História Contos que te conto - Capítulo 2


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Categorias Originais
Visualizações 5
Palavras 416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiiie
Olha eu aqui de novo depois de um tempiiinho sem postar nada.
Eu espero que vocês gostem, mas mesmo se não gostar comentem lá embaixo, eu gosto de comentarios, ou favoritos também.
Bjssssss, nos vemos nos comentários.

Capítulo 2 - Síndrome do Peter Pan


Se eu te dissesse que eu não aguento mais?

Se eu te dissesse que eu sinto como se eu estivesse me afogando e eu não conseguisse respirar?

Se tudo eu estivesse passando não fosse apenas uma alucinação da minha cabeça e tudo o que eu acredito é fruto de um psicológico acabado?

O mundo é pequeno e minha dor parece ser grande demais para ele.

O sorriso que eu tão facilmente coloco no rosto é mais uma das máscaras tão bem interpretadas.

É como se tudo estivesse diminuindo ao meu redor.

Tudo parece tão frágil e falso, tão fácil de quebrar e difícil de ser construído.

É como se eu fosse uma imperfeição em um mundo tão perfeito.

 Tenho vontade de ser aquele pássaro que de longe voa pela sua liberdade, até ser atingido por uma barreira invisível, um vidro, de uma janela que a tanto estava fechada, praticamente sem ser tocada.

Penso em ser o gato da vizinha que de tão bem tratado não levanta mais da cama, até o dia que o marido bêbado dela chega e o chuta como para passar uma súbita raiva.

Deito na casa ao chegar em casa e ao encarar o teto borrado pelas lágrimas, penso em ser eu, com todos os defeitos, todos os estilos, humores, pensamentos e histórias, mas então chaga a realidade, a velha amiga de todos os sonhos impossíveis, e ela me recorda como quem debocha, você não pode querer ser você, com esse corpo, estilo esquisito, humores variados, pensamentos e histórias ridículas, seus defeitos são tantos que você deveria sentir vergonha, você não passa de um nada que precisa fazer de tudo pelo mínimo de atenção possível. Compare-se com as outras meninas, veja o que elas têm que você não chega aos pés.

Engraçado como tu tenta sempre viver papéis como se isso fosse mudar algo, como se usar uma fantasia ou uma maquiagem fosse mudar tudo, o que você daria pela sua felicidade de criança de volta?

Era tão bom quando sua única preocupação era se divertir e não quebrar nada dentro de casa. Quando você fazia um corte de cabelo em si mesma e as pessoas ao redor não te julgavam apenas riam.

O que eu não faria para ser criança para sempre.

Agora eu sou, e sempre serei, como uma criança, que brinca e cansa, pula e balança, guiada pela dança que é ter esperança

E na folha do Hospital na UTI se lia “Diagnosticada com a síndrome do Peter Pan”


Notas Finais


Sim, são curtas, como eu disse que seriam. Isso é para quem quer ler uma coisa rápida.
Mas eai, gostaram??? Mereço comentários??
Criticas, elogios, ameaças de morte? Pode me mandar, juro.
bjsssssssssssssss
Ana


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