História Contrassenso (Em revisão) - Capítulo 2


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Categorias Ashley Benson, Chaz Somers, Justin Bieber, Khalil Sharieff, Pattie Mallette, Ryan Butler, Stella Maxwell
Personagens Ashley Benson, Chaz Somers, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler, Stella Maxwell
Tags Amor, Anastacia Miller, Criminal, Família, Filho, Justin Bieber, Máfia, Policial, Traição, Vingança
Exibições 573
Palavras 1.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


NOTAS FINAIS
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SURPRESAAAAAA
Beta-Reader: Nacoarba

Capítulo 2 - Você quer ser meu pai?


Fanfic / Fanfiction Contrassenso (Em revisão) - Capítulo 2 - Você quer ser meu pai?

CAPÍTULO 2: Você Quer Ser Meu Pai?

Anastacia Miller

Ian andou velozmente em minha direção, e eu precisei me levantar rápido para tentar fugir dele. Acabei tropeçando e caí de joelhos em minha tentativa de ficar de pé, me ralei — não foi nada de mais, porém, me atrasou. Até eu me levantar e sair andando, Ian já tinha se aproximado.

Ele me agarrou pelo braço.

Me solta! — grito, tentando me desvencilhar dele.

— Calma. Eu só quero falar com você — rebate, com calma.

— Eu não tenho nada para falar com você. — Ainda tento me soltar.

— Por favor, Anastacia, eu estava justamente procurando por você — pede, e eu o encaro odiosamente.

— Ah, é mesmo? Pois perdeu o seu tempo. Eu não tenho nenhum interesse em falar com você — despejo, fazendo-o me soltar e me olhar arrependido.

— Anastacia, eu sei o que eu fiz no passado. Eu fui um covarde, não me comportei como homem. Mas me arrependi. Realmente mudei, e hoje estou aqui para te pedir desculpas por todo o mal que eu te fiz passar.

Ouvir as desculpas esfarrapadas de Ian fez com que eu sentisse tanto nojo que tive vontade de bater na cara dele. Parece que meu ódio aumentou. Soltei uma gargalhada sarcástica e, logo em seguida, olhei-o com desprezo.

— Você sabe bem onde enfiar as suas desculpas — ofendo-o e, com todo o meu rancor, completo: — Se acha que eu vou te perdoar algum dia, pode perder as esperanças. Suas frases prontas me enojam.

Ian respirou fundo, e algo dentro de mim acreditou que ele realmente desejava se desculpar. Entretanto, a raiva que me queimava era mais forte, o que fez com que eu não caísse no conto do pescador.

— Eu entendo perfeitamente, sei que as palavras não possuem valor. Portanto, eu fiz algo por você — Ian conta, e eu o encaro desconfiada. — Eu encontrei seu pai e te trouxe o número dele para que possam se reencontrar — diz, entregando-me um papel com dois números de telefone. — O número de baixo é meu, caso você precise de qualquer coisa...

Não o deixei terminar a frase; rasguei o papel ao meio e, em seguida, joguei-o no chão.

— Se tem alguém que eu odeio tanto ou quanto você no inferno que é esse mundo, esse alguém é o Joseph, e você deve saber bem o motivo. Se quiser mesmo se redimir, apenas faça o favor de desaparecer de vez da minha vida — dito isso, saio a caminho de casa.

Passei pela sala, sem falar com ninguém, direto para o meu quarto. Praguejei mil vezes o desgraçado do Ian. Como aquele homem teve a audácia de armar esse circo todo? E, como se não bastasse o papel ridículo que ele fez ao fingir estar arrependido, o imbecil ainda desenterrou o sacana do meu “pai”.

Eu odeio o meu pai. Odeio, odeio, odeio, odeio, odeio e odeio, com todas as minhas forças! Eu queria que ele estivesse morto; queria bater na cabeça dele até ver o cérebro sair. Eu queria ver o sangue dele brilhante em minhas mãos.

Ele não é meu pai; ele é um monstro! Abandonou-me, fez com que me sentisse humilhada e rejeitada. Na minha cabeça de criança, eu havia falhado como filha e não ele, como pai. Mas a culpa sempre foi dele! Joseph me negou qualquer espécie de carinho ou amor durante toda a minha vida, então eu fui procurar amor em outros homens. Tudo que deu errado na minha vida foi por causa dele, e eu o condeno por isso todos os dias, todos os minutos e segundos da minha vida. Eu o culpo pela minha vida miserável. Eu o odeio com todas as minhas forças e, um dia, eu sei que vou fazê-lo sofrer tudo o que sofri.

Flashback on

Acordei animada, eu tinha sete anos e era dia dos pais. Eu não via meu pai já fazia quatro meses e eram raras as ligações telefônicas. Levantei eufórica, escovei meus dentinhos e abri um sorriso enorme ao rever a janelinha do meu canino. Meu pai certamente acharia adorável o fato de eu ter perdido meu último dentinho de leite!

Coloquei um vestido rosa florido e fui correndo à cozinha.

Mamãe, acordei! — grito, correndo para os braços da minha mãezinha.

— Bom dia, meu amor — Louisa diz sorridente, pegando-me no colo. — Mas não precisa gritar, assim vai acordar sua irmãzinha — repreende-me, mas sem deixar de sorrir.

— Sabia que hoje meu pai vem me ver? — pergunto, com um sorriso glorioso. Minha mãe tenta disfarçar o incômodo. Algo parecia muito errado, eu com minha inocente idade, no entanto, não percebi.

— Claro que lembro, filha — diz, e engoliu em seco. — Mas não fique tão ansiosa se Joseph se atrasar. Mesmo assim, o Robert vem te ver — minha mãe fala, já me preparando para o pior.

Robert era o meu padrasto, pai de minha irmã mais nova, Penélope, que tinha apenas dois anos. Eu gostava muito de Robert, ele cuidava de mim e me dava carinho, mas ele não era o meu pai, e eu queria o meu pai.

— Ah, mas eu estou com saudades do papai. Ele não vem, não é? — pergunto emotiva.

— Claro que não. O Joseph abandonou a gente, Anastacia. Para de se preocupar com ele. — Logan, meu irmão mais velho, aparece para tentar abrir os meus olhos.

Cala a boca. Ele vem sim! Não é mesmo, mamãe? — grito, frustrada.

— Por que não ligamos para ele? — minha mãe propôs, sem me olhar nos olhos. Mas, mesmo assim, me empolgo e respondo com um sonoro “sim”.

Meu coração se acelera a cada tum que o telefone faz, minhas pernas estão se movendo freneticamente, e eu deposito toda minha esperança naquela ligação.

— Alô? — escuto a voz do meu pai. Há uma movimentação estranha do outro lado da linha, muitas pessoas corriam de um lado para o outro. Ele só podia estar no aeroporto, não é mesmo?

— Oi, papai! Você já está no aeroporto? — pergunto, eufórica.

— Ham... O quê? Quem está falando? — pergunta, claramente confuso.

— Para de brincadeira, papai. Sou eu, sua filhinha. A Anastacia — falo, começando a me sentir triste.

— Ah. Oi, filha! Tudo bem? O papai está meio ocupado agora, podemos nos falar mais tarde? — pede, com um tom apressado.

— Você já está vindo me ver? — pergunto, preocupada.

— Poxa, filha! Eu fiquei preso no trabalho. Você já está grande, sabe como são essas coisas, não é? — pede, afobado.

— Mas você prometeu... — resmungo, segurando as lágrimas.

— Eu sei. Prometo que retorno sua ligação mais tarde — propõe, fazendo com que eu comece a chorar.

Com a voz embargada, respondo: — Eu ensaiei um showzinho todo só para você. Eu que fiz, junto com a mamãe, minha fantasia de flor — falo, em meio às lágrimas.

— Eu sinto muito, Anastacia, mas agora não posso te dar atenção — diz com um tom bravo. — Não chora, não suporto choro de criança! Mais tarde eu te ligo — dito isso, ele desliga sem nem se despedir.

Naquele momento, caio no choro. Eu não queria mais fazer show nenhum! Eu chegava a soluçar, eu estava muito triste... Meu pai tinha partido o meu coração em vários pedaços, e, ao final do dia, quando ele não retornou minha ligação, eu desisti dele. Pensei que ele não queria mais falar comigo porque eu era chorona. Joguei toda a sua culpa em cima de mim.

Naquela mesma noite, antes de dormir, fui falar com Robert.

— Robert, você também não gosta de mim porque eu sou chorona? — pergunto de cabeça baixa.

— Claro que não, pequena. Eu amo você — diz, abraçando-me. — E quem disse que você é chorona? Para mim você é a menininha mais agradável que já conheci — fala, carinhoso.

— Verdade? — pergunto, sem acreditar. Se meu próprio pai não gosta de mim, porque o namorado de minha mãe haveria de gostar?

— Claro que sim, princesa. Vamos, ponha um sorriso nesse rosto — fala, fazendo-me coceguinha.

— Então, você aceita ser meu pai? — pergunto, olhando bem fundo nos olhos dele. Recebo um sorriso enorme de Robert, que me abraça forte.

— Claro que sim, pequena! A partir de hoje você pode me chamar de pai.

Flashback Off

Naquela madrugada comecei a passar muito mal. Tive um pesadelo horrível em que eu estava sendo perseguida pelo meu pai e pelo Ian. Ao gritar por ajuda, minha voz não saía, e quando finalmente alguém apareceu, era minha mãe. Ela estava chorando muito, mas eu não entendia por quê.

Levantei em um pulo, eu estava molhada de suor.

Resolvi tomar um banho gelado para voltar ao normal.

Enquanto a água caía na minha pele, as cenas do meu sonho passavam pela minha mente. Comecei a me sentir enjoada e vomitei ali mesmo, embaixo do banho.

— Que nojo — comentei comigo mesma.

Tratei de deixar a água cair sobre meu vômito para limpar o box e me limpei em seguida.

Coloquei o mesmo pijama de antes. Dei uma olhada no horário. Eram 05h38. Resolvi ficar acordada, pois assim não correria o risco de ter outro pesadelo. Desci para sala e liguei no canal de desenhos, que, àquela hora, era a única coisa que prestava na TV.

Poucos minutos depois, meu pai desceu as escadas pronto para trabalhar no carro velho que ganhou há anos. Era do seu pai, porém, nunca funcionou.

— Caiu da cama, foi? — pergunta, vindo até mim e dando um beijo em minha testa.

— Tive um pesadelo — expliquei, prestando atenção no desenho. — Mas não quero falar sobre ele — aviso antes de Robert pensar em perguntar com o que eu havia sonhado.

— Faça como preferir. Se precisar de mim, estarei na garagem — alertou, e saiu.

Continuei assistindo meu desenho, sem me preocupar com o pesadelo ou com o meu enjoo.

No mês que se seguiu, comecei a ter cada vez mais enjoos. Também tive tonturas e parecia que eu tinha perdido o controle da minha bexiga.

Esses não eram bons sinais.


Notas Finais


ATENÇÃO LEIA AQUI!!!!!

Oi meus amores tudo bom?
Eu estou com uma proposta incrível para vocês, eu tive a ideia de fazer um jogo.
Como assim um jogo? Eu vou explicar. Ao longo da história acontecerão vários mistérios que precisarão ser solucionados e ao invés de eu simplesmente resolver o mistério em um outro capítulo como o de costume, VOCÊS a partir das pistas que irão aparecer ao decorrer da história vão juntar as peças e resolver o mistério!

Eu deixarei o mistério no fim das notas finais quando ele surgir.
Ex: Quem roubou o pão na casa do João?

E vou enviar uma DM ao vencedor avisando que ele acertou e darei o prêmio! Sim, sim, haverá um prêmio <3
A pessoa que acertar primeiro poderá pedir um acontecimento na história, literalmente qualquer coisa! Só que tem algumas regrinhas.

1. Não pode ter a ver com o final da história;
2. Não pode matar ninguém (mas pode fazer sofre heuheuheu);
3. Não pode pedir a revelação de um próximo mistério ou do segredo de algum personagem;
4. Pedidos de hot só serão aceitos depois do primeiro hot, e eles também precisam ter uma situação. Ex: Eles estavam em um lugar x e então rolou;
5. Deve apagar a resposta correta assim que for notificado que ganhou, caso contrário não ganhará o prêmio e não poderá participar das próximas rodadas;
6. Não fiquem brigando por conta do jogo;

E então gostaram? Pera que ainda tem um porém hahahaha, se ninguém acertar eu vou fazer algo realmente terrível com algum personagem que vocês gostem, e olha que eu sou má heuheuehue.

Espero que apoiem a ideia, respondam se querem ou não nos comentários :)

Minha ask: http://ask.fm/taahlrodrigues
Twitter: https://twitter.com/pqpayne__

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=KoxBkpQc_wU
Style: https://spiritfanfics.com/personalizar/style/adriana-lima-contrassenso-6450368

Beijosssssss.


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