História Contos Vol. 1 - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Super Power
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Bom Dia Lady Cap. 2


Fanfic / Fanfiction Contos Vol. 1 - Capítulo 2 - Bom Dia Lady Cap. 2

Os Três Dias Em Coma.

Espero que dessa vez eu não saia com o braço machucado ou uma perna quebrada, estou com o meu pulso doendo desde semana passada numa briga em que envolveram meu "santo" nome, por causa de macho, o que eu não admito é meu nome envolvido nessas coisas.

O treinamento começa, o nervosismo de hoje mais cedo morre nessa hora, meu primeiro passo era desviar pelas bolas de fogo, o segundo era tantar não cair na lava, fazíamos isso quando a quadra era algo tecnológico, hoje em dia só lutamos, ajuda com pessoas temperamentais que nem eu.

- onde paramos semana passada? - meu instrutor pergunta.

- paramos na parte em que você quebrou o meu braço. - mostrei meu braço enfaixado sangrando? - tenho que lavar meu braço, - digo me virando em direção ao portão. - já volto. - saio andando olhando para o meu braço e para Emily.

 Ela não parou de me encarar, estou indo no banheiro me lembrando da cara dela, falando comigo, demorei um minuto para limpar todo o sangue, quando me olho no espelho dou de cara com ela, Emily olha para meu braço, espantada e confusa.

- como isso aconteceu? - ela pega meu braço, limpando com o pano que antes estava na minha mão.

- semana passada - ela continua, até que ela chega na parte profunda da ferida, fiz uma expressão de dor.

- desculpa - por um segundo ela me olha e volta a limpar meu machucado. - seu treinamento está te causando muitos machucados, isso não é nada bom - ela termina e depois olha para mim depois de limpar o pano.

- eu sei - olho para a parede evitando seus olhos, aqueles que me deixam sem graça, se mais uma vez eu olhas para os olhos dessa moça sou capaz de beija-la. - pedi um afastamento de pelo menos três dias. - ela ri baixo e fica de frente para mim, e olho para o chão. - você está me deixando nervosa - digo.

Ela não fala nada, levanta meu queixo e se aproxima, ela vai me beijar, ela vai me beijar, escuto passos do pátio até o banheiro feminino, é Kimberly, essa garota me salvou, parece que nossas mentes são ligadas quando algo estranho acontece, tipo agora. Emily também escutou e me abraçou para disfarçar o que ia fazer, se é isso o que ela ia fazer.

- opa - Kimberly fica parada na porta olhando para nós. - o que está acontecendo aqui? - segurando o cartão da professora. - espera, deixa eu adivinhar. - ela levanta o braço apontando para nós duas. - vocês iam se pegar,as eu estraguei não foi? - ela pergunta com um enorme sorriso no rosto, Emily concorda eu eu também, porque eu concordei? - desculpa ae.

Saímos do banheiro de mãos dadas e quando entramos na quadra nos separamos.

- vamos repetir isso - ela me diz baixo no meu ouvido. - de novo.

- é só marcar o lugar. - respondi no mesmo tom de voz,  mas é lógico que eu estou brincando, é a primeira vez que alguma tenta me beijar no banheiro, mas esse não qualquer alguém, é a Emily Biedermann.

Segui para o meio da quadra e não olhei pra ninguém, meu alvo está na minha frente, meu objetivo dessa vez é derruba - lo e dizer que ganhei. Bolas de fogo são atiradas para eu desviar, mas em torno da quadra as pessoas ficam sentadas ouvindo música, outras conversando bem auto, Então me desviar não seria uma boa ideia.

O que iremos ver hoje? Eu lhes digo o que, vamos ver como eu fiquei desacordada no meio de uma quadra de futebol de uma escola pública com todos da minha sala olhando pra minha cara assustados, a bola de fogo atingiu meu braço e metade da minha cara, isso doeu, mas a dor passou, eu cai e bati a cabeça no chão duro e depois disso só me lembro da Kimberly e da Emily correndo desesperadas para me salvar. O pai da Kimberly é médico e ensinou a filha algumas coisas, e essas coisas ela não conta porque é segredo.

James 

 O que foi que eu fiz, bolas de fogo? Eu tenho o que na cabeça, merda? Ela não estava pronta pra essa fase do treinamento, ainda mais sobre pressão, fazer com que as pessoas ficassem em torno da quadra foi uma ideia minha, eu não sabia que isso iria acontecer.

- Anne - chamo por seu nome formal - por Deus, ANNE ACORDA. - to sabendo que acorda - lá com os gritos não vai adiantar, mas não custa tentar.

- ela não vai acordar desse jeito, para de gritar. - diz a garota loira ao meu lado, é muita coisa pra Anne, mas ela te sorte, pois é eu já desconfiava das duas.

- temos que levá - la pra casa. - Kimberly sugere. - mas ná minha não vai dar.

- uê. - então porquê sugeriu? - Emily questiona.

- tá bom chega - encerro a discussão. - um hospital comum, não consegue ter cuidados com um membro da Liga, principalmente a criadora dos deles. - que no caso é criadora dos Legionários.

- Emily preciso falar com você a sós. - ela me olha confusa, pelos meus poderes de telepatia, acho que ela entendeu o porquê de uma conversa a sós.

- o que foi? - pergunta, achei que ela já soubesse o que eu quero fazer. - preciso que a leve pra sua casa. - Emily fica sem reação, espantada ela dá um passo para trás. - você foi a última pessoa que ela teve contado físico, preciso que fique de olho nela.

- JAMES - Kimberly me chama, pela cara dela, não parece nada bom. Corro na sua direção, e ela aponta para o relógio, o número três em greco aparece.

- porque o número três? - digo ofegante, fico de joelhos e pego seu braço. - EMILY! - escuto seus passos acelerados vindos na nossa direção. - me ajuda aqui, Kimberly pega as coisas dela.

Emily Biedermann 

Beleza, a partir de agora as coisas entre mim e ela vão piorar. No caminho para o carro dos meus pais, James me puxou para mais uma conversa a sós, coisa que eu não gosto é quando me puxão.

- se mais uma vez você me puxar desse jeito, eu acabo com você. - tiro sua mão do meu braço rapidamente.

- tá bom, foi mal. - ele diz. - o número três escrito em algarismo romano significa três dias inconsciente, ela não vai fazer com que ela corda antes do prazo de "internação". - tá ficando pesado isso aqui, comecei meu dia bem e tá terminando mal.

Situação complicada com o nome alterado para missão impossível. Como assim internação cara? E se ela não  lembrar de hoje? E se ela não lembrar de mim? Chega de pensamentos ruins, o bom disso, terei ela comigo por três dias, vou fazer com que esses dias sejam especiais, pra mim é claro, eu vi ela primeiro, sou eu que vou conquista - lá; a não ser que alguém que ela conheça venha vê - lá justo agora, nessa semana, nesse mês, nesse ano, nosso último ano, a partir de agora teremos poucos dias, só pra nós, mas serão os melhores. Se ela não se lembrar de mim tudo bem, dessa vez quem vai se aproximar, sou eu.

- o que foi que ele disse? - a garota do cabelo preto cacheado pergunta.

- nada. - apenas ignoro, não quero ela perguntando no meu ouvido a viajem inteira, já não gosto de gente que me puxa com força, quanto mais me encherem o saco quando estou impaciente ou preocupada.

Anne Roberts

Eu não sei dizer direito, mas me sinto caindo no infinito escuro, completamente escuro, mal consigo ver minhas mãos, me sinto dentro da caixa preta que nem é preta.

Agora me vejo no deserto ao lado da única árvore viva, suas folhas ainda verdes não caíram, mas me encosto nela fugindo da luz do sol, eu morri? A morte mais idiota, mas é claro que eu não morri, para um feito desses acontecer se leva anos. 



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