conquistada.

O beijo terminou e os dois admiravam um a beleza do outro.

- Lethicia, você é tão gostosa – disse com aquele sorriso narcisista. Aquilo a agradou ao ponto dela achar que ele merecia um premio pelo elogio.

- Sou mais que um rostinho bonito Dyl – ela piscou com sensualidade e se ajoelhou tocando com carinho e posse no pênis duro do amigo. Lethicia sabia que ele gostava do que ela iria fazer, os homens sempre gostavam. Abriu a boca e engoliu o membro duro de uma vez só. Era tão grande que ela achou que não conseguiria coloca-lo todo na boca, mas conseguiu. Chupou-o lentamente enquanto seus dedos trabalhavam com destreza acariciando o saco dele.

O primeiro gemido de Dylan foi de deleite, só quando os lábios dela tocaram seu membro que ele pareceu despertar por completo para o prazer. Dylan olhou para a amiga ajoelhada em uma posição tão submissa e obediente que era impossível não se vangloriar com sua superioridade. Sorriu orgulhoso acariciando os cabelos dela. Por mais que ela disse-se que não deviam fazer isso ele sabia que ela queria tanto que se submetia docilmente a ele. Mulheres ele pensou não resistem a uma boa pegada.

Enquanto chupava de olhos fechados Lethicia não pensava em mais nada além do poder que tinha sobre Dylan. Havia lido uma vez, não lembrava aonde, que demonstrar fraqueza era uma forma de ocultar força, e era exatamente isso que fazia agora. Poderia estar ajoelhada dando a Dylan prazer com uma atitude servil, mas ela sabia que na verdade era ele a estar ajoelhado por ela. Não era ele que insistia sempre em sair com ela? Em recomeçar um romance terminado a tempos? Os homens podiam se gabar de sua força no sexo, de seus membros duros, grossos e rijos, mas as mulheres os domavam com sutileza. Uma dominação tão sutil que o dominado nem se dava conta de sua condição submissa.

Ela abriu os olhos, fitando Dylan de baixo para cima. No rosto dele estava estampado o prazer que sentia. Para ter aquele prazer novamente ele era capaz de fazer tudo por ela, tudo.

Lethicia terminou de chupar e ainda se deteve com algumas lambidas provocativas na ponta do penis dele (o ponto mais sensível dos homens). Dylan soltou um gemido alto, quase chegando ao orgasmo.

Ele a deitou no chão com os olhos queimando de desejo. Abriu as pernas dela e penetrou-a de uma vez liberando toda sua tensão sexual contida. Ela gemeu alto, esperava tanto quanto ele por aquele ato. A penetração continuou firme e forte. Ele havia separado as pernas de Lethicia e as segurava, erguidas no ar, mantendo o ritmo de vai e vem constante.

Enquanto gemiam, recebendo e dando prazer, eles não desgrudaram os olhos um do outro por um segundo sequer. Seus olhos diziam, como um livro aberto, os desejos que sentiam.

- Mais rápido – provocou ela encarando-o com intensidade enquanto controlava-se para conseguir falar entre os gemidos.

Dylan seguro as pernas da amiga com mais força e aumentou o ritmo. Aquelas duas simples palavras eram uma ofensa a sua virilidade e ele queria provar, mais para si do que para ela própria, que podia satisfaze-lá totalmente.

Ela gemeu mais e por um segundo tudo ficou embaçado a sua volta, sentiu que iria desmaiar de tanto prazer, mas a sensação logo passou. Ela continuou a encara-lo, os corpos de ambos rebolavam freneticamente naquela dança orgástica. O clímax chegou quando Dylan finalmente teve um orgasmo despejando todo seu sêmen dentro dela.

Ele soltou as pernas de Lethicia e ocupou-se em acariciar-lhe os seios com movimentos mais delicados. Estavam ofegantes e para ambos o ritmo lento da massagem era mais agradável no momento. Lethicia tocou nas mãos do amigo, guiando-as pelos caminhos que proporcionavam a ela mais prazer.

O pênis de Dylan ainda estaca dentro dela,mas após o orgasmo começava a encolher, como uma flor que murchava lentamente. Ele se deitou sobre ela, beijando-a romanticamente, uma onda de beijos. Ela acariciava a bunda dele como uma mão enquanto com a outra acariciava os cabelos de mel do amigo.

- Se arrepende disso? – sussurrou ele ao pé do ouvido.

Lethicia soltou um riso gostoso dando um beijo rápido no amigo, que no momento mais parecia um namorado. Mas ela se lembrava constantemente que era apenas um amigo.

- Enquanto você continuar a me beijar assim eu não vou me arrepender, mas quando terminarmos eu vou sim, e vamos brigar – ela disse em tom de brincadeira, embora tivesse certeza que teriam sim uma discussão.

Dylan deu de ombros e preferiu aproveitar o presente. Segurou os seios de Lethicia e chupou-os, alternando entre um e outro.

Continuaram nisso por algum tempo ate que Dylan saiu de dentro dela, estava exaurido e deitou-se no chão mesmo com a respiração ofegante fitando o teto, exausto. Ela também estava sem energias, mas o sexo a revigorara, o que poderia parecer paradoxal, mas não era. Sentia-se satisfeita em todos os sentidos, embora cansada. O chão estava tão confortante que Lethicia não sentiu vontade de se levantar, permaneceu deitada por longos minutos. Os únicos sons que ouvia era a respiração de Dylan e a dela própria, em uma frequência desconexa. A respiração dele era mais alta e em intervalos maiores enquanto a dela mais baixa e menos pausada.

Ela não soube quanto tempo ficou ali deitada, o tempo voou, era como ler um livro com paginas em branco, não se sabia o quanto leu e nem em que pagina parou, mas o tempo havia certamente passado.

Sentou-se no chão, deduzira que se passara algo entre vinte e trinta minutos. Olhou para Dylan e o amigo já dormia pesado. Seu pênis, ao qual ele tanto se orgulhava e ao qual ostentara tanta força e vigor minutos atrás, agora não passava de um membro mole e cansado, murcho e tão pequeno quanto um filhote de leão, que ao invés de ser ameaçador (como o era quanto estava rígido), era fofo e delicado.

Ela sorriu manhosa, e um tanto maldosa. Arrastou-se ate perto do amigo deitando a cabeça dele em seu colo. Com uma mão acariciou-lhe os cabelos enquanto com a outra brincou com o pênis dele, com estímulos infantis.

Ele gemeu baixo, tão indefeso e impotente, que ela sentiu mais prazer naquele momento do que durante todo o sexo. Era como se ele não passasse de um bichinho de estimação dela. Lethicia não resistiu para comentar, mesmo sabendo que ele dormia.

- Você é tão fofo – disse dando uma risada gostosa. Apesar dos estímulos o pênis continuava mole, fraco e cansado demais para qualquer sinal de força e virilidade.

Ela se divertiu com aquilo por longos minutos, ate que se levantou e foi ao banheiro, precisava de uma boa ducha de água gelada. Não queria ter nada a mais com Dylan, sabia que entre eles um namoro nunca daria certo, pelo menos não por muito tempo. Poderiam sustentar um relacionamento por quatro, seis ou ate oito messes, mas não mais que isso.

O melhor seria terminar um relacionamento antes mesmo de começar. Ela diria isso para ele, mas, antes que isso, precisava de um bom banho. Ela foi ao banheiro sorrindo convicta de que naquela reação, não importasse o que ele cantasse aos quatro ventos, ela era a dominante e ele o dominado.



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