História Contra a razão ou o coração? - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, Quantico, The 100, The Blacklist
Personagens Alycia Debnam-Carey, Caleb Haas, Eliza Taylor-Cotter, Shelby Wyatt, Simon Asher
Tags Ação, Amor, Drama, Garotas, Incertezas, Romance, Suspense
Visualizações 89
Palavras 3.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Quadro da morte !


Pov. Eliza.

Acordo antes do sinal barulhento tocar, motivo? Minha amiga desesperada me enchendo de mensagens em plena madrugada.

“04:15 Mary:

Eliza sua vaca onde você ta?”

“04:20 Mary:
Me responde infeliz”

“04:23 Mary:
Qual o seu problema?”

“04:25 Mary:
Eliza?”

“04:26 Mary:
Você ta viva?”

“04:31 Mary:
É sério estou ficando preocupada, manda sinal de fumaça”

“04:33 Mary:
Me responde !!!!!”

“04:35 Mary:

Se você não me responder, eu vou chamar a polícia”

“04:38 Mary:

“Eliza Jane Taylor Cotter, eu juro que vou chamar a polícia”

“04:43 Mary:

Não duvide, eu chamo mesmo!”

“04:45 Mary:

Eu estou ligando”

E depois dessa chuva de mensagens da minha amiga super normal que nem pra imaginar que eu estava dormindo, eu resolvo ligar pra ela.

“ Mary para de ser...”

“Sua vadia, por que não me responde? Estou te mandando mensagem já faz um tempão, acha que eu tenho coração de ferro, achei que tinha acontecido algo com você, você sumiu Taylor, não brinca assim comigo” – Ela me interrompe do outro lado da linha.

“Deixa eu falar Mary, para de drama, eu estou bem, não parou para pensar que eu estava dormindo, por isso não respondi suas mensagens?”

“Então por que você está me ligando a essa hora, se hipoteticamente você está dormindo? ” – Ela fala, e eu suspiro, ela era impossível.

“Estou ligando porque uma certa pessoa acaba de me acorda com inúmeras mensagens, escuta Mary eu estou bem, estou fazendo um treinamento e vou ficar alguns dias foras, relaxa que eu mantenho contato”

“ E não podia me avisar antes de eu perder os cabelos?” – Questiona ela mal-humorada.

“Desculpe, eu não tive tempo” – Falo agora levantando e indo até o banheiro tomar banho.

“Vou pensar no seu caso Taylor”

“Pense logo, agora eu tenho que ir Mary, a noite te mando uma mensagem, prometo” – Digo e desligo assim que a gente se despede.

Eu tomo meu banho mais tranquila, já que estou adiantada, o que nunca acontece comigo para falar a verdade, quando saio do banheiro vejo Isabella levantando.

-Arg, eu juro que vou quebrar esse sinal filho da p... – Ela fala o resto de dentro do banheiro ao fechar a porta, sorrio com o ânimo da minha nova colega de quarto e saio para o café.

- Bom dia, acordou cedo! – Me fala Alycia que também está fora do quarto, e parece que somos as únicas que já estamos prontas.

- Bom dia, bom isso é obra da minha amiga, e você acordou mais cedo por que?

- Para conseguir tomar café em paz – Ela fala séria, e eu acabo rindo.

- Desculpe, você falou sério? – Pergunto tentando ficar séria, ela me olha e dá um sorrio travesso.

- Tonta – Digo e cutuco ela com o dedo – Achei que era sério.

- Você está muito séria hoje Eliza, vem vamos tomar café, e respondendo sua pergunta eu acabei perdendo o sono – Ela diz me puxando pelo corredor até o refeitório.

- Por que? Teve algum pesadelo? – Pergunto e por alguma razão ela fica vermelha.

- Não, nenhum só, perdi o sono mesmo – Ela responde e vai até uma mesa pegar algumas coisas para comer, eu a sigo e pego um suco de maçã e algumas torradas, me sento de frente para ela em uma mesa próxima a janela.

- E o nariz como está? – Me aproximo para encostar no nariz dela, mas essa se afasta rapidamente – Desculpe – Digo sem jeito.

- Não precisa se desculpar, foi só reflexo – Ela fala corando – Vai comer só isso? – Pergunta então.

- Sim, não estou com muita fome – Tomo um gole de suco – Sem contar que se eu comer muito e for lá apanhar eu vou acabar vomitando tudo – Digo com ânsia só de pensar.

- Duvido que vá apanhar, enquanto sua parceira for a Isabella, a única coisa que não vai acontecer com você é apanhar – Ela dispara e de repente para – Desculpe, eu só .. Isso não é da minha conta – Ela levanta e saí.

Fiquei meio confusa com a conversa até que minha ficha cai e saio correndo atrás dela ao entender o que ela estava insinuando.

- Espera Alycia – Tomo um fôlego – Como andou tão rápido? – Pergunto distraída.

Ela então para e se vira para mim com o rosto corado.

- Eu não queria me atrasar – Ela fala sem jeito.

- Deixa disso, eu sei o que você insinuou ali na mesa, e não sei o que passa na sua cabeça ao pensar que tenho algo com a Isabella, eu sou hétero, não tenho nenhum interesse nela que não seja amizade – Falo para ela, que fica estacada me olhando sem saber o que dizer.

- Vem Alycia, vamos para sala, você vai ser minha dupla hoje – A puxo pelo braço – Você acha que Amina vai se importar? – Pergunto olhando em volta enquanto as pessoas vão chegando devagar.

- Não somos crianças Eliza, claro que ela não vai ligar – Ela responde sarcástica.

A olho por um instante tentando entender o motivo de ela estar de mal humor até agora só tinha visto ela sendo gentil e boazinha, quando abro a boca para perguntar qual o problema dela um novo instrutor de luta entra na sala e fala:

- Bom dia, bom depois da primeira aula foi constatado que vocês talvez precisem aprender algumas coisas antes de ter um combate corpo-a-corpo – Ele respira e continua – Eu estou aqui para ensinar algumas técnicas de autodefesa e ataque básicos por essa semana, espero semana que vem já aprofundar mais, mas primeiro, todos para fora, vamos caminhar um pouco para aquecer – Ele fala com um sorriso que eu achei maligno.

Ao chegarmos do lado de fora, ele disse que tínhamos que correr três quilômetros o mais rápido que pudéssemos, eu era péssima corredora, mais uma das coisas que eu não era boa além de lutar. Cheguei atrás de quase todo mundo só ganhando de Olívia e Simon, me joguei na grama assim que cheguei afim de conseguir descansar.

- Senhorita Cotter, por favor, mais animo, ainda nem estamos correndo a quilometragem necessária, vem – Ele oferece a mão para mim se levantar, e eu aceito, fico controlando minha respiração enquanto ele vai dando algumas instruções.

- Não se preocupa logo você pega o jeito – Olho para cima já que estou abaixada com as mãos apoiadas no joelho e vejo uma garota loira me dando uma garrafa de água, era Shelby Wyatt, pego a garrafa de água e bebo um pouco.

- Obrigada, mas esportes não são para mim – Digo suspirando, em seguida nós entramos e fomos direto para a sala de conferencia, no caminho vejo Alycia conversando e rindo com Diego e Amina, penso se disse algo para ela ficar brava comigo, mas lembro que não disse nada, foi ela que insinuo que eu estava com uma garota, eu era para estar brava, não ela.

Entrando na sala de conferencia me sento perto de Shelby e Isabella, Morgan está na frente e começa a falar:

- Hoje vamos entregar a vocês alguns casos, que já foram encerrados, vocês vão ter um tempo para analisar e nos mostrar quem é o culpado, a arma do crime, os métodos e qual o motivo, além de qual pena se aplica para o culpado, dividam-se em quatro grupos.

Assim que nos dividimos Jasper passou dando um caso para cada grupo, meu grupo era: Eu, Shelby, Isabella, Akira e Roger, os outros grupos ficaram com quatro cada um.

Nosso caso parecia ser um acidente envolvendo uma criança afogada, tínhamos os depoimentos de todos que eles acharam que fossem os culpados ou só testemunhas, as possíveis armas do crime, no nosso caso os locais do crime, exames de autópsia e mais algumas informações sobre a criança. Tudo apontava para um acidente, mas ainda assim achamos um jeito de dizer que foi um assassinato, depois de algumas horas Morgan encerra nossas consultas e diz para apresentarmos nossos resultados.

O grupo de Alycia foi o primeiro, o caso segundo eles, era um senhor que foi induzido a ter infarto, eles explicaram e Morgan não disse nada, só os mandou sentar, o segundo grupo era de uma jovem que no ponto de vista deles a jovem tinha sido forçada a puxar o gatilho sob ela mesma pois estava sendo chantageada, nós fomos o terceiro grupo e apresentamos nossas conclusões, e por fim o último grupo terminou com o caso de uma família.

Após todos sentados Morgan levantou e começou:

- Alguém tem mais alguma ideia de como o seu caso se resolveu e queira compartilhar? – Ela olha para todos, mas ninguém diz nada – Muito bem então – Continua ela.

- Primeiro de tudo, estou em dúvida, por que vocês não seguiram as provas? – Ela pergunta, silencio total, ninguém diz nada.

- Nenhum dos grupos conseguiu acertar o exercício, quando na verdade todos os casos foram meros acidentes, e vocês tinham tudo comprovando isso, o que me faz pensar, se vocês têm ideia de como seria condenar alguém inocente, ou se a sede de condenar alguém era maior do que a verdade – Ela para mais uma vez e está todo mundo em um silêncio mortal.

- Vocês foram negligentes e se deixaram levar por uma informação minha para procurar um culpado, o exercício é para mostrar a vocês, que vocês têm que seguir os instintos, e não ir pelo que seu superior fala – E então o olhar dela cai sobre mim, demorando um pouco mais que o normal o que eu acho estranho e volta falar:

- Não estou dizendo para não obedecerem seus superiores, estou dizendo para questiona-lo primeiramente, ainda mais se são novos e não sabem direito como agir.

Então ela aperta um botão e aparece um quadro com todos os nossos nomes eles estão em ordem alfabética.

- Esse é o famoso quadro da morte, como alguns agentes costumava dizer, como eu disse a primeira vez que nos vimos, vocês vão ser avaliados todos os dias, e no final do dia eu atualizo o quadro, se ao final do treinamento vocês estiverem abaixo da linha vermelha, então você não serve para nós – Ela fala e nos dispensa para o almoço.

Fico observando o quadro e vejo que somente dez pessoas iriam entrar para a agencia, sete iriam ficar de fora, suspiro e saio para o almoço, o refeitório está meio silencioso todos falam, mas em um tom muito baixo, acho que ainda em choque com a notícia de que somente dez irão passar. Pego minha bandeja e sento ao lado de Shelby que comenta:

- Fico pensando, como não vimos o óbvio?

- É um fator cerebral, nosso cérebro assimilou que tínhamos que achar um culpado pela informação que Morgan nos passou, no entanto temos que pensar fora da caixinha, fazer com que nosso cérebro veja além daquilo que nos mostram – Quem responde é Issam Fawwaz, mesmo ele não tendo estado no nosso grupo ele está sentado com a gente.

 - E você com esse conhecimento todo de pensar fora da caixinha não conseguiu achar o certo? – Fala Akira em tom zombeteiro.

- Eu até comentei com meu grupo, e eles falaram que estavam fazendo isso ao não aceitar o óbvio – Ele encolhe os ombros.

Um sinal toca indicando que nosso horário de almoço acabou, voltamos para sala de conferencia e quem está na frente no momento é Jordan o pai de Alycia, ele passa um exercício de burocracias para conseguir prender ou soltar alguém, todos pensaram que era fácil, mas acabamos ficando a tarde toda tentando achar jeitos, e artimanhas de “burlar” o processo burocrático, ele ia passando pelos grupos e dando sugestões o que eu achei super necessário, por fim ele nos dispensa e eu estou mais cansada do que se estivesse corrido uma maratona inteira.

Entro no quarto e vou direto para o banheiro tomar um banho, demoro um pouco no chuveiro e escuto uma batida na porta.

- Se afogou loira? – Era Isabella

- Estou saindo – Desligo o chuveiro e me enxugo, olho e vejo que esqueci de pegar minha roupa, saio de toalha para o quarto e me deparo com Alycia sentada na minha cama me esperando.

- Oi, eu ia esperar lá fora, mas sua amiga disse para eu entrar que ela queria fechar a porta enquanto toma banho – Ela fala se levantando da cama.

- É ela é mandona mesmo, espera só um pouco que vou trocar de roupa – Vou até o armário e pego a primeira roupa que vejo, me visto rapidamente e volto para o quarto terminando de pentear o cabelo.

- Então Alycia, ainda sem sono? Que eu me lembre, você dorme com as galinhas – Digo sorrindo.

- Ah é, na verdade eu vim te pedir desculpas – Ela me olha com aqueles grandes olhos verdes e penso se alguém consegue dizer não para aquela menina – Pela conversa esquisita que tivemos hoje cedo, não queria que ficasse nenhum mal-entendido.

- Relaxa, eu nem lembrava mais da conversa de hoje cedo – Falo com um sorriso, ela parece meio sem graça e eu mudo de assunto.

- Exercício interessante hoje cedo não achou?

- Ah sim, engraçado como não conseguimos ver o óbvio, não é?

- Issam disse que algo relacionado ao nosso cérebro – Digo sentando na cama e fazendo sinal para ela se sentar – Para falar a verdade não lembro muito sobre coisas neurológicas da faculdade, ainda mais que minha especialização é ossos – Mexo os ombros ao terminar de falar.

- Ele disse isso para gente, ele estava no nosso grupo – Ela informa.

- Nem tinha reparado que vocês estavam no mesmo grupo, estou é pensando em quantos quilômetros vamos ter que correr amanhã – Comento desanimada.

- Logo você entra na rotina daí nem vai sentir muito – Diz ela se levantando – Eu já estou indo Eliza, como você disse, eu durmo com as galinhas e já estou com sono – Ela sorri para mim.

- Vai lá Jasmim, e assim que eu virar uma corredora nata eu te pego! – Levanto da cama sorrindo e acompanho ela até a porta, antes de sair ela vira e me abraça.

- Desculpa mesmo Eliza, não quero que as coisas fiquem esquisitas entre a gente – Ouço a voz dela abafada contra o meu pescoço, saio do transe que eu estava ao ser pego de surpresa quando ela me abraça e a abraço de volta.

- Não se preocupa Aly, estamos resolvidas – Nos soltamos e ela vai para o quarto dela.

- Por que não lhe tascou um beijo na boca, para ver como ela reagia – Fala Isabella atrás de mim rindo.

- Você gosta de torturar as pessoas – Fecho a porta e me viro para ela – Deixa ela em paz Isa, ela já é tímida por natureza – Vou andando para o meu lado do quarto e me jogo na cama.

- Você é muito certinha loira, tem que curtir um pouco, pensa que no final pode ser nós abaixo daquela estúpida linha vermelha – Ela reclama, e penso que ela pode ter razão mas não respondo, viro para o lado e durmo.

Acordo com o sinal tocando e me levanto praticamente me arrastando até o banheiro, entro de baixo do chuveiro para ver se ele manda embora meu sono com a água, logo eu e a Isabella vamos para o refeitório, estamos um pouco atrasadas porque demoramos muito para levantas, quase nem dá tempo da gente tomar café e já temos que sair para correr, hoje ele nos fez correr quatro quilômetros, e eu cheguei quase morta.

Seguimos para dentro e hoje ele ainda nos dá algumas aulas de defesa pessoal e uns poucos ataques, são só aulas simples, mas eu fico exausta, e não sou a única o Akira está quase desmaiando quando se apoia em mim, não consigo entender como Alycia parece tão bem. Entramos para sala de conferência, e quem está lá é Jasper, ele divide a sala em dois grupos, e claro que eu e Alycia não caímos no mesmo grupo.

O exercício consistia em achar evidencias de um possível crime, não sabíamos qual crime, eles nos levaram até um barracão onde tinha duas cenas de crimes cheias de tudo que é coisa, lá nós tínhamos todos os tipos de equipamentos, através das pistas encontradas, tínhamos que saber qual crime tinha sido cometido, e se tinha vítimas ou não.

Terminamos já passava da hora do almoço, o nosso grupo se enrolou um pouco mas basicamente acertamos, já o grupo de Alycia foi extremamente bem, conclusão: eles ficaram no lugar mais alto do quadro da morte. Depois de nós almoçarmos rapidamente seguimos para um campo aberto onde íamos ter nossa primeira aula de tiros, objetivo simples, montar um revolver e atirar no alvo, eu não era tão boa, mas de todas as atividades agora já feitas eu até que me virava.

Shelby se destacou, ela acertou a cabeça de todos os alvos apesar de Jasper falar para acertar no coração, e fez isso em questão de minutos, ela prometeu que me ajudaria. Isabella como eu não tinha ido de toda ruim, acertou alguns alvos mas teve problemas em montar a arma, já Alycia fazia tudo parecer fácil quando ela fazia, não sei como consegue ser assim, pensei comigo mesma.

No final da tarde fomos liberados e acabamos todos no salão principal conversando, o assunto principal era o quadro da morte, eu não estava muito afim de falar dele já que eu estava em décimo terceiro, Alycia estava em quarta, e Amina em sexta, elas estavam conversando animadamente com Diego e Roger. Eu estava pensando seriamente em ir dormir quando meu celular toca e vejo que é a Mary, saio para o corredor para atender.

“Eu estou com olheiras de tanto esperar sua mensagem Taylor” – Falava ela ao telefone.

“Desculpe, eu não tive tempo Mary”

“Que raios de lugar é esse que você está?” – Me pergunta irritada.

“Não posso dizer, é complicado, mas prometo que assim que eu tiver uma folga daqui eu te encontro e explico tudo”

Ouço ela suspirar no telefone, e depois de me fazer prometer que vou pagar uma noite inteira de bebida ela desliga.

- Preocupada com o quadro? – Ouço a voz de Alycia atrás de mim e me viro para falar com ela.

- Se depender de combates e corridas, eu vou ficar em último fácil – Respondo amarga

- Não seja dura com você mesma Eliza, só faz dois dias que estamos aqui, tem muitas coisas para aprender ainda – Ela fala colocando a mão no meu braço, e parece que logo se arrepende porque tira de pressa, confesso que essas atitudes dela me deixavam confusa.

- Obrigada por ser otimista por mim – Digo sorrindo – Bom Alycia eu já estava indo, quero ver se estudo os meus parceiros um pouco ainda hoje, como você está com isso? – Pergunto antes de sair.

- É bem difícil estudar todo mundo, mas acho que vai dar tudo certo – Ela responde, concordo com ela me despeço, vou para o meu quarto e começo a folhear algumas fichas dos meus novos parceiros, abro por fim a ficha de Alycia, vejo alguma coisa sobre a mãe dela, e penso que ela nunca falou nada sobre sua mãe, resolvo fechar a ficha dela, então tem mais uma ficha que ainda não abri e a pego.

Quando eu abro a mesma eu vejo que minha foto que está na ficha, puxo alguns papéis para fora para conseguir ler e vejo uma frase que se destaca.

“David Cotter – agente condenado por terrorismo”. Meu coração dispara, o que estava escrito ali, condenado por terrorismo? Isso era impossível, começo a ler as outras folhas e vejo que a ficha não é minha, e sim da minha mãe, minha respiração falha, começo a ler devagar um documento que tinha muitas, muitas rasuras com várias lacunas, como se as pessoas tivessem tentando apagar algumas informações, estava mais ou menos assim:

 

“Jane Taylor Cotter, junto com seu marido o também agente das forças especiais David Cotter, orquestraram um roubo ________, o propósito desse delito era conspiração contra seu governo e aliados sendo estes _______________________________ no ________ deste ano, foi resolvido por meio desta vara _________________________, para o bem maior da segurança nacional e internacional, a agencia de forças especiais em conjunto com a ABIN, por intermédio desse, deixa autuado que filha do casal Eliza Jane Taylor Cotter passará ____________________________________, a fim da segurança da nossa nação. Essa seção foi feita _______________________.”

 

Meu coração parecia que ia rasgar meu peito, levo um susto quando Isabella entra no quarto, escondo o mais rápido que posso minha ficha, e vou fechando as outras.

- Estudando ainda? – Ela me olha

- Não, eu já terminei – Digo e coloco as fichas em cima da mesa – Me deu um sono que você nem faz ideia – Bocejo, ela acaba rindo e me deseja boa noite enquanto se arruma para deitar, já eu por outro lado, me deito sem um pingo de sono pensando no que aquele documento significava, será que todos tinham isso?


Notas Finais


Me desculpem pelos erros encontrados, e ainda mais os de formatação, pois quando passo do meu editor para a página ele desconfigura tudo.

Beijos :*


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