História Contra o tempo - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~TintaBranca

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 4
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Booooa noite, pessoal! Agora o capitulo é na visão da Alessandra, eu espero de coração de gostem, bom cap para vocês, beijãaao S2..

Capítulo 2 - Uma vida peculiar


Ballad Set NightClub Miami, 11 pm

-Posso me sentar? -Disse um cara alto, moreno com um drink na mão

 -Não -Eu disse saindo

-Para que tanta ignorância?

-Eu não posso beber um pouco que um carinha de merda que nem você vem me encher o saco, você quer que eu diga algo mais ou já está de bom tamanho?

-Nossa... Eu...

-Ah, cala sua boca -Eu disse saindo da balada...

E é assim que é minha vida, bebidas, drogas e baladas, é até bom ás vezes mas, transar as vezes cansa, eu sei, eu sei, quem nesse mundo cansa de sexo? Porém, acho que quando você faz isso em todo o tempo fica meio enjoativo e repetitivo, eu já tentei um relacionamento sério mas o desgraçado me traiu e ai ele está em coma no hospital até hoje, coincidência?! Talvez... Enfim, eu não sou tão fria assim, eu amo uma pessoa, apenas não demonstro, o Josh, ele é um mordomo, me criou desde que meus pais morreram, me ensinou tudo o que eu sei, ele só não gosta do rumo que eu tomei, fazer o que? Adoro vida perigosa, isso da um colorido no mundo, sabe?

-Bebendo uma hora dessas,  Ale? -Disse Josh

-Primeiro, meu nome é Alessandra Johnson, filho de Sr e Sra Johnson, segundo, você não manda em mim

-O álcool já está fazendo efeito -Disse ele murmurando

-O que disse?

-Nada, senhora, a propósito seus capangas querem falar com a senhora

-Não sei para que tanta formalidade, e não os chamem assim, os chame de "amigos", ok?

-Ok

E essa foi mais umas das minhas noites "contagiantes"...

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-Bom dia, senhora, acordou cedo hoje, em

-Estou com uma sensação ruim, Josh

-Que tal descansar hoje?

-Não tenho tempo para isso, vou sair daqui uns quinze minutos para correr, provavelmente volto tarde

-Já tomou seus remédios? Já marcou mais uma consulta com a doutora? E os resultados dos exames? Já pegou?

-Não quero falar sobre isso, Josh, na volta resolvemos, beijos -Eu disse saindo antes que ele falasse algo, há onze anos atrás eu sofrir um acidente traumático com a morte de meus pais, desde então uma parte de mim foi embora e uma alma obscura tomou posse, algo sombrio penetrou na minha alma, pesadelos toda noite e surtos de ansiedades, daí o Josh me resolveu me levar em um analista e desde aquele momento estou presa entre pílulas e consultas, uma pior que a outra.

-Alô?

-Chefinha?

-Diga

-Tenho duas coisas para te dizer

-Então diz, idiota

-Não posso pelo telefone, me encontre no deposito

-Ok

Aproveitei que o Josh tinha saído para fazer compras para a dispensa e voltei para casa, tomei um longo banho gelado, lavei meu cabelo e vestir um vestido azul qualquer, sequei o cabelo, prendi, coloquei uma jaqueta jeans por cima do vestido e sair, depois de meia hora eu cheguei no tal deposito, estacionei o carro e fui até o encontro com meus "amiguinhos"

-E então? O que tinha de tão importante que não dava para falar no telefone?

-Achei um novo agente para nós, ele é bastante útil, um hacker profissional, entra em qualquer rede sem ser descoberto, não é incrível?

-Sim, cadê ele?

-Está chegando de viagem amanhã, o nome dele é Nicholas e ele tem 23 anos

-Mas velho que a senhora -Disse Rick rindo, nesse mesmo instante me levantei e fui até ele, tirei uma arma do sutiã e apontando nas bolas dele, eu disse:

-Tem uma razão por eu comandar essa guangue, acho bom me respeitar, ou seu pequeno homenzinho vai ficar machucado, eu não tenho sentimentos e quero que uma coisa fique bem clara para TODOS VOCÊS! NÃO IMPORTA SE FULANO É MAIS VELHO, EU MANDO NESSA PORRA, OK? EU TENHO 21 ANOS E SEI MUITO MAIS QUE VOCÊS TODOS JUNTOS, entendeu, Rick?

-Sim, senhora -Disse ele engolindo a saliva

-E voçês? Entederam?

-Sim, senhora -Disseram todos em um único som

-Ótimo, e a segunda notícia que iam me dá?

-Melhor deixar para outra hora

-Não me importo, vocês sabem do que sou capaz

Depois da reunião do trabalho fui beber um pouco, isso sempre me acalmava, até que meu celular tocou, era o Josh...

-Ale, venha para casa agora -Disse ele em um tom nervoso

-O que? Por que?

-VENHA -E ele desligou o telefone, achei melhor atender o pedido dele, o Josh não fala assim por nada, peguei meu carro e cheguei em casa

-Pode me dizer o que foi aquilo? Eu estav... -Ele me interropeu

-Alessandra, tudo que acontece de ruim com orfãos, você piora, quero te proteger de sí mesma

-Do que está falando, Josh?

-Agora á pouco aconteceu um incêndio, crianças foram cremadas vivas e funcionarios mortos com uma cruz preta na testa, bom, eu não sei de muitos detalhes ainda mas, eu sei que é o suficiente para voçê... Ale? Ale? Ale, você está me ouvindo?

-Preciso ver o que houve, preciso ver o que houve, preciso ver o que houve... -Eu lembro de ter ficado repetindo isso umas mil vezes, ter dado uma crise, e ter tomado vários medicamentos, desde dos meus 15 anos eu surto quando algo acontece com crianças, ainda mais orfãs, que é meu caso, me dá um repulso por dentro e fico descontrolada, eu lembro do dia que sequestrarão doze crianças ano passado, eu fiquei esterica, oito foram encontradas com vida, as outras foram mortas mas, eu matei o filho da mãe com minhas próprias mãos, enfim, depois do Josh me dá uns calmantes, eu adormeci, porém de manhã bem cedo fui até o orfanato incendiado, já tinha alguns policiais, mas ainda assim tentei interferir, fui até a partede cima, no segundo lugar para tentar achar pistas, mas quando eu estava investigando apareceu alguém, tive que sair as pressas pela janela, talvez um policial esperto de mais ou coisa da minha mente pertubadora, mas de uma coisa eu sei, vou pegar o babaca que fez isso com essa gente, ou não me chamo ALESSANDRA JOHNSON.

 

 


Notas Finais


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